O Desejo que Nos Consome
Na terceira noite, a tensão já estava insuportável. Mariana chegou em casa com o corpo pegando fogo. O vestido vermelho tomara-que-caia marcava os seios e deixava as costas completamente nuas. Assim que fechou a porta, ela já tirava os saltos altos, caminhando descalça até o quarto.
Beto estava sentado na cama, só de cueca boxer preta, pau semi-duro só de esperar por ela. Ele sabia que o dia tinha sido pesado para os dois.
Mariana parou na porta, mordeu o lábio e falou primeiro, voz baixa e provocante:
— Hoje o Lucas me chamou pra “reunião particular” no escritório dele depois da aula. Trancou a porta, me encostou na mesa e disse bem no meu ouvido: “Professora, eu tô louco pra te foder aqui mesmo. Quero te virar de costas, levantar esse vestido e meter bem fundo enquanto você tenta fazer cara de boa aluna.” Ele estava duro, Beto… eu senti ele roçando na minha bunda.
Beto respirou fundo, o pau inchando visivelmente dentro da cueca. Levantou-se devagar e foi até ela, segurando sua cintura com força.
— E você, sua safada? O que sentiu quando ele pressionou o pau contra você?
Mariana deslizou a mão por dentro da cueca dele, apertando o pau grosso e quente.
— Fiquei molhada na hora… imaginei ele me comendo ali, rápido e bruto. Mas eu só sorri e respondi: “Lucas, você é bonito pra caralho, mas meu marido me fode melhor do que você jamais conseguiria.” E saí, deixando ele com o pau latejando na calça.
Beto rosnou, puxou o vestido dela para baixo num movimento só, expondo os seios. Segurou um deles com força enquanto chupava o bico com fome.
— Porra, Mari… você me deixa louco. — Ele mordeu de leve o mamilo, depois subiu até o pescoço. — A Cíntia foi além hoje. Me chamou pra “revisar o serviço” à noite. Quando cheguei, ela estava de lingerie vermelha transparente, sem nada por baixo. Me empurrou pro sofá, abriu as pernas e começou a se masturbar na minha frente. “Beto, olha como eu tô molhada pra você… vem aqui e me arromba com esse pau grosso. Quero que você me faça gritar enquanto sua mulher tá em casa esperando.”
Mariana gemeu só de ouvir, apertando o pau dele com mais força, masturbando devagar.
— E você ficou duro imaginando meter nela?
— Fiquei. Quase tirei o pau pra fora ali — confessou ele, voz rouca, enfiando dois dedos grossos na boceta encharcada dela. — Mas eu disse: “Cíntia, a única boceta que eu quero comer hoje é a da minha mulher. E ela vai levar tudo que eu não te dei.” E vim embora.
Mariana empurrou ele pra cama, subiu por cima e sentou devagar no pau, engolindo centímetro por centímetro até as bolas.
— Ahhh, caralho… que delícia — gemeu ela, rebolando devagar. — Isso… me usa pra esquecer aquela vadia. Quero que você me foda pensando que podia estar comendo ela agora… mas escolheu isso aqui.
Beto segurou a bunda dela com as duas mãos, guiando os movimentos.
— Cavalga gostoso, professora. Mostra pra mim como você fica molhada quando conta essas safadezas. — Ele deu um tapa forte na bunda. — O Lucas queria te foder no escritório… e eu tô te comendo em casa como você merece.
Mariana acelerou, subindo e descendo com força, seios balançando. Inclinou-se pra frente, mordendo o lábio dele:
— Ele queria me chamar de safada… queria me fazer gemer o nome dele. Mas eu só quero gemer o seu. Me fode mais fundo, Beto. Me arromba pra eu não conseguir sentar amanhã sem lembrar que sou sua puta.
Ele virou os dois com um movimento rápido, colocou ela de quatro e meteu tudo de uma vez, socando forte.
— Assim? — rosnou, puxando o cabelo dela. — É assim que você queria que ele te comesse? Ou prefere o seu eletricista te destruindo?
— Prefiro você! — ela gritou, empinando mais a bunda. — Mais forte… me dá tapa… me marca! Quero gozar pensando que você podia estar enchendo aquela divorciada agora, mas tá enchendo sua mulher.
Beto deu tapas firmes nas nádegas enquanto metia selvagem, fundo, as bolas batendo no clitóris.
— Essa boceta apertada é só minha. Por mais foto de pau que ele te mande… por mais lingerie que ela use… é aqui que eu gozo. Goza pra mim, Mari. Goza apertando o pau do seu marido.
Mariana explodiu primeiro, corpo tremendo inteiro, boceta apertando ele com força, gemendo alto o nome dele. Beto não aguentou: meteu mais fundo ainda e gozou violento dentro dela, enchendo com jatos quentes e grossos, grunhindo como animal.
Eles caíram na cama, suados, ele ainda dentro, abraçando-a por trás.
— murmurou ele no ouvido dela, beijando o pescoço. — Amanhã o Lucas disse que vai te esperar no carro dele depois da aula. E a Cíntia me mandou mensagem: “Se você não vier, eu vou até sua casa te buscar.”
Mariana sorriu, rebolando de leve contra ele ainda duro.
— Então amanhã vamos ter ainda mais pra apagar… e eu já quero começar a te contar tudo enquanto você me fode de novo. Porque no final, amor… ninguém me deixa molhada como você.