EMPREGADA CARENTE
Fazia um tempo que eu percebi que a empregada de casa estava dando mole para mim, achei que era coisa da minha cabeça, talvez fosse sem ter intenção, ou talvez as minhas punhetas pensando nela, é que fazia eu imaginar o contrário.
Eu era muito novo e a empregada seus 40 e tantos, bonita de rosto, olhos esverdeados, cabelo castanho, pele bem branca, boa altura, seios médios, coxa grossa e bunda grande, corpo bem atraente, sempre se vestia de forma comportada, ficava sempre em casa, não saia na rua.
Até o dia que a vizinha periguete loira e baixinha doou roupas para ela, ela passou a usar as roupas que ganhou dentro de casa, principalmente nas horas vagas dela em que se tranca no seu quarto e aparece somente quando solicitada, são roupas mais curtas, tipo shortinho atolado; minissaia; blusinha que mostra a barriga e decote.
Ela se tornou objeto de desejo, nossa relação ficou mais acalorada, ela começou a se insinuar para mim, não só nas roupas, mas me dizia coisas mais ousadas.
Quando estava sozinho com ela em casa, ela começou a me dizer que eu já era um homem, que era muito bonito e que ela até gostava de homens mais jovens, um dia, passou a mão na minha coxa, fiquei sem reação.
Começou a falar sobre namoradas e de como eu deveria agir, para satisfazer as mulheres na cama.
Ela era despachada e se tornou brincalhona, dizendo que eu deveria fazer sexo oral nelas; pegar com força; dar tapas; trata-as como cachorras etc.
Meus pais foram viajar por uma semana, ela ganhou mais roupas da vizinha e também várias roupas íntimas, como calcinha e sutiãs, tingiu o cabelo de loiro e se transformou numa loira de dar água na boca.
Ela me chamou no seu quarto, tinha algumas roupas separadas que ela iria doar para outra pessoa e pediu minha opinião, ela estava de robe transparente, vestindo apenas uma calcinha de renda, que deixava ver os pelos da buceta.
Todos os soutiens estavam separados pois ela disse que não gostava de usar soutien, alguns vestidos e saias, além de calcinhas e lingeries.
Pediu para eu virar de costas e um vestido justíssimo e veio me mostrar, deu uma voltinha, mostrando sua linda bunda e perguntando se a calcinha marcava muito.
Eu fiquei vidrado naquela cena e elogiei, ela na cara de pau perguntou se eu pegaria ela, disse sorrindo, em tom de brincadeira.
Ela então, pediu para eu tapar os olhos, pois ela iria se trocar, coloquei a mão no rosto, mas deixei um pouco os dedos entreabertos para ver, ela ficou completamente nua na minha frente.
Aquela visão me deixou de pau duro, ela peladinha na minha frente, toda depiladinha, com um taxo de pelos acima da buceta.
Ela vestiu outra calcinha, cor-de-rosa, toda rendada, vestiu sem pressa, perna por perna, com calma, subindo devagar a até cobrir toda a buceta.
A brincadeira, continuo por todas as peça, eu sempre fingindo que não estava vendo ela se trocar.
Sai do quarto disfarçando o volume, fiquei com vergonha que ela percebesse o meu pau duro.
Fui ao banheiro. encontrei uma calcinha esquecida e bem suja, imaginei eu tirando a calcinha dela, coloquei no nariz e senti o cheiro de boceta, nem precisei bater punheta o gozo veio assim que encostei o pau na calcinha, sujei toda a calcinha com meu gozo, depois do banho eu lavei a calcinha, para não deixar vestígios e a coloquei no lugar que eu achei
A noite ela me perguntou se eu tinha lavado a calcinha que ficou no banheiro, pois a mesma estava molhada, falei que devo ter molhado ao tomar banho, ela mudou de assunto.
Cheguei em casa e tinha machucado a cocha da perna, ela percebeu, quis ver de perto, disse-me, para eu ir tomar banho, enquanto ela preparava o meu jantar, e depois ela iria procurar uma pomada para não ficar roxo.
A noite aconteceu o que eu mais queria, eu estava deitado na minha cama. escuto alguém entrando no meu quarto silenciosamente
Eu acendi a luz do quarto, ela estava vestindo uma camisola transparente, sem nada por baixo, deixando bem a mostra os seus seios e os pelos da buceta.
Continuou andando nos pontas dos pés, subiu devagar na minha cama.
Eu estava sem camisa, vestindo apenas um short, ela começou a acariciar minha perna com os seus dedos em movimento circular, depois suas mãos subiram e desceram pelas minhas pernas.
Meu pau começou a ficar duro, o volume estava aparente, não fiz nada para esconder.
Ela subiu com a mão por dentro do short e colocou o meu pau para a fora
Ela jogou o cabelo para lado e começou a chupar meu pau duro, movimentos leves de subir e descer, enfiava tudo e depois tirava, dava beijinho na cabeça e voltava a colocar, engolindo o meu cacete, no movimento de vai e vem, ela sabia chupar com perfeição.
Ela ficou de quatro na cama, enquanto mamava no meu pau.
Ela subiu sobre mim, em posição de vaqueira, me deu um beijo na boca, trocamos um longo beijo molhado de língua, enquanto sua mão ajeitava meu pinto na entrada de sua buceta.
Ela começou a esfregar a sua boceta no meu pau, bem devagar, deu uma levantadinha, segurando no meu pau, e desceu, senti sua buceta quente e molhada, enquanto ela rebolava bem devagarzinho.
Ela tirou a parte de cima da camisola, deixando os seios a mostra, aproveitei para acariciar seus seios, que estava com os bicos bem durinhos,
Ela começou a cavalgar com força, eu segurei seus seios com força, quase machucando, ela parecia gostar.
Sua respiração estava bem rápida, iniciou com gemido que se tornaram gritos de prazer, pois não tinha ninguém para escutar.
Ela disse no meu ouvido que estava gozando, e pediu, goza para mim delicadamente, gozei instantaneamente, após seu pedido.
Nós viramos e fiquei por cima dela, ela pediu para esperar diminuir o tamanho do meu pau, antes de tirar, com uma cara de muito satisfeita.
Meu corpo estava sobre aquele mulherão, minha boca colada nos seus seios, meu pinto não amoleceu, depois de alguns minutos, resolvi mexer um pouco e ela gostou, continuei mexendo mais rápido.
Assim que ela falou, faça o que quiser com meu corpo, comecei a intensificar as estocadas, ela deu um gemido, enfiei fundo meu pau na sua boceta e comecei as estocadas, dessa vez eu estava por cima e no comando.
Ela juntou as pernas nas minhas costas me puxando para dentro dela, puxava seu cabelo e beijava a sua boca com violência.
As estocadas foram ficando cada vez mais forte. Lá pelas tantas, quando estava quase gozando ela disse:
Não acredito, vou gozar novamente, não aguentei e completei de melar toda a sua bocetinha de porra.
Ficamos mais um tempo deitados, dessa vez meu pau amoleceu e tirei, ainda tinha um pouco de porra na ponta que limpei pincelando na buceta dela.
Comi ela todos os dias que meus pais estavam em viagem e ao final ela me fez prometer em ninguém poderia saber do nosso segredo.