A Noite do Cosplay Erótico – Quando os Personagens Transaram de Verdade

Um conto erótico de CasalBisexPA
Categoria: Grupal
Contém 3532 palavras
Data: 03/05/2026 22:52:39

A Noite do Cosplay Erótico – Quando os Personagens Transaram de Verdade

Éramos oito amigos. Amigos que já tinham se visto nus, que já tinham trocado casais, que já tinham se comido em todas as posições possíveis. Mas essa noite ia ser diferente. Era a festa a fantasia. E não era uma fantasia qualquer – era cosplay erótico.

Cada um escolheu um personagem. E a regra era clara: você teria que transar como aquele personagem. Falar como ele, gemer como ele, gozar como ele.

Carol (29 anos) se fantasiou de Mulher Invisível. Sim, a da Marvel. Mas com um toque especial: ela usava uma capa transparente e, por baixo, um body de silicone transparente que deixava os seios, a buceta e o cu completamente à mostra. Quando ela ficava imóvel, parecia invisível. Quando se movia, os contornos do corpo apareciam – os mamilos duros, os grandes lábios, a fenda da bunda.

Tatiana (31 anos) se fantasiou de Mulher Aranha. O macacão vermelho e azul, mas com os seios de fora e a buceta cortada no meio. A máscara cobria o rosto, mas os olhos dela brilhavam. As teias de aranha não eram de plástico – eram de látex, amarradas nos pulsos, nos tornozelos, no pescoço.

Letícia (28 anos) se fantasiou de Dafne do Scooby-Doo. O vestido roxo, a gravata laranja, o cabelo ruivo preso em rabo de cavalo. Mas o vestido era tão curto que mal cobria a bunda. E não tinha calcinha. Cada movimento deixava a buceta à mostra.

Juliana (30 anos) se fantasiou de Branca de Neve. O vestido azul e vermelho, a gola amarela, o laço no cabelo. Mas o vestido era aberto na frente, preso apenas por fitas de cetim. Bastava puxar uma fita, e o vestido caía. Ela tinha uma cesta de maçãs – mas as maçãs eram brinquedos sexuais: um vibrador, um plug, um consolo pequeno.

Tatiana B. (27 anos) se fantasiou de Wandinha. O vestido preto, a saia plissada, a gola branca, as meias até o joelho, os sapatos brancos. Mas por baixo do vestido, ela usava apenas um cinto de couro com um consolo acoplado. O rosto sério, a expressão de poucos amigos, os olhos mortos.

Amanda (29 anos) se fantasiou de Sininho (Peter Pan). O vestido verde, as asas de cetim nas costas, os sapatos de fada. O vestido era tão curto que a bunda aparecia quando ela voava – e ela vivia "voando" pela sala, pulando, dançando, levantando o vestido de propósito.

Marcos (32 anos) se fantasiou de Flash. O macacão vermelho justo, o raio na frente. Mas o macacão era aberto nas costas, deixando o cu e a bunda à mostra. O capuz cobria o rosto, mas a boca ficava livre – para chupar.

Gustavo (30 anos) se fantasiou de Batman. A capa preta, a máscara com as orelhas pontudas. Mas o uniforme era uma sunga de couro preto, deixando o pau (médio, mas grosso) marcando. E o cinto de utilidades do Batman não tinha spray de gás ou granadas – tinha lubrificante, camisinha e um plug anal.

A festa foi na casa da Carol. Sala ampla, piscina, som ambiente. Luzes coloridas. Uma pista de dança improvisada na sala. E no centro, uma cama redonda – porque todo mundo sabia que não ia só dançar.

Eu era o Marcos. O Flash. Entrei correndo (literalmente) pela porta, fazendo pose.

— Cheguei! – gritei, com o capuz cobrindo o rosto.

Carol (a Mulher Invisível) estava parada no canto, imóvel. Só dava para ver os contornos do corpo. Quando eu cheguei perto, ela se moveu, e a luz bateu nos seios, na buceta, no cu.

— Você chegou correndo? – ela disse. – Eu nem vi.

— Porque você estava invisível.

— E você estava rápido demais.

Ela riu. Me beijou. A língua dela entrou na minha boca. As mãos desceram para o meu pau por cima do macacão.

— Já está duro?

— Já.

— Até que enfim. Vocês todos demoraram.

Tatiana (Mulher Aranha) entrou pela janela. Escalou o pé direito, subiu, se pendurou no lustre com uma das teias de látex. Desceu de cabeça para baixo, a buceta apontando para o teto, os seios balançando.

— Alguém me prendeu? – ela perguntou, com a voz de Aranha.

— Eu prendo – Gustavo (Batman) disse, entrando pela porta.

A capa preta arrastava no chão. A máscara cobria metade do rosto. O pau já estava duro marcando a sunga de couro.

— Batman de pau duro? – Letícia (Dafne) disse, entrando. – Scooby não vai gostar.

— Scooby é um cachorro – Batman respondeu. – Eu sou o Batman.

— E eu sou a Dafne. Resolvendo mistérios. E o mistério hoje é: quantas pessoas vão gozar?

Ela sentou no sofá, abriu as pernas. O vestido roxo curto subiu. A buceta apareceu – lisa, rosada, molhada.

— Eu começo – Juliana (Branca de Neve) disse, descendo as escadas como se fosse uma princesa.

O vestido azul e vermelho balançava. As fitas de cetim dançavam. A cesta de maçãs na mão.

— Quer uma maçã?

— É vibrador? – eu perguntei.

— É. E está ligado.

Ela tirou o vibrador da cesta. Ele vibrava baixo. Ela passou na minha boca primeiro – a ponta vibrando nos meus lábios. Depois desceu para o meu pau por cima do macacão.

— Isso é veneno? – eu perguntei.

— É o veneno do amor.

Ela tirou o vibrador da minha boca. Enfiou na própria buceta. O vestido abriu. As fitas se soltaram. O corpo dela apareceu – seios médios, buceta peluda, os pentelhos pretos.

— Branca de Neve peluda? – Tatiana Aranha disse, descendo do lustre. – Os anões vão adorar.

— Os anões não foram convidados. Só os putos.

Wandinha (Tatiana B.) entrou sem fazer barulho. O vestido preto justo, a gola branca, as meias até o joelho. O rosto sério. Os olhos mortos. O cinto de couro com o consolo aparecia por baixo da saia.

— Vocês estão fazendo muito barulho – ela disse. – Isso vai acordar os mortos.

— Os mortos estão no cemitério – Carol (Mulher Invisível) disse, aparecendo do nada. – Aqui só tem vivos. E pelados.

— Ainda não. Mas vamos.

Sininho (Amanda) entrou voando. As asas de cetim nas costas. O vestido verde tão curto que a bunda aparecia a cada passo. Ela deu uma pirueta e parou no centro da sala.

— Eu quero pó de fada – ela disse.

— Pó de fada?

— Pó de fada é tesão. Todo mundo sabe.

— Então vamos fazer tesão.

Carol, a Mulher Invisível, apagou as luzes. A sala ficou escura. Apenas a luz negra iluminava os contornos dos corpos. Os vestidos brilhavam – o roxo da Dafne, o verde da Sininho, o preto da Wandinha.

— Quem consegue me encontrar? – ela disse, invisível na escuridão.

As mãos apalpavam o ar. Tatiana Aranha encontrou primeiro. Agarrou os seios de Carol pelos lados.

— Achei.

— O que você vai fazer comigo?

— Vou te comer. Com a minha teia.

Ela amarrou os pulsos de Carol com uma das teias de látex. Puxou para o centro da sala. Deitou ela no tapete.

— Agora você está visível. E vai gemer para todo mundo ouvir.

Tatiana enfiou a língua na buceta de Carol. Carol gemeu. O corpo dela apareceu – a capa transparente brilhou sob a luz negra, os seios, a buceta, o cu.

— Isso, Aranha – Carol gemia. – Chupa a minha buceta invisível.

— Não está mais invisível. Está molhada.

— Molhada de tesão por você.

Tatiana lambeu até Carol gozar. Enquanto isso, Branca de Neve oferecia as maçãs para os outros.

— Quer uma? – ela perguntou para Batman.

Gustavo (Batman) pegou o vibrador. Passou na própria boca. Desceu para o pau.

— Quer provar?

Branca de Neve ajoelhou. Chupou o pau de Batman. A máscara do homem-morcego balançava.

— Isso, Branca – ele gemia. – Chupa o pau do Batman.

— O Batman não tem pau – ela disse, com a boca cheia.

— Tem sim. É o meu.

— Então você não é o Batman. Você é o Gustavo.

— Hoje eu sou os dois.

Wandinha observava tudo de canto. As meias até o joelho, os sapatos brancos, o rosto sério. Ela não ria. Não gemia. Só assistia. Até que Sininho voou perto dela.

— Você é Wandinha?

— Sou.

— A Wandinha que mata gente?

— A Wandinha que mata gente com tesão.

Ela puxou Sininho pelo braço. Abriu o vestido preto. O cinto de couro apareceu – o consolo preto, duro, apontando para cima.

— Você vai me matar? – Sininho perguntou.

— Vou. Com esse.

Ela enfiou o consolo na buceta de Sininho. Sininho gritou – era grosso, muito grosso.

— Isso, Wandinha – Sininho gemia. – Me mata. Me fode. Me mata de prazer.

Wandinha não falou. Só meteu. O consolo entrava e saía, entrava e saía. O som molhado.

— Goza – Wandinha disse, a primeira palavra.

Sininho gozou. O corpo tremeu. As asas de cetim balançaram.

Dafne (Letícia) estava no sofá, de pernas abertas, se masturbando com os dedos. Ela chamou Flash (eu) com o dedo.

— Vem cá, veloz.

— Estou aqui – eu disse, aparecendo ao lado dela.

— Você é rápido mesmo.

— É o meu poder.

— O meu poder é resolver mistérios. E o mistério hoje é: o seu pau cabe inteiro na minha boca?

— Vamos descobrir.

Ela abriu a boca. Eu enfiei. Cabia. Ela chupou fundo, engasgou, lambeu as bolas.

— Resolvido – ela disse, depois de tirar.

— Qual era o mistério?

— O mistério era que eu queria chupar o seu pau. E chupei.

— E agora?

— Agora eu quero você me comendo.

Ela virou de quatro no sofá. O vestido roxo subiu. A buceta lisa, molhada, o cu piscando.

Enfiei. Meti devagar, depois rápido. Ela gemia.

— Isso, Flash – ela gritava. – Me come com a velocidade da luz.

— A velocidade da luz é rápida demais. Você não ia sentir nada.

— Então me come devagar. Para eu sentir cada centímetro.

Meti devagar. Ela gozou.

Enquanto isso, Batman comeu a Mulher Invisível (que já tinha aparecido depois do orgasmo). Branca de Neve chupava a Mulher Aranha. Sininho cavalgava no consolo de Wandinha. Eu e Dafne gozávamos.

Primeira rodada – todos gozaram.

Depois da primeira gozada coletiva, as fantasias estavam todas bagunçadas. A capa do Batman estava no chão. As teias da Aranha estavam enroladas no pescoço da Branca de Neve. O vestido da Dafne estava levantado, preso na cintura.

— Eu quero trocar de fantasia – Carol disse.

— Trocar como? – Tatiana Aranha perguntou.

— Quero ser a Branca de Neve. E quero que a Branca de Neve seja a Mulher Invisível.

— E a Mulher Invisível vai ser quem?

— Eu vou ser a Wandinha.

— E a Wandinha?

— A Wandinha vai ser a Sininho.

E assim fizeram.

Carol vestiu o vestido azul e vermelho da Branca de Neve. As fitas de cetim amarradas nos ombros. A cesta de maçãs na mão.

Juliana (Branca de Neve original) vestiu a capa transparente da Mulher Invisível. Ficou parada no canto – sumiu.

Tatiana B. (Wandinha original) vestiu o vestido verde da Sininho. Colocou as asas de cetim. Deu uma pirueta.

Amanda (Sininho original) vestiu o preto da Wandinha. As meias até o joelho. O rosto sério. O consolo no cinto.

— Agora a gente transa de novo – eu disse. – Mas agora com as fantasias trocadas.

— E com as personalidades trocadas – Tatiana (agora Sininho) disse. – Eu sou a fada, mas eu sou uma fada malvada.

— Eu sou a princesa – Carol (agora Branca de Neve) disse. – Mas eu sou uma princesa que não espera o príncipe. Eu vou atrás.

— Eu sou a invisível – Juliana disse. Mas ninguém viu onde ela estava.

— E eu sou a Wandinha – Amanda disse. – Mas a Wandinha que chupa pau.

Carol (Branca de Neve) não esperou ninguém. Ela foi direto no Batman (Gustavo), que ainda estava com o pau duro.

— Batman, eu não sou a Branca de Neve original – ela disse. – Eu sou a Branca de Neve que dá para o Batman.

— O Batman não pega a Branca de Neve. A Branca de Neve é do príncipe.

— O príncipe sou eu – eu (Flash) disse, aparecendo do lado.

— Você é Flash. Não é príncipe.

— Hoje eu sou os dois.

Carol sentou no meu pau. O vestido azul e vermelho abriu. As fitas se soltaram. A buceta lisa desceu.

— Isso, Flash – ela gemia. – Me come igual o Batman não consegue.

— O Batman consegue – Batman disse. E enfiou o pau na buceta dela por trás.

Dupla penetração. Eu na buceta, Batman no cu. Carol gritava.

— Isso, seus heróis – ela gritava. – Me fodem. Me salvam do tédio.

Ela gozou. Nós gozamos.

Enquanto isso, Tatiana (Sininho malvada) voava pela sala – as asas de cetim batendo – e pousou no colo de Wandinha (Amanda, com o consolo no cinto).

— Você é a fada?

— Sou a fada malvada. E você é o quê?

— Sou a Wandinha que chupa pau.

— Então chupa o meu.

Tatiana abriu o vestido verde. A buceta apareceu. Wandinha ajoelhou. Chupou a buceta de Tatiana.

— Isso, Wandinha – Tatiana gemia. – Chupa a buceta da fada malvada.

— A fada malvada tem gosto de mel.

— Mel de buceta.

Wandinha chupou até Tatiana gozar. Depois Tatiana pagou o consolo. Sentou nele.

— Agora você me come, Wandinha.

— Eu sou Wandinha. Eu não como. Eu mato.

— Me mata, então.

Wandinha enfiou o consolo. Tatiana gritou.

— Isso, sua fada malvada – Wandinha disse, a primeira frase longa.

Tatiana gozou. Wandinha também (sem pau, mas gozou de ver).

Juliana (Mulher Invisível) apareceu do nada. Estava em cima da cama redonda, de quatro, a bunda empinada. Ninguém viu ela entrar.

— Quem está aí? – Dafne (Letícia) perguntou.

— Sou eu. A invisível.

— Você está invisível. Não dá para te ver.

— Mas dá para sentir.

Dafne enfiou a mão no ar. Encontrou a bunda de Juliana. Enfiou o dedo no cu.

— Achei – Dafne disse.

— O que você vai fazer comigo?

— Vou te comer. Mesmo invisível.

Dafne enfiou o pau (ela não tinha pau, mas tinha um vibrador) na buceta de Juliana. Juliana gemeu – o corpo apareceu por um segundo, a buceta se abrindo, os seios balançando.

— Você fica visível quando goza? – Dafne perguntou.

— Fico. Por isso que eu vou gozar.

Dafne meteu mais rápido. Juliana gozou. O corpo dela apareceu – nua, suada, a buceta vermelha.

— Te peguei – Dafne disse.

— Me pegou.

Gustavo (Batman) teve uma ideia.

— E se a gente inverter? Homem fantasia de mulher, mulher fantasia de homem?

— Com o quê? – Tatiana Aranha perguntou.

— Com as fantasias que sobraram.

Ele vestiu o vestido verde da Sininho (que estava com Tatiana B., mas ela tirou). Ficou ridículo. As asas tortas, o vestido apertado, os pelos da perna aparecendo.

— Você está horrível – Carol disse.

— Horrível de lindo.

— Horrível de feio.

— Mas o meu pau está duro. Isso é o que importa.

Ele levantou o vestido. O pau duro, apontando para cima.

Amanda vestiu a capa do Batman. Ficou com a capa preta, a máscara com as orelhas, e nada mais.

— Eu sou o Batman – ela disse.

— Batman de buceta?

— Batman de buceta. E de pau? Não. Mas tenho consolo.

Ela pegou o consolo da Wandinha (que estava largado no chão) e acoplou no cinto. Agora ela era Batman de consolo.

— Agora a brincadeira começa – eu disse.

Batman de buceta (Amanda) ajoelhou na frente de Sininho de pau (Gustavo). Chupou o pau dele. O capa preta arrastava no chão.

— Isso, Batman – Gustavo gemia. – Chupa o pau da Sininho.

— A Sininho é mulher.

— Hoje eu sou a Sininho homem.

Batman de buceta chupou até ele gozar. Depois virou ele de quatro. O vestido verde subiu. A bunda apareceu.

— Agora vou te comer – ela disse.

— Com o quê?

— Com o consolo.

Ela enfiou. Gustavo (Sininho homem) gritou.

— Isso, Batman – ele gemia. – Come o cu da Sininho.

— A Sininho não tem cu.

— Hoje tem. E está sendo comido.

Ela meteu até gozar (sim, ela gozou sem pau, só de ver).

Enquanto isso, eu (Flash) vesti o vestido da Dafne. Sim, eu. O homem de 32 anos, peludo, pau duro, vestindo o vestido roxo da Dafne. As pernas depiladas (eu tinha depilado para a festa, mas os pelos já estavam crescendo). A gravata laranja no pescoço.

— Dafne de pau? – Letícia (Dafne original) disse.

— Dafne de pau. E você vai ser o Flash.

Ela vestiu meu macacão vermelho. Ficou justo, marcando os seios, a buceta, o cu.

— Agora você é o Flash – eu disse. – E eu sou a Dafne.

— O que a Dafne faz?

— A Dafne resolve mistérios. E o mistério hoje é: o seu pau cabe no meu cu?

— Eu não tenho pau.

— O meu pau. Eu sou a Dafne, mas eu tenho pau.

Ela me virou de quatro. O vestido roxo subiu. A bunda apareceu.

— Dafne de bunda peluda – ela disse.

— Dafne de cu piscando.

Enfiou o dedo. Depois dois. Depois o pau.

— Isso, Flash – eu gemia. – Me come igual a Dafne

— A Dafne não come ninguém. Ela é resolvida.

— Resolvida? Dá para resolver esse mistério?

— Resolvido.

Ela meteu até eu gozar.

Depois das inversões, das fantasias trocadas, das personalidades trocadas, estávamos todos nus. As fantasias no chão, ou penduradas no lustre, ou jogadas na piscina.

— Última rodada – eu disse. – Todos com todos. Mas cada um tem que transar com as características do seu personagem original.

— A Mulher Invisível: tem que transar sem ser vista. Quem consegue?

Carol (Mulher Invisível) se ajoelhou no meio da sala. Ninguém viu. Mas eu senti a boca dela no meu pau. Depois no pau do Batman. Depois no pau do Flash (eu mesmo, mas eu sou o Flash, então ela estava me chupando duas vezes? Confuso, mas gostoso).

Ela chupou todos os paus da sala, invisível. Ninguém viu. Mas todo mundo gozou.

— A Mulher Aranha: tem que transar pendurada.

Tatiana (Mulher Aranha) prendeu as teias de látex no lustre. Subiu. Ficou de cabeça para baixo, a buceta aberta, os seios balançando.

— Quem vai me comer?

— Eu – Batman disse. Ele subiu na escada, ficou na ponta, enfiou o pau na buceta dela de cabeça para baixo.

— Isso, Aranha – ele gemia. – Você fica gostosa de ponta cabeça.

— Você fica gostoso de pau duro.

Ele gozou na buceta dela. Ela gozou no pau dele.

— A Dafne: tem que resolver um mistério enquanto transa.

Letícia (Dafne) sentou no pau do Flash (eu). Eu metia nela enquanto ela fazia pose de detetive.

— O mistério é: quem vai gozar primeiro? – ela disse.

— Você. Sempre você.

— Resolvido.

Ela gozou. Eu gozei.

— A Branca de Neve: tem que oferecer a maçã antes de gozar.

Juliana (Branca de Neve) o vibrador na mão. Ofereceu para Sininho.

— Quer uma maçã?

— Quero.

Sininho chupou o vibrador. Enquanto isso, Branca de Neve enfiou o consolo na própria buceta.

— Agora você – Sininho disse.

— Agora eu.

Branca de Neve gozou. Sininho gozou vendo.

— A Wandinha: tem que transar com cara de poucos amigos o tempo todo.

Tatiana B. (Wandinha) enfiou o consolo no cu do Batman. O rosto sério. Os olhos mortos.

— Você não está gostando? – Batman perguntou.

— Estou. Mas não posso demonstrar.

— Por quê?

— Porque a Wandinha não demonstra emoção. Ela mata.

— Me mata, então.

Ela meteu mais forte. Batman gozou. Wandinha continuou séria.

— A Sininho: tem que voar enquanto transa.

Amanda (Sininho) abriu os braços. As asas de cetim bateram. Ela deu um pulo e ficou suspensa (na verdade, o Batman e o Flash seguraram ela pelos braços).

— Estou voando – ela disse.

— E transando – eu disse.

Enfiei o pau na buceta dela enquanto ela estava no ar. Ela gemeu.

— Isso, Flash – ela gritava. – Me come no ar.

— É o seu poder.

— É o meu prazer.

Ela gozou. Eu gozei. O Batman e o Flash soltaram ela. Ela caiu na cama redonda.

— O Batman: tem que usar os apetrechos do cinto.

Gustavo (Batman) abriu o cinto de utilidades. Pegou o lubrificante. Passou no pau. Pegou a camisinha. Colocou. Pegou o plug. Enfiou no próprio cu.

— Agora eu estou pronto.

— Pronto para o quê? – eu perguntei.

— Para comer todo mundo.

Ele comeu a Mulher Invisível (que já estava visível porque tinha gozado), a Mulher Aranha (que já tinha descido do lustre), a Dafne (que já tinha resolvido o mistério), a Branca de Neve (que já tinha distribuído as maçãs), a Wandinha (que continuava séria) e a Sininho (que estava cansada de voar).

— O Flash: tem que transar rápido.

Eu comi todas as mulheres em menos de um minuto. Gozei em cada uma. Não sei como. Mas foi rápido. O meu poder.

No final da noite, as fantasias estavam todas destruídas. O vestido da Dafne rasgado. O macacão da Mulher Aranha manchado de vinho (e de outras coisas). As teias de látex espalhadas. O cinto do Batman vazio. A cesta da Branca de Neve sem maçãs (os vibradores estavam todos no chão, descarregados).

— Eu nunca mais vou ver a Branca de Neve do mesmo jeito – Letícia disse.

— Eu nunca mais vou ver a Mulher Invisível do mesmo jeito – eu disse.

— Eu nunca mais vou ver o Batman do mesmo jeito – Carol disse.

— Eu nunca mais vou ver a noite do mesmo jeito – Tatiana Aranha disse.

Caímos na cama redonda. Os oito nus. Suados. Fedidos. Felizes.

— A gente devia fazer isso todo mês – Gustavo disse.

— Toda semana – eu disse.

— Todo dia – Amanda disse.

— Eu não tenho fantasia para todo dia – Juliana disse.

— Não precisa de fantasia. Basta a gente.

— E o tesão.

— E o tesão.

Dormimos abraçados. Acordamos no dia seguinte com os corpos colados.

— Cadê a Mulher Invisível? – alguém perguntou.

— Ela está aqui. Só não está se mexendo.

— Então ela está invisível.

— Não. Ela está dormindo.

Carol abriu os olhos.

— Estou aqui – ela disse. – E estou visível.

— E está pelada.

— E está feliz.

— E está fedida.

— E está com fome.

Rimos. Pedimos pizza. A pizzaria entregou às 10h da manhã. O entregador nos viu pelados pela janela. Não falou nada. Mas sorriu.

Fim.

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