O mundo acabou em silêncio.
Ou pelo menos foi assim que pareceu para Rafael no instante em que o chão sumiu sob seus pés. Um segundo ele estava cercado por concreto, buzinas e telas brilhantes. No outro, caiu de joelhos sobre terra úmida, o cheiro de folhas esmagadas invadindo seus pulmões.
O ar era diferente. Mais denso. Mais vivo.
Ele tossiu, atordoado, e levou alguns segundos para perceber o que estava errado: não havia nenhum som de cidade. Nada de motores, nada de vozes humanas familiares. Apenas o canto distante de aves e o sussurro do vento entre árvores altas.
Altas demais.
— Que… — murmurou, levantando-se com dificuldade.
A mata ao redor era fechada, quase intocada. Um verde profundo, selvagem. Rafael girou o corpo lentamente, tentando entender. O celular ainda estava no bolso. Ele o puxou, desesperado.
Sem sinal. Sem internet.
Sem explicação.
Um estalo seco ecoou atrás dele.
Rafael se virou rápido demais, escorregando na terra. Quando conseguiu se equilibrar, já era tarde: não estava mais sozinho.
Homens surgiam entre as árvores, silenciosos como sombras. Corpos pintados, arcos em mãos, olhos atentos. Havia algo de antigo, de firme, na forma como se moviam — como se pertencessem àquele lugar de uma maneira que ele jamais pertenceria.
O coração de Rafael disparou.
— Calma… calma… — disse, erguendo as mãos, mesmo sabendo que provavelmente não entenderiam.
Um dos homens avançou. Mais velho. Ornamentos que indicavam posição. O olhar fixo em Rafael, sem piscar.
Então algo inesperado aconteceu.
O homem mais velho se ajoelhou.
Um a um, os outros o seguiram.
Rafael ficou imóvel, o cérebro tentando acompanhar algo que simplesmente não fazia sentido.
O líder falou algo em uma língua que Rafael não compreendia, mas o tom… o tom era de reverência.
De medo.
Ou devoção.
Foi então que ele percebeu.
As roupas. O celular ainda na mão. O surgimento repentino.
Para eles… aquilo não tinha explicação lógica.
Para eles, ele não era um homem.
Era outra coisa.
Um sopro de compreensão percorreu sua mente, seguido por uma sensação perigosa.
Poder.
Antes que pudesse reagir, um novo grupo surgiu atrás dos guerreiros. Entre eles, mulheres — e uma em especial chamou sua atenção.
Ela não desviava o olhar como as outras. Observava Rafael com curiosidade intensa, quase desafiadora. Havia força ali. Presença.
E, ao lado dela, um jovem guerreiro apertava o maxilar, claramente incomodado.
Aquilo não era adoração.
Era desconfiança.
E talvez… raiva.
O líder voltou a falar, desta vez fazendo um gesto em direção à mulher.
Depois, apontou para Rafael.
Mesmo sem entender as palavras, Rafael entendeu o significado.
Ele estava sendo apresentado.
Ou oferecido.
O vento soprou entre as árvores, e pela primeira vez desde que chegou, Rafael sentiu um frio real percorrer sua espinha.
Não era só o passado.
Era um jogo.
E ele acabara de se tornar a peça central.
Ao longe, invisível para todos ali, o destino já se movia, carregando nas ondas do futuro as velas brancas de homens que ainda não tinham nome para aquela terra.
Mas chegariam.
E quando chegassem…
Nada jamais seria o mesmo.
Rafael tinha notado que tinha voltado no tempo e pensou que poderia usar seu conhecimento histórico pra ajudar aquele povo a se defender dos portugueses.
O líder da tribo o levou através de gestos para uma oca, lá ele ficou olhando para o celular de Rafael, que prontamente ligou a lanterna e apontou para a mulher que ele tinha visto anteriormente.
O líder deixou os dois a sós e ao sair beijou os pés de Rafael, que aos poucos foi retirando sua roupa.
A mulher com olhos puxados, pele marrom e um cabelo liso impecável ainda estava na flor da idade, seus peitos não tinham caído ainda como a das mulheres mais velhas. Ela morreu seus próprios lábios ao ver a pele branca de Rafael o seu pau ereto.
Rafael dá um sinal para ela, apontando para o seu pau, mas ela não era uma conhecedora das práticas sexuais da atualidade, ela apenas se virou e ficou de quatro. Sua bunda era linda, seu cheiro era forte. Mas Rafael não estava ligando, ele ali entendeu que ela não pagaria um boquete.
Mas, cavalo dado não se mostra os dentes, Rafael pegou ela pela cintura, cuspiu no pau e foi metendo. A indígena gemia gostoso.
Rafael sentou um tapa na bunda dela e ela virou o rosto e ficou assustada, mas Rafael continuava metendo, socando por vários minutos. Ela não estava acostumada a transar assim. A maioria dos homens da tribo só metiam até gozar e saiam. Ele era insaciável.
Rafael depois de um tempo virou ela de posição, no chão, ela pode experimentar pela primeira vez um homem por cima dela, no papai e mamãe ele tentou dar um beijo na sua boca. Ela manteve a boca fechada e tinha um olhar de estranhamento. Ele forçou a língua na boca dela e aos poucos ela foi cedendo. Ela estranhamente estava gostando daquela situação. O beijo inicial não era o dos melhores pra ele, mas ela aos poucos foi imitando ele e por fim, o sexo estava casa vez mais perfeito. Ali, ela já estava perdidamente apaixonada. Rafael ao gozar, deitou -se ao lado dela e fazia carinhos. Ela tinha achado um Deus do amor.
Uma hora depois, o líder da tribo entra e conversa com ela. Rafael não entende nada, mas é conduzido para fora, onde nota que tinha sido preparado uma festa para ele. Do outro lado, o guerreiro com olhar de inveja bufava.