Decidi publicar a segunda parte do conto, “Descobri que meu pai é uma putinha” para anunciar que estou escrevendo novamente e a terceira parte do conto já está no meu privacy, junto com as novas partes que vou publicar semanalmente sem falta para vocês lá, junto com novos contos, espero que gostem.
Era meu terceiro dia em casa, no segundo dia fiquei isolado no quarto saindo apenas para comer rapidamente, ainda estava chocado com tudo que aconteceu e não sabia como conseguiria olhar na cara do meu pai novamente. Rubinho, ainda andava pela casa e fazia maior bagunça com som alto e pulando na piscina, ainda não conseguia acreditar que ele tinha virado o macho do meu pai e o “dono da casa” tudo aquilo ainda era irreal pra mim, viajando nos meus pensamentos até que escuto batidas na porta.
- Filho precisamos conversar, você não pode ficar trancado ai. - Disse meu pai
Eu apenas ignorava, não estava pronto ainda para lidar com tudo que aconteceu, meu mundo tinha caído eu tinha usado meu pai e descoberto que ele era uma putinha, até ouvi um grito do Rubinho chamando ele no corredor.
- Se arruma cadela que hoje tem festinha e você já sabe como funciona, vai ser empregadinha e obedecer seus machos, entendeu? Se quiser ajudar seu pai viadinho nas tarefas você também pode Dudinha. - Disse Rubinho me gerando um ódio pelo abuso e como meu pai se submetia a isso, ele respondeu falando - Sim, senhor.
Não havia relacionado ainda que ele tinha tinha falado “machos”, até que ouvi o barulho do portão abrindo e vi Carlão o ex segurança e macho que havia exposto meu pai para Rubinho chegando, da minha janela vi ele abraçando Rubinho, e meu pai se aproximando dos dois sendo recebido por um tapa na cara forte que consegui ouvir o estalo, gerando uma risada do Rubinho e do Carlão que disse.
- Viadinho putinha tem que me receber de joelhos, você ainda não adestrou essa cadela inferior, Rubinho? - Disse Carlão mostrando a inferioridade do meu pai que até alguns dias era a figura mais máscula que eu conhecia, agora sendo humilhado pelo seu próprio ex funcionário.
- Já está bem estrada essa cadela, só deve ter ficado emocionada de ver o primeiro macho dela né viadinho? - Disse Rubinho - De joelhos agora, quero você beijando o pé do meu mano, mostra como você ta adestrada cadela. - Disse estalando mais um tapa no rosto do meu pai que rapidamente se ajoelhou e obedeceu pedindo desculpas.
Eu não podia acreditar naquilo, durante a tarde as humilhações se sucederam, eles ficaram na piscina sendo servidos pelados com meu pai de avental e usando apenas uma gaiolinha no pau, ele servindo e sendo humilhado de todas as formas, pagou até a droga que vi um traficante levando para eles usarem, levava bebida na taça e também era usado sexualmente mamando a rola dos dois sem nenhum pudor.
- Isso chupa viadinho mostra como você nasceu para servir macho cadela. - Dizia Rubinho forçando a garganta do meu pai no seu pau.
- Ta precisando de dinheiro mano? Quando você sair daqui esse otário vai te pagar por ter usado ele e ele sabe que nasceu para servir e melhorar a vida de alpha como a gente né putinha? - Rubinho falava enquanto meu pai apenas gemia concordando sem questionar. - Afinal você que me colocou nessa fita, agora vamos usar tudo desse otário.
Carlão ria sem parar e até que resolvi descer até a cozinha com fome para buscar algo para comer e ele me viu, assustado perguntou para o Rubinho que contou tudo que havia acontecido para ele que começou a rir e foi até a mim falando
- Eai Eduardinho, então descobriu a verdade sobre o papai? Deve ter sido um choque para você que sempre foi nariz em pé ver o seu pai assim né? - Disse ele passando a mão no pau sem vergonha nenhuma.
A alguns meses ele era empregado e não me dirigia a palavra e anda apenas com uniforme, agora estava na minha cozinha pelado e usando meu pai enquanto debochava de mim, era tudo inacreditável, Rubinho veio até a cozinha e meu pai veio ajoelhado atrás parando entre os dois
- Agora quem é patrão aqui é a gente né meu mano? Finalmente essa casa tem homens de verdade. - Disse Rubinho me olhando.
- Não duvido nada desse aí ser igual ai pai viadinho. - Falava Carlão rindo junto com Rubinho.
Meu pai só ficava de cabeça baixa como ele tinha perdido toda moral, não defendia o próprio filho, fui para cima de Carlão que me empurrou fazendo eu cair no chão, ele era maior que eu. Meu pai tentou se levantar para me ajudar e levou um tapão na cara de Rubinho mandando ele ajoelhar novamente, que obedeceu calado.
- Viado se você tentar vim pra cima de mim denovo eu vou te arrebentar e te expulsar dessa casa? - Carlão
Eu não conseguia acreditar que estava sendo ameaçado dentro da minha própria casa, resolvi me levantar e disse que iria embora que nunca mais queria ver meu pai e iria atrás dos meus direitos como filho, ele nada dizia. Quando me levantei Rubinho me segurou e disse que eu não iria sair dali sem assistir um showzinho antes, Carlão entendendo sorriu de um jeito safado e foi até meu pai.
- Abre a boca vadia que eu quero me aliviar. - Meu pai abriu a boca e o primeiro jato de urina caiu dentro, ele engolia até não conseguir mais começando a vazar e molhando ele e o chão. Eu estava chocado com tudo aquilo parecia uma pessoa que eu nunca vi na vida ali eu realmente nunca conheci ele.
Rubinho me segurava pelado por trás me encoxando e rindo e falando que se eu quisesse daquela bebida ele tinha para me dar também, eu tentava me soltar gritando e me debatendo. Até que Carlão começa colocar meu pai para limpar a cabeça do pau dele e depois um boquete revezando entre tapas e socando fundo na garganta.
- Isso viadinho chupa até o talo sem reclamar. - Ele me olhava rindo enquanto fazia meu pai engasgar que nem ligava mais para a minha presença ali.
Eu sentia o pau de Rubinho duro atrás de mim, e todo aquele clima e a raiva que eu estava sentindo começaram a dar espaço para um outro sentimento, meu pau começava a dar sinal dentro da cueca, eu estava ficando excitado com toda aquela situação, eu não podia acreditar, e Carlão percebeu quando o volume se formou no shortinho fino que eu usava e falou para o Rubinho.
- Olha o viadinho filho ta de pau duro sendo encoxado por você meu mano, essa família só tem viado mesmo, ou será que tá com inveja do pai mamando, tem para os dois em… - Carlão falava enquanto Rubinho me soltou me jogando ajoelhado no chão
- Presta atenção viado, não quero você se mexendo quero você olhando tudo. - Ele falava segurando meu cabelo com força e indo até meu pai fazendo ele revezar na pica dele e de Carlão.
Meu pai mamava sem parar enquanto era humilhado, cuspiam na cara dele e faziam eles engasgar dando sequência de tapas, meu pau já manchava a frente do meu short de pré gozo.
- Fala para o seu filhinho como é bom mamar os nossos paus fala, incentiva ele a seguir o pai dele já que você sempre foi exemplo. - Rubinho dizia
Meu pai me olhava buscando coragem e finalmente escutei sua voz falando
- É muito bom chupar e servir homens de verdade meu filho, depois que você se liberta percebe que nasceu para fazer isso, eles são homens diferente de mim. - Ele disse voltando a mamar
- Ouviu seu pai? Se você quiser se ajoelhar com ele você também pode servir a gente, vai ser duas cadelinhas para dois machos, virar nossa empregadinha também e vai ser adestrada que nem ele. - Rubinho dizia vindo em minha direção com o pau duro apontado para o meu rosto.
Eu tremia não sabia o que estava sentindo naquele momento, não sabia mais nem se me conhecia, o que estava acontecendo com a minha vida? Como tudo mudou tão rápido? Eu ajoelhado na cozinha junto com meu pai e meu amigo de infância e o ex funcionário humilhando a gente pelados de pau duro, enquanto meu pai mamava e apanhava sem parar, Rubinho já estava chegando com o pau a poucos centímetros do meu rosto…
A terceira parte com muita putaria e fetiches já está disponibilizada no meu privacy, junto com atualizações semanais que vão ser publicadas do conto por lá, assinem e gozem bastante putinhas e quem quiser adquirir pelo telegram também vendo os contos por lá é só procurar por @Nvc20c ou pelo twitter @MatheusDot20
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