Depois daquele encontro inesperado na ladeira

Um conto erótico de Lua
Categoria: Heterossexual
Contém 923 palavras
Data: 31/05/2026 12:57:08

Depois daquele encontro inesperado na ladeira, alguma coisa mudou dentro de mim.

Por mais que eu tentasse ignorar, os olhos dele passaram a me perseguir nos lugares mais simples. Na rua, na escola, nas esquinas perto de casa. E toda vez que nossos olhares se cruzavam, meu coração reagia do mesmo jeito: acelerado, confuso, como se uma parte minha tivesse despertado de novo.

Talvez porque, no fundo, nós nunca tivéssemos deixado de gostar um do outro.

Antes do meu namoro sério, já havíamos nos beijado escondido algumas vezes. Existia uma tensão entre nós, uma vontade interrompida pelas famílias que nunca aceitaram aquela aproximação. Quando me viu comprometida com outro rapaz, ele pareceu perceber tarde demais o quanto me queria de verdade.

E eu também percebi.

O reencontro na ladeira virou um gatilho perigoso. Depois daquele abraço, daquele “você está mais linda ainda”, eu passei noites pensando nele sem querer admitir.

Até que veio o passeio no parque aquático.

Minhas amigas e eu combinamos de ir, e por coincidência, ou destino, ele e os amigos também estariam lá. Durante o dia inteiro, trocamos olhares de longe, discretos, mas carregados de intenção. Bastava vê-lo sorrindo para meu corpo inteiro se encher de nervosismo.

Em determinado momento, descobri que ele e os amigos haviam alugado um chalé. Não pensei muito antes de ir atrás.

Quando cheguei, ele estava lá sozinho.

Os amigos saíram pouco depois, deixando nós dois cercados apenas pelo silêncio e pela tensão acumulada de tantos meses. Conversamos primeiro, tentando agir normalmente, mas nenhum dos dois conseguia esconder o que sentia.

Então ele me beijou.

Foi diferente de todos os outros beijos que já tínhamos trocado. Mais intenso, mais urgente, como se estivéssemos tentando recuperar o tempo perdido.

Ainda molhados da piscina, fomos para o banheiro do chalé. A água quente do chuveiro caía sobre nós enquanto nos abraçávamos, nos beijávamos e nos pegávamos alí percorrendo com as mãos um no corpo do outro. Eu sentia vergonha, desejo e culpa tudo ao mesmo tempo.

Quando ele soltou o laço do meu biquíni de cima, meu impulso foi esconder os peitinhos me abraçando nele. Ele apenas sorriu daquele jeito calmo e me fez sentir bonita de verdade.

— Deixa eu ver…

A forma como ele me observava e me admirava.

Naquele instante, eu soube que já tinha cruzado um limite do qual talvez não houvesse volta.

Fui me afastando bem devagar e ele pode ver meus peitinhos

- são lindos

Me beijou bastante e foi descendo até meus peitinhos, chupando, apertando com as mãos, massageando com os polegares, descendo uma das mãos até o laço do biquíni de baixo puxando, me deixando completamente nua alí em seus braços, enfiando a mão na minha boceta e esfregando bem devagarinho, desligando a água do chuveiro que caia sobre nós, senti o pau dele já duro encostando em mim, criei coragem também e coloquei minha mão por dentro da sunga dele pegando em seu pau que já estava todo babado, ele gemendo baixinho.

Depois, foi me levando para o quarto, ainda molhados, carregando toda aquela tensão no ar. Meu coração batia tão forte que minhas pernas tremiam. Parte de mim pensava no meu namorado. Outra parte simplesmente não conseguia resistir ao rapaz que eu havia desejado por tanto tempo.

Deitamos na cama, minhas pernas trêmulas. eu pensando 'e agora que eu não sou mais virgem! O que vou dizer para ele?' mas não falei nada, apenas aproveitei o momento, ele começou a tocar minha boceta até ficar toda meladinha, eu me contorcendo na cama, ele tirou a sunga, abriu minhas pernas e se deitou sobre mim, me beijando a boca, beijo molhado, descendo para meu pescoço, depois para meus seios, boca quente, língua quente chupando meus biquinhos, passando a língua ao redor, que sensação maravilhosa que eu estava experimentando e amando, muito tesão e muito desejo.*

Tudo aconteceu devagar, entre beijos demorados, mãos trêmulas e descobertas. Havia nervosismo dos dois lados, mas também uma intimidade diferente, proibida, que deixava tudo mais intenso e excitante.

E, mesmo sabendo que aquilo era errado, eu me entreguei ao momento.

Passamos horas ali, abraçados, conversando, nos beijando e esquecendo do mundo do lado de fora. Pela primeira vez, senti como era possível gostar de duas histórias diferentes ao mesmo tempo e como isso podia ser tão confuso e arriscado.

Ele pega uma camisinha, coloca no pau dele, segurando, ajeitando a cabeça do pau na portinha da minha buceta, toda encharcada e foi metendo bem devagar, eu me fazendo a virgem ainda, e ele bem devagar todo preocupado perguntando se estava doendo e eu respondendo que sim, ele acreditando, pois ainda doía pouco, mas era suportável, era recente que eu havia perdido o cabaço, eu alí traindo meu namorado.

E minha buceta se acostumando com o pau dele, ele começou a meter, tava tão gostoso, sentindo outro pau me comendo, passamos a tarde toda alí naquele momento, quando ele sentia que ia gozar parava, deixava passar a vontade, me beijando, passando a mão em mim, voltava a meter, foi uma tarde muito prazerosa e gostosa, até que ele gozou.

Quando o fim da tarde chegou, a realidade voltou junto com ela.

Tomamos banho, nos arrumamos e tentamos agir normalmente antes de sair do chalé. Mas eu sabia que alguma coisa tinha mudado dentro de mim.

Na volta para casa, enquanto o céu escurecia, eu fiquei olhando pela janela do ônibus pensando em tudo o que tinha acontecido.

Eu havia traído meu namorado.

Mas o pior é que, no fundo, eu sabia que não estava arrependida.

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