Dia 3 fodendo uma casada, essa foi casada mais safada eu ja comi. O som era ritmado: plof, plof, plof. O ar preso entre nossos corpos denunciava a intensidade de cada estocada. Eu entrava nela com tudo, sentindo as paredes da b***** dela apertarem meu pau melado, enquanto ela, num sussurro desesperado, tentava me alertar:
— "Ele vai ouvir...", ela dizia, os olhos arregalados, mas o corpo pedindo mais.
— "Não vai", eu respondia, mantendo o ritmo. "Quer que eu pare?"
— "Não!"
A resposta dela era o combustível que eu precisava. Pela fresta da janela, eu via o vulto dele lá fora, a voz dele ecoando na área enquanto eu segurava o cabelo dela com força, puxando sua cabeça para trás para ver sua expressão de entrega total. Eu batia no fundo, sentindo que estava prestes a explodir. Para não perder o controle, eu parava por alguns segundos, relaxando o corpo, enquanto ela continuava ali, com aquela calcinha de renda preta fininha embolada, completamente perdida no prazer.
— "Por que você é tão s***** assim?", eu provoquei, a voz baixa no ouvido dela.
— "Você que me transforma... você desperta meu lado mais sem vergonha", ela confessou, ofegante.
Pedi para ela deitar no meio do colchão e fui por cima. O contato pele com pele era incandescente. Eu batia fundo, mas o perigo de ela não tomar remédio e o marido estar a poucos metros me forçava a ter um controle de ferro. A cada gemido que ela soltava com a cara no colchão, eu sentia que o mundo lá fora não existia. Ela era uma p*** completa nas minhas mãos, uma mulher possessiva e faminta que só queria ser preenchida.
Coloquei-a de quatro novamente na quina da cama. Olhei para a janela, conferindo se alguém vinha, e recomecei as estocadas fortes. O barulho era nítido, a b***** dela estava encharcada, pulando a cada batida. De repente, o som dos passos dele mudou. O coração disparou. Ele estava vindo em direção ao quarto.
Num movimento sincronizado pelo medo e pelo desejo, paramos e nos jogamos no colchão, fingindo um sono que não existia. O cheiro de pau e de b**** dominava o ar, denso e revelador. Ele entrou, olhou, e por um milagre não percebeu o rastro de luxúria que flutuava no quarto. Assim que ele saiu para o banho, o jogo recomeçou. Ela me implorou com os olhos para não parar.
Eu voltei a possuí-la com uma urgência maníaca. Ela gozou forte, tremendo toda sob mim, e eu lutei contra cada instinto de despejar tudo dentro dela ali mesmo. O êxtase de comer a esposa do corno enquanto ele estava a um cômodo de distância foi a maior descarga de adrenalina que já senti. Naquele rancho, o silêncio escondia o segredo mais sujo e prazeroso de todos. Dia 3 continuaaaa