O café demorado da Dona Florinda

Um conto erótico de darkfic69
Categoria: Heterossexual
Contém 833 palavras
Data: 04/05/2026 16:31:56

Como de costume, o Professor Girafales sempre vinha à vila para encontrar Dona Florinda, que o convidava para tomar café. Em um belo dia, o professor chegou à vila para mais uma visita. Mais uma vez, ele trazia flores.

— Quico, sua mãe está?

— Da parte de quem?

— Da minha parte.

— Não está!

— Como assim não está?

— Ela saiu, foi comprar pão.

— Ah, então vou esperar.

Chaves e Chiquinha aparecem e observam toda a cena. Logo depois, Dona Florinda chega.

— Dona Florinda!

— Professor Girafales, que milagre o senhor por aqui!

— Vim trazer este humilde presente.

— Oh, muito obrigada. Não quer entrar para tomar uma xícara de café?

— Se não for muito incômodo.

— Claro que não, entre.

— Depois da senhora.

Eles entram na casa. Chiquinha comenta com Chaves:

— Nunca vi alguém gostar tanto de tomar café como esse professor. Todo dia, café.

— Viu só, Chiquinha? A Dona Florinda trouxe pães bem quentinhos da padaria. Comprou tantos pães que sobraram bastante... — disse Chaves com a barriga roncando de fome.

— O que vocês estão conversando aí? — perguntou Quico.

— Quico, o que sua mãe tanto faz lá dentro com o professor? — perguntou Chiquinha.

— Não sei, minha mãe nunca me deixa entrar quando o professor está em casa.

— Hum, estranho. Nunca foi lá espiar o que eles estão fazendo?

— Claro que não, isso é errado.

Chiquinha teve uma ideia:

— E que tal a gente ir lá ver o que eles estão fazendo?

— Não, não posso deixar vocês fazerem isso.

— Se não deixar, o Chaves vai quebrar essa sua bochecha gorda.

— Isso mesmo! — disse Chaves.

Quico, com medo daquela ameaça, deixou que eles espionassem. Eles foram até a janela da casa, abriram uma frestinha e ficaram observando o que acontecia lá dentro. Ao verem, levaram um grande susto: viram dona Florinda chupando o pênis do professor Girafales.

— Aí, dona Florinda, a senhora está chupando cada vez melhor a cada dia!

— Eu ando praticando muito, professor Girafales.

— Oh, que delícia... continue chupando!

Chaves, mais uma vez, teve um piripaque, mas logo foi acordado quando Chiquinha jogou água em seu rosto.

— Veja só, Quico, esse é o café que sua mãe dá para o professor.

Quico ficou triste.

— Não fique assim, meu quiquinho lindo. Veja pelo lado positivo: agora você tem um pai.

— Papai?

— Sim, agora o professor Girafales é seu pai.

— Papai! Isso é bom! eu nunca tive um pai...

Eles continuaram olhando. Viram dona Florinda tirando os seios para fora e sendo chupada pelos professores.

— Desculpe por meus seios, estão bem murchinhos...

— Que isso, dona Florinda, seus seios são perfeitos!

O professor começou a chupar os seios de dona Florinda. Aquilo deixou Quico enciumado.

— Ele está chupando a teta da minha mamãe. Eu não vou deixar!

— Espere, Quico, não faça isso. Vai estragar esse momento — disse Chiquinha.

— Só eu tenho direito de chupar as tetas da minha mãe. Saia da frente, Chiquinha!

— Não saio!

— Senão sair eu irei bater em você, Chiquinha!

— Faça isso que eu quebro essa sua bochechas de buldogue velho! — ameaçou Chaves.

De repente, ouviram um gemido. Espiaram novamente pela fresta da janela e viram o professor Girafales transando com a mãe do Quico.

— Oh, mete, mete mais, professor... Vou gozar, vou gozar... Mete com força, caralho, seu filho da puta... Vou gozar... Gozou...

Quico se afastou da janela e caminhou triste até a parede e começou a chorar.

Dona Florinda saiu da casa assustada, ainda com os seios de fora. Mas percebeu e colocou-os de volta dentro do vestido, meio ofegante.

Quando dona Florinda viu o filho chorando, nem precisou saber o motivo. Foi logo até a casa de Seu Madruga e abriu a porta. Ele estava sentado no sofá, lendo um jornal, quando viu Florinda. Ela deu um tapa nele e saiu. Ele ficou sem entender nada. Saiu para fora e viu ela entrando com Quico para dentro de casa. Então, foi até sua filha para saber o motivo daquele tapa que acabara de levar.

— Chiquinha, o que foi dessa vez? Por que ela me bateu?

— Não sei, papi...

— Foi porque ele viu a mãe dele sendo fodida pelo professor Girafales na sala de casa.

— Chaves, cala a boca!

— Espere aí, o professor Girafales estava transando com dona Florinda na sala de casa?

— É, foi isso mesmo.

— Agora mais essa! Eles transam e a culpa é minha. Vem, Chiquinha, não quero você junto com essa pouca-vergonha. Somos uma família de respeito.

— Deste de quando?

— Deste de sempre.

— Deste de sempre, papi? Tem certeza?

— Deste de ontem!

— Tem certeza que é deste de ontem?

— Deste de hoje! Agora cala a boca e vai para casa, antes que eu dê uma palmada nessa sua bunda.

— Não, papi, eu vou, eu vou... Por favor, não me bate, papi.

— Então já para casa.

Chaves ficou sozinho no pátio. Ficou parado, com os olhos fechados, lembrando daquela cena em que o professor fazia sexo com dona Florinda. Ele percebeu que seu pênis estava bastante duro e tentou ignorar. Entrou em seu barril e começou a se masturbar, imaginando aquele episódio.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive maxxxteels69 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Conto muito bom rs

Tem que escrever mais episódios

0 0