Era uma tarde de quinta-feira quente pra caralho no morro. O sol batia direto na laje e deixava a casa parecendo um forno. Meu filho Jorge tinha saído cedo pro Uber e só ia voltar depois das dez da noite, graças a Deus. Dentro de casa, só eu e a Raquel, minha nora.
Eu tava de regata folgada e um shortinho largo de algodão, sem sutiã, suando enquanto passava pano na sala. Raquel, essa safada de 24 anos, tava de cropped e short jeans curtíssimo, rebolando sem querer enquanto limpava a mesinha. O corpo dela era uma tentação: bundinha arrebitada, cintura fina, pele brilhando de suor.
O funk tava alto no celular:
“Desce, desce, senta e quica… rebola no pau mas hoje tu vai quicar na amiga…”
— Bota mais alto, sogra! — ela pediu, rindo, já dançando de verdade.
Eu aumentei o volume. O grave entrou forte, batendo no peito e descendo lá embaixo. Raquel começou a rebolar pra valer, jogando o cabelo, descendo até o chão e subindo devagar. De repente virou pra mim com aquele olhar que eu já conhecia.
— Tu não dança não, sogra? Tá com vergonha ou tá velha demais?
Eu ri, larguei o pano e fui pra cima dela. Agarrei aquela cintura fina e comecei a rebolar junto, meu corpo colado no dela. O calor dela misturava com o meu.
— Velha eu, sua atrevida? Olha aqui.
A gente ria, mas o riso foi morrendo quando ela virou de costas e desceu rebolando, encostando aquela bundinha gostosa bem no meu quadril. Eu segurei firme na cintura dela, puxando pra trás, sentindo meu short ficar molhado.
— Para com isso, Raquel… teu marido pode chegar mais cedo — falei, mas minha voz já tava rouca de tesão.
— Ele tá trabalhando até tarde, sogra… relaxa — ela respondeu, virando o rosto e mordendo o lábio inferior.
A safada pegou minha mão e colocou por dentro do cropped dela, em cima dos peitinhos duros. Eu apertei. Respirei fundo. Meu Deus, o que eu tava fazendo? Mas não consegui parar. Ela virou de frente, me olhou nos olhos e me empurrou devagar até cairmos no sofá velho.
Raquel subiu em cima de mim, montando na minha coxa. Começou a rebolar devagar, roçando a bucetinha quente por cima do short fino. Eu sentia o calor e a umidade dela atravessando o tecido.
— Sua safada… tu quer foder a mãe do teu marido? — sussurrei, apertando a bunda dela com as duas mãos.
— Quero faz tempo, sogra… toda vez que tu me olha eu fico molhada — ela confessou, tirando o cropped e mostrando os peitinhos empinados.
Perdi o resto de juízo. Puxei ela pra cima e chupei um peito, depois o outro, mordendo de leve, sentindo o gosto de suor e pele quente. Raquel gemia alto, segurando minha cabeça contra ela.
Tiramos o resto da roupa às pressas. Eu abri as pernas e ela se encaixou perfeitamente. Quando nossas bucetas se encontraram, molhadas e quentes, eu soltei um gemido longo. Raquel começou a tribbar devagar, clitóris roçando no meu, escorregando gostoso.
— Ai, caralho, sogra… tua xota tá tão quente e molhada… — ela gemeu, rebolando em círculos.
Eu agarrei aquela bundinha com força, puxando ela pra baixo, ajudando o ritmo.
— Rebola gostoso, minha nora… mete essa bucetinha safada na da tua sogra… assim, vai… mais forte.
O sofá rangia junto com o grave do funk. Raquel acelerou, deslizando pra cima e pra baixo, clitóris batendo forte no meu. Nossos peitos se esfregavam, suor misturando, bocas se encontrando num beijo molhado e desesperado.
Eu tava louca. Nunca tinha sentido tanto tesão na vida. Aquela nora safada rebolando em cima de mim, gemendo meu nome…
— Eu vou gozar, sogra… goza comigo… — ela pediu, voz tremendo.
Eu subi o quadril, rebolando por baixo com força, clitóris inchado batendo no dela sem parar.
— Goza na buceta da tua sogra, vai… goza pra mim, sua putinha…
Raquel tremeu inteira, gemendo alto no meu ouvido. Eu gozei logo depois, forte, apertando a bunda dela enquanto sentia minha xota pulsar e esguichar um pouco junto com a dela.
Ficamos ali, abraçadas, suadas, respirando pesado. Raquel beijou meu pescoço devagar, ainda com a bucetinha colada na minha.
— Isso vai ficar só entre a gente, né, sogra? — perguntou baixinho.
Eu dei um tapa de leve na bunda dela e sorri, passando a mão nos cabelos dela.
— Claro, minha nora… mas toda vez que teu marido sair pra trabalhar, tu vai vir aqui pra “faxina” comigo. Entendeu?
Raquel riu, mordendo o lábio, e rebolou de leve ainda em cima de mim.
— Sim, sogra.
O funk ainda tocava alto. A faxina ficou esquecida no canto da sala. Eu sabia que isso era errado pra caralho… mas também sabia que ia querer de novo. E de novo.
E que, da próxima vez, eu ia mandar ainda mais.