O Segredo Que Me Deixou Duro!

Um conto erótico de Pedro
Categoria: Heterossexual
Contém 2161 palavras
Data: 05/05/2026 18:58:11

Eu sempre achei que conhecia minha esposa. Ana, 34 anos, corpo de academia, sorriso fácil, o tipo de mulher que faz os homens virarem a cabeça na rua. Casados há oito anos, sexo bom, vida estável. Até que comecei a notar as mudanças.

No começo era sutil. Ela voltava da academia mais tarde do que o normal. “Trânsito, amor”, “aula estendeu”, “conversei com as meninas no vestiário”. Eu acreditava. Mas depois vinha o banho demorado, o celular virado para baixo, e, o pior: quando eu tentava puxar ela pra cama, ela dizia que estava cansada. “Hoje não, amor. Malhei demais.” E me dava um beijo na testa, como se eu fosse um cachorro pedindo carinho.

Eu não era burro. Comecei a desconfiar. Mas, em vez de raiva, senti algo que me deixou apavorado: tesão. Um tesão doente, latejante. Deitava no escuro, imaginando ela no banco de trás do carro com outro homem, e meu pau ficava duro como pedra. Eu me odiava por isso. O que estava acontecendo comigo? Eu amava a Ana. Como podia ficar excitado pensando nela traindo? Eu fingia dormir quando ela chegava, o coração martelando, o pau latejando contra o lençol.

Certo dia, depois de mais uma desculpa esfarrapada (“vou ficar até mais tarde na academia, tem uma aula especial”), eu tomei uma decisão. Dias depois, instalei uma câmera minúscula no carro dela, escondida por trás do forro do teto, saindo apenas um pouco, como se fosse o alarme. Disse a ela que o alarme havia dado problema enquanto eu dirigia e tive que substituir. Ela sequer desconfiou.

Eu dizia a mim mesmo que era pra confirmar, pra ter prova, pra confrontar. Mas no fundo eu sabia que queria ver. Queria assistir uma cena real, igual à que tanto me excitava na minha imaginação.

Naquela noite, sozinho em casa, abri o app no celular. O vídeo começou a rodar.

Eles estavam em um estacionamento, tipo a garagem de um prédio. Ana, ainda de legging preta colada e top esportivo, cabelo preso num rabo de cavalo suado. O personal — um cara sarado, uns 28 anos, pele bronzeada, braços inchados de treino — estava sentado no banco do passageiro, short de academia esticado pela pica grossa que já marcava o tecido. Eles se beijavam de forma lasciva enquanto ele passava a mão no corpo da minha esposa.

Ele abaixou o seu top e começou a chupar os seios dela, enquanto ela gemia com a cabeça virada pro teto, segurando o homem pela nuca.

Ele então, excitado, pediu:

— Vem aqui com essa boca gostosa! Me chupa, minha casadinha — ele mandou, voz rouca, segurando o rabo de cavalo dela. Ela sorriu satisfeita.

Ana não hesitou. Abaixou o short dele e a pica saltou: grossa, veiada, cabeça inchada e brilhando de suor. Ela lambeu da base até a ponta, gemendo como se estivesse faminta.

— Isso, caralho, que boca gostosa… chupa gostoso, chupa putinha casada! Gosta de trair o marido corno?

Ela tirou o pau da boca só pra responder, babando:

— Gosto… mas só gosto de trair com pica grossa assim, seu gostoso!

E mergulhou de novo. Chupava com fome, babando, engasgando, os sons molhados enchendo o carro. Ele segurava a cabeça dela, fodia a boca dela com força, suado, gemendo baixo. Ana gemia alto, a mão entre as pernas esfregando a buceta por cima da legging. Ele gozou com um grunhido, segurando o rosto dela contra a virilha. Vi o pescoço dela se mexendo enquanto engolia tudo.

— Engole tudo, sua puta gostosa — ele disse, ofegante. — Agora vamo lá pra dentro. Vou foder minha putinha casada direito.

Eles saíram do carro e o vídeo terminou ali. Eu estava tremendo. Meu pau doía de tão duro. Gozei três vezes seguidas assistindo, vidrado, me sentindo o maior corno do mundo e, ao mesmo tempo, o homem mais excitado da Terra. Eu pausei diversas vezes, voltei pra ouvir novamente ela dizendo que gostava de trair. Gozei só de ouvir aquilo.

No dia seguinte ela chegou da academia suada, cheiro de treino no corpo. Eu estava há horas de pau duro a esperando. Não resisti e a agarrei antes que ela pudesse tomar banho.

— Amor, espera… deixa eu tomar um banho primeiro — ela pediu, nervosa, preocupada, com perceptível medo, tentando se soltar.

Eu não deixei. Falei que estava morrendo de tesão hoje e que ela estava muito deliciosa pra eu deixar passar. Tirei a roupa dela com pressa. Ela falando que não, tremendo de medo de ser descoberta. Quando cheguei na buceta, o cheiro me acertou como um soco: sexo, suor, porra. A boceta dela estava inchada, vermelha, brilhando de esperma fresco que escorria pelos lábios. Eu deveria ter ficado com nojo. Eu sabia que aquela era uma prova final da traição. Aquilo era sexo, sem camisinha, com direito a esperma jorrando no útero da minha mulher. O Personal estava fodendo aquela vagabunda sem camisinha e gozando fundo na buceta dela. A minha esposa era a puta de outro homem. Ela estava recebendo a semente dele sem nem mesmo pestanejar. Eu deveria ficar possesso, deveria reagir, brigar, fazer uma cena. Mas em vez disso, meu pau quase explodiu. Eu senti vontade de chupar a Ana. Queria sentir o cheiro de sexo de perto, sentir o sabor da foda que a minha mulher teve com outro homem. Então fingi que aquilo era ela excitada.

— Você tá molhadinha pra caralho… cheirando a tesão — murmurei, e enfiei a língua.

Ela ficou rígida de medo, tentando me afastar. Mas quando comecei a chupar com vontade e sugar seu clítoris inchado, lambendo o esperma do seu amante como se fosse o melhor néctar do mundo, ela relaxou. Acho que até começou a gostar. Ela não esperava aquela reação minha. Em um misto de alívio e tesão, ela soltou uma risadinha nervosa, até maldosa.

— É… charme feminino, amor.

Cínica! Além de traidora, agora ela era uma escrota cínica. Mas isso me excitava ainda mais! Me excitava saber que a minha esposa correta era, na verdade, uma vagabunda mentirosa.

A partir daquele dia tudo mudou.

Ela ficou mais relaxada e começou a chegar em casa “excitada”. Mandava eu chupar antes mesmo de tirar a roupa. Parecia que queria me castigar. Eu sabia que ela estava sentindo prazer em me ver lamber a porra do personal. Sabia que ela estava fazendo de propósito. E eu chupava. Gemendo. Às vezes gozando no chão enquanto limpava aquela buceta usada e melada. Eu sugava cada gota. A humilhação me deixava louco de tesão. E a Ana gozava horrores na minha boca.

O meu pau sequer descia. Depois de chupar eu a fodia feito um animal, socando forte e sentindo tudo melado na buceta da minha mulher. Ela estava adorando. Transava com dois no mesmo dia, o amante e o marido.

Depois de levar surra de pica do fortão, a vagabunda ainda tinha fogo pra cavalgar minha pica e gozar gritando na nossa cama. Eu nunca senti tanto tesão na minha vida!

Com o passar do tempo a Ana ficou mandona. Ela sabia que eu estava dominado por ela, mesmo sem desconfiar que eu sabia de tudo. Cheguei a ver uma mensagem dela pra uma das suas amigas no celular, falando sobre o Personal e dizendo que ainda fazia o corno chupar ela sem saber de nada.

Ela saía quando queria. “Vou pro barzinho com as amigas.” Voltava bêbada, suada, cheirando a sexo. Eu não falava nada. Só esperava ela deitar e a beijava, chupava o seu pescoço suado, lambia a virilha, até chegar na sua buceta usada.

Isso virou uma rotina pra mim. Até aquela noite.

Ela chegou cambaleando, maquiagem borrada, marcas de chupões roxos no pescoço e nos peitos, a bunda vermelha de tapas. O cheiro era forte: suor, porra, álcool. Ela mal conseguia ficar de pé. A Ana estava falando coisas meio desconexas, visivelmente bêbada. Eu a joguei na cama como sempre e a beijei. Ela murmurou, sonolenta:

— Hoje não, corno… tô cansada…

Corno! Ela me chamou de corno!

Aquilo era novo pra mim, estranho, uma ofensa até. Mas o meu pau ficou uma barra de ferro embaixo da calça.

Perguntei “- O quê???”, mas ela já estava balbuciando outras coisas.

Eu a carreguei pro quarto, excitadíssimo, tirei a calcinha encharcada e enfiei a boca na buceta dela. Estava destruída. Porra escorrendo, grossa, misturada com o gosto dela. E o cuzinho… também estava aberto, vermelho, com esperma vazando. Pela quantidade, fiquei imaginando se ela tinha dado pra dois ou mais homens. Eu limpei tudo. Chupei o cu dela também, devagar, enquanto ela dormia quase, mas gemia achando gostosa a minha língua passeando na sua buceta e cuzinho. Depois eu a comi do jeito que estava. Queria sentir aquilo. Queria imaginar que ela deu pra vários de uma vez.

No dia seguinte ela acordou estranha. Nervosa. Evitava meu olhar. Eu tratei ela como rainha o dia inteiro: café na cama, elogios, carinho. Ela ficou ainda mais culpada, me evitando, passando mais tempo no banheiro…

Então resolvi que precisava resolver aquela situação. Eu não poderia viver daquele jeito pra sempre. Ela era a mulher que eu escolhi e se fôssemos viver aquela vida, teria que ser em comum acordo.

À noite eu a chamei pra conversar na sala. Sentei no sofá, segurei a mão dela.

— Ana… eu sei de tudo.

Ela empalideceu.

- Sabe o quê? Ela respondeu nervosa.

— Eu vi as mensagens no seu celular. E eu sei que você tá transando com o cara da academia.

O olhar dela mudou pra puro medo. Ela começou a chorar. Soluços altos, desesperados. Estava muito assustada, sem conseguir falar direito.

— M…me perdoa… po…por favor…amor. Eu não sei como fiz isso com você. Não sei explicar. Eu achava ele bonito, ficava olhando o corpo dele na academia e acho que ele percebeu. Ele era tão… forte, se cuidava…Um dia ele se aproximou de mim e me cantou, eu não sei onde estava a minha cabeça, mas acabei cedendo. Foi só curiosidade.

Acabei saindo com ele algumas vezes. Mas naquele dia que cheguei em casa e você quis me chupar… eu tentei impedir, mas você insistiu. Me desculpa, amor. Eu me sentia suja, mas você me lambeu…Achei que você tinha pensado que era só minha excitação. Eu me senti culpada, mas não queria perder você, amor!

Só que eu me excitei com a situação, com você me chupando “usada”. Isso me deixou molhada, tão proibido… Eu também já tinha assistido uns filmes de traição, onde o marido gostava de assistir, de chupar depois… e me excitei. Mas eu te amo. Não quero te perder. Eu faço qualquer coisa Pedro, eu juro.

Ela chorava tanto que mal conseguia falar, atropelando uma explicação em cima da outra, rapidamente, sem parar, visivelmente desesperada.

Eu segurei o queixo dela, levantei seu rosto, olhei nos olhos molhados.

— Amor… eu descobri isso há meses. Mas não falei nada porque eu realmente fiquei excitado imaginando você dando pra outro.

Ela arregalou os olhos, surpresa. Continuei…

- Acho que sou igual aos maridos dos filmes que você falou. Eu assisto também. E fico duro. Tenho um puta tesão quando você chega em casa toda usada, gozada, fedendo a outro homem.

Ela piscou, confusa. Depois o rosto dela mudou. Desconfiada. Será que eu estava testando ela?

— Sério? Ela falou.

Eu nem respondi nada. Só a puxei pela nuca e a beijei. Ela correspondeu com volúpia, língua faminta, gemendo na minha boca, mesmo com lágrimas deescendo do desespero anterior. Aliás, ao me beijar ela parecia mais desesperada, mas por aceitação.

Arranquei as roupas da Ana, seu corpo ainda marcado da noite anterior. Disse a ela que ela iria me contar cada detalhe da noite de ontem. Ela sorriu e continuou me beijando, falando que ia dizer tudo o que eu quisesse.

Transamos o dia inteiro. Eu deitado, ela cavalgando, me olhando nos olhos, gemendo alto.

— Hoje eu quero que você me xingue, de corno, que nem ontem? — pedi.

— Você gosta? De ser corno? Quer mesmo que eu faça isso? Quer ser meu corno manso?

Ela rebolava mais gostoso, com vontade, maliciosa. Desesperada por aprovação.

Eu só respondia:

- Fala! Me chama!

- Corno! Corno manso! Ela respondeu.

No meio da foda, ela parou, sorriu maliciosa e falou baixinho:

— Sabe ontem quando eu cheguei bêbada e cansada, amor? Então…você quer mesmo saber o que aconteceu? Tem certeza?

- Conta! Foi mais de um? Fala, sua cachorra gostosa!

- Ele perguntou se podia chamar um amigo. Eu dei pra os dois no motel. Comeram sua mulher de todas as formas, corninho! Na buceta e no cuzinho!

Não precisei de mais nada pra explodir num gozo intenso dentro da Ana. Isso fez ela finalmente entender que eu não apenas aceitava a traição, mas que ela poderia dar pra quem quiser, que ainda teria um corno manso de pau duro esperando em casa pra limpar, cuidar e gozar com ela.

O resto… bom, o resto fica pra uma continuação. Porque agora a gente tem um acordo. E a minha Ana está mais safada do que nunca!!!

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