A história de hoje é sobre meu amigo Jorge. E sobre o tesão mais gostoso e proibido que já senti na vida.
Quando eu tinha uns oito ou nove anos, ele se mudou para a minha rua, junto com o irmão mais velho. Esse irmão sempre teve um jeito afeminado, mas o Jorge não. Era reservado, quieto, com um sorriso tímido que mexia comigo de um jeito que eu não entendia. A gente virou amigo na hora. Em uma dessas tardes de brincadeira, o irmão dele soltou a bomba: “E se vocês dois se beijassem?”. A gente negou na hora, rindo nervoso, mas foi ali, naquele momento de vergonha e curiosidade, que a semente brotou. Um desejo quente e confuso começou a crescer dentro de mim.
O estopim foi numa tarde de esconde-esconde na casa do filho da vizinha. O irmão do Jorge ficou com o outro garoto, e nós, eu e Jorge, nos encontramos escondidos no mesmo quartinho escuro, debaixo de uma cama. O ar estava carregado de uma tensão diferente. Em vez de ficar quieto, Jorge se virou para mim no escasso espaço. Seus olhos brilhavam no escuro. Sem uma palavra, ele se aproximou e nossos lábios se encontraram. Foi um beijo moleque no início, desajeitado, mas que rapidamente pegou fogo. A língua dele invadiu minha boca com uma coragem que eu não esperava. Ele me beijava com uma fome que me deixou tonto. Suas mãos, que antes só empurravam em brincadeiras de luta, começaram a me apalpar, subindo pelas minhas costas, puxando minha camisa. Ele passou a língua na minha orelha – meu ponto fraco, que até hoje me derrete – e eu juro que quase gozei ali mesmo, só com aquilo. Eu retribuía tudo, com a mesma urgência. Naquele dia, com as pernas dele entrelaçadas nas minhas, eu tentei pela primeira vez. Minhas mãos desceram pelo seu shorts, sentindo a bundinha firme e redondinha dele através da cueca. Tentei enfiar um dedo, mas a inexperiência e o nervosismo atrapalharam. Ficamos só na chupação frenética, rolando um no outro, masturbando um ao outro através das roupas até gemermos baixinho e gozarmos juntos, melando nossas cuecas.
A partir daí, sempre que o filho da vizinha ficava sozinho, nós quatro nos encontrávamos. Era nosso clube secreto. Brincávamos, mas a brincadeira sempre acabava em putaria. O irmão do Jorge me deu uma mamada uma vez que me fez ver estrelas, mas meu foco sempre foi o Jorge. Nos escondíamos juntos em todo esconde-esconde só para ter um momento a sós. Em um desses dias, ele estava particularmente com tesão. Esqueceu completamente o jogo. Me empurrou contra a parede do closet e começou a me beijar de um jeito possessivo, uma mão enterrada no meu cabelo, a outra apertando minha bunda com força. Ele sussurrava coisas sujas no meu ouvido enquanto esfregava o pau duro dele contra o meu. Ficamos naquilo até ouvirmos os outros nos chamando, com as calças manchadas e o coração batendo a mil.
Chegamos a ter um lance quase namoro, feito de beijos roubados, toques secretos e promessas de “pra sempre” sussurradas no escuro. Mas a vida não é um conto de fadas. Jorge nunca aceitou bem a ideia de ser gay. E eu, assustado também, comecei a me afastar. A distância física veio quando ele se mudou. Achei que era o fim.
Cinco anos depois. O destino é um filho da puta. Quem eu encontro no primeiro dia de aula na escola nova? Jorge. Agora com 15 anos, mais alto, mais largo nos ombros, mas com os mesmos olhos castanhos que me travavam. Um acordo tácito foi firmado: ignoraríamos nosso passado. Éramos só amigos que se reencontraram.
Até que, no fim do bimestre, eu me enrolei em Biologia. Jorge ofereceu ajuda. “Posso te ajudar, se quiser.” A voz dele tinha uma entonação diferente. Eu sabia que não era só sobre células.
Marcamos de estudar na casa dele, um sábado à tarde, os pais dele tinham saído. A tensão sexual no ar era tão espessa que dava para cortar. Livros abertos, mas nenhum de nós lia uma palavra. Foi ele quem quebrou o silêncio.
“A gente nunca mais falou… daquela época.”
“Não,” eu respondi, minha voz grossa.
“Acha que devia ter continuado?” ele perguntou, olhando fixamente para mim.
Não respondi com palavras. Me levantei, fechei a distância entre nós e o beijei. Foi como acionar um interruptor. Em segundos, estávamos rolando no sofá, roupas voando. A boca do Jorge desceu pelo meu peito, meu estômago, e ele abriu meu jeans sem cerimônia. Quando ele engoliu meu pau, eu arquei as costas e soltei um gemido abafado. A boquinha do Jorge era uma obra-prima. Quente, úmida, com uma língua que fazia movimentos circulares perfeitos na cabeça do meu pau enquanto ele me fodia a garganta fundo. Ele chupava com uma dedicação que nenhuma mina tinha tido, como se conhecesse cada centímetro do meu corpo desde sempre. Gozei na boca dele em poucos minutos, e ele engoliu tudo, limpando o pau babado com a língua.
Ficamos nisso por semanas. Encontros furtivos, mamadas incríveis, mas ele nunca deixava ir além. Até que a minha paciência (e meu tesão acumulado) chegou ao limite.
O Dia: Tirando a Virgindade do Meu Amor de Infância
Marcamos de cabular aula e ir para a minha casa. Meus pais trabalhavam o dia todo. A combinação era clara: íamos “fazer amor”, como ele disse com um romantismo que me deixou ainda mais louco, mas o que eu queria era comer aquele cuzinho branco e perfeito dele de uma vez por todas.
Jorge chegou todo arrumado, cheiroso, com um ar de “fresquinho” que só aumentou minha vontade de dominá-lo, de sujar aquela pureza toda. Começamos devagar, no meu quarto. Beijos longos e molhados, mãos por debaixo das roupas. Eu o deitei na cama e chupei seu pau até ele ficar completamente duro e latejante, prestando atenção em cada gemido que escapava dos seus lábios.
“Hoje vai ser diferente,” eu sussurrei contra a coxa dele.
“Eu sei,” ele respondeu, a voz trêmula. “Só… vai com calma. E usa camisinha.”
Deitei ao lado dele, beijando seu pescoço, suas orelhas, enquanto minhas mãos massageavam a bundinha redonda e firme através da cueca. Tirei as roupas dele devagar, adorando cada pedaço de pele exposta. Quando ele ficou completamente nu, deitado de costas, era a visão mais linda e proibida: seu pau duro contra a barriga, e entre as pernas, aquele cuzinho rosado e virgem, se contraindo levemente de nervosismo.
Lubrifiquei com cuspe e tentei. Ele gritou de dor na primeira pressão.
“Para! Dói demais!”
Tentei de novo, com mais cuspe. Nada. A frustração era enorme.
“Tem que ter óleo, ou algo assim,” eu disse.
“Não quero óleo! Vai sem nada!” ele insistiu, teimoso.
Foi quando tive uma ideia. Dei um beijo profundo nele, distraindo-o, enquanto esticava o braço para peitar um pouco de óleo de cozinha que tinha ficado no criado-mudo de um lanche anterior. Passei uma boa quantidade no meu pau, já latejante e dolorido de tão duro, e depois espalhei generosamente na sua entrada apertadinha.
“Relaxa, amor. Confia em mim.”
Alinhei a cabeça do meu pau com o cuzinho dele. Desta vez, com o óleo fazendo efeito e ele um pouco mais relaxado pelo beijo, a pressão foi diferente. Eu empurrei, devagar, sentindo o anel muscular incrivelmente apertado ceder milímetro após milímetro.
A cabecinha entrou.
Jorge deu um gemido longo, gutural, mas não era só de dor. Havia um tom de prazer ali. Ele me puxou para um beijo molhado e desesperado, sua língua procurando a minha.
“Isso… assim…” ele gemeu no meu ouvido.
Esperei ele se acostumar, sentindo o calor absurdo e o aperto quase insuportável do cu dele ao redor só da ponta do meu pau. Depois de um minuto, tirei quase completamente, passei mais óleo em mim e nele, e entrei de novo, um pouco mais fundo desta vez.
“Ahhh, caralho… Jorge…” eu grunhi.
Comecei um vai-e-vem curto, apenas com a cabeça, sentindo ele se abrir para mim. Cada pequena investida era um êxtase. Ele gemia a cada entrada, suas unhas cavando minhas costas.
Não aguentei mais. Virei ele de bruços, empinei aquela bundinha perfeita no ar e me posicionei atrás. A visão era de tirar o fôlego: meu pau enorme prestes a desaparecer novamente naquele cuzinho virgem e branco.
“Vou te foder agora, sua putinha linda.”
E meti. Desta vez, fundo.
Jorge gritou, um grito abafado no travesseiro. Eu não parei. Agarrevi seus quadris com força e comecei a meter com um ritmo constante e profundo, sentindo cada centímetro do meu pau ser engolido por aquela passagem quente e apertada. Era melhor do que qualquer fantasia. Foder o cuzinho do Jorge, meu amigo de infância, era a realização de um desejo de anos.
Apertei seu pescoço com uma mão, puxando seu rosto para o lado para beijá-lo com violência enquanto minha outra mão segurava seu quadril com força, puxando-o contra minhas estocadas. Fiz um chupão forte no pescoço dele, marcando-o como meu.
“É isso, toma pica! Toma no seu cuzinho apertado!”
“Ai, caralho… vai… vai mais fundo!” ele gritava, entre gemidos e queixos de dor que se transformavam em prazer.
Eu estava enlouquecido. O som dos nossos corpos batendo, dos meus ovos batendo contra ele, o cheiro do sexo e do suor… Eu estava fodendo o cu do Jorge como um animal, e ele estava tomando tudo, sua bunda empinada oferecida para mim.
Depois de uns minutos assim, ele começou a gemer de um jeito diferente.
“Para… tá doendo muito… goza logo, por favor,” ele pediu, ofegante.
Eu parei por um segundo. “Tô sem camisinha, Jorge. Lembra?”
Ele virou o rosto para trás, com os olhos marejados e a boca inchada de beijos. O olhar dele era de uma submissão completa, de uma putice pura que me eletrizou. Então ele falou, com uma voz rouca e sensual que nunca vou esquecer:
“Então goza dentro. Goza no cuzinho da sua puta, seu gostoso.”
Essas palavras foram a sentença final. Com um rugido abafado, eu enterrei meu pau até as bolas no cu dele e explodi. Jorrei como nunca havia gozado antes. Ondas e ondas de porra quente inundaram as entranhas dele enquanto eu tremia e grunhia, segurando-o com força contra mim. Senti cada pulsação do meu pau despejando meu gozo dentro daquele cuzinho que agora era meu.
Ficamos assim por um tempão, grudados, eu ainda dentro dele, ofegantes. Eu dei beijos leves em seus ombros, nas costas.
“Obrigado,” eu sussurrei. “Obrigado por confiar.”
Ele apenas gemeu de resposta.
Quando meu pau amoleceu e saiu, uma mistura branca de óleo e minha porra escorreu do cuzinho arrombado dele. A visão me deixou duro de novo instantaneamente.
Para finalizar, Jorge ainda se virou e, com um sorriso cansado e viciado, pegou meu pau meio mole e o colocou na boca, chupando-o limpo com uma devoção que me fez gemer de novo.
Nos despedimos logo depois – meus pais estavam chegando. Ele se vestiu com cuidado, mancando levemente. Antes de sair pela porta, me olhou nos olhos.
“Até quando?” ele perguntou.
“Até quando você quiser,” eu respondi.
Ele foi embora, com o cuzinho ainda cheio da minha porra, andando devagar para não derramar.
Nunca mais transamos daquele jeito completo, embora tenhamos ficado outras vezes depois. A vida nos levou para caminhos diferentes de novo. Mas até hoje, quando me lembro do sabor da boca dele, do gemido que ele deu quando meu pau entrou, da visão da minha porra escorrendo daquele cu branco e perfeito, eu fico duro instantaneamente.
Não sinto atração por homens. Só sinto um tesão eterno, reprimido e ardente, pelo meu amigo de infância. Pelo Jorge.
E espero, do fundo do meu ser puto e tarado, que um dia a gente se encontre de novo e eu possa comer aquele cuzinho mais uma vez, até ele não aguentar mais gemer.