Romero me fez sua fêmea no seu Barraco
Olá, amigos! Seu Carlão de volta trazendo mais uma aventura com o Mendigo Romero! Recomendo ler a primeira história “Romero, o meu Macho Mendigo – parte 1”.
Noite de sexta-feira, saí pra beber em um bar perto de casa. Era umas 23h30! Encontrei uns amigos e ficamos conversando e bebendo cerveja! Nessa noite eu estava no cio, louca pra arranjar um Macho pra me dar de mamar e dilatar minha bucetinha!
Lá pelas 02h00, eu já estava meio bêbado e achando chato estar ali. Eu queria mesmo era mamar uma Rôla! Mas, continuei tomando minha cerveja e fumando meu cigarro tranquilo e conversando com o pessoal!
Alguns minutos depois, vi o Mendigo Romero passando pela frente do bar, com suas roupas surradas e sujas, um calção folgado e uma camisa de algodão um pouco rasgada, e ele tava usando um par de tênis também surrado e sujo. Dava pra ver que suas roupas e seus tênis eram bem velhos. Ele carregava uma sacola plástica cheia de alguma coisa! Quem vive nas ruas, seja mendigo ou não, sempre cata coisas da rua, vocês sabem, né? Imediatamente meu cuzinho piscou e eu senti vontade de ir tentar algo com o Romero, desejando realizar meu grande sonho: dar meu cuzinho pra ele pela primeira vez!
Falei pra uma amiga que eu já ia embora e dei um dinheiro pra pagar minha parte na conta do bar e saí apressado, seguindo o Romero, mas isso ninguém percebeu!
Vi que o Romero entrou no terreno onde havia uma construção abandonada e era onde ele havia montado o seu Barraco, onde ele dormia. Ele entrou já tirando a camisa.
“Ai, meu Macho Cavalão tá tão gostoso hoje! Todo suado!” – pensei.
Imediatamente, decidi ir pra casa me preparar! Mas, eu não podia demorar, pois corria o risco de ele sair de novo e eu perder a oportunidade de realizar meu grande sonho! Kkk!
Cheguei em casa, tirei minha roupa, fui ao banheiro, fiz uma rápida chuca, vesti uma calcinha fio-dental vermelha de rendinha e um calção velho, de jogador de futebol, branco, meio apertadinho que realçava meu bumbum redondo e, por ser velhinho e fininho e branco deixava transparecer um pouco a minha calcinha vermelha. Ah, e meu pauzinho pequenininho e murcho e broxa há anos e meu saquinho não faziam volume na calcinha. Vesti, também, uma camiseta branca, de alça fininha, que era uma camiseta feminina que eu tinha, curtinha que mostrava um pouquinho da minha barriga sequinha, e na parte de cima realçava o volume dos meus peitinhos meio grandinhos e rechonchudos. Mais ou menos 1 dedo da parte de cima dos meus peitinhos ficavam pra fora da blusinha e meus mamilos rosinhas, larguinhos e bicudinhos podiam ser vistos pelo tecido fininho da blusinha e, dependendo dos meus movimentos, meus peitinhos escapavam da blusinha e ficaram pontudinhos quando me olhei no espelho! Eu me achei uma putinha gostosinha e imaginei o meu Macho Mendigo Cavalão me fazendo sua putinha! Calcei meus chinelos e pensei:
“Meu Macho gosta de pinga e de cigarros. Vou levar pra agradar ele!”
Peguei uma garrafa pet de 500 ml e enchi de cachaça, que eu tinha na geladeira, justamente para levar pro Romero, caso eu tivesse uma oportunidade de ter mais uma aventura com ele, e coloquei numa sacola plástica, junto com 2 copos plásticos não-descartáveis e 4 carteiras fechadas de cigarros Derby vermelho, a marca que ele gosta, que eu tinha comprado dias antes, justamente pra dar a ele quando tivesse oportunidade! Coloquei também um sanduiche de queijo que preparei rapidamente e embrulhei em plástico filme.
Deixei minha carteira e celular em casa, só peguei minha identidade e umas notas e umas moedas, que acho que não chegava a 30 reais, coloquei no bolso do calçãozinho e saí de casa ao encontro do meu Macho Mendigo no seu barraco. Devo ter demorado no máximo uns 15 minutos!
Para a minha felicidade, ele ainda estava lá, deitado no seu colchão de solteiro (no chão) de espuma velho e sujo, fumando um cigarro. Ele estava sem camisa, usando apenas o seu calção velho e sujo, e ainda de tênis. Ah, e tava de meias também! Agora vocês imaginem o estado das meias! Kkkkk! Meu cuzinho piscou quando vi aquele Macho barbudo, com seu peito peludo, deitado, fumando seu cigarro, de pernas abertas e apalpando um volume enorme no calção! Da porta, falei:
- Com licença, amigo! O Senhor tá de boa aí?
Ele levantou a cabeça e olhou pra mim, tirando a mão da sua Rôla dura! Mas não disse nada!
- Desculpa incomodar! Tô com uma pinga aqui e num queria beber sozinho! O Senhor tá a fim? – falei, mostrando a garrafa! Cachaça e cigarros são iscas perfeitas pra me aproximar dele e ser aceita!
- Chega aê! – ele disse com sua voz grossa e autoritária, sem se levantar do colchão.
Entrei caminhando devagar até ele, fiquei em pé do seu lado direito e disse:
- Uma pinga é bom pra esquentar, né, Senhor? Rsrs! – falei e sorri envergonhada.
- Senta aqui! – disse ele, com o mesmo tom de voz e dando umas batidinhas no colchão, bem do seu lado direito, na altura da sua pélvis, e depois jogou a bituca do cigarro pro canto da parede lateral, do seu lado esquerdo, onde havia dezenas de outras bitucas espalhadas sobre uma poça.
Sentei no colchão, do seu lado direito, onde ele mandou, perto da sua Rôla dura, peguei a garrafa e estendi pra ele. Ele ajeitou o travesseiro velho e sujo sob sua cabeça, deixando-a mais levantada pra facilitar tomar a bebida. Enquanto isso eu peguei um copo da sacola e ofereci junto com a garrafa. Ele ignorou o copo, pegou a garrafa, destampou e tomou uns goles. Típico Machão rústico! Adooooro! Rsrs!
- Valeu! – disse ele, passando a pinga pra mim.
- Eu também trouxe cigarro e um sanduiche pro Senhor! – falei, estendendo a sacola com os cigarro e o sanduiche.
- Blz! – ele disse, pegando a sacola.
Daí ele pegou uma carteira de cigarro, abriu, tirou um e o pôs na boca. Deixou a sacola no chão, do seu lado direito. Enquanto ele acendia seu cigarro eu falei:
- Esse cigarro todo é seu! O sanduiche também! O Senhor tá com fome?
- Valeu! Dispois eu como! Vamo bebê essa pinga!
Ficamos uns minutos ali, na mesma posição, ele deitado no colchão e eu sentado ao seu lado, bebendo e fumando. Ele terminava um cigarro, jogava pro canto junto com as outras bitucas, tomava um gole da pinga e acendia outro cigarro. Eu fazia o mesmo, mas eu fingia que bebia ou tomava só um golinho de nada, só pra molhar os lábios, pra ele ver que eu tava bebendo. Eu queria deixar a pinga só pra ele. E eu demorava a acender um cigarro, mas eu não fumava do dele. Eu tinha o meu.
Eu puxava conversa. Ele mal falava. Mas consegui conversar um pouquinho com ele, e o tempo todo eu ficava sentindo o cheirão do seu suvaco e do seu chulé e o cheirão de mijo espalhado por todo o ambiente, e adorando! Ele, de vez em quando dava uma pegada ou uma apertava na Rôla, por cima do calção, e às vezes, ele metia a mão dentro do calção pra ajeitar a Pica.
Nessa hora eu via a Pentelhada dele e parte da Rôla e ficava louca pra cair de boca! Tinha hora que ele levantava do colchão e ia mijar naquele canto da parede onde ele jogava as bitucas. Entendi que aquele canto era o seu cinzeiro e também o seu mictório. Entendi também que aquela poça no chão era mijo dele. Quase encostado na parede tinha um balde velho que ele usava como penico e que já tava cheio, transbordando, só que ele ficava cambaleando sem acertar o balde, pelo efeito da pinga que ele tava tomando comigo e provavelmente já tinha tomado bastante antes de eu chegar, e ele mexendo a rôla pra um lado e pro outro e o mijo atingia a parede e o chão e se misturava com a poça das mijadas anteriores. O jato de mijo batia na parede e respingava no calção, nas pernas e nos pés dele! O mijo que escorria da parede até o chão, se espalhava na poça que já tava lá e ia em direção ao colchão. Certamente aquele colchão já tinha absorvido bastante mijo na sua vivência ali, o que explicava o cheiro forte e delicioso de mijo de Macho, que exalava do colchão e de todo o quartinho!
Eu conseguia ver direitinho a Rolona Preta e Pentelhuda esguichando seu mijo amarelo e ficava doida pra cair de boca e engolir o mijão do Macho! Ele nem chegava a terminar de mijar direito e já guardava a rôla, e o resto do mijo que saía molhava o calção, e não era só um pouquinho, era bastante mijo que se espalhava em sua roupa e às vezes escorria pelas pernas. Daí ele voltava a deitar no colchão e continuava a beber e fumar e pegar na rôla.
Quando a garrafa já tava na metade eu fiquei preocupada de ver a pinga acabar e ele me mandar embora, sem eu conseguir fazer o que eu queria, que era mamar aquele Macho e entregar meu cuzinho pra ele! Então resolvi tomar uma iniciativa! Comecei a fazer movimentos pra deixar meus peitinhos escaparem da blusinha pra ele ver, e decidi fazer uma coisa pra deixar o Macho com vontade de me usar.
- Posso fazer xixi, Senhor?
- Di boa! Vai lá mijá! – disse ele apontando o seu canto de mijadas.
Levantei e fiz questão de deixar ele perceber minha calcinha-fio-dental realçada pelo tecido branco e fino do calção. Ele percebeu e ficou olhando com cara de safado e apalpando o volumão! Ainda dei uma voltinha pra mostrar meu bumbum. Fui até o canto da mijada, fiquei de frente pra parede e de costas pra ele. Virei o rosto pra ele e falei:
- Seu Romero, eu gosto de fazer xixi sentada! O Senhor se importa? – falei com voz afeminada e alisando meu bumbum.
- Hehe! Inguau um muiezinha, né, putinha? Sei quem tu é! Tô ligado qui tu é rosca! Apronta muito aqui pelo bairro, né? Uns bróde meu já conheceu essa rosquinha! Hehe! Falaro qui é gostoza i guloza! Hehe!
Morri de vergonha, mas eu tava no cio, louquinha pela Pica daquele Macho, e o que ele disse em seguida me motivou a seguir em frente com o meu pano. Ele, simplesmente disse, enquanto bolinava seu Pacotão, com um sorriso safado:
- Será qui essa rosquinha é gostoza mermo? Hehe!
- O Senhor vai ter que descobrir! Rsrs!
- Vai, mija logo di coca, viado, i vorta pa cá!
Abaixei meu calção, empinando meu bumbum que engolia todo o fio da calcinha. Abaixei a calcinha, fiquei de cócoras e fiz meu xixizinho que se misturava com o mijão dele no chão. Olhei pra trás. Ele tava me assistindo, e punhetando de leve a sua Tora preta durona pra fora do calção.
- Acaba logo i vem pa cá, safada! Hehe!
Levantei, vesti a calcinha, enterrando todo o fio no meu reguinho. Quando fui vestir meu calção, ouvi sua voz grossa e mandona:
- Tira esse caução, viado! Na minha caza tu fica só di calcinha! Hehe! Vem logo!
Obedeci. Fiquei só de calcinha e blusinha e voltei a sentar do seu lado.
- Tu oviu o qui eu disse, viado? Falei qui quero tu só di caussinha, puta! Tira essa bruza! Queeero vê teus peitinho di mocinha! Hehe!
Obedeci. Deixei minha roupa no chão e fiquei sentadinha do seu lado toda feminina.
- Gosto assim: putinha mim obedeceno! Hehe! – disse enquanto alisava meus peitinhos rechonchudos.
- Eita, eu tava esquecendo! Trouxe outro presente pro Senhor! Tá no bolso do calção.
Peguei o dinheiro que tinha levado pra ele e entreguei.
- Sei que o Senhor precisa, pra sua pinga e seu cigarro, e pra comer também, que é mais importante, né? Rsrs!
Ele contou o dinheiro.
- Não é muito mais é o que tinha! Espero que ajude!
- Hum, gostei! Minha putinha trazeno prezenti pa mim! Pinga, cigarro, lanche, e ainda grana! Tá di parabéns, viado! Quem sabe agora eu ti dô o qui tu tanto qué! – mais uma vez seu Cacetão recebeu uma patolada, mas ele já tinha guardado no calção.
Daí ele botou o dinheiro no bolso do seu calção, tomou um gole de pinga e acendeu um cigarro.
- Deita aqui do meu lado, puta! – disse, dando batidinhas no colchão do seu lado esquerdo.
Sua voz grossa ordenou e eu obedeci. Fiquei deitadinha do lado do meu Macho, torcendo pra logo logo ele me fazer sua putinha! Mas fiquei deitada de barriga pra cima, pois não sabia como ele queria.
- Vira pa mim, de ladinho e mim abraça igual uma mulezinha faz cu Macho dela! – ele disse, me puxando e me encostando no seu corpo e colocando seu braço direito por baixo do meu pescoço e me abraçando.
Fiquei mais nervosa e mais excitada, abraçadinha com o meu Macho suado e sentindo seu cheirão delicioso! Deixei meu rosto pousado sobre o seu tórax peludo e suado. Ele puxou minha perna direita e a colocou sobre a sua, encostando meu joelho no seu pacotão de Pica meia-bomba. Senti o Mastro pulsando no meu joelho. Sua mão direita grandona, com a pele grossa e áspera começou a alisar e apertar meu bumbum. Senti seus dedos grossos puxarem o fio da calcinha de dentro do meu rego pro lado e cutucarem meu anelzinho que piscava e mordia seus dedos!
- Ôje eu discubro si essa bucetinha é mermo gostoza qui nem meus amigo mim contaro, putinha! Hehe!
- Seu Romero! O Senhor lembra aquela vez que eu mamei seu Cacete?
- Lembro sim!
- O Senhor gostou?
- Pôrra! Gostei pa caráio! Tua boquinha é gostosa di sinti na minha Rôla! I tu mama gostozo!
- Que bom que o Senhor gostou! Eu também adorei! Posso lhe contar o que senti naquela noite?
- Fala aí, viado!
- Senhor, eu adorei mamar sua Rolona preta, Pentelhuda, suada, com sêbo, com cheiro e gosto de mijo! É uma delícia, Paizão!
- Tu falano assim tô veno qui tu si amarrô mermo im xupá minha Rôla naquele dia! Né, viado?
- Sim, Senhor! Eu amei! Eu adorei! Eu me apaixonei! Hehe! Pena que foi rápido, né? Eu tava doidinha pra sentir sua leitada escorrendo pela minha garganta! Mas o Senhor não gozou!
- É, nós tava na rua!
- Não lhe deu vontade de metê, Senhor?
- Porra, naquele dia eu tava doido pa metê no teu cuzinho! Tu mi chupano gostozo, eu só pensarra im ti butá di quato i fudê teu cuzinho! Tava mó tempão sem metê!
- Pois é! Pena que não deu!
- I tu quiria dá pa mim naquele dia?
- Ai, Senhor, desde a hora que eu senti sua Vara gostosa na minha boca eu fiquei doidinha pa dá meu cu pro Senhor! O Senhor meter ela todinha no meu cu, transformar ele numa buceta, fudê bem muito e encher de leite! Até hoje eu sou doida pra dar pro Senhor, sentir o Senhor me fuder igual o Senhor fode uma putinha de rua! Me fazer de fêmea na sua Rôla! Sô apaixonada nessa Caceta, Macho!
- Hehe! É mermo, viado? – disse ele, com um sorriso safado e apertando seu Cacete que já tava durão, e ainda brincando com meu cuzinho!
- É sim, Macho! Eu sou louca pra ser sua putinha e o Senhor ser meu Macho! Por isso vim aqui hoje no seu Barraco oferecer minha bucetinha pro Senhor fuder e arregaçar! Vim até de calcinha pro Senhor, meu Macho gostoso! Eu lhe imploro, Senhor, me faça sua putinha, me use pra satisfazer sua necessidade! Eu juro pro Senhor que o Senhor não vai se arrepender de me dar uma chance! Essas coisas que eu trouxe pro Senhor, lanche, bebida, cigarro, dinheiro, não é porque eu quero algo em troca, é porque o Senhor merece! Mas, eu posso até ficar trazendo esses agrados pro Senhor, toda vez que o Senhor me chamar pra eu lhe servir no seu Barraco! E, se o Senhor quiser, eu também trago roupa, cueca, meia, chinelo, tênis e também lençol! Basta o Senhor me mandar trazer o que o Senhor quiser e eu lhe obedeço, meu Macho! Mas, por favor, realize o meu sonho de ser sua putinha! Mesmo que seja só hoje! Se o Senhor quiser, eu lhe imploro de joelhos no chão e com meu rosto nos seus pés, Mestre!
- Puta-qui-pariu, viado! Tu é mermo uma puta safada de Macho, vadia! Tu depende de Macho pa vivê! Tu é um obijeto di Macho! Tu naceu pa sevi Macho! Né viado? Hehe!
- É sim, Senhor! O Senhor tá certo! Eu sou tudo isso que o Senhor disse! Eu nasci pra servir Macho! Mas, o único Macho que eu quero e preciso servir, é o Senhor!
- Pôrra, tu qué mermo sê minha putinha, né, viado? Qué minha Rôla no teu cu? – ele disse, colocando sua Jeba Preta pra fora e balançando – Tu num vai guentá, viado!
- Quero, sim, Paizão! Quero ser sua putinha e sentir sua Cacêta toda no meu cuzinho, socando e me arregaçando e me enchendo de leitinho quente! E eu aguento sim! Sou apaixonada pela sua Rôla!
Olhei pra Tora Enorme e dura do Macho e falei:
- Olha só, Macho! Seu Cacete tá doidinho pa fudê minha bucetinha! Olha como ele tá animado, durão, pulsando e babando!
Ele deu uma risadinha safada, olhando a sua Tora Negra, Enorme e duríssima, e balançando-a pra um lado e pro outro.
- Vem, meu Macho Cavalão, me faça sua putinha! Deixe seu Cacête fazer a festa no meu cuzinho! Eu sei que o Senhor tá morrendo de vontade de fuder! Eu vim aqui hoje pra dá meu cuzinho pro Senhor usar e se satisfazer! Aproveita que a gente tá aqui dentro e ninguém vai ver a gente! Me faça sua putinha, Papai!
- Pôrra, putinha, gostei mermo di tu vim aqui di caussinha! Óia, viado, tu mim atiçô, agora tu vai tê qui guentá minha Rôla! Num tem essa di chorá e pidi pa mim tirá di drento não, viu? Dispois qui eu metê no teu cu, eu só paro quano eu ti arregassá i inchê teu rabo di leite!
- Mas é isso mesmo que eu quero, Papai! não vou chorar nem arregar! Nunca arreguei pra Pica! E pro Senhor é que eu não vou arregar mesmo, pois a sua Pica é o amor da vida do meu cuzinho! E se eu chorar, vai ser de felicidade por o Senhor me fazer sua puta! Tô aqui pra lhe servir e lhe satisfazer, meu Macho! Sou todinha sua, pro Senhor usar e abusar da sua putinha safada!
- Intão, viado, ti prepara pa virá minha puta! Vô ti fudê oje, mais só purque já tem 1 semana que num fodo ninguém! Tô no osso, doido pa metê Pica num buraco di puta qui nem tu i regassá! Si eu gostá di ti fudê, tarvêiseu fique ti chamano pa tu mim seví, quano eu quizé! I vô querê mermo qui tu fica trazeno as coiza pa mim, po teu Macho! intendeu, viado?
- Entendi sim, Senhor!
- Mais, tem uma coiza. Tu disse qui vai trazê rôpa pra mim, i cueca i tals. Mais eu num uso cueca tem mó tempão. Te falei da ôta vêis, puta!
- Eu me lembro, Senhor! Mas é que eu adoro cheirar uma cueca suja e suada que o Macho usa por muitos dias e ela fica linda e toda imunda e com cheirão de Pica, suor, mijo e Pôrra de Macho! eu ia adorar se o Senhor usasse uma cueca pra mim vários dias e deixasse ela bem gostosa pra eu cheirar chupar! Eu até compro ela do Senhor!
- Bom, tu mim dano uma cueca i mim pagano pa mim dexá ela cu cherão do meu Caraio, eu inté posso fazê ece favô pa tu, viado! Mais, dispois nóis vê isso! Agora chega di papo, ti levanta, si ajuêia no meu pé, i tira meu tênis, viado!
- Sim, Senhor!
- Fica calada! Só fala quano eu mandá!
Levantei do colchão, ficando de quatro no chão, igual uma cadela, e fui até os seus pés! Ele me mandou tirar seus tênis, um de cada vez, enfiar meu nariz e cheirar. Obedeci. Delícia! Daí ele me mandou cheirar e chupar seus pés, ainda com as meias imundas, um de cada vez. Obedeci. Delícia! Em seguida, ele me mandou tirar suas meias, uma de cada vez, e cheirar bastante. Obedeci. Delícia! Então, ele me mandou cheirar e chupar seus pés completamente, em cima, em baixo e entre os dedos, todos eles. Obedeci. Delícia! Depois disso, Romero tirou seu calção, ficando nuzão.
- Agora, puta, vem dá um trato na minha Rôla, faxiná ela ca tua boquinha di puta porca! Capricha, qui tem mais di 1 semana qui num lavo o Pau!
Fiquei ajoelhada entre suas pernas. Ele me mandou começar só cheirando seu Pau, Pentelhos e Saco, sem tocar. Obedeci. Delícia! Daí ele mandou chupar toda sua pentelhada e seu sacão peludo. Obedeci. Delícia!
- Agora tu cai di boca no meu Caralho i chupa gostozo! Puta safada! Sem regaçá a pele
Eu mamei sua Vara Preta Enorme, Grossona e Durona, que babava muito melzinho, mas. Mamei por uns 2 minutos. Daí ele me mandou arregaçar a pele e ficar só cheirando. Fiquei cheirando aquela linda e farta camada grossa e esbranquiçada de Sêbo e minha boca salivava de vontade de degustar aquela iguaria! Depois de uns 3 minutos, ele disse:
- Agora pode chupá! Limpa todo esse sebão do meu Caraio, puta porca! Dêxa meu Cacete bem limpinho!
Obedeci. Delícia! Depois, ele me mandou chupar sua Vara, suas bolas, seus pentelhos e suas virilhas. Obedeci. Delícia! Ele fudeu minha garganta como se estivesse fudendo uma buceta, por uns 5 minutos. Depois, disse que ia gozar e me mandou engolir tudo sem desperdiçar nem uma gotinha. E começou a despejar sua Pôrra na minha garganta. Ele também gozou um pouco na minha cara e espalhou a Pôrra por todo o meu rosto, testa, queixo, me deixou com a cara toda lambuzada
- Agora vô terminá di gozá na tua boca, mais tu num ingoli, beleza?
Ele terminou de gozar e eu segurei seu leitinho na boca. Daí ele se levantou do colchão, tirou seu calção e caminhou até o seu canto de mijadas. Ficou em pé de costas pra parede onde ele mijava e disse:
- Vem aqui, puta! Di quato inguau uma cadela! Fica aqui na minha frente, ca bunda virada pa mim.
Obedeci. Fui andando de quatro pelo chão coberto de mijo fedido e fiquei com meu bumbum virado pra ele. Ele se agachou e começou a alisar e apertar meu bumbum redondo. Deu um tapão forte de cada lado, puxou o fio-dental pro lado e ficou cutucando meu anelzinho com um dedo!
- Delicia di cu, viado! Bem apertadinho! Mais isso num vai durá muito! Quano tu saí daqui, esse cu vai tá todo regaçado sem ninhuma prega!
Ele colocou dois dedos na minha boca e me mandou chupar e deixar bem melados. Obedeci! Daí ele enfiou as pontas dos dois dedos no meu cu e ficou fazendo vai-e-vem e enfiando mais até os dois dedos sumirem dentro de mim e ele continuou socando! Tirou os dedos, examinou e disse:
- Teu cu tá limpinho, puta!
- Deixei ele bem limpinho e raspadinho pro Senhor usar, meu Macho!
Tive dificuldade de falar, pois eu tava com a boca cheia de Gala!
- É isso mermo, puta tem qui dexá o cu sempre preparado pu Macho uzá quano ele quizé! Hehe!
Daí ele abriu bem minha bunda e começou a chupar meu anelzinho e cutucar com os dedos. Ele chupava, enfiava 2 dedos, chupava de novo. E assim fazia. Até que já tava enviando 4 dedos inteiros no meu cu. Meu cuzinho piscava muito na sua língua e nos seus dedos. Chupou mais um pouco até deixar minha rodinha toda lambuzada. Depois, ele me mandou cuspir a Gala na sua mão. Obedeci!
- Òia pa cá, puta!
Olhei pra ele e o vi espalhar a Gala que tava na minha boca por toda a sua Vara. Daí ele começou a pincelar a chapeleta no meu cu, me xingando de puta, vadia, objeto de Macho, e dizendo que ia me arrombar! Então ele me deu outro tapão na bunda. Esse foi mais forte e ardeu muito! E começou a forçar a chapeleta na minha rodinha! Senti uma dor forte e gemi fininho e feminina:
- Ai!
- Pode gemê, puta, mais aguenta! Inda nem comecei!
Ele forçava, chupava meu cu, cuspia nele e forçava de novo. E nada da Cabeçona entrar! Eu já tava vendo estrelas! Na quarta vez, ele empurrou com mais força e a Chapeletona sumiu dentro de mim, arrebentando algumas pregas do meu cu. Minha vista escureceu e eu vi mais estrelas! A dor era muito forte e parecia que tinha uma brasa no meu cu! Soltei um grito e ele me deu outro tapão na bunda.
- Tu num quiria Rôla no cu, viado? Agora guenta! A Cabeça já entrô, agora o resto é di boa! Ti falei qui quano eu meto a Pica, só tiro quano eu qizé!
O Macho me fudia pra valer, bombando forte, me puxando pela cintura. Teve uma hora que ele abaixou meu corpo pra baixo, e encostou minha cara naquele chão imundo, coberto pela uma poça de Mijo velho, ajeitou minha bunda e continuou a meter Ferro com força! Ele bombou por uns 10 minutos e saiu de dentro de mim, me deitou no chão com a barriga pra cima, me colocou de frango assado, fez uma concha com sua mão direita e enfiou no balde de mjo velho que tava bem pertinho. Derramou o mijo na minha cara e no meu corpo e esfregou com a mão, pegou mais um pouco, abriu minha boca e despejou dentro.
- Ingole o Mijo do teu Macho, puta!
Obedeci! Delícia! Daí, meteu a Pica na minha boca e me mandou chupar. Uns dois minutos. Depois, ele levantou minhas pernas, colocou nos seus ombros e cravou sua Verga toda de uma vez no meu aro largo e dolorido! E me fudeu por uns 20 minutos. Depois, ele me levou pro colchão, me deitou de bruços, abriu minhas pernas e voltou a me fuder!
Gente, esse Macho me fudeu por quase 2 horas, sem camisinha, em várias posições, deixou meu cu arregaçado e me encheu de leite! Gozou várias vezes no meu cu e na minha boca, no meu rosto, nos meus peitos e na minha bunda. Eu nunca tinha visto um Macho gozar tanto, nem tinha ouvido falar. Acho que só na minha boca ele deve ter despejado quase 1 litro de Pôrra! Fora o que ele despejou no meu cu, na minha cara e no meu corpo! E ele também mijou umas quatro vezes na minha boca e na minha cara, e também me deu de beber aquele mijo velho do balde várias vezes! Umas cinco vezes ele mergulhou suas meias no balde de mijo velho e espremeu na minha boca e cara e esfregou por todo o meu corpo! Também recebi muito tapões na bunda, pernas e cara. Mas os tapas que ele me deu na cara não eram tão fortes! Também recebi muitos beliscões e apertos e mordidas na bunda, pernas e peito! E ele chupou muito meus peitinhos e também deu mordidinhas neles!
Ele terminou a foda na posição papai-e-mamãe. E quando acabou de despejar sua última carga de leite no meu cuzinho, ele despencou seu corpão pesado em cima de mim e, me deu um beijo delicioso, me dando sua língua pra eu chupar e despejando bastante saliva na minha boca! eu delirava sentindo seu bafo delicioso de pinga e cigarro! Sua Marreta dura pulsava dentro de mim!
- Caraio, os Brode tava certo! Tua buceta é mermo uma baita duma gostoza! I tu guentô mermo minha Chibata inté o fim! Agora tu é minha puta i eu vô ti cumê toda vêis qui eu quizé! Tá intendêno, viado? Mim dá teu número, que toda vêis qui eu quizé ti cumê, vô ti ligá a cobrá. I tu tráis 1 garrafa di cachaça i 3 cartêra di cigarro Derbi vermêio – essa é a marca que ele gosta – I taméim tráis arguma coiza pa mim cumê! I toda vez qui eu ligá mandano tu vim, tu vem di calcinha, tumada banho, bem limpinha e cherozinha i taméim cum cu limpo, sem merda, e todo rapadinho! Aliáis, quero qui tu rapa teu corpo todinho, peito, barriga, braço, perna, suvaco, penteio! Ah, quano rapá o penteio, dêxa só uma tirinha fininha de pelinho inguau uma bucetinha! Rapa esses pelo da tua cara que nem é bigode nem barba. Si bem qui tu quase num tem pelo no corpo. Mais fica sempre rapano! Quero tu interinha toda lizinha inguau uma mocinha! Fais a subrancêia mais fina, mais de muié! Passa creme no corpo i no cuzinho. I quano fô visti a caussinha fio-dentau, dá um jeito di prendê teu pintinho i teu saquinho, iscondê o mácimo, pa dexá paricido uma bussetinha! Tem um truque qi as travesti fais! Tu deve di sabê! Ah, I quano tu chegá im caza daqi a pôco, bota 30 conto di crédito no meu cerulá! Mais mermo acim, quano eu fô ti ligá, vô ligá a cobrá, puta! Hehe!
- Sim senhor, meu Macho! Faço tudo que o Senhor mandar!
- É pa fazê mermo! Agora tu é minha puta i eu sô teu Macho! i tu tem qui mim obedecê! I vai tê vêis qui eu vô querê ti uzá na tua caza! I num quero tu cum frescura de tê medo do qui us vizinho vai pensa! Tu num deve nada pa ninguém, só pa mim! Hehe! Daí, vô ligá dizeno: “Ti prepara qui oje vô ti cumê na tua caza!”. Daí, tu já ageita cumida, caxassa, cigarro, i o qui mais eu quizé, i fica mim isperano!
- Sim Senhor, meu Macho Cavalão! O Senhor manda e a sua putinha obedece! Muito obrigada por o Senhor me fazer sua puta! Adorei tudo, adorei mais ainda ter minha bucetinha arrombada pela sua Giromba, meu Cavalão!
Senti seu Cacete amolecendo dentro de mim. Ele tirou, mas ainda tava um pouco duro e ele me mandou chupar pra limpar. Obedeci!
- Agora veste tua rôpa e vaza daqui, viado!
Enquanto eu me vestia, ele falava:
- Iscuta bem, puta! Fais tudo que mandei! I num esquece di butá crédito no meu cerulá quano chegá im caza! Bota 50 conto! Num isquece taméim qui agora eu sô teu Dono i mando im tu, vadia! Ah, i toda vêis qui tu tivé cumigo, quero tu só di caussinha! I quano eu tivé na tua caza, tu tá proibida di vistí rôpa di ôme! Intendeu, puta?
- Entendi tudo, meu Senhor! Fique tranquilo, que eu faço tudo que o Senhor mandar!
- Ota coiza, quano eu tivé na tua caza, quem manda naquela bagaça sô eu! Vai si acustumano! Agora vaza do meu Barraco, puta safada!
Não falei mais nada, pra chatear o meu Macho, e saí! Já estava amanhecendo!
Adorei ser feita de fêmea pelo meu Macho Mendigo no seu Barraco! Saí de lá exausta, toda lambuzada de Pôrra e de Mijo do meu Macho, com meu corpo cheio de marcas vermelhas e com o meu cu todo arregaçado, ardendo, cheio de leite que escorria pelas pernas, mas me sentindo feliz e realizada por ter sido feita de puta pelo meu Macho Mendigo e ter meu cu arrombado por ele, que foi o que eu tanto desejei desde que mamei sua rôla pela primeira vez! Já em casa, eu nem quis tomar banho, pra não tirar a Pôrra, o Mijo, o Suor e o Cheiro do meu Macho do meu corpo! Deitei na cama só de calcinha e apaguei! Dormi como uma bebezinha!
Na próxima eu conto como eu trouxe o Romero pra passar um fim de semana na minha casa e tudo que aprontamos! Abraço do Seu Carlão!
