Depois de horas transando como nunca, nós dois estávamos suados, ofegantes, deitados na cama. Ana com a cabeça no meu peito, traçando círculos com a unha na minha pele. Eu acariciava seu cabelo, ainda sentindo o gosto dela na boca.
— Amor… eu quero assistir você com dois — confessei baixinho. — Quero ver você fodendo, sendo usada por dois machos ao mesmo tempo. Mas… tenho medo. Medo que eles espalhem na academia, pro bairro, pros conhecidos. Que todo mundo descubra. As pessoas não vão entender que a gente tem tesão nisso.
Ana levantou o rosto, com aquele sorriso safado que eu agora adorava.
— Se espalharem… já pensou o que vai ter de macho sarado querendo me comer? Quero nem imaginar aquele monte de homem gostoso da academia querendo me pegar. — Ela riu, mordendo o lábio. — Tô brincando, amor. Mas você tem razão. Nossa fantasia só diz respeito à gente.
Rimos juntos, nervosos e excitados. Ela queria realizar a minha fantasia de assistir, mas não sabia como fazer sem me expor. Depois de pensar bastante, decidimos fazer do jeito mais seguro: contratar garotos de programa experientes.
Abrimos alguns sites de acompanhantes. Ana escolheu rápido: um negro chamado Marlon, 28 anos, corpo escultural, alto, forte, com fotos que deixavam claro o tamanho da mercadoria. Mandamos mensagem explicando a fantasia. Ele respondeu rápido e disse que podia trazer um amigo, o Lucas, branco, musculoso, que coincidentemente era personal trainer em outra academia. Fechamos o valor, marcamos o motel para o sábado seguinte.
No dia, Ana estava nervosa no carro. Eu dirigia com o pau latejando o tempo todo.
— Tem certeza, amor? — ela perguntou.
— Mais certeza do que nunca.
Os dois chegaram pontuais. Eram profissionais: extrovertidos, tranquilos, conversadores. Começaram falando de academia, de treino, de bobagens. Em vinte minutos já tínhamos relaxado. Pareciam velhos amigos. A Ana já estava mais soltinha por conta da bebida e os olhava de forma mais descarada, sorrindo e provocando.
Eu fiquei com um tesão absurdo em ver ela flertando daquele jeito. Nem parecia a minha Ana de antigamente.
Até que Marlon percebeu o momento e se levantou, segurou Ana pela cintura com firmeza e falou com voz grave:
— Acho que agora podemos fazer o que viemos fazer aqui, né? Esse mulherão não pode sair daqui sem estar completamente satisfeita! Concorda, corno?
Tá na hora de assistir sua mulher mostrando o que ela sabe fazer pra a gente!
Ana já tinha bebido duas taças de vinho. Olhou pra mim, sorrindo safada:
— É isso mesmo que você quer? Ver sua esposa sendo puta de dois machos? Responde agora, seu corno!
Eu só consegui assentir.
Ela se virou e beijou Marlon com fome, língua para fora, gemendo enquanto ele subia o vestidinho curto e apertava sua bunda com as duas mãos grandes. Lucas se aproximou por trás, beijando seu pescoço, apertando os seios por cima do vestido. Em segundos tiraram a roupa dela, deixando-a só de calcinha.
Os dois a colocaram sentada na cama e a fizeram baixar as suas respectivas bermudas. O pau do Marlon eu já sabia que seria grande, mas até a Ana ficou surpresa ao ver o tamanho da ferramenta do Lucas. Era uma pica grossa, mas muito grossa. E devia ter uns 22cm de comprimento. O cara era um cavalo!
Antes que a Ana falasse algo, ele a segurou pela nuca e disse: - Chupa na frente do corno, sua putinha casada!
A Ana mal conseguia colocar aquilo na boca. Ela alternada chupando o Lucas e o Marlon, enquanto eles a chamavam de puta e de esposinha de corno.
Depois a deitaram na cama e o Marlon enfiou o pau grosso e negro na boca dela enquanto Lucas apontou aquele mastro gigante na bucetinha branca da minha mulher e começou a empurrar.
A Ana gemia com a boca preenchida com a pica do Marlon, enquanto aquele monstro entrava centímetro por contímetro, alargando a buceta da minha esposa. Ela gemia mais alto a cada empurrada que o Lucas dava.
Quando finalmente entrou, o Lucas começou a foder ela devagar, pra depois aumentar a velocidade.
Ele estava arrombando a minha mulher e eu de pau duro apenas assistia a cena calado, batendo punheta.
O Marlon tirou da boca da Ana e o Lucas deitou na cama, fazendo ela sentar até o talo na sua pica grossa. A putinha ficou praticamente empalada naquele pau de cavalo, estática.
O Marlon segurou a Ana pelas ancas e a fez subir e descer trepando em cima do seu amigo.
A Ana tinha espasmos até chegar a um orgasmo fenomenal, tremendo e genendo alto, sem parar.
Pela primeira vez, vi a minha esposa tendo orgasmos multiplos. E foi com outro homem, na minha frente!
Gozei na hora, melando a minha mão e o chão do local.
Ela saiu de cima dele e o Marlon a fez chupar novamente. Depois a colocou de quatro, pincelou a sua buceta e entrou de uma só vez, arrancando um grito da minha putinha.
Ele a comia com força, fazendo-a gritar mais e mais enquanto o Lucas já colocava o pau meia-bomba na sua boca.
A Ana fazia um boquete engasgando enquanto era currada por trás com uma velocidade absurda. Eu batia punheta freneticamente ao ver a minha amada esposa sendo arregaçada daquela forma. Era incrível. Somente quem já vivenciou isso saberá o tesão que senti naquele momento.
Eles a fizeram gozar mais duas vezes assim. Até que o Marlon a fez sentar no Lucas novamente e encostou a pica na porta do cuzinho da minha Ana!
Ela estava em um transe muito intenso pra reclamar.
Primeiro ele lubrificou um dedo e começou a enfiar. A Ana apenas gemia.
Depois ele enfiou dois, três dedos, passou um tempo laceando o cuzinho da minha mulher. O cara sabia o que estava fazendo. Era realmente um profissional.
Depois ele encostou a cabeca da pica e começou a empurrar, devagar, fazendo a Ana ficar parada, com uma cara de concentração e dor.
Aos poucos ele foi entrando, devagar, até que o invasor estava completamente atolado na bunda da minha putinha! Era uma cena incrível! Ela estava duplamente penetrada! No cuzinho por um pau grande, enquanto a buceta aguentava um monstro descomunal.
Aos poucos começaram o vai e vem, devagar, ritmado.
Foi o Lucas quem acelerou as estocadas primeiro. A Ana sequer dizia algo, apenas gemia, se sentindo esticada e preenchida. Até que o Marlon acelerou e começaram a alternar as metidas sincronizados e rápidos.
Quando o Marlon tirava, o Lucas enfiava até o talo. Quando o Lucas saía, o Marlon entrava com tudo na bunda da Ana.
Eles enfiaram assim por um bom tempo e ela já gritava, pedia pra ser arrombada na frente do marido, falava que era puta de corno. A minha esposinha ficou descontrolada de tando prazer que sentia.
Às vezes os dois entravam de uma vez, fazendo-a berrar, pedindo pra ser arrombada.
Eu gozei novamente vendo aquilo. Mas o meu pau se recusava a descer. Eu nunca fui tão potente na minha vida quanto naquele dia! Me masturbava feito louco, com um olhar insano de tesão. A Ana me olhava, falando alto:
- Olha isso, Corno! Olha o que estão fazendo com a sua mulher! Era isso que você queria ver? Sua puta sendo arrombada por dois?
Lucas dava tapas fortes na bunda dela, fazendo a carne tremer.
— Caralho, que buceta apertada… seu marido não te fode direito, né cachorra?
Eles trocaram de posição várias vezes. Foderam ela de conchinha, de lado, cavalgando. Marlon sentou na beira da cama e Ana sentou no pau dele, rebolando enquanto Lucas enfiava no cuzinho dela devagar. Mesmo acostumada a levar a pica do Marlon da bunda, a Ana sentiu dificuldade. Os olhos revirando.
— Diz pra ele! — Lucas ordenou, puxando o cabelo dela.
— Corno! Olha como eles estão me arrombando! É isso que você queria ver, né? Sua mulher virando puta de dois paus?
Eles foderam sem parar por quase duas horas. Buceta, boca, cu, tapas, puxões de cabelo, xingamentos. Ana gozou várias vezes, tremendo, molhando o lençol.
No final, os dois ficaram de pé na frente dela. Ana de joelhos, boca aberta, língua para fora. Eles gozaram juntos, enchendo a boca e o rosto dela de porra grossa. Marlon segurou o queixo dela:
— Agora vai beijar seu corno manso, vadia.
Ana veio até mim cambaleando, mas sorrindo, porra escorrendo pelo queixo. Me beijou profundamente, passando a língua com o gosto deles na minha boca. Eu estava louco de tesão. Depois ela foi deitar desfalecida na cama, com um sorriso de prazer imenso, fechando os olhos satisfeita.
Os homens se vestiram, deram um beijo de despedida nela e vieram falar comigo. O Marlon disse que raramente tinha a oportunidade de transar com uma mulher tão fogosa e linda como ela. Me parabenizou pela putinha gostosa e disse que, se quiséssemos repetir, eles estariam prontos. O Lucas disse que pra ela ele sequer cobraria. São poucas que aguentaram ele no cuzinho daquele jeito. Eles foram embora e eu fui deitar ao lado da minha mulher. A cama molhada de suor, o cheiro de sexo impregnado no quarto. O corpo da minha mulher ainda estava com porra escorrendo no pescoço e peitos. Cabelos molhados de suor.
Deitados no motel, dei um beijo na sua boca, mas ela me segurou na cabeça, me empurrando pra lamber o seu corpo:
- Faz seu trabalho, corninho! É pra me deixar limpinha!
Eu só pude descer pra fazer o meu trabalho. A bucetinha do meu amor estava vermelha e toda arrombada, escorrendo seus líquidos vaginais, de tanto gozar com os dois machos. O cuzinho estava todo vermelho, nem havia fechado direito ainda. Pude ver o estrago que o Lucas deixou.
A Ana sorriu, me disse que depois de hoje, nunca mais ia querer transar com um cara só!
Depois virou pro lado e pegou no sono.
A partir dali nosso casamento ficou ainda mais íntimo, mais unido, mais safado.
Continua…
