Boa noite galera,
Passando para comentar mais um evento da minha vida...
Mika foi embora, pois iria viajar para o Nordeste com a família, ficar um tempo por lá. Ela é assim mesmo, não tem raízes fixas, a não ser para com os amigos.
E eis que há duas semanas, quase chegando no sítio, sofri uma queda e quebrei a perna esquerda ao deslizar numa curva de bike e cair ribanceira abaixo. O tombo foi bem feio, pois fiquei todo ralado, mas consegui chamar resgate antes de desmaiar.
Acordo na ambulância, e pelas curvas estava ainda na Fernão Dias, à minha direita Laís. Olhos castanhos rosto bem jovem, pele bonita, perfume gostoso. O médico ao lado sorri
- Que perfume gostoso... é a única que digo após apagar novamente.
mais tarde e já próximo ao hospital acordo novamente e mais "inteiro", a vejo segurando minha mão, e abrindo um sorriso ao me ver acordado. Faz o protocolo de emergência, perguntando se a compreendo, pergunta dados, e tudo parecia muito longe ainda, e não conseguia falar tudo que ouvia, mas seu perfume invadia e direcionava meu pensamento.
Respondi o possível para aquele momento, e lhe agradeci por me guiar, e isso a fez ficar pensativa. Ela me deu o telefone, o que não é comum nessas situações. Acordo no hospital no dia seguinte, perna enfaixada. Não precisaria de gaiola com parafusos, mas os cortes foram bem extensos, quebrei algumas costelas, enfim, pacote completo de guerra.
Um papel ficou entre o celular e a capinha. Laís.
- Obrigado pelo elogio, ligue quando estiver melhor.
Dois dias internado, e chamo a ambulância para me levar para o sítio. Apesar de ser um sítio, tenho o caseiro e a esposa que são vizinhos e podem vir me visitar, e lá tenho mais espaço para circular e me cuidar.
Chego no sítio, e o caseiro já havia montado uma cama na sala, para eu não me deslocar muito, e toda a casa era larga o suficiente para me deslocar com cadeira de rodas e muletas. Tudo estava relativamente fácil alcance para me virar. Eles sabiam que eu era duro na queda, e que não gostaria de cuidados extensivos.
Mas, não seria tão fácil. O banho seria um desafio. O corpo todo doía demais. Laís. Resolvi ligar
- Olá tudo bem? eu tenho guardado esse número de uma ambulância que me resgatou. Meu Nome é Rafael
- Sei quem é! está melhor?
- Todo doído, mas estou bem sim, já estou em casa
- Ah que bom, fico feliz em saber. Não é protocolo ligarmos para resgatados, mas o que me disse aquele dia animou minha semana toda. Obrigada
- Obrigado a vocês por salvar minha vida ali. Seu perfume me guiou de volta. Parabéns pela beleza de profissão
- Nossa, vc é galanteador mesmo todo quebrado KKKK
- Cavalo amarrado também come no pasto né?
Falamos amenidades, e expliquei que estava com dificuldades de ir tomar banho, e pedi orientação. Ficar em pé não era possível ainda, e não tinha cadeira de banho. Laís pediu meu endereço, e gentilmente tentei negar, mas seria o melhor a fazer em aceitar ajuda.
2h depois ela chegou com uma maleta e uma cadeira de rodas, pois paguei um uber para traze-la. Eu estava com um short de pijama e sem camiseta, para não grudar tecido nos ralados. Diferente da roupa de emergência, estava com uma legging branca, jaleco e uma blusinha. Coxas grossas, típicas de quem malha pesado, sorriso largo, pele morena e olhos castanhos claros, e cabelo loiro com luzes. E baiana do tempero forte para uma baixinha de 1,5m
Me sentia fedido, apesar de estar limpo.
Laís elogiou a casa grande, o lugar, a visão da piscina, e me ajudou a ir para o banho. Fiquei obviamente envergonhado de outra pessoa precisar em dar banho sentado no box do banheiro.
- Desculpe ficar pelado na sua frente, e mais ainda por precisar de ajuda para tomar banho. Acredito que seja só por hoje mesmo, amanhã eu vou me esforçar para fazer isso tudo sozinho. Eu consigo...
- Não se preocupe meu lindo, que vc precisa ir mais devagar.
Ela sem desanimo nenhum seguiu cantarolando, esfregando todo meu corpo, enxaguando, secando. No meu pau seu tom de cantar mudou, abrindo um sorriso ao esfregar ele, passando o sabonete no meu pau, nas bolas, depois enxaguando. Eu estava morrendo de vergonha com a situação.
Banho tomado, ela perguntou onde deixo roupas limpas, e lhe indiquei meu quarto e a gaveta certa. Logo depois voltou com outro short e me ajudou a colocá-lo. Mais tranquilo, sentei na cadeira de rodas e lhe ofereci o sofá para descansar um pouco.
- Vou na cozinha e trago algo pra vc comer OK? Pode ficar aí mesmo.
Numa cadeira de rodas, muita coisa fica inacessível. Por sorte, meu caseiro baixou a air fryer, o microondas, mixer, e meu freezer é embaixo. Saquei uns petiscos congelados, bati um suco no mixer e pouco depois estava carregando na cadeira de rodas.
- Oxi homi, não devia estar fazendo tudo isso! Tú é um cabra teimoso da moléstia mesmo
- É um pequeno agradecimento, é o que consigo fazer agora. Mas quando estiver recuperado, prometo lhe fazer algo especial
E a conversa fluiu com sorrisos, cuidados com curativos. Um dos curativos foi bem na virilha direita. O guidão da bike virou e antingiu a coxa. 2mm para o lado e teria perdido uma das bolas, 2cm para dentro, tinha atingido a artéria femural, e a morte seria inevitável. Para mexer no curativo, ela tinha de colocar meu pau de lado, e fazer o cuidado na região. Deu um sorriso besta com a situação, e ela já faceira
- Oh pecado da carne, meu painho, e minha bolsa família só a miséria.
Rimos alto e descontraídos, e perdi um pouco da vergonha com a situação ali, e pude relaxar mais.
Laís voltou outros dias, pois lhe acertei o pagamento pelos cuidados, e o programa era o mesmo. Banho, curativos, risadas, e ela ia ficando um pouco mais, pois apesar de eu ser pesado, não lhe dava trabalho demasiado. Assistia uma TV, sentava na varanda para ver o pôr do sol enquanto conversava amenidades
- Rafa, tu não tem mulher não? Com tudo isso aqui, deve ser um abatedouro né?
- Nem tanto, vez ou outra aparece uma alma caridosa querendo um carinho gostoso e sou apenas uma ferramenta do desejo. Sou divorciado e desde então tenho aproveitado apenas o presente. Meu único compromisso é o aqui.
- Nossa que massa...
Dia seguinte ela veio de shorts, blusa, uma mochilinha, e chegou pela manhã bem cedo. Eu havia feito ovos mexidos ( única coisa que tinha na geladeira), e suco de poupa de abacaxi. Quando chegou, mesmo de costas sabia que era ela pelo perfume entrando pela casa.
- Já sei que é você pelo maravilhoso perfume. Que mulher cheirosa!
- Ah obrigada meu lindo, que café gostoso!
E ficamos ali conversando, ela cuidou de mim novamente, e mesmo mais íntima, havia ainda todo um respeito. Assim que terminou de cuidar dos meus ferimentos, sentou no sofá, eu na cadeira de rodas, e voltamos a conversar
- Rafa, lembra o que me disse na ambulância?
- Só do seu perfume, e de agradecer...
- Não. Você me deu uma cantada belissima. Eu me meu parceiro rimos, mas fiquei super lisonjeada. Por isso deixei meu telefone com você.
- Ah que legal, e obrigado por estar aqui cuidando de mim. De verdade, e com todo respeito. É difícil pra mim depender de outra pessoa para o básico de um banho né, ficar pelado e trocar de roupa...
- Que roupa, que vc só fica nesse shorts com essa jeba brilhando pra lá e pra cá? kkkk Aliás, que jeba hein... nossa dá até água na boca
- É... bem, agora vc me deixou sem graça
Rimos, não dava mais para disfarçar. Esse dia estava um pouco frio mas o sol estava quente o suficiente para ficarmos na área externa, onde fomos ficar conversando. Laís, doida por água, pediu para dar um mergulho, e permiti. Ela foi rápido trocar de roupa, e mesmo com a água fria, salto na piscina, como uma criança, dando piruetas, tirando fotos, ligando para amigos, etc.
Não podia deixar de perceber. Junto do bikini laranja, uma pele morena, com marca de fita, coxas enormes, bunda em formato de pera, e seios pequenos. Típica baixinha bunduda. Seu rosto diminuto lhe dava um aspecto adolescente, mas ela tinha já seus trinta e poucos anos.
- Nossa que delicia! Voltava ela com o brilho nos olhos de uma criança
- Que delícia mesmo! Eu que o diga!
- Besta, estava falando do lugar seu abusado
- Eu também! mas seu belo corpinho e esse sorriso também deixaram a área mais linda ainda!
Pronto, já virou várzea. Início de noite chegando, Laís pergunta se precisaria de banho, lhe respondi que dava pra segurar até o dia seguinte, e lhe perguntei se gostaria de dormir lá, pois uber poderia não chegar a noite alí. Ela se nega a acreditar, e resolve ir embora.
Chama Uber, 99, taxi, carona, ninguem aceita vir até o local. Vai dando 19, 20, 21h. Nada. Ela não sabia dirigir também, e eu não poderia dirigir. Ligou para uma amiga, que viria lhe buscar, respirou fundo. 40 min depois, recebeu por mensagem que não daria.
- Laís, dorme aí, toma um banho, come algo, descansa e amanhã vc vai embora.
- Tudo bem então.
- Fomos pra cozinha fazer um lanchinho, e acabei derrubando o suco no meu corpo, maionese nela, uma lambança só...
- Ai meu deus, ainda bem que não é nada quente né? Parece criança. Esse banho vou cobrar extra hein? fiquei toda suja também
- Claro Laís, desculpe! Só quis te fazer um lanchinho, não consigo cozinhar ainda.
No banho, o esfregar não era mais protocolar, era carinho, desejo, e antes da minha cabeça, meu corpo sentiu isso, e não deu tempo de reagir contra isso. Quando ela virou pro lado para pegar mais sabonete e voltou estava lá. Meu pau brilhando duro feito pedra, apontando pra cima, quase na cara dela.
Laís enrubesceu na hora, e lhe pedi desculpas. Ela disse que era normal, que logo ia baixar. Esfrega daqui, esfrega de lá, enxagua, esfrega, vira, volta, e ele lá, pronto pra batalha
- Menino, faz quanto tempo que não dá umazinha?
- Aproximadamente umas duas semanas, desde que minha amiga foi embora. Quando estava aqui eram umas 3 vezes em dias corridos.
- Nossa... em em dias normais
- Ah era bem mais...
- Nossa... rapaz... tú é uma máquina então
- Nem tanto minha linda. É só carinho mesmo
- Vou terminar aqui e tomar meu banho também...
- Porque não aproveita que está aqui e já toma seu banho. Prometo não te atrapalhar....
- Engraçadinho, vc não está em condições de fazer nada...
- Por que não. Meus braços estão livres!
Laís já estava doida pra dar, e aquilo era só uma desculpa. Laís esfregou meu pau, dava sentir que sua boca encheu de água. Ao lavar minha virilha, pegou meu pau e o apertou com um pouco de força, passou sabonete nas bolas, depois no pau, puxando da base até a cabeça, enxaguou, olhando fixamente pra ele.
- Tudo bem Laís? Não quer aproveitar e tomar um banho agora também? Com seu tamanho, só consigo te ajudar a lavar suas costas melecadas.
O banho já tinha demorado bem mais que o normal, e Laís acabou cedendo. Tirou a roupa e voltou. Se meu pau estava duro, agora então quebraria uma parede. Seu corpo com as marquinhas, bucetinha lisinha era uma delícia. Ainda fico de pau duro de lembrar...
- Caralho....
Laís entrou, me deu o sabonete, esponja e virou de costas apoiada na parede. Segurei seu cabelo com duas voltas na mão, puxei de lado, e disse no seu ouvido, sussurrando, e dando uma mordiscadinha na orelha
- Esse perfume ficou bem melhor agora de pertinho
- hmmm
Passei a esponja e fui descendo, subindo, com cuidado para eu não cair, e puxei ela para mais perto. Agora só com o sabonete líquido nas mãos, passei a espalhar no seu corpo. Cheguei nos seios, apertando levemente os bicos. Laís gemia baixinho, e meu pau lateja nas suas costas. Enxaguei, e com um pouco de esforço desci pelo seu ventre. A buceta já estava enxarcada, escorrendo pelas pernas, quando passei os dedos em volta, ela não aguentou...
- Aí que delícia, que vontade...
Vou continuar na próxima parte