Quando os Policiais se Deitam para o Negão – Capítulo 2: O Veneno na Corrente Sanguínea

Um conto erótico de HDNA
Categoria: Gay
Contém 1358 palavras
Data: 31/05/2026 16:24:13

A imagem de Marcos de joelhos, com a boca escancarada para receber Malik, ficou gravada na minha retina como uma queimadura de sol. Durante toda a noite, enquanto minha esposa dormia ao meu lado, eu permanecia com os olhos fixos no teto, sentindo o calor do meu próprio corpo como se estivesse com febre. Eu tentava evocar a indignação, a raiva santa de um policial que vê seu parceiro ser humilhado por um criminoso, mas tudo o que eu conseguia sentir era o pulsar rítmico e doloroso entre as minhas pernas. Minha mente, antes um lugar de ordem e disciplina, havia se transformado em um cinema obscuro onde o vídeo do delegado e a cena real de Marcos se fundiam em uma coreografia de carne, suor e dominação. Eu me odiava por cada batimento acelerado do meu coração, mas o veneno de Malik já estava correndo na minha corrente sanguínea, e não havia antídoto para o tipo de tesão que ele despertava.

No dia seguinte, a delegacia parecia um lugar estranho, como se eu estivesse vendo tudo através de uma lente distorcida. Marcos chegou atrasado, com olheiras profundas e um andar que me pareceu ligeiramente mais pesado, mais... usado. Ele não me cumprimentou, e eu não tive coragem de forçar uma conversa. O silêncio entre nós era uma entidade viva, carregada com o segredo do que acontecia naquela casa de periferia. Eu passava as horas fingindo preencher relatórios, mas meus dedos tremiam sobre o teclado. Toda vez que um colega passava por mim, eu sentia um medo irracional de que pudessem ler meus pensamentos, de que pudessem ver a ereção latente que eu tentava esconder sob a mesa. Eu era um impostor no meu próprio uniforme, um homem que deveria estar protegendo a lei, mas que secretamente desejava ser destruído pelo homem que a desafiava.

A obsessão me levou de volta àquela rua no final do turno. Eu não estava em serviço, mas dirigi meu carro particular até as proximidades da casa de Malik, estacionando sob a sombra de uma árvore frondosa. Eu me sentia um voyeur, um pervertido, mas a necessidade de ver Malik novamente era uma fome física. Fiquei ali por quase uma hora, observando a porta da frente, até que ele saiu. Ele estava sem camisa, usando apenas uma calça de moletom cinza que pendia perigosamente baixa em seus quadris, revelando o início dos pelos pubianos e a linha nítida dos músculos abdominais. Ele estava lavando o carro com uma mangueira, e cada movimento seu era uma provocação deliberada. A água escorria por sua pele escura, fazendo-a brilhar como obsidiana sob o sol poente. Eu o vi passar a mão pela barba, e depois descer pela barriga, apertando o volume evidente entre suas pernas através do tecido fino do moletom. Meu pau endureceu instantaneamente, uma dor latejante que me fez gemer baixo no silêncio do carro.

Eu deveria ter ido embora, mas meus pés me levaram para fora do veículo. Eu caminhei em direção a ele, movido por uma força que eu não conseguia controlar. Malik não pareceu surpreso ao me ver; ele desligou a mangueira e me encarou com aquele mesmo sorrisinho petulante que eu vira na delegacia. Seus olhos percorreram meu corpo, de cima a baixo, como se estivesse avaliando uma mercadoria.

— Veio conferir se o seu parceiro ainda está inteiro, policial? — Malik perguntou, sua voz vibrando em um tom que parecia acariciar minha pele. — Ou veio ver o que ele tem que você ainda não teve coragem de pedir?

— O que você está fazendo com o Marcos é crime, Malik. Eu poderia te prender agora mesmo por coação, por... — Minha voz falhou quando ele deu um passo à frente, invadindo meu espaço pessoal. O cheiro dele era uma mistura inebriante de sabão, suor e um almíscar masculino tão potente que me deixou tonto.

— Crime? — Malik riu, um som baixo e perigoso. — O Marcos está onde ele quer estar. De joelhos, me servindo como a putinha que ele descobriu que é. Ele adora o gosto do meu leite, policial. Ele adora sentir o meu pau rasgando o cu dele até ele não saber mais o próprio nome. E você... — Ele estendeu a mão, e por um momento eu achei que ele fosse me bater, mas seus dedos apenas roçaram o meu pescoço, descendo lentamente até o colarinho da minha camisa. — Você está morrendo de inveja dele. Eu consigo sentir o seu cheiro, Julio. Cheiro de homem desesperado para ser fodido.

Eu tentei recuar, mas minhas costas bateram no carro dele. Malik se aproximou mais, prendendo-me entre seu corpo e o metal quente. Ele levou a mão até a minha braguilha, e antes que eu pudesse protestar, seus dedos apertaram meu pau através do tecido. Eu soltei um suspiro trêmulo, minha cabeça caindo para trás.

— Olha só como ele está... duro como uma pedra — Malik sussurrou no meu ouvido, sua língua roçando o lóbulo da minha orelha, enviando choques elétricos por toda a minha espinha. — Você quer isso, não quer? Quer sentir o peso do meu corpo em cima do seu, quer que eu te chame de vadia enquanto eu enterro toda a minha pica nesse seu rabo apertado que nunca viu nada além de merda.

— Não... eu... — Minhas palavras eram fracas, sem nenhuma convicção.

— Sim, você quer. Você quer ser a minha segunda putinha fardada. Imagine só, os dois parceiros, os dois policiais valentes da cidade, dividindo o meu pau, um chupando enquanto o outro recebe por trás. Eu vou destruir vocês dois, Julio. Vou fazer vocês esquecerem que têm esposas, que têm nomes, que têm honra. Vocês vão ser apenas os meus buracos de porra.

Malik desceu a mão e abriu o zíper da minha calça com uma agilidade predatória. Ele não tirou o pau para fora, mas enfiou a mão por dentro da minha cueca, agarrando minha glande com os dedos úmidos da água da mangueira. O contraste do frio da água com o calor febril do meu corpo me fez ter um espasmo. Ele começou a me punhetar ali mesmo, na frente da casa, à vista de quem quisesse ver. A humilhação de ser masturbado por um criminoso em plena luz do dia era o combustível mais potente que eu já experimentara. Meu pau latejava na mão dele, as veias saltadas, a pele esticada ao limite.

— Chupa os meus dedos, policial — Malik ordenou, tirando a mão da minha calça e levando os dedos sujos com o meu próprio líquido pré-ejaculatório até a minha boca. — Mostra para mim que você é obediente. Chupa o mel que você mesmo produziu pensando em mim.

Eu hesitei por um segundo, olhando para os dedos escuros e brilhantes diante do meu rosto. Mas o desejo era uma fera faminta que não aceitava recusas. Abri a boca e envolvi seus dedos, sugando-os com uma volúpia que me assustou. O gosto era salgado, metálico, e tinha o sabor da minha própria derrota. Malik riu, segurando minha cabeça com a outra mão, forçando seus dedos mais fundo na minha garganta, fazendo-me engasgar levemente.

— Isso... que boquinha gulosa. Você vai ser uma ótima vadia, Julio. O Marcos vai adorar ter companhia. Agora vai embora. Vai para casa, fode a sua mulher pensando no meu pau, e amanhã, quando você não aguentar mais o tesão, você volta. E aí, eu vou te mostrar o que acontece com policiais que brincam com o fogo.

Ele me soltou abruptamente, deixando-me cambaleante e com a calça aberta. Malik voltou para a mangueira, assobiando uma melodia qualquer, como se nada tivesse acontecido. Entrei no meu carro com o coração martelando nas costelas, as mãos tremendo tanto que mal conseguia girar a chave. Enquanto eu dirigia para casa, a sensação dos dedos dele na minha garganta e do seu aperto no meu pau era tudo o que eu conseguia sentir. Eu estava perdido. Eu era um policial, um homem de família, mas naquele momento, eu só conseguia pensar em quanto tempo faltava para eu estar de joelhos, implorando para que Malik me destruísse como ele fizera com o delegado e com Marcos. O veneno estava fazendo efeito, e eu mal podia esperar pela próxima dose.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive HDNA a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários