A vizinha safada part. 2

Um conto erótico de PM
Categoria: Heterossexual
Contém 463 palavras
Data: 03/05/2026 21:36:48

Mas um dia, mais uma vez, estou aqui escrevendo de saco vazio. Hoje não foi um dia normal, almocei junto do Alisson e Alice.

Hoje ela acertou no cardápio!

Teve jogo, perdemos! Alisson foi indignado e também muito bêbado. Dormiu, Alice o levou para a cama, o filho do casal está na casa da avó paterna, só volta amanhã.

Após o colocar o Alisson pra dormir, ela foi até a sala, chupou meu pau, caramba ele estava igual ferro, ela logo pediu pra eu enfiar nela.

Eu expliquei que tinha que correr porque ainda iria trabalhar, ela só falou:

“Enfia e goza dentro! Não precisa demorar, só quero dormir cheia.”

Não perdi tempo, enfiei nela e tapei a boca dela, gozei litros, escorreu pela pernas dela, pingou pelo chão várias vezes, sujou a chinela do marido dela. Eu estava a dois dias sem comer ela, o marido tava de atestado.

Me fez lembrar outros momentos que tive com ela, já faz 4 meses que como ela, meu deposito de porra! Assim ela diz.

Bem no começo depois da primeira vez, que foi no sofá da minha sala, apenas um boquete com punheta, gozei na boca dela.

Ela engoliu tudo como que bebe água! Lambeu os beiços e lambei todo o meu pau para deixá-lo limpo.

Ela antes de ir embora falou que gostou do que viu.

Eu a perguntei se faz sempre isso.

Ela disse que havia parado, mas vontade não faltava. A dois anos após se mudarem para o apartamento de lado ela nunca mais tinha feito nada disso. Estava fiel.

Falei que gosto do marido dela e não queria estragar a amizade, mas queria comer ela sempre que puder.

Ela me falou que todo dia tá disponível. Ótimo!

A segunda vez foi já no dia seguinte, comi ela na minha casa, ainda tinha receio de transar na casa dela. Mamou pra caralho, botei de quatro e mete com força!

Falei vou gozar! Vou te encher de leite!

“Não faz isso! Eu tomo remédio, meu marido fez vasectomia.”

Eu que não perco oportunidade como essa, respondi:

“Te vira! Mulher casada comigo só vai embora cheia.”

Ela mais uma vez implorou:

“Não! Não pode! Não faz isso que eu me apaixono”

Dando um sorriso sarcástico.

Eu falei:

“Eu sei que tu quer! Abre a bunda com as duas mãos que vou te encher.”

Assim ela fez. Eu gozei bastante, dei umas 8 esguichada dentro, com pressão.

“Ta cheia”, falei.

Ela mordendo a boca, respondeu:

“Safado! Gosta do perigo. Agora vou querer direto.”

“Vai viver cheia, comigo é assim, acostume.”, falei.

“Não mesmo, o corno vai pagar a injeção, digo que é pra outra coisa e ele me dá o dinheiro. Ele é bom pra mim”

Caramba! Fiquei de pau duro lembrando disso agora.

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