O Milésimo - Capítulo 8/10: O Quarto Namorado

Da série O Milésimo
Um conto erótico de SevenRJ
Categoria: Gay
Contém 1564 palavras
Data: 04/05/2026 20:18:51

Já era 2015 e minha lista só aumentava. Falando assim, parece que só vivo para sexo, mas, não. Sexo para mim é uma diversão, um prazer que eu sempre gostei de ter pelo menos uma vez por semana! Geralmente conhecia pela internet, mas as melhores fodas aconteciam com caras que eu conhecia no dia a dia.

Naquela semana eu estava com o tesão aflorado, já tinha saído com dois caras. Voltando do trabalho, entrei em uma cafeteria. Preferi ficar no balcão e vi quando entrou um casal de jovens. O rapaz, bonito, com roupas típicas dos jovens, usava um boné virado para trás e tênis All Star. A namorada era linda e muito sorridente. Reparei que ele não tirava os olhos de mim. Muito tranquilo e conversando com ela, continuava olhando de maneira discreta. Resolvi demorar mais no meu café. Estava com o pau meio duro e ele tinha percebido. Meu gaydar não costuma falhar, mas eu estava na dúvida e mesmo assim, arrisquei. Fiz um gesto discretamente. Para minha surpresa, ele veio com a namorada e perguntou:

- Você não é o tio do Guilherme?

Confesso que fiquei meio puto com esse lance de tio, mas, quando se trata de um gatinho querendo brincar, a gente aceita. Entrei na onda.

- Sim, tenho um sobrinho chamado Guilherme, será que é o mesmo?

- Claro que é, não tá lembrado de mim? Fala com ele sobre o campeonato de skate, diz para ele ligar para mim, meu nome é Felipe! Anota meu contato, vai que ele perdeu? - falou. Tive dúvida em relação à idade dele, poderia ser menor, e perguntei:

- Você e o Gui tem a mesma idade?

- Tenho dezenove anos, né, amor? Sempre acham que sou mais novo! - falou com a namorada, que riu concordando. E, para completar, ainda mostrou a CNH.

Como era cara de pau! Mais tranquilo, peguei o contato dele prometendo que ia entregar ao “Gui”. Mais tarde liguei e conversamos um pouco. Ele era skatista, namorava, mas gostava muito de uma sacanagem com homens, principalmente os mais velhos. Pronto, a festa já estava armada! Marcamos.

Felipe estava de calça mais larga, camiseta e boné para trás e trazia um skate. Era um belo rapaz, de beleza bruta. Tinha os olhos bonitos, lábios grossos e rosto quadrado. Juntando isso a uma masculinidade espontânea e marcante, deu vontade de pensar em mais de uma foda. Logo nos beijamos, sem demorar muito. Felipe me despiu, com sede de sexo. Seu corpo era forte, definido, sem exageros. Devia ter 1,70 ou menos de altura, peito liso e mamilos gostosos. Apertei a bunda firme e lisa. Ele sentou no sofá e me puxou. Segurou meu pau, admirando.

- Porra, que cacete bonito que você tem! Grosso, as veias… que tesão! - e começou a chupar com experiência de um cara da minha idade.

Ele sabia dar prazer. Lambeu todo, chupou, fez loucuras com meu saco e minha virilha e quase me fez gozar passando a língua pelo freio (meu ponto fraco) e pela cabeça, tudo isso sem parar com as mãos, que alisavam minhas pernas, meu abdômen e minha bunda. Eu estava ali curtindo tudo e sabia que ia ficar melhor ainda. Muito safado, ele colocou a cabeça do meu pau na língua e apertou, fazendo sair todo o pré-gozo que já estava acumulado. Tirei seu boné e vi melhor seus cabelos encaracolados e segurei sua cabeça. Ele olhou para mim, concordando com o que ia rolar. Chupou somente a cabeça do pau, me fazendo contorcer de tesão e aflição gostosa, depois colocou todo na boca. Comecei a foder a boca dele, fazendo-o salivar meu pau, e ele engolia a mistura de saliva e líquido. Felipe sugava com muita vontade, apertava na base e começou a me masturbar. Perto de gozar, pedi que parasse e passei e enfiar mais rápido na sua boca, gozando em seguida, e mandei engolir tudo. Cada jato era um gemido másculo e um olhar de tesão. Após gozarmos, ele apertou de novo e pegou todo final do esperma com a língua.

- Delícia de porra, cara! Foi a mais gostosa de todas! - falou em voz baixa. O comentário e experiência me fizeram perceber que ele já tinha estado com vários homens, e isso aos dezenove anos!

Peguei uma cerveja e ele disse que não bebia álcool, então servi um suco. Conversamos um pouco. Logo, meu pau já estava querendo mais, realmente ele era bem interessante. Abracei por trás e esfreguei meu pau na sua bunda. Lambi sua nuca e suas costas e cheguei ao seu cu. Passei e enfiei a língua, tirando gemidos dele. Nada apertado, me deu mais tesão, poderia meter sem frescuras, ele ia aguentar ser macetado sem problemas. Chupei muito seu rabo, passando a língua em volta e enfiando. Ele pediu para meter logo, queria sentir a grossura do meu pau. Coloquei a camisinha e comecei a penetrar. Meu pau deslizou gostoso no cu experiente. A maneira que ele mordia meu caralho com o rabo e mexia, era muito gostosa. De quatro, macetei com força e ele pedia mais, Felipe curtia um sexo mais forte e foi assim. Trocamos de posição e sempre metendo com força, às vezes ele falava para parar, mas pedia pica de novo. De frente para mim, deitado de costas, ele gozou com as minhas estocadas e pediu para eu não gozar. Diminuí o movimento e saí de dentro. Ele tirou a camisinha e começou a me masturbar, me fazendo gozar em seu corpo, rosto e boca. Depois, espalhou meu sêmen em seu corpo, era um deleite. Foi uma foda e tanto, mas já estava meio querendo que fosse embora. Quando saiu, disse que tinha adorado e ia voltar. Não ia.

Depois de Felipe, me aventurei em mais encontros, inclusive às escuras. Conhecia no site e ia até a casa do cara, mas já estava enjoando disso, comecei a pensar em namoro.

Um dia, saindo da praia, passei por um homem maduro e muito charmoso. Voltei e começamos a conversar na praia. Murilo tinha quase vinte anos a mais do que eu, era sedutor e muito seguro de si. Assim como eu, estava cansado de aventuras e pensava em namoro, mas não deixava de se divertir. Saímos bem tarde da praia e ele me convidou para jantar. Fomos para seu apartamento na Nascimento e Silva, muito bonito e de bom gosto. Tomamos banho e ele me emprestou uma roupa. Eu já estava seduzido por aquele homem grisalho, meio parrudo, barba e pelos no peito. Um pouco mais alto que eu, Murilo era bem-humorado e carinhoso e o melhor: passivo! Jantamos cedo, com direito a sobremesa e café e conversamos mais um pouco na varanda do apartamento. Sofisticado, ele me trouxe uma tranquilidade que eu não tinha sentido assim, tão de cara. O tesão e o sexo foi uma consequência da nossa conversa e interação!

Fomos para seu quarto e nos entregamos ao sexo forte e entre machos, beijando com desejo e abraçando com prazer e caindo na cama com muito tesão. Gozamos algumas vezes entre pausas para uma água e um vinho. Não tinha mais controle de nada, e percebi que estava apaixonado por ele. Murilo sabia conduzir, ser carinhoso e bem puto nas horas certas. Foi a primeira de várias noites quentes!

Um ano se passou. Nossas conversas eram maravilhosas e seguidas de sexo muito intenso. Sua maturidade, seu jeito de fazer sexo e seu humor, me faziam mais apaixonado! Nunca tinha imaginado namorar um cara quase vinte anos a mais! Eu já tinha feito sexo com maduros, mas sempre só uma vez e agora, eu queria mais e mais com ele, até que…

Um dia, chegamos juntos casa dele. Estava calor e assim que entramos, ele correu para o banho. Fui colocar o celular para carregar e vi um papel no móvel da sala. Era o boleto de condomínio de uma sala no Centro. Murilo nunca tinha me falado que tinha sala alugada ou vazia. Fiquei no sofá como se não tivesse visto. Ele saiu do banho, veio até mim e viu o papel e discretamente pegou e levou para o quarto. Ali tinha coisa. Lembrei que duas vezes na semana ele chegava mais tarde, dizia que era dia de reunião no escritório ou atendia clientes, e chegava por volta das nove da noite.

Na semana seguinte, fui atrás. No dia certo, ele saiu do prédio onde trabalhava e um rapaz esperava por ele. Bem mais jovem, roupas simples e bem bonito. Segui e vi que entraram no endereço do boleto. Para conferir, fiz o mesmo no outro dia da semana. Agora era outro homem, um tanto rústico, grande e com aparência de pessoa bem simples. Mal se falaram e saíram andando. O rapaz era meio emburrado e Murilo falava alguma coisa. Do outro lado da rua, eu os acompanhava. Eram cinco da tarde e eles entraram no prédio. Esperei um tempo e subi antes que o prédio comercial fechasse. Fui até a sala e toquei a campainha. Murilo abriu a porta sem camisa e com a calça quase aberta. Forcei e entrei. Na sala tinha um sofá cama e o homem estava deitado sem roupa. Não tinha como esconder. Olhei para Murilo e saí. Traído e apaixonado.

(CONTINUA)

Gostando da história de Arthur?

Estamos chegando ao final. E ao milésimo! Quem será o escolhido? Ou será que foi quem escolheu?

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Foto de perfil de Seven RJSeven RJContos: 139Seguidores: 139Seguindo: 1Mensagem Escrevo histórias reais. Escrevo relatos meus, de amigos e de pessoas que gostam da minha narrativa e me procuram para que eu possa contar as suas histórias e experiências. Escrevo pensando no leitor, que vai se identificar, seja pela realidade ou fantasia que tem. Alguns relatos viraram livros, por terem se tornado relações que envolveram pessoas e sentimentos depois do tesão inicial. Conheça meus livros na Loja Kindle da Amazon. Procure por mim lá: CM Sèven. Instagram já em atividade: @_cmseven_ Quer contar sua história? seven2002@bol.com.br

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