Professora Puta Se Revelado Capítulo 9

Um conto erótico de Carla Professora
Categoria: Heterossexual
Contém 916 palavras
Data: 01/05/2026 10:43:02

As coisas tinham chegado a um nível perigoso de intensidade. Pedro estava cada vez mais ousado, mais dominante, e eu estava cada vez mais viciada na degradação que ele me proporcionava. Eu já não questionava mais nada — só obedecia.

Mas Pedro tinha um apetite que não se limitava a mim.

Ele começou a seduzir uma aluna da mesma turma: uma garota chamada Júlia, de 20 anos, morena, corpo jovem e firme, cabelo cacheado curto, olhos grandes e inocentes. Ela era calada, boa aluna, mas claramente fascinada por ele. Pedro me contou aos poucos, com aquele sorriso safado, enquanto me fodia a boca no motel:

— Tem uma novinha na turma que tá louca pra ser usada igual você, professora. Ela ainda acha que é especial. Vou fazer ela virar puta igual você.

Eu senti uma pontada de ciúme misturada com um tesão doentio. Saber que ele estava fazendo com outra o que fazia comigo — facefuck, humilhação, mijo, xingamentos — me deixava molhada de forma absurda. Eu não reclamava. Eu era só mais uma puta dele.

Até o dia em que tudo explodiu.

Era uma sexta-feira à tarde. Eu tinha marcado com Pedro no motel do bairro afastado, como sempre. Cheguei primeiro, tirei a roupa, me ajoelhei no carpete no meio do quarto e esperei de boca aberta, já babando de expectativa.

Pedro chegou, tirou a calça e começou o facefuck pesado de sempre. Segurou meu cabelo loiro com força, meteu fundo na minha garganta, fazendo eu babar copiosamente. Saliva grossa escorria pelo meu queixo, pelos meus seios de silicone, pela barriga. Ele gravava com o celular, como de costume.

— Isso, sua feminista hipócrita… Engole o pau do seu aluno enquanto pensa na palestra que deu semana passada. Você é só uma boca pra ser usada.

Eu gemia engasgada, baba jorrando, completamente entregue.

De repente, ouvimos a porta do quarto abrir.

Júlia entrou.

Ela parou na entrada, olhos arregalados de choque. Estava vestida com uma saia jeans curta e blusa justa, claramente vindo para um encontro com Pedro. Quando viu a cena — eu, a professora dela, de joelhos, nua, com o pau de Pedro enterrado na garganta até o saco, baba escorrendo pelo corpo todo, rosto destruído —, ela ficou paralisada.

— Pro… professora Carla?! — a voz dela saiu num sussurro horrorizado.

Pedro não parou. Pelo contrário, segurou minha cabeça com mais força e deu mais duas estocadas profundas na minha garganta antes de tirar o pau devagar, todo babado.

— Surpresa, meninas — disse ele, rindo com aquela voz calma e cruel. — Vocês duas são minhas putas agora. Júlia, fecha a porta e tira a roupa. Carla, continua de joelhos.

Júlia hesitou, rosto vermelho de vergonha e espanto. Eu, ainda de joelhos, baba escorrendo pelo corpo, olhei para ela com o mesmo espanto. Meu coração batia forte. Era humilhante demais — ser vista assim pela minha própria aluna.

— Pedro… o que é isso? — Júlia perguntou, voz tremendo.

— Isso é a realidade, Júlia. A professora que vocês todas idolatram é na verdade uma puta viciada em pau e humilhação. Ela adora levar facefuck, adora babar, adora tomar mijo na cara. Não é, Carla?

Eu baixei os olhos, voz rouca de tanto engasgar:

— É… eu adoro…

Júlia ficou boquiaberta. Pedro se aproximou dela, acariciou o rosto da garota e falou baixo:

— Tira a roupa, Júlia. Ou você quer que eu conte pra turma inteira como você geme quando eu fodo sua garganta?

Com as mãos tremendo, Júlia tirou a roupa. Corpo jovem, seios naturais firmes, buceta depilada. Ela se ajoelhou ao meu lado, ainda em choque.

Pedro ficou de pé entre nós duas, pau duro brilhando de minha baba.

— Agora… vocês vão se conhecer melhor. Carla, lambe a baba que está no peito da Júlia. Júlia, lambe a baba que está nos seios da professora.

Nós duas hesitamos por um segundo. O espanto ainda estava estampado nos nossos rostos.

— Agora — ordenou Pedro, voz mais dura.

Eu me inclinei primeiro. Minha língua tocou o peito de Júlia, lambendo a baba que tinha escorrido do meu próprio rosto minutos antes. O gosto era salgado, quente, misturado com o cheiro da pele jovem dela. Júlia gemeu baixinho, envergonhada, mas obedeceu também: lambeu meus seios de silicone, limpando a baba grossa que cobria meus mamilos.

Pedro gravava tudo, pau na mão, batendo devagar.

— Olha isso… Duas putas da faculdade se lambendo. A professora feminista e a aluna inocente, trocando baba uma da outra. Carla, diz pra Júlia o que você é.

Eu lambi mais um pouco o peito dela e murmurei, voz baixa e submissa:

— Eu sou uma puta… Uma feminista hipócrita que adora ser usada… Adoro babar no pau… Adoro ser mijada…

Júlia tremia, mas seus olhos já mostravam excitação misturada com o choque. Pedro empurrou minha cabeça de volta para o pau dele, depois a de Júlia.

— Agora as duas juntas. Lambam meu pau ao mesmo tempo. E continuem se lambendo quando babar escorrer.

Nós duas começamos a chupar e lamber o pau dele, línguas se tocando, baba misturando. Quando a saliva escorria, eu lambia do queixo de Júlia, ela lambia do meu pescoço. Pedro segurava nossas cabeças, alternando entre foder minha garganta madura e a garganta mais apertada dela.

— Isso… boas putinhas. A partir de hoje vocês duas vão me servir juntas. E vocês vão aprender a gostar uma da outra.

Eu olhei para Júlia enquanto babava no pau dele. Ela olhou de volta. Havia espanto, vergonha… e um brilho de excitação no olhar dela.

A professora e a aluna.

As duas putas de Pedro agora.

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