12 – Marido me negligencia e acaba corno do filho – Mãe e tia, suas mulheres submissas

Um conto erótico de Mamãe Necessitada
Categoria: Heterossexual
Contém 4267 palavras
Data: 04/05/2026 08:45:11

Durante sua separação, minha irmã Renata que foi engravidada por meu filho e teve o pedido de divórcio solicitado pelo marido, abriu mão de seus direitos de ter metade do patrimônio do casal em troca da casa, da casa de praia e de uma bela pensão, e tudo aconteceu antes do marido saber que estava gravida, ou talvez a situação tivesse se complicado.

Durante o sexo eu provocava Giuliano com relação a sua tia o que o fazia querer provar que só eu bastava para ele me dando orgasmos homéricos.

– Não está com saudade dos seios lindos de sua tia?

Com a pergunta ele começou a socar mais forte minha bucetinha no papai e mamãe intenso que fazíamos.

– São lindos e gostosos, mas os seus são mais lindos, firmes, gostosos e ainda tem leite que eu adoro.

– Você é sortudo porque quando o meu leite estiver no fim e sua filha tomando tudo, o de sua tia vai estar transbordando e talvez também precise de sua ajuda para drenar.

Ele começou a me socar ainda mais forte fazendo a cama ranger.

– Ohhhhh. Não sei se vou gostar tanto pois estou programado para gostar do leite de minha mãe e não de minha tia.

– Ahhhhhh. Não deve ser muito diferente já que somos irmãs e parecidas, temos o mesmo DNA.

Giuliano me calou me beijando selvagemente e me levou a um orgasmo gigantesco junto com ele em segundos. Se nossos gemidos estavam abafados os ruídos da cama eram altos e minha irmã escutava de seu quarto. Tinha pena dela, mas não abriria mão de ser a primeira gravida que ele comeria.

No entanto pensei em algo bem safado para minha irmã fazer e que não atrapalharia meu desejo. Como em sua casa de praia Giuliano só a comeu com o objetivo de a inseminar, poderia ter dela algo que não teve lá que não ultrapassaria os limites que impus.

Ele poderia mandar que sua tia fizesse oral nele já que ela tinha me confessado ter adorado o modo autoritário e dominador de Giuliano. Aproveitei fazer a sugestão quando fazia um delicioso oral nele antes de dormirmos.

– Você poderia por sua tia para fazer isso em você. Não teria problemas para mim e ela me disse que gostou de como você impunha a ela o que queria que ela fizesse.

– Estranho uma gravida fazer isso, falou todo preocupado por uma possível humilhação de uma mulher grávida.

– Porque? Eu vou adorar fazer isso quando estiver grávida. Não se preocupe que no estado de excitação que uma gravida fica, não vai pensar nisso como humilhante, mas como terrivelmente excitante. O pau que a fecundou jorrando o mesmo esperma em sua boca, falei excitada com o que minha mente punha para fora.

Eu o lambia enquanto ele respondia.

– Você é muito safada mesmo mãe. Ahhhuuuuu. Vou fazer isso com minha tia mais prefiro jorrar em sua boca, me provocou.

– É você e esse pau delicioso que me fazem ficar assim amor. E se sua tia fizer e se masturbar ao mesmo tempo vai ter orgasmos deliciosos enquanto você a faz engolir seu esperma.

Com suas mãos grandes, Giuliano as enfiou entre meus cabelos e me fez engolir seu pau até onde sabia que eu aguentava. Ele estava deitado na cama e eu deitada a seu lado toda curvada e encaixada nele e muito safado controlou meus movimentos com meus lábios esticados em volta de seu pau e meus olhos olhando nos seus totalmente entregue.

– Toda séria e sofisticada lá fora e aqui comigo essa deliciosa putinha. Amo você ser assim mãe. Você é a minha mulher perfeita.

Sufocado por seu pau gigante não tinha como responder, mas adorei o que ele falou que eu era sua mulher perfeita por gostar de meu modo putinha com ele, meu filho, meu homem.

Não demorou ele gozou em minha boca e encheu meu estomago e já com pratica conseguia engolir tudo bem puta.

Quando terminou, logo me virou na cama e primeiro fez um oral maravilhoso me dando um orgasmo tremendo e depois me colocou de 4 me comendo com virilidade enchendo meu útero de esperma enquanto eu tinha mais um orgasmo indescritível.

Depois quando descansávamos abraçados ainda sem falarmos, pensei que se antes eu via alguns pontos que poderiam fazer Giuliano não estar satisfeito e procurar outra mulher, eles não existiam mais.

Eu, sua mãe que despertava o maior tesão nele por sermos mãe e filho e por eu ter um corpo maravilhoso e gostoso, segundo ele, estava totalmente entregue a seus desejos, fazia o anal que os homens tanto desejam, engolia seu esperma e me comportava como uma puta só dele.

A outra preocupação dele não ter tido experiencia com outra mulher também não tinha mais por ele ter sua linda tia de 30 anos que se entregou totalmente a ele e esperava uma filha sua. Gravida ela estava limitada por minha imposição de não fazer sexo nesse estado, mas depois faria o que Giuliano quisesse como me confessou na casa de praia quando foi engravidada por ele.

Segura como eu estava de minha posição, de seu amor incondicional por mim e por quanto me desejava, não sentia mais ciúme do que ele pudesse fazer com sua tia. Fui eu quem o induziu a engravida-la e a trouxe para casa e não poderia a deixar ser negligenciada como eu fui por meu marido.

Além de dar o amor e sexo que ele precisava, queria que se soltasse e se divertisse com ela e a mantivesse subjugada como fêmea mostrando que ele era seu macho alfa como já era meu.

Nos meses seguintes eles se divertiram muito, pois sua tia adorou fazer oral nele e ter seu esperma como eu havia previsto. Ele parecia ser mais velho com os cuidados adultos que dispensava a ela com seu bebê na barriga. Eu também adorava a paparicar pôr a amar e porque ela não levava só uma simples sobrinha no ventre, mas minha neta do filho que eu tanto amava.

Nossos pais tinham se convencido por conta própria que o filho dela era do ex-marido, pois ainda estavam casados quando ela engravidou e ninguém fez questão de mudar o pensamento deles que era bom para todos. Só haveria problema quando Renata dissesse que registraria sua filha só em seu nome, mas como caçula, sempre foi boa para convence-los de qualquer coisa.

Tales, por duas vezes prometeu vir nos visitar e em cima da hora cancelou, dizendo que teve problemas e como Presidente da Empresa na Índia não poderia se ausentar. Para mim, meu verdadeiro marido e homem que cuidava de mim e me satisfazia dormia na mesma cama que eu e seu pai não me fazia mais nenhuma falta.

Eu só deveria reclamar e cobrar por ele não visitar a pequena “filha” para ao menos sentir que ainda tínhamos uma ligação, mas com o que eu pensava fazer de engravidar novamente, isso logo não importaria mais. A bebê já chamava Giuliano de “papa” e não a corrigia e quando alguém achava estranho apenas dizia que ela o chamava assim porque era quem cuidava dela como pai.

Apesar de ser uma gravidez sem percalços, quando chegou perto do parto caiu nossa ficha e ficamos todos ansiosos porque se a bebê fosse parecida com Giuliano e com sua priminha, seria impossível justificar já que Giuliano era parecido com o pai e só o que tínhamos a fazer era esperar.

Meus seios ainda produziam leite, mas só o suficiente para nossa filhinha com pouco mais de 18 meses, enquanto isso os seios de Renata estavam lindos e estourando e eu já tinha contado a ela como Giuliano me ajudou com as dores do ingurgitamento nos seios e até parecia que ela torcia para que os seus também tivessem para que ele a ajudasse drenar.

Como a gravidez, o parto também foi tranquilo e uma linda nenê nasceu com pouco cabelo o que já era um alivio porque nossa bebê nasceu com muitos cabelos pretos, mas só o tempo diria.

Quando veio para casa, eu e Giuliano ajudávamos em tudo, natural para a irmã e o sobrinho de Renata, mas éramos muito mais do que isso. Avó e pai da linda bebê, muito amada por nós.

E eis que com minha irmã aconteceu de seus seios também empedrarem e com dificuldade de o leite sair, doíam como os meus tinham doido, mas o especialista Giuliano adorou a ajudar. Como os dois fizeram muito sexo na casa de praia quando a engravidou, depois a masturbou por quase toda a gravidez e ela fazia oral nele, não tinham mais pudores e nem frescuras como eu tive logo no início ainda tentando manter meu casamento e não contei a ele que a filha era sua.

Deixei que o ato fosse só deles, intimo como se fosse sexo, mas é claro que mais tarde enquanto eu estava sentada em seu colo e ele brincando com meus seios precisei matar minha curiosidade.

– Como é o leite de sua tia? Você também gostou?

– Deixe me sentir para comparar, falou se inclinando começando a mamar um tirando um pouco de leite e depois fez o mesmo com o outro quase me fazendo gozar.

Olhando para mim, ele esfregava os lábios sentindo melhor o sabor.

– Hummmmm, muito parecidos, mas gosto mais do seu. Acho que por terem o DNA parecidos, os leites também são, mas estou programado para gostar mais do seu, me falou sorrindo se lembrando de nossa conversa meses antes.

Fiquei feliz e acreditei que foi sincero, mas tinha algo que poderia estar afetando sua percepção.

– Talvez no começo o leite seja mais denso e mais gorduroso para o bebê crescer rápido, mas depois de um tempo seja mais suave e fique mais gostoso.

– Sei lá, não entendo disso, mas pode ser. De qualquer modo gosto mais do seu e ela não tem tanto como você tinha. Eu gostei muito do leite dela, mas adoro o seu.

– Se você gostou, se divirta e ajude sua tia como me ajudou. Quem sabe ela goza também com você a mamando, mas talvez não aconteça porque ela não passou necessidade como passei na gravidez, além dos hormônios dela estarem baixos.

– Eu vou, mas agora vou me divertir gozando na bucetinha e mamar nos seios que mais amo nesse mundo sem comparação, falou voltando a mamar enquanto suas mãos me empurravam e puxavam com força em seu pau imenso nos levando a um orgasmo avassalador.

Meu jovem filho, pai de duas filhas era um macho formidável e teria sido de extremo egoísmo não o compartilhar, mas possessiva só o compartilhei e compartilharia com alguém que amava quase tanto quanto o amava e me sentia bem comigo mesmo por proporcionar a minha irmã ter o filho tão desejado e logo, ter os prazeres incríveis que só o sobrinho poderia lhe dar.

Renata estava nos céus por ter a filha que tanto desejou, ainda mais com o suporte emocional que tinha e também a ajuda minha e de Giuliano, mais minha mãe que sempre vinha também visitar as netas e ajuda-la.

Durante o resguardo, soube que teve alguns orgasmos com Giuliano massageando e depois drenando seus seios e como ele ficava sempre necessitado quando a mamava era eu quem recolhia os benefícios de seu tesão e poucas vezes fizemos tanto amor como naquela fase.

Próxima a sair do resguardo, foi a ginecologista e iniciou a pílula e sugeri que também fizesse academia para voltar rápido a sua linda forma e se mamãe ficasse com as bebês, ela iria comigo e Giuliano ou então revezaríamos para uma de nós ficar cuidando delas.

Pouco antes deles voltarem a fazer amor, estávamos em um de nossos momentos e com ele encaixado em mim me estocando, revelei algo que já pensava há dias.

– Lembre-se que quando fizer amor com sua tia você é o homem da casa, portanto o macho que a toma e a faz sua, como você fez comigo. Sei que ela já se sente sua desde que a engravidou, mas você tem que mostrar de modo que ela não tenha dúvidas.

Dias depois Giuliano fez isso mesmo e fodeu Renata como seu macho e só não usou sua potência toda por ela ainda precisar de mais tempo para se recuperar melhor, conforme ele me contou.

Quando terminaram minha irmã andava com dificuldade, mas tinha uma felicidade incontida no rosto. Para a acostumar com seu pau, Giuliano usou o mesmo método que usou comigo a comendo todos os dias a enchendo de seu esperma.

Eu tinha com ele as manhãs e noites em nossa cama e as vezes a qualquer hora do dia e mesmo tendo comido sua tia duas vezes por dia dava conta sempre excitado de ter a mamãe e a titia como suas.

Quando minha menstruação chegou fui generosa e o deixei dormir as 3 piores noites com sua tia e foi quando ela se acostumou em definitivo com o pau de Giuliano, mas como eu, sempre sentiria dores nas primeiras penetrações do dia e quando abusasse demais.

Se Giuliano era o macho alfa da casa eu era a fêmea alfa e minha irmã sabia disso, mas por eu ser uma irmã que a amava a tratava como igual a não ser no sexo onde Giuliano cumpria sua promessa de fazer muito mais vezes amor comigo. Para não o sobrecarregar e Renata não ficar necessitada, pedi a ele que fizesse com sua tia quase o mesmo número de vezes que fazia comigo.

Não demorou e começamos a sair de casa como uma família e era excitante andarmos lado a lado com Giuliano tendo cada uma de nós ao seu lado com a filha dele no colo ou no carrinho. Talvez ninguém imaginasse que ele fosse o pai, mas já bastava nós sabermos. Safado, teve dia que ele me encheu de esperma logo que acordamos e fez o mesmo com a tia antes de sairmos e no shopping eu quase gozava em público lembrando que eu e minha irmã tínhamos o esperma de meu filho e seu sobrinho, pai daquelas crianças, dentro de nós.

Na primeira vez que fomos a praia onde ela foi engravidada, dentro de casa Giuliano nos comia deliciosamente de perder os sentidos e lá fora na areia nos comportamos como suas duas esposinhas, mas sem abusar dos contatos físicos.

Na noite que fomos a cidade, as duas de vestidinhos de verão empurrando seus carrinhos com as bebês e ele no meio dando amor e atenção a nós quatro era de se emocionar e eu me sentia uma mulher realizada de todas as formas.

Os meses foram passando e Renata voltou a dar aulas pela manhã enquanto eu cuidava das pequenas, mas quando elas cochilavam e davam chances, Giuliano me virava do avesso me fodendo só tendo o cuidado de não fazer barulho demais. Claro que com duas, algumas vezes fomos interrompidos pelo choro, mas ao invés de ficarmos chateados sorriamos de felicidade por elas estarem lá.

Por fim Tales veio nos visitar depois de 16 meses que tinha se transferido para a Índia e para não haver nenhum atrito por Renata estar lá, não falei que não dormiria mais com ele, mas inventei que sempre tinha que dormir no quarto da bebê porque ela chorava se não tivesse ninguém com ela e ele aceitou. O máximo que ele conseguiu de intimidade foram alguns selinhos, percebendo que eu não queria mais nada com ele.

Eu e Renata, que só usávamos camisolinhas ou baby-dolls com Giuliano, passamos a usar pijamas de seda com a calça e blusa de manga comprida muito discretas. Tales tentou interagir mais e dar atenção a “filha” que nem o conhecia, mas ficou chocado a vendo chamar Giuliano de pai, o que tive que explicar que era como ela o via pois era sempre quem estava em casa cuidando dela. Para amenizar menti dizendo que quando ela crescesse um pouco mais eu explicaria tudo a ela.

Não foi uma viagem só para nos visitar, mas também a trabalho e quando ia para a empresa, eu ou Renata éramos premiadas fazendo amor com Giuliano. Quando Tales se foi para a Índia, ele sabia que não éramos mais um casal, mas não falou nada sobre o divórcio, porem quando eu engravidasse sem ele ter feito amor comigo, não teria mais como não falar sobre isso.

Com 35 anos não poderia demorar muito a engravidar novamente, mas precisava segurar minha vontade e meu tesão para Giuliano se adiantar nos estudos. Quando chegou aos 20 anos, vendo o quanto ele era dedicado a mim e a tia, começaram as cobranças de uma namorada por parte de familiares e conhecidos, mas sua desculpa era que frequentemente ficava com garotas, mas nenhuma mais sério ao ponto de apresenta-las a família e aos conhecidos e assim ia levando, principalmente sua avó materna.

Nos dois anos seguintes, vendo que minha relação com Giuliano não tinha perdido nada afetivamente e sexualmente desde que sua tia engravidou e veio morar conosco, eu fui o motivando para que não fizesse mais nenhuma diferença no tratamento que dava a mim e a ela, pois ela sendo um doce de pessoa e sendo amada por nós dois não poderia se sentir menor em nossa relação a três, mas claro que ela sabia que eu era a mãe de Giuliano e não existe nenhuma relação tão poderosa como a de uma mãe e seu filho ou filha.

Não foi fácil ele ceder, pois realmente me ama como mulher como não a ama, mas por a amar como tia e mãe de sua filha ele me atendeu quase totalmente, mas ainda assim sua atenção maior vai sempre para mim. Nada que a faça se sentir menos e a deixe triste.

Com Renata voltando a ter seu corpo anterior a gravidez, ou até melhor com suas idas a academia, estávamos as duas em excelente forma e chamávamos atenção mesmo com filhas pequenas, o que só me deixava mais orgulhosa de Giuliano por conta de nos satisfazer e também nos fazer felizes afetivamente.

Quando não saíamos ou viajávamos todos juntos, Giuliano saía com uma de nós para um programa a dois e nos dar uma pausa nos cuidados com os filhos. Algumas dessas noites que saíamos para jantar, com uma ou a outra, ele nos levava a um hotel como naquela nossa primeira vez e voltávamos para casa esfoladas, de pernas bambas e satisfeitíssimas de tanto que nos comia.

Foi logo depois da primeira vez que ele passou uma noite dessas com sua tia, que ela veio me perguntar algo que eu já esperava há bastante tempo.

– Flavia, você já fez anal com o Giuliano, perguntou envergonhada.

– Frequentemente, pois eu gosto e fui eu quem insistiu querendo ser inteira dele, pois ele tinha medo de me machucar. Porque?

– Estou com vontade também para ser inteira dele, mas nunca fiz e tenho medo.

– Colocar tudo é humanamente impossível, mas mais do que dois terços eu consigo e tanto eu quanto ele, adoramos.

Contei a ela todo o processo e como esperávamos ter que ir aos poucos, mas no fim consegui na primeira vez com a ajuda do anestésico, mas ela não tinha um marido dotado como eu tinha e nunca tinha feito anal e mesmo assim era evidente em seu rosto me ouvindo que estava excitada e iria tentar.

Um mês depois ela veio me contar a novidade.

– Flavia, ontem consegui aguentar tudo que é possível entrar em meu bumbum pela primeira vez depois que começamos a tentar naquele dia que conversamos. Estou toda dolorida, mas no céu o que não sabia que era possível com o sexo anal e vou querer sempre, falou animada

– Com aquele pau é possível gozar até só olhando para ele, brinquei.

Ela sorriu.

– Você tem razão. Na verdade, acho que se o Giuliano me mandar gozar a qualquer hora, só lembrando de seu pau em mim, eu vou gozar, falou com convicção.

– Você está assim tão submissa a ele sexualmente, perguntei surpresa.

– Estou, mas acho que não é só sexualmente. Eu faria qualquer coisa que ele me mandasse a qualquer hora. Ele é o homem perfeito em todos os sentidos. Como homem, como pai e como companheiro. Você se importa?

– Claro que não. De certa forma também sou assim submissa, mas por ser sua mãe e me respeitar como mãe, não gosta que eu não tome atitudes de mãe, então tem hora que sou como você e tem horas que sou a mãe dele e ele me obedece. Mas prefiro fazer o que ele quer, sorri.

Naqueles últimos dois anos Tales tinha vindo com mais frequência ao Brasil, mas sem termos mais qualquer intimidade e pensei que ele só aceitava a situação por ainda não ter resolvido seu problema de impotência, ou já teria arrumado outra esposa na Índia querendo se divorciar de mim. No entanto minha nova gravidez estava próxima o poderia fazer o casamento acabar de vez.

Como não poderia esperar muito e Renata queria ter mais 3 filhos e estava ansiosa com minha demora, decidi engravidar. Sabendo que Tales nos visitaria no mês seguinte, parei a pílula um mês antes para que meu primeiro período fértil coincidisse com sua presença no Brasil.

Não para o enganar mais uma vez que o filho seria dele porque não teríamos nenhum contato sexual, mas para enganar os conhecidos achando que o filho poderia ser dele não desconfiando de Giuliano.

Claro que se de volta a Índia Tales ficasse sabendo de minha gravidez tendo a certeza que não era o pai e decidisse contar isso aos conhecidos não teria mais como evitar desconfianças, mas algo em mim dizia que ele não faria nada e aceitaria que achassem que o filho era seu.

Ele ficaria um mês no Brasil em nossa casa e como ele estaria trabalhando aproveitaria as férias de Giuliano e Renata e iramos uma semana para a casa de praia dela durante esse mês e lá diria a Giuliano para me engravidar, o que o deixaria com um tesão incontrolável e me foderia em todos os momentos que fosse possível, mas guardando alguns orgasmos para sua tia.

Como planejado, quando Tales chegou, ficamos ainda duas semanas com ele em casa até que o avisamos que ficaríamos uma semana na praia e voltaríamos para ficar a última semana com ele antes que retornasse. Até o convidei para ir à praia, mas só porque tinha a certeza que não poderia ir e lá fomos nós com nossa verdadeira família. Giuliano, suas duas esposas incestuosas e suas filhinhas lindas, a de Renata loirinha como ela e eu.

O dia mais fértil segundo a tabelinha seria no quarto dia, metade daquela semana, mas eu iria querer tentar ser engravidada todos os dias e antes de fazermos amor na primeira noite, o fiz saber.

– Giuliano, preciso te dizer algo.

– Fale mãe, falou enquanto acariciava meu corpo nu.

– Deixei de tomar pílula e algum dia dessa semana será meu dia fértil e por isso estamos aqui. Quero que você me engravide sabendo que está me engravidando dessa vez, desde que seja sua vontade, o provoquei sabendo qual seria sua reação.

Seu sorriso lindo me fez tremer de amor e excitação.

– Sério mãe? Faz tempo que quero isso.

– Porque não me mandou parar de tomar a pílula antes então? Eu teria parado.

– Eu sei, mas você disse que queria aproveitar por um tempo e eu também.

– Prometo que vou engordar pouco e continuar gostosa depois para continuarmos aproveitando.

– Mãe, você aos 37 anos parece ter 27 e tenho certeza que vai continuar a ser a mulher mais linda e gostosa que já vi. Vamos aproveitar muito e prometo que dessa vez não passará necessidade na gravidez, falou safado.

– Sei que não vou e esse vai ser o último filho sendo menino ou menina. Já terei 3 filhos, mas você poderá continuar fazendo filhos em sua tia porque ela já está ansiosa e sei que quer no mínimo 4.

– Adoro atender os desejos de minhas mulheres. Me sinto tão bem deixando vocês felizes.

Foi a primeira vez que Giuliano se permitiu falar suas mulheres, sempre com um pé atrás mostrando com medo de me chatear.

– Suas mulheres é, o provoquei.

Ele ficou tímido.

– Adorei você ter falado assim. Somos mesmo suas mulheres e não se preocupe porque sei muito bem que sou única e especial, mas sua tia vai gostar de ouvir isso também. Diga a ela como me disse agora. Meu jovem e lindo filho tem duas esposas e faz as duas muito felizes. Para mim, seria impossível estar mais feliz_____espera, se me engravidar, vou ficar ainda mais, então essa é sua dura missão essa semana.

Foi então que ele se deu conta do que eu tinha planejado.

– E meu pai? Ele vai saber que o filho não é dele, mas vai ser bem quanto ele está aqui.

– Pensei em engravidar com ele aqui para que os outros achem que é dele e não desconfiem, pelo menos no começo. Claro que ele vai saber que não é e já está na hora de resolver nossa situação. Só não quero que eles desconfiem que você é o pai, então me dê um bebê parecido comigo desta vez.

A conversa acabou e uma semana de sexo inigualável iria começar, sem que eu imaginasse a intensidade, mesmo tendo a certeza que Giuliano estaria o tempo todo com muito tesão por estar prestes a engravidar novamente a mamãe, desta vez sabendo que fazia isso. Não só ele estava com muito tesão, pois na outra vez foi uma gravidez inesperada e dessa eu ia curtir cada momento do processo.

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Comentários

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Deliciosa a história e o mais gostoso é quando todo mundo sai feliz e satisfeito. A sua segurança e generosidade é muito excitante, e, pra ser sincero, mais que Giuliano é vc quem acaba conduzindo toda a história como a verdadeira matriarca e Alpha, sabe disso. Pra Giuliano é o melhor dos cenários, tem uma mãe e mulher que ele reverencia e embora se parte como Alpha não o é de fato, pois o amor e reverência dele são muito maiores do que isso, mas com a Renata, do Alpha que deseja, cuida, mas sem a mesma reverencia que tem por vc, o que é bem lógico e natural, pelo que conta, ainda ela não aparenta amar Renata, mas talvez isso mude, com a reverência dela por ele e com a convivência e os filhos. Para Renata a mpvidade da maternidade e do Alpha da deixam em êxtase, mas com o tempo o amor e o carinho fazem falta, a falta de sexo faz a relação ruir, mas a falta de amor também, homem suporta, mas mulher não. Dai que vc foi muito sabia e generosa, não deixou que sua irmã passasse com o que vc passou com seu esposo e foi conduzindo Giuliano a começar a se apaixonar pela tia tb. Afinal, os filhos dela serão seus netos-sobrinhos, serão um pouco seus tb. No fim é vc quem irá continuar a ditar as regras na casa, para o equilíbrio de tudo, vc é a rainha e os dois sabem disso. Quanto a seu esposo, a única maneira de não atrapalhar é ser feliz, quem sabe ele encontre um relacionamento hetero ou até mesmo homo e se realize, talvez um relacionamento homo o faria se calar e ser o grande garantidor dessa dinâmica familiar, pois no fim das todos todos os filhos do Giuliano são netos dele. Tudo e família.

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