Eu estudei durante muitos anos em um colégio conservador da zona norte do Rio de Janeiro.
Na época, eu tinha 1,70, 75 KG e muita disposição. Adorava uma briga e nunca suportei covardia.
Nos recreios, o pátio era dividido por grupo. Cada grupo tinha seu local e sem problemas. Meu grupo ficava sob um arvore grande no canto esquerdo do pátio, com uma boa vista para tudo que acontecia.
Um dia eu vi uma movimentação estranha, que chamou atenção. Dois garotos maiores estavam empurrando menor. Não era algo comum e fui ver de perto.
Ao chegar, vi que o garoto mais fraco, com medo ia recuando e se encolhendo sob ameaças dos maiores. Não me contive e entrei no meio e perguntei o que estava acontecendo. Um deles, de dedo em riste, dizia, gritando, que ele era viadinho. Que iam bater nele. Olhei, sério nos olhos dele e disse:
- Vai bater por quê? Ele te fez algo?
- Ele é viado! - gritou o segundo.
- E daí? Vamos fazer o seguinte, se baterem nele, vão bater em mim também. Essa porra é covardia. Deixa o cara em paz. - falei em tom grave.
O papo continuou e as coisas normalizaram. O garoto menor se chamava Silvio. Eu conhecia ele de vista. Morava perto da minha casa.
Chamei ele no canto e disse:
- Até ficar tudo certo, você senta perto de mim. Na saída me espera na escola, quando me ver, venha comigo até sua casa. Isso vai passar logo e tudo volta ao norma.
Ele agradeceu e assim foi por alguns dias.
Íamos conversando e percebi que ele era bem feminino. 1.60 e magrinho.
Até então não tinha maldado nada.
Ele era um bom aluno e pedi ajuda nas provas de matemática. Falei que queria que ele fosse na minha casa após a aula para passar umas dicas e me ajudar. Ele ficou sem jeito. Disse que estaria sozinho. Meus pais trabalhavam, então não tinha pq ter vergonha. Mandei ele levar uma roupa para trocar e ficarmos de uniforme.
No dia seguinte fomos para minha casa. Chegamos, e mandei ele trocar de roupa. Vi a comida e ele entra na cozinha com um short curto e uma camiseta. Olhei e, naquele momento, pensei:
- Olha, vale a foda.
Resolvi testar as intenções dele.
- A comida está no forno. Serve para mim. - Mandei em tom de autoridade.
Ele olhou para mim e, sem graça obedeceu.
Nessa hora meu pau estava duro feito pedra.
Comemos, falamos sobre a escola. Eu disse que ele era bem bonito e que, se fosse menina, eu não ia deixar passar... Queria provocar ele. Ele baixou os olhos com vergonha.
Mandei ele lavar a louça que eu ia descansar e depois íamos estudar.
Enquanto ele lavava a louça, tirei a cueca e deitei no sofá. Fiquei massageando o pau vendo televisão. Quando ele chegou meu pau estava duro feito pedra.
Mandei ele sentar no sofá em frente a mim. Ele ficava de frente para minha rola e de lado para TV. Ele não sabia para onde olhar... A Tensão crescia no ar.
- Os caras dizem que você é viado. É verdade? - Perguntei diretamente
- Não... sei - Respondeu
Ele deu a brecha que eu queria.
- Vamos fazer o seguinte. Eu cuido de você na escola. Ninguém vai te bater. E você faz alguns favores para mim. O que acha?
- Que favores? - Perguntou
- Coisa simples. Limpar a casa, me ajudar a estudar e me servir sempre que eu quiser.
- Servir como? - Os olhos dele brilhavam
- Como eu quiser. - Respondi seco
Ele pensou por uns instantes e, com a cabeça, assentiu.
- Muito bom. Amanhã você vem comigo e traz um short mais curto. Esse não gostei. Estamos acertados?
Ele, com a cabeça, concordou.
- Agora, quero que vc sente aqui do meu lado. - Mandei
Ele veio lentamente. Como que se lutasse contra seus pensamentos
Ele sentou. Peguei a mão dele e coloquei na minha perna.
- Agora quero que você me sirva.
Ele não falava nada. Sua respiração foi aumentando. Coloquei meu pau para fora, peguei sua mão e coloquei em volta. Fui conduzindo a punheta lentamente até ele pegar o jeito. Ele foi punhetando lentamente.
Vi que ele estava de olhos fechados. Mandei abrir e olhar para meu pau. Ele obedeceu. Mandei acelerar a punheta.
Ele foi acelerando, olhos grudados na minha rola. Uma escrava perfeita. Obediente. Submissa.
Não demorei muito a gozar. A porra espalhou pela minha barriga. Mandei ele pegar papel toalha e limpar tudo.
Mais uma vez obedeceu. Lindo. Limpou tudo como deve ser.
- Agora sabemos o que você é.
- Não quero você falando com outros caras. Só pode falar comigo, meninas e outros gays. Está entendido.
Ele respondeu com a cabeça.
- Agora vamos estudar. Amanhã a dia será diferente.