Eu me chamo Kátia tenho 40 anos, sou magra fitness amo me cuidar, seios grandes, naturais, corpo lindo hoje vou contar a primeira vez que conheci o genro da minha filha pessoalmente.
Caso queira me conhecer meus insta é katiamaria40y
O Lucas é o namorado da minha filha Julia. Vinte anos, magro, loiro, cabelo liso que cai no rosto de um jeito que parece de anúncio, sorriso lindo, dentes perfeitos. Quando a Julia trouxe ele em casa pela primeira vez, uns seis meses atrás, eu quase deixei o copo de vinho cair. Era ele. O mesmo cara com quem eu tinha dado match no Tinder uns dois meses antes. A gente tinha conversado bastante, flertado pesado, trocado fotos nuas — eu de sutiã aberto mostrando os seios, ele de pau duro na mão, veias marcadas, cabeça rosada brilhando. Nunca marcamos nada. Ele sumiu por uns dias e eu esqueci. Até aquele jantar. Quando nossos olhos se encontraram, ele ficou vermelho na hora. Eu senti um calor subir pelo pescoço, vergonha misturada com uma excitação proibida que eu não consegui ignorar. “Porra, é ele”, pensei. A Julia não percebeu nada. A gente fingiu que era a primeira vez.
A gente trabalha na mesma empresa — eu no financeiro, ele no TI, dois andares diferentes. A gente se via de longe no refeitório, trocava um “oi” educado. Mas depois daquele jantar, o ar mudou. Toda vez que eu passava por ele no corredor, sentia o olhar dele nas minhas pernas, nos meus seios. E eu olhava de volta. Sabia que ele já tinha visto tudo de mim. E eu dele.
Um dia, o elevador lotou. Eram quase seis da tarde, todo mundo saindo. Eu entrei apertada no fundo. O Lucas entrou por último. A porta fechou e o elevador parou entre o terceiro e o quarto andar. Luz piscou, parou. Todo mundo reclamou. Ele ficou exatamente atrás de mim. O corpo dele encostou no meu. No começo foi sem querer — o espaço era mínimo. Mas depois de uns minutos, senti o pau dele, já meio duro, pressionando contra a minha bunda por cima da saia lápis. Ele não se afastou. Pelo contrário. Deu uma leve esfregada, devagar, como se estivesse testando. O cheiro dele me invadiu: perfume amadeirado, suor limpo de fim de expediente. Meu corpo reagiu na hora. Senti a boceta ficar molhada, os mamilos endurecerem contra o sutiã. Eu não me mexi. Deixei. Ele encostou a boca perto da minha orelha, fingindo que falava com outra pessoa, e sussurrou baixinho: “Desculpa, Kátia… tá apertado pra caralho”. A voz rouca, o pau latejando contra mim. Eu só mordi o lábio e respondi no mesmo tom: “Tudo bem, Lucas… aguenta aí”. O elevador voltou em cinco minutos. Quando a porta abriu, a gente saiu sem olhar um pro outro, mas eu estava encharcada.
Depois disso, as mensagens começaram de novo. No WhatsApp, fora do trabalho. “Você tá ainda mais gostosa pessoalmente”, ele mandou uma noite. Eu respondi com uma foto do decote, só o suficiente. Ele mandou um vídeo curto do pau dele duro, mão batendo devagar. “Pensa em você toda vez que bato”. Eu gozei no banho só de imaginar. A gente flertava pesado, mas nunca marcava.
Naquela sexta-feira, a Julia tinha saído pra balada com as amigas e com ele. Eles chegaram em casa quase três da manhã. Eu estava acordada na sala, só de camisola curta de seda preta, vendo Netflix com o volume baixo. Ouvi a chave na porta. O Lucas ajudou a Julia a entrar — ela estava bêbada pra caralho, rindo alto, tropeçando. Ele a carregou pro quarto dela, tirou os sapatos, cobriu com o lençol. Eu fiquei na sala, fingindo que não estava olhando. Quando ele saiu do quarto, fechou a porta devagar e me viu ali, sentada no sofá, pernas cruzadas, camisola subindo um pouco nas coxas. Ele parou. Olhou. O olhar dele desceu devagar pelos meus seios, pela curva da minha cintura, e voltou pro meu rosto. Sorriu aquele sorriso lindo, safado.
— Não consegui dormir — eu disse baixinho, voz rouca. — E você? Trouxe ela inteira?
Ele se aproximou, parou a dois metros, mãos no bolso da calça jeans. O pau já marcava um volume visível.
— Trouxe. Ela apagou na hora. Mas eu… eu vi você aqui e não quis ir embora ainda.
Eu sorri, mordendo o lábio. O tesão que eu sentia desde o elevador voltou com força.
— Senta aqui um pouco — falei, batendo no sofá ao meu lado. Ele sentou. Nossas coxas se tocaram. O calor da pele dele atravessou o jeans.
— Lembra do elevador? — perguntei, olhando direto nos olhos dele. Minha mão pousou levemente na perna dele. — Quando você encostou em mim… eu senti seu pau. Parecia bem grande, Lucas. Bem maior do que eu imaginava nas fotos.
Ele respirou fundo, olhos escurecendo de tesão. A mão dele subiu pela minha coxa, devagar, por baixo da camisola.
— Eu fiquei duro pra caralho ali, Kátia. Sentindo sua bunda contra mim… pensando em como seria meter em você. Você é a mulher mais gostosa que eu já vi. E saber que você é a mãe da Julia… só deixa tudo mais safado.
Eu me aproximei, roçando os seios no braço dele. Senti o cheiro dele: perfume, suor leve, tesão puro.
— Eu também pensei em você o dia todo depois daquilo. Queria ter virado e chupado ali mesmo, no elevador lotado. Agora a gente tá aqui… sozinhos… e ela dormindo logo ali.
Ele não aguentou. Me puxou pelo pescoço e me beijou. Língua quente, molhada, invadindo minha boca com fome. Gememos juntos, baixo, pra não acordar ninguém. As mãos dele subiram pros meus seios, apertando por cima da seda, sentindo o peso natural, os mamilos duros.
— Tira essa camisola — ele sussurrou contra minha boca. — Quero ver esses peitos que eu tanto fantasiei.
Eu tirei. Fiquei nua na frente dele. Ele olhou como se fosse a primeira vez, olhos brilhando.
— Caralho, Kátia… você é perfeita. Seios tão grandes, tão macios…
Ele baixou a cabeça e chupou um mamilo, língua girando, sugando forte. Eu gemi alto, mão no cabelo loiro dele: “Lucas… assim… chupa minha tia… morde de leve”. Ele mordeu, puxou, depois fez o mesmo no outro. Meu corpo inteiro tremia.
Eu abri a calça dele. O pau pulou pra fora — grosso, veias marcadas, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Segurei na base, pele aveludada, quente, macia. Passei a língua devagar da base até a cabeça, sentindo o sabor salgado-doce.
— Olha pra mim enquanto eu chupo — eu disse, olhando pra cima. Ele obedeceu, olhos fixos nos meus. Eu engoli fundo, babando, garganta apertando. Ele gemeu rouco: “Porra, Kátia… sua boca é tão quente… chupa meu pau, sua safada… assim, engole tudo”.
Eu chupei com vontade, olhando pra ele o tempo todo. Ele segurava meu cabelo, gemendo baixinho.
Depois de uns minutos ele me puxou, me deitou no sofá e abriu minhas pernas. Olhou pra minha boceta depilada, inchada, brilhando.
— Eu vou comer você agora — disse, voz grave. — Quero sentir como é apertada.
Ele entrou devagar. Eu senti cada centímetro: quente, latejando, abrindo tudo. “Ai, Lucas… que pau grande… me enche toda…”. Ele começou a meter, fundo, ritmado. A gente se beijava com língua, gemendo na boca um do outro. Eu via tudo: o abdômen dele contraindo, o suor escorrendo no peito magro, o pau brilhando do meu mel entrando e saindo.
— Você gosta de ser fodida pelo namorado da sua filha, né? — ele sussurrou, metendo mais forte. — Diz, sua puta.
— Eu amo… me fode, Lucas… me arromba… sou sua tia safada agora.
Ele me virou de quatro. Entrou por trás na boceta, metendo fundo. Depois cuspiu no meu ânus e empurrou devagar. Eu senti a cabeça grossa abrindo meu cuzinho, queimando gostoso.
— Isso… mete no meu cu… me arromba toda — eu gemi, olhando pra trás, olhos nos olhos dele.
Ele metia ritmado, uma mão no meu clitóris, a outra apertando meu seio. O barulho molhado de pele contra pele enchia a sala. Eu gemia alto, sem conseguir segurar: “Mais forte… me fode no cu… caralho, Lucas… eu vou gozar…”.
Eu gozei primeiro, apertando ele, corpo tremendo. Ele não parou. Continuou metendo no cu, gemendo: “Eu tô gozando, Kátia… vou encher você…”. Senti os jatos quentes, grossos, pulsando dentro do meu cuzinho. Ele gozou olhando nos meus olhos, boca aberta, gemendo meu nome.
Quando ele tirou, eu virei de frente, passei dois dedos na boceta (que ainda escorria da mistura), peguei a porra que vazava do cu e da boceta e levei à boca. Engoli devagar, olhando pra ele.
— Delícia… gosto da sua porra, genro.
Ele me beijou com língua, sentindo o próprio gosto na minha boca.
A gente dormiu pouco, abraçados no sofá. De manhã, a Julia acordou. Eu estava na cozinha, só de robe curto. O Lucas saiu do banheiro, cabelo molhado. Eu me aproximei da Julia, dei um selinho demorado na bochecha dela, bem perto dele.
— Bom dia, filha — falei, sorrindo. O gosto da porra dele ainda estava na minha língua. Pensei: “Selinho com o resto da porra do namorado dela na minha boca”. Meu corpo inteiro arrepiou de tesão de novo.
A Julia sorriu, sem imaginar nada. O Lucas me olhou por cima do ombro dela, aquele sorriso safado. Eu soube que ia acontecer de novo. Muitas vezes. E a gente ia gostar pra caralho.
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