Meu Pai Adotivo Me Punhetou Para Melhor Meu Humor

Um conto erótico de Lienz
Categoria: Trans
Contém 1322 palavras
Data: 01/05/2026 13:14:53

Eu me chamo Mia, sou uma menina trans de 21 anos; baixinha, morena, pele clara e olhos verdes grandes. Tenho seios siliconados pequenos e uma bunda grande de academia.

Fui adotada por um casal de empresários, meu pai postiço, Massimo e minha mãe postiça, também transexual, Valentina. Morávamos no interior do Brasil, onde papai e mamãe administravam uma empresa do setor agrícola.

Eu estudava medicina veterinária. Desde que fui adotada, minha mãe me colocava nos melhores cursos e faculdades. Amava o curso de veterinária, por mais que algumas colegas de classe fossem preconceituosas comigo, talvez por eu ser bem mais feminina que elas e ter um corpo ao estilo mulherão.

Em uma tarde bastante chuvosa, não quis ir a faculdade. Tinha escutado muitas piadinhas horríveis sobre mim mesma no dia anterior. Me sentia deprimida e desmotivada.

Naquela tarde, Papai Massimo, subiu as escadas devagar, carregando uma xícara de chá quente. Ele passou o dia trabalhando em casa e estava preocupado com o meu silêncio. Bateu duas vezes na porta entreaberta e entrou sem esperar resposta. Tentei disfarçar, mas ele me viu sentada na beira da cama, com os olhos vermelhos e inchados de tanto chorar. Eu vestia apenas uma blusinha cropped branca e um shortinho de renda rosa claro. Olhei pra ele envergonhada. Papai era um homem lindo, pele parda, tatuado e cabelo raspado ao estilo militar, com braços enormes, mas um sorriso cativante.

— Ei, minha menina… o que aconteceu, Mia? — perguntou com a voz baixa e gentil, sentando-se ao meu lado na cama.

Funguei, abraçando meus próprios joelhos.

— As meninas da faculdade… elas foram horríveis ontem. Disseram que eu nem sou uma garota de verdade porque… porque eu não tenho buceta. Ficaram fazendo piadinhas...

A minha voz falhou no final. Papai me olhou com gentileza. Ele colocou a xícara na mesinha e virou o corpo, segurando minha mãos com carinho.

— Olha pra mim, Mia. Você é uma garota linda. Uma menina maravilhosa. E nada que aquelas garotas maldosas disseram muda isso. Elas não entendem. Elas têm inveja, querida. Inveja de como você é especial, única.

Papai acariciou o meu rosto com o polegar, secando uma lágrima. Continuou:

— Querida… eu quero te ajudar a se sentir melhor. Quero que você veja o que eu vejo quando olho pra você. Tenho certeza que essas garotas têm inveja de você, sei que os meninos da faculdade devem torcer o pescoço pela minha filhota linda — eu corei e papai Massimo sorriu, colocando a mão na minha coxa. — Posso ver o seu pinto, meu amor?

Hesitei, corando ainda mais, mas algo na voz calma e amorosa dele sempre me fazia sentir confiança em mim mesma. Fiz que sim com cabeça, sentindo meu coração bater mais forte. Com as mãos trêmulas, puxei o shortinho de renda para baixo, revelando minha intimidade. Meu pênis, bem rosado e grosso descansava sobre as bolas lisas e delicadas.

Desviei o olhar, envergonhada. Papai Massimo sorriu com muita ternura, com os olhos brilhando de uma admiração sincera e teatralmente inocente.

— Uau, filha… olha isso. Que clitóris grandão e lindo a minha garota tem. Olha como ele é grosso, amor, todo rosinha. Que coisa mais perfeita, Mia.

Ele estendeu a mão devagar e envolveu meu pinto, já todo duro, com os dedos quentes segurando-o com delicadeza, como se fosse algo precioso. Gemi bem baixinho.

— Shhh, relaxa, minha filhota. Olha só pra ele… que pintão, princesa. Ele cresceu dês da última vez que você mostrou pro papai? Tá quase tão grande quanto a da sua mãe.

Eu ri baixinho.

— Não é pra tanto papis, a piroca da mamãe é enorme. Quando eu tomo banho com ela, nem dá pra comparar.

— Eu sei filha, mas sua pica é linda e grande sim. Um pau perfeito de menina. Amo o jeitinho dele, sabe? Olha Isso... — papai acariciava das bolas até a ponta, me fazendo arrepiar. — A cabecinha é rosinha e arredondada, cheio de veias... que pintão lindo a minha menina tem. Tão gostoso de tocar, tão quente na minha mão. É por isso que as meninas da faculdade implicam com você, filha. Elas são sem sal, de certo, queriam ter um pauzão igual o da minha bonequinha.

Enquanto falava, papai Massimo começou a mover a mão lentamente, me masturbando com movimentos longos e suaves, apertando de leve na base e subindo até a cabeça, espalhando o pré-gozo que escorria com uma fonte de mel.

— Elas têm inveja, querida. Elas nunca vão ter um rola tão bonito e tão poderoso quanto o da minha garota — Papai me tocava com as duas mãos, como se fosse um brinquedo. — Olha como ele fica maior na minha mão… isso, assim. Cresce pra mim, meu amor. Papai tá tão orgulhoso de você, sabia? Orgulhoso de quem você é, do seu corpo, de cada pedacinho seu. Você é uma menina tão linda, tão meiga e especial… e esse seu pinto grande e grosso de menina só te deixa ainda mais especial, amor.

Ficava gemendo baixinho, com o corpo relaxando aos poucos contra os travesseiros.

As palavras de papai eram tão doces, tão cheias de admiração e amor que todo meu sentimento ruim sumiu como névoa.

— Isso, minha princesa. Deixa o papai cuidar de você. Olha como seu pinto fica lindo quando fica bem durinho. Que cabecinha inchada, brilhando… eu poderia ficar horas só admirando ele. Tão perfeito. Eu quero que você se orgulhe dele, meu amor. Quero que você olhe no espelho todo dia e diga: “Eu tenho um pênis grande e grosso de menina, e eu sou uma garota maravilhosa exatamente como sou.”

Papai continuou masturbando com ritmo lento e constante, com o polegar circulando a glande sensível de vez em quando, sempre com o olhar fixo na minha intimidade, cheio de amor e desejo protetor.

— Você é a minha garota. Minha menina. Tão pauzuda, tão quente, tão pulsante. Eu amo tocar ele assim, devagarinho, sentindo latejar na minha palma. Você merece se sentir desejada, merece se sentir bonita, merece se sentir poderosa, Mia.

Eu arqueava as costas de leve, respirando mais rápido, com os gemidos ficando mais doces. Papai, percebendo que eu estava chegando perto de jorrar leite, sorriu carinhoso e parou os movimentos. Segurou meu pau bem firme na base, impedindo que gozasse, e se inclinou devagar. Deu um beijinho suave, quase inocente, bem na cabecinha rosada e inchada do meu pênis, sentindo o calor e o cheiro doce da excitação.

— Eu te amo, Mia. Amo você exatamente como você é. E o papai está aqui pra tudo, meu amor. Pra te abraçar, pra te elogiar, pra te fazer se sentir linda quando o mundo tentar te derrubar.

Ele beijou mais uma vez, bem de leve, a cabeça sensível e latejante da pica, e sussurrou me pegando nos braços:

— Hoje não, princesa. Hoje o papai só quer que você vá dormir se sentindo amada e bonita.

Ofegante e com os olhos marejados de emoção, apenas assenti descansando no abraço dele, repousando nos enormes braços do papai Massimo, me sentindo protegida, amada e linda. Acariciando meus cabelos, ele me cobriu e me colocou pra dormir.

Acordei tarde da noite, com mamãe entrando no meu quarto sobre a luz do abajur. Ela vestia um roupão de seda, vermelho, sutiã com bojo e estava sem calcinha como de costume, com pauzão enorme, grosso e cabeçudo, balanço livre enquanto ela andava até mim.

Minha mãe adotiva, Valentina, era a mulher mais linda que já tinha visto na vida.

Se agachou ao meu lado e me deu um selinho bem longo e amoroso. Depois me fitou docemente, com os olhos de um verde ainda mais profundos que os meus.

— Boa noite, amor da minha vida. Papai me contou o que aconteceu na faculdade. Amanhã nós conversamos melhor sobre, tá bem. Vamos tomar banho juntas e dormir juntinhas.

— Tá bem, mamãe...

Ela me beijou outra vez e saiu do quarto. Me senti animada, sabendo bem como as noites com a minha mãe adotiva, costumam terminar...

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Comentários

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MAMÃE E PAPAI MÁSSIMO SÃO BEM COMPREENSIVOS NÉ? RSSSSSSSSSSSSSSSS QUE BOM.

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