Minha esposa santinha gostou do marido da irmã parte 12

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3623 palavras
Data: 05/05/2026 06:42:13

As luzes da cobertura de Paulo refletiam no mármore, mas o brilho era opaco perto da tensão que subia pelas escadas. Quando Clara e Bruna surgiram no topo, o ar na sala de jantar pareceu estalar. Clara estava com o rosto retocado, a máscara de noiva impecável, mas os olhos entregavam o abismo. Bruna vinha logo atrás, com um sorriso de lado que indicava que o segredo do "caipira" agora tinha duas donas.

Eu me recostei na cadeira, girando o conhaque na taça, sentindo o olhar de Bruna queimar o meu pescoço. Ela sentou-se ao meu lado, a coxa roçando a minha deliberadamente por baixo da mesa.

— O conhaque é forte, Robson?

ela sussurrou, a voz carregada de uma malícia que o Paulo, ocupado servindo o pai, nem sonhava em notar.

— É persistente, Bruna. Do tipo que deixa um rastro que você não esquece tão cedo,

— respondi, sem desviar os olhos de Clara.

Lia, sentada à minha direita, estava em seu próprio mundo de glória. Ela via o Sr. Cláudio que ainda respirava com dificuldade após o "choque" visual da calcinha fio dental, como um cofre que ela acabou de aprender a abrir. Ela tocou o braço do velho com uma delicadeza predatória.

— O senhor está melhor, Sr. Cláudio? Ficamos preocupados,

Lia disse, com uma voz de mel que faria qualquer um acreditar em sua inocência.

— Estou... estou sim, minha jovem. Só um... calor súbito,

o velho resmungou, limpando o suor e tentando não olhar para o decote de Lia, falhando miseravelmente.

Paulo ergueu a taça de cristal, pedindo silêncio. Era o momento do anúncio oficial.

— Bem, agora que estamos todos aqui... e que a minha querida mãe e o Robson voltaram da varanda,

ele lançou um olhar rápido para a dona Verônica, que mantinha a pose de rainha plástica

— Eu quero oficializar o que todos já sabem. Clara, você aceitou ser minha esposa, mas quero que saiba, diante da minha família, que você é a peça que faltava para o meu sucesso. Ao nosso noivado!

— Ao noivado!

todos brindaram.

Clara levantou a taça, as mãos firmes agora, mas o olhar dela cruzou com o meu. Naquele segundo, eu vi a promessa. Ela sabia o que eu tinha exigido por mensagem. Ela sabia que a porta do quarto estaria destrancada.

O jantar terminou entre risadas forçadas e conversas sobre o mercado financeiro. Verônica continuava me lançando olhares famintos, Bruna continuava sua caçada silenciosa por baixo da mesa, e a Lia... a Lia já se sentia a dona da cobertura.

Por volta da meia-noite, o Sr. Cláudio e Verônica se retiraram para o hotel. Paulo, visivelmente embriagado pelo conhaque e pela própria arrogância, abraçou Clara com força.

— Vou deitar, meu amor. O dia foi longo e amanhã temos aquela reunião com os investidores. Robson, Lia... fiquem à vontade. A casa é de vocês.

Ele subiu as escadas arrastando um pouco os pés. Lia me olhou, os olhos brilhando com o efeito do vinho.

— Também vou deitar, Robson. O banho de hoje me deixou moída.

ela me deu um beijo rápido e subiu, deixando-me sozinho na sala com as duas irmãs ou melhor, com a noiva e a cunhada insaciável.

Bruna levantou-se, espreguiçando-se como um gato, o vestido tomara que caia quase cedendo ao movimento. Ela olhou para Clara e depois para mim.

— Vou dormir também... mas acho que vou precisar de um copo de água antes. O calor dessa noite está... insuportável,

ela disse, piscando para mim antes de sumir em direção à cozinha.

Ficamos apenas eu e Clara. O silêncio era absoluto.

— Você ouviu o que eu disse, Clara?

sussurrei, levantando-me e caminhando até ela.

— Eu ouvi, Robson. Mas a Bruna... a Bruna sabe de tudo. Ela sabe do Sérgio, ela desconfia de você... ela quer você também.

Clara disse, a voz num fio.

— Melhor ainda. O perigo só aumenta o prazer. Vai para o quarto. Troca de roupa. Coloca aquela lingerie que você usa para as fotos do Sérgio. Eu vou esperar o Paulo apagar.

Subi para a suíte de hóspedes. Lia já roncava baixo, entregue ao sono. Troquei de roupa, ficando apenas de calça de moletom, sem camisa. Esperei vinte minutos. O silêncio no corredor era o sinal.

Saí do quarto e caminhei até a porta da suíte principal. Girei a maçaneta. Estava aberta, como o combinado.

O quarto estava na penumbra, iluminado apenas pela luz da cidade que entrava pelas enormes janelas de vidro. Paulo estava apagado na cama, um ronco pesado denunciando o excesso de álcool. Mas a cama estava vazia do lado dele.

O som de água vinha do closet.

Entrei em silêncio. Clara estava parada em frente ao espelho, usando apenas uma lingerie de renda preta, minúscula, que destacava o piercing brilhante no seu grelo saliente. Ela estava passando um óleo perfumado nos ombros, as mãos tremendo.

— Achei que você não viria,

ela sussurrou sem se virar, vendo meu reflexo no espelho.

— Eu nunca deixo uma dívida sem cobrar, Clara,

respondi, aproximando-me e colando meu corpo ao dela por trás.

— E você me deve muito pelo desaforo do caipira nojento.

Eu a virei de frente, segurando-a pela nuca. Ela estava ofegante. Mas antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, um vulto saiu do closet detrás dos vestidos de grife.

Era Bruna. Ela estava apenas de calcinha, os seios fartos e empinados de 18 anos livres para o meu olhar.

— Eu disse que o perigo me mantinha acordada, Robson,

Bruna disse, a voz rouca de desejo.

— A Clara me contou que o seu pau é gigante E eu estava quase morrendo de curiosidade.

Clara arregalou os olhos.

— Bruna! O Paulo está logo ali!

— O Paulo está morto por hoje, Clara. Deixa de ser santinha. Você quer ele tanto quanto eu.

Bruna aproximou-se de mim, passando as mãos pelo meu peito nu, as unhas arranhando de leve minha pele.

— Então, bicho do mato... vai aguentar as duas ou o seu milho só cresce na fazenda?"

Eu sorri, sentindo o sangue ferver. A situação era um caos perfeito. As duas melhores amigas, a noiva e a cunhada, ali, prontas para serem arrombadas enquanto o noivo dormia a poucos metros.

— Ajoelhem as duas,

ordenei, a voz num tom que não admitia réplica.

— Vamos ver quem de vocês tem a boquinha mais gulosa para o caipira.

Clara e Bruna se entreolharam por um segundo, uma faísca de rivalidade e cumplicidade feminina cruzando o ar. Então, as duas se dobraram simultaneamente. O tapete de seda do closet de luxo recebeu os joelhos das duas mulheres mais cobiçadas daquela família.

Eu abri o zíper da calça de moletom e meu pau saltou para fora, latejando, imenso. Bruna soltou um suspiro de choque puro, os olhos verdes fixos na grossura e no tamanho. Clara, que já conhecia a ferramenta, apenas abriu a boca, pronta para a submissão.

O closet, cheio de terno caro e sapato de marca, virou um verdadeiro puteiro naquela noite. A Bruna, com aquele fogo de novinha, não esperou nem um segundo. Ela agarrou meu pau com as duas mãos, arregalando os olhos verdes quando sentiu a grossura.

— Puta que pariu, Clara... você não mentiu. Isso aqui é um monstro!

Bruna sussurrou, já metendo a língua na cabeça do meu pau com uma vontade que eu nunca vi.

A Clara, pra não ficar para trás e com medo da Bruna roubar a cena, se juntou no serviço. Era uma imagem de cinema: a noiva do cara, toda fina, e a irmã dele, uma patricinha de elite, as duas de joelho, disputando meu pau como se fosse a última coisa no mundo.

O som era aquele barulho úmido, um "nhoc nhoc" alto que ecoava no closet. A Bruna chupava as bolas enquanto a Clara enfiava tudo na garganta, se engasgando e revirando os olhos.

Eu tava ali, segurando o cabelo das duas, sentindo o vácuo que elas faziam. O tesão era tanto que eu nem lembrava que o corno do Paulo tava roncando do outro lado da porta.

— Chega de boca,

eu disse, a voz rouca, puxando elas pelo cabelo.

__Eu quero é fuder.

Virei a Clara de quatro ali mesmo, em cima daquele tapete que custava uma fortuna. Puxei a calcinha dela pro lado, deixando aquele bumbum gigante empinado. O piercing no grelo brilhava na penumbra. Sem aviso, eu soquei meu pau naquela bucetinha apertada dela.

— Aihhh, Robson! Me arromba, seu animal!,

ela gritou baixinho, enterrando a cara numas camisas do Paulo pra abafar o som.

Eu metia com força, o barulho da carne batendo na bunda dela era igual a tapa. A Bruna não aguentou ficar só olhando. Ela se deitou na frente da Clara, abriu as pernas e começou a se tocar, olhando pra mim com uma cara de safada.

— Come ela logo que eu sou a próxima, Robson! Eu quero sentir esse mastro me rasgando!

a Bruna dizia, com os dedos enfiados nela mesma.

Eu tirei da Clara, que ficou babando e tremendo, e já joguei a Bruna de costas. Ela era apertadinha, mas eu entrei com tudo, fazendo a garota perder o fôlego. As estocadas eram fundas, eu sentia meu pau batendo no fundo do útero dela. A Bruna gemia alto, sem nem ligar pro irmão no quarto.

— Vai, bicho do mato! Me fode! Me marca!

ela implorava, cravando as unhas no meu braço.

A Clara se recuperou e veio por trás de mim, mordendo minhas costas e passando as mãos no meu peito. Era um troca-troca de safadeza. Eu comia uma, depois a outra, e as duas ali, se esfregando, loucas pelo meu leite.

O mormaço no closet tava de matar. O cheiro de sexo e perfume caro tava impregnado em tudo. Eu tava no limite. Juntei as duas, uma de costas pra outra, e comecei a alternar as metidas, uma de cada vez, até que não aguentei mais.

— Vou gozar! Vou encher vocês de leite!, eu avisei.

Puxei as duas pela nuca, elas ficaram de joelhos uma do lado da outra. Tirei meu pau da Bruna e comecei a despejar aquela jarrada quente. Foi porra pra todo lado: caiu na cara da Clara, no peito da Bruna, nos olhos delas. Elas se lambiam, limpando o meu leite uma da outra, com um olhar de satisfação que dinheiro nenhum no mundo comprava.

— Pronto, eu disse, limpando o suor da testa. Agora limpa essa bagunça e volta pro quarto antes que o noivo acorde.

Elas ficaram ali, jogadas no chão, todas meladas e acabadas, enquanto eu saía de fininho, voltando pro quarto da Lia com a alma lavada e a certeza de que a capital agora tinha um novo dono.

Eu já estava na porta, ajeitando a calça, quando senti a mão gelada e trêmula da Clara agarrar meu braço. Eu me virei e vi aquela cena: a noiva do Paulo, com a cara toda melada de porra e o rímel borrado, me olhando com uma fome que parecia que nunca ia passar.

— Espera, Robson...

ela sussurrou, a voz saindo falha.

__O Paulo não acorda nem se a casa cair. A Bruna me deu uma ideia... O prédio tem uma piscina privativa no andar de cima, tá vazia essa hora. Você... você tem coragem de comer a bundinha das duas lá agora?

Olhei para o lado e a Bruna já estava de pé, limpando o peito com um lenço de seda, com aquele sorrisinho de quem não vale o que come.

—Bora, bicho do mato. Eu quero ver se você é valente mesmo ou se só morde no escuro,

a Bruna provocou, já pegando um roupão transparente.

O tesão subiu de novo na hora. O risco de ser pego pelo segurança ou por algum vizinho rico só deixava meu pau mais duro.

__ vao se arrumando, que eu vou ver se a Lia ta dormindo ainda,

A adrenalina deu um solavanco no meu peito quando entrei na suíte de hóspedes e vi a cama vazia.

O lençol tava bagunçado, mas o lugar da Lia tava frio. Puta que pariu, pensei, "onde é que essa mulher se meteu uma hora dessas?". A pulga atrás da orelha virou um elefante, mas o fogo que aquelas duas tinham despertado em mim era maior, eu nao poderia ir atras da Lia agora. Voltei para o quarta da clara e disse.

— Então vamos, suas putinhas. Mas se alguém aparecer, quem vai explicar o que o 'caipira' tá fazendo com as duas é você, Clara.

eu disse, dando um tapa estalado na bunda dela que ecoou pelo quarto.

Saímos do apartamento na ponta dos pés. O corredor estava um silêncio só. Pegamos o elevador privativo até a cobertura. Quando a porta abriu, o vento gelado da madrugada bateu na gente, mas o clima estava fervendo. A piscina era enorme, com borda infinita e as luzes da cidade lá embaixo.

Sem falar nada, a Bruna soltou o roupão e pulou na água. A Clara foi logo atrás, tirando a lingerie preta e ficando nua sob a luz da lua. Eu tirei o moletom e pulei também. A água estava morna, uma delícia.

— Vem cá, Robson...,

a Clara me chamou, encostando na borda de vidro.

Eu fui até ela, segurei as duas pernas grossas dela e as joguei no meu ombro. Ali mesmo, com a vista de toda a capital na nossa frente, eu enterrei meu pau nela com toda a força na sua bundinha.

— Aihhh, meu Deus!, a Clara gritou baixo, sentindo o impacto.

O som da água batendo nos nossos corpos se misturava com os gemidos dela. A Bruna não aguentou ficar de fora. Ela nadou por trás de mim, subiu nas minhas costas e começou a beijar meu pescoço, passando a mão no meu saco por baixo da água enquanto eu socava a irmã dela.

— Minha vez! Eu quero agora!

a Bruna reclamou, puxando meu ombro.

Eu girei na água, peguei a Bruna e a sentei na borda da piscina. Abri as pernas dela e entrei com tudo no seu cuzinho. A garota jogou a cabeça para trás, olhando para as estrelas, enquanto eu fazia o serviço. A Clara, do lado, pegou o meu braço e começou a lamber, olhando para a gente com um olhar de pura luxúria.

— Você é um animal, Robson... O Paulo é um frouxo, ele nunca ia ter peito pra fazer isso

a Clara disse, se aproximando e começando a beijar a Bruna enquanto eu comia a novinha.

Era uma loucura total. Eu ali, comendo a bundinha duas mulheres da vida do Paulo, no lugar onde ele achava que era o rei. Eu metia sem dó, a água espirrando pra fora da piscina.

Mas eu ainda pensava onde se meteu a Lia.

Depois de um tempo, eu já estava quase estourando de novo. Saí da água, arrastei as duas para as espreguiçadeiras luxuosas. Coloquei as duas de quatro, uma do lado da outra.

— Olha o tamanho desse estrago,eu disse, dando um tapa em cada bunda.

Comecei a alternar de novo, uma estocada em uma, outra na outra. Elas gemiam em coro, um som que devia estar ecoando pelos prédios vizinhos. Eu não estava nem aí. Eu era o dono daquela noite.

O mormaço daquela noite na capital só não era mais quente que o clima naquela piscina de borda infinita. O risco de ser pego pelo segurança ou por algum vizinho de prédio de luxo só fazia o meu sangue ferver mais.

A Clara já estava no limite. Eu a prensei contra o vidro da piscina, com a cidade toda iluminada lá embaixo servindo de plateia. Segurei firme na nuca dela e penetrei meu pau com toda a força. Ela não aguentou o impacto daquela tora entrando de uma vez. a ninfeta começou a soltar uns gemidos abafados, a garganta travada, e quando o prazer veio, foi um choque tão grande que ela gozou chorando.

Eram lágrimas de tesão misturadas com a humilhação de estar sendo possuída pelo "caipira" no lugar onde ela fingia ser santa. Ela tremia inteira, soluçando baixo enquanto eu sentia a bucetinha dela dar aqueles espasmos deliciosos no meu pau.

— isso, chora mesmo, sua safada...

eu sussurrei no ouvido dela.

Mas eu não tinha terminado. A Bruna estava ali do lado, assistindo tudo com os olhos verdes brilhando, passando a mão nela mesma, louca para ser a próxima. Eu puxei a Clara de lado, que desabou na água, e já agarrei a Bruna pelo quadril.

Joguei a Bruna de quatro ali mesmo, na borda de da piscina. Ela empinou aquele bumbum de 18 anos, branquinho e firme, desafiando meu juízo. Eu não tive dó. Mirei no seu cuzinho e entrei com tudo, sentindo como ainda era apertado. A Bruna soltou um grito que eu tive que abafar com a mão na boca dela.

Eu metia com uma violência animal, o barulho das estocadas ecoando no silêncio da cobertura. A cada porrada que meu saco dava na buceta dela, a Bruna perdia o ar. Quando ela chegou no ápice, o corpo dela entrou em curto circuito. Ela gozou se tremendo todinha, as pernas bambearam e ela quase caiu na água, o corpo tendo espasmos ritmados enquanto ela implorava baixinho para eu não parar.

As duas estavam ali, entregues, acabadas na mão do "caipira" em cima do império do Paulo. Eu olhei para aquela cena, com a Clara ainda soluçando de prazer e a Bruna tremendo aos meus pés, e senti que o "bicho do mato" tinha colocado a elite da capital de joelhos.

___ eu vou gozar, fiquem de 4

Quando o gozo veio, foi uma jarrada violenta que lavou as costas das duas. Elas ficaram ali, ofegantes, enquanto eu olhava para a cidade e sentia que o eu tinha conquistado a capital do jeito mais sujo e gostoso possível.

O clima na beira da piscina era de destruição total. O luxo daquela cobertura não servia de nada diante do rastro que o "caipira" tinha acabado de deixar.

As duas estavam ali, jogadas no chão úmido, os corpos brilhando de suor e cloro, tentando recuperar o fôlego enquanto a cidade lá embaixo continuava alheia ao que o bicho do mato tinha feito com as herdeiras da elite.

Clara foi a primeira a tentar se mexer, soltando um gemido que não era mais de prazer, mas de puro desconforto. Ela levou a mão ao bumbum, tentando se ajeitar, com o rosto ainda inchado do choro de agorinha.

—Ai, Robson... você não tem noção do que você fez,

ela sussurrou, a voz rouca.

— Meu cuzinho tá ardendo demais... parece que você passou uma lixa. Eu nunca fui usada desse jeito, você é um bruto, um animal.

A Bruna, que ainda estava com as pernas tremendo, tentou se levantar mas acabou sentando de novo na borda, com uma careta de dor que misturava sofrimento e safadeza. Ela olhou para mim, os olhos verdes meio nublados.

— Puta que pariu, Robson... eu acho que você me quebrou,

Bruna reclamou, passando a mão por trás, sentindo o estrago.

— O meu também tá pegando fogo. Eu não vou conseguir nem andar amanhã sem o Paulo perceber que aconteceu alguma coisa. Você entrou com tanta força que eu achei que ia sair na minha boca.

Eu só dei um riso seco, limpando o suor da testa e olhando para as duas ali, marcadas e humilhadas.

— Eu avisei que o bicho do mato não brinca, suas patricinhas,

Eu disse, ajeitando o meu short.

— Vocês queriam ver o que o caipira tinha pra oferecer, agora aguentem. O ardido aí é pra vocês lembrarem de mim toda vez que tentarem sentar amanhã.

Mas enquanto elas reclamavam do fogo que eu tinha deixado nelas, minha cabeça voltou direto para a suíte de hóspedes. A Lia não estava na cama. Onde é que aquela mulata se meteu enquanto eu estava aqui arrombando a noiva e a irmã do Paulo?

— Vistam-se logo

ordenei, o tom de voz mudando.

— A Lia sumiu do quarto. Se ela pegar a gente aqui, o ardido no rabo vai ser o menor dos problemas de vocês.

As duas se levantaram num pulo, ignorando a dor por um segundo diante do pânico de serem pegas. O jogo estava ficando perigoso demais, e eu precisava descobrir o paradeiro da minha mulher antes que o sol nascesse.

As duas foram para seus quartos. Eu caminhei pelo corredor luxuoso com o coração batendo na garganta. Entrei no meu quarto pronto para o confronto, mas o que encontrei foi um silêncio mortal.

Lia estava lá. Ela estava deitada, coberta até o pescoço, respirando fundo como se estivesse no décimo sono. Mas algo não batia. O cheiro de sexo no quarto era outro não era o meu nem o dela de horas atrás. Meus olhos correram para a mesa de cabeceira e vi o celular dela vibrar com a tela virada para cima.

Aproximei-me sem fazer barulho. O visor brilhou com uma mensagem de um contato salvo como "senhor Cláudio". Li o texto e senti o sangue gelar, não de medo, mas de uma raiva possessiva que me subiu à cabeça:

" Puta que pariu, Lia... na hora que eu ia gozar dentro de você, a Verônica abriu a porta do quarto. Tive que te empurrar para dentro do closet. Desculpa ter te deixado lá tanto tempo no escuro, mas ela quase pegou a gente. Minha mulher não desconfiou de nada, mas valeu cada segundo. Amanhã tem mais."

Senti um soco no estômago. Minha esposa, a mulher que eu achei que estava apenas jogando charme para garantir nossa estadia, tinha ido muito além. Ela não só deu para o pai do Paulo, o Sr. Cláudio, como quase foi pega pela própria dona Verônica. Enquanto eu arrombava a noiva e a irmã do cara na cobertura, minha esposa estava sendo preenchida pelo velho no quarto, debaixo do nariz de todo mundo.

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