Surubinha na Final da Copa do Brasil

Um conto erótico de Taiane
Categoria: Heterossexual
Contém 1294 palavras
Data: 31/05/2026 20:02:52
Última revisão: 31/05/2026 20:07:30

Aí, eu me meto em cada uma. Essa foi no final do ano passado. O João, meu noivo, é carioca e torcedor do Vasco da Gama. Já fui com ele algumas vezes visitar a família dele no Rio, são Vascaínos roxos.

Só que pra minha surpresa, não é que existem outros vascaínos nesse mundo? kkk Os vascaínos vão querer me matar, mas é porque aqui em São Paulo, é dificil ver um.

Para assistir a final, meu noivo e seus amigos organizaram um churrasco na casa de um tal de Marcos. Mora aqui na zona leste, na Sapopemba.

Bom… quando chegamos lá, adivinhem? Eu era a única mulher naquela casa. Acho que tinha uns oito homens. Fui de mini saia jeans, chinelinho havaianas branco e uma blusinha curtinha do Vasco.

Se fosse pra dizer o time que eu torço, eu diria que sou Corinthiana. Mas acredite… até pro São Paulo já torci, por causa de ex-namorado, então na prática não ligo pra futebol. Aí pra agradar meu amor, fui de vascaína.

Quando chegamos, por volta das 15h, foi esse Marcos que veio abrir o portão. Era um negro, careca, já mais velho. Devia ter quase sessenta, talvez. Com uma cara de safado que já me fez molhar só de pôr os olhos em mim.

— Nossa, João… como um cara feio como você consegue uma princesa dessas?

— Ah, não fala assim dele — eu disse, sorrindo.

— Vai dizer que ele não é feio?

Ele levou a mão na minha cintura e apertou de leve.

— Não é não!

Segurou meu rosto e veio me dar um beijo que, se eu não desviasse, teria sido na boca.

— Prazer. Sou Marcos… amigo do feioso.

— Sou a Taiane, noiva dele.

Rimos juntos.

— Já gostei dela — ele falou — vem, vamos entrar.

Muito ousado segurou minha mão e fomos caminhando pelo corredor até lá nos fundos, onde o pessoal estava. O João do meu lado parecia não se incomodar. Fomos conversando, os dois delirando, chutando placares absurdos.

— Fala, rapaziada, essa aqui é a Taiane… minha namorada.

Acredita que o safado disse isso assim, na cara larga, arrancando risos de todos e que logo começaram a tirar sarro do meu noivo. Alguns eu conhecia. Coitado, o João ficou todo sem graça. Os meninos davam tapas na cabeça dele e, enquanto isso, o safado do Marcos virou meu rosto e encostou os lábios nos meus.

Fiquei molhadinha na hora. Acabei correspondendo, dei um selinho, mas em seguida fugi das garras dele.

Fui cumprimentar os demais e foi um tal de me abraçar, apertar, elogiar meu perfume… tudo de forma sutil, sem deixar o João notar, fazendo parecer só brincadeira.

E assim seguimos. Conversando, rindo, bebendo. E volta e meia alguém vinha e deslizava a mão na minha cintura. Uma outra vez, a mão descia na bunda. E eu lá fingindo estar alheia a maldade e as safadezas.

Chegou mais gente, mais vascaínos! Como pode? Onde vivem? Como se reproduzem? kkk Mas tinha um pouco de tudo ali, até um torcedor da Portuguesa daqui de São Paulo apareceu, pra vocês verem como estava exótico aquele churrasco.

Mas ainda bem que chegou mais gente, assim eu já não era mais a única garota. Fiz amizade com as meninas que chegaram, ficamos bebendo juntas. Rindo. Fofocando.

O jogo começou, a sala da casa estava abarrotada.

As meninas foram se ajeitando, com seus namorados, esposos. Mas o meu noivo estava lá na frente sentado no chão, grudado na TV. O Marcos, do lado dele.

Fiquei mais no fundo da sala, e nisso um tiozão, desses com cara de bicheiro, camisa social aberta e corrente no pescoço, chegou por trás de mim, meio de lado, a mão na minha cintura.

— Você tá com essa blusinha do Vasco… mas eu sei você é Corinthians… — ele sussurrou no meu ouvido. Sorri. Virei o rosto e no ouvido dele falei — Mas não fala pra ninguém…

Ele me apertou de leve, me trazendo um pouco mais pra ele. Me deixei levar.

— Eu também sou… — ele falou.

E assim, sem saber como aconteceu, a boca dele colou na minha. Me abraçou bem gostoso por trás e nos beijamos ali. Só que nisso o Corinthians marcou um gol.

Interrompemos o beijo, nem reagi. Olhava fixamente para a TV, não tive coragem nem de olhar em volta fugindo dos olhares, porque é claro que alguns viram o que aconteceu.

A partida recomeçou, e voltamos a nos beijar. O pau dele estava duro roçando. Na maior cara de pau, a mão dele veio pela frente subindo minha saia e entrou dentro da calcinha. Segurei sua mão.

— Vamos lá pra fora — falei, eu deveria estar coradinha. Sentia meu rosto queimar.

Ele abriu aquele riso sem vergonha e afundou dois dedos na minha bucetinha.

Abri a boquinha e tive que me esforçar muito pra não soltar um gemido mais alto ali. Mas nessa hora, vi uma das meninas me olhando sem acreditar.

Então, escapando dele, me pus em direção ao quintal. Ele me alcançou na cozinha, puxou meu cabelo. Me beijou me encoxando, a mão subindo no peito por baixo da blusinha do Vasco. Apertando. E eu ainda sem sutiã. O danado aproveitou.

Ainda bem que a cozinha não era tão perto da sala, tinha um corredor no meio. Mas o que ajudou mesmo foi o volume da TV, estar bem alto.

O safado me encostou na mesa, subiu a saia e rasgou minha calcinha. Nossa depois do jogo, quantos não ficaram olhando por entre minhas pernas quando eu me sentava.

Sem rodeios meteu aquela rola na minha bocetinha. Roludo, grosso. Enquanto o jogo rolava, meio às reclamações dos Vascaínos o safado metia forte me deixando na ponta dos pés. Me apoiei na mesa.

Do nada senti um puxão forte no meu cabelo, meu rosto foi virado e uma outra boca me roubou um beijo. No reflexo nem vi quem era, mas beijei. Beijei de olho fechado. Ele levou minha mão ao pau dele, quando abri os olhos, vi que era um rapaz que chamavam de Pelezinho. Esse tinha uma rola muito, mas muito grande, fui punhetando ele, enquanto o outro ainda me comia.

— Deixa ela peladinha — apareceu outro. Esse era o tal do Alberto. Não gostava dele. Nem meu noivo. Carioca, folgado… muito, mas muito inconveniente. Certa vez, num aniversário de um amigo deles, esse ordinário me agarrou no meio do bar. Me beijou à força. Deu mó confusão.

Só que ali, eles foram tirando minha blusinha, minha saia. Quando assustei já estávamos mais junto da porta da cozinha que dava pro quintal. Pelezinho deitado no chão, com as pernas nos degraus da cozinha que saia pro quintal. Eu cavalgando nele. E o canalha do Alberto do lado de fora, aproveitou a altura dos degraus e fodia meu cuzinho com força. E o bicheiro gozava na minha boca. Caramba nem acredito que aquele cafajeste me comeu.

Depois que Pelezinho e o bicheiro gozaram, voltaram para sala. Fiquei sozinha com Alberto. Me fudeu todinha. Embora tivesse um pau até pequeno, o canalha metia bem. E beijava gostoso também.

Aqueles cachorros me deixaram cheia de porra.

No banheiro, tomei quase um banho de torneira pra aquele cheiro sair um pouco de meu corpo.

Ainda voltei a tempo de ver o Vasco empatar. Todo mundo pulando, foi um tal de apertarem meus peitos kkk Que loucura. Mas como previsto, o Vasco perdeu… e quer saber de mais uma? O bicheiro e o Pelezinho eram Corinthianos. O canalha do Alberto… Botafoguense.

Quero contar a vocês uma ou outra coisinha que rolou enquanto estive com João. Mas gente… meu ex… o Rodrigo. Me fodeu tão gostoso um dia desses… rolou um flashback… e aí bateu aquela saudade. Enfim… não sei. Estou confusa.

Beijo a todos vocês… espero que tenham gostado.

Taianefantasia@gmail.com

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