Cócegas em família

Um conto erótico de Felipe
Categoria: Lésbicas
Contém 844 palavras
Data: 31/05/2026 10:45:47

O colchão macio da cama de casal afundava sob o peso das cinco mulheres, seus corpos nus se enroscando em um emaranhado de pele quente. A luz dourada da manhã, filtrada pela cortina fina, desenhava contornos suaves sobre os ombros, seios e coxas, criando um cenário íntimo de cumplicidade e desejo. Danielle, deitada de costas no centro, ria, um som agudo e descontrolado que preenchia o quarto. Seus cachos ruivos dançavam ao redor do rosto suado, os lábios entreabertos em um grito abafado de prazer e agonia.

“Por favor, mamãe! Parem! Eu não aguento mais!” Danielle implorou, a voz embargada, enquanto Dona Eliana, sentada à sua direita, fazia pequenos círculos com as pontas dos dedos ao redor dos mamilos túrgidos da filha. A pele arrepiada de Danielle reagia a cada toque, uma corrente elétrica percorrendo seu corpo.

“Ah, aguenta sim, meu amor,” Dona Eliana murmurou, a voz rouca com um tom brincalhão e autoritário. Seus olhos por trás dos óculos vermelhos brilhavam com uma malícia familiar. “Nós só estamos começando. As cócegas são apenas o aquecimento.”

Luciana, à esquerda de Danielle, tinha os dedos ágeis trabalhando as axilas sensíveis, provocando risadas histéricas.

“Você está tão molhadinha, Danni,” Luciana sussurrou, a boca perto da orelha da irmã, o hálito quente. “Mal posso esperar para sentir você escorrendo pelos meus dedos.”

Danielle se contorceu, as pernas se debatendo. Fernanda, sentada aos pés da irmã, aproveitou a oportunidade para apertar os tornozelos de Danielle, e seus dedos finos começaram a raspar as solas dos pés, subindo e descendo.

“É uma delícia ver você assim, rendida,” Fernanda disse, a voz melodiosa. “Tão vulnerável, tão nossa.”

“Não na virilha, Fernanda! Por favor, não a virilha!” Danielle guinchou, sentindo a ponta dos dedos da irmã se aproximar da borda de sua vulva. Um arrepio mais profundo a atingiu, misturando o pavor com uma expectativa ardente.

Elisete, a tia, com a sabedoria dos anos e um sorriso cúmplice, posicionou-se entre as pernas de Danielle. Seus olhos fixaram-se na clitóris inchada e rosada, que pulsava levemente.

“Ora, ora,” Elisete cantarolou, os dedos longos e experientes se movendo com uma precisão arrepiante. “Que clitóris mais suculento. Não acha, Eliana?”

Dona Eliana apenas riu, intensificando os movimentos em seus seios. “Perfeito para ser bem lambido e chupado, não é, Danni?”

“Mamãe… Tia… Eu… eu vou… eu não… ahh!” Danielle gritou, sua voz se quebrando. O corpo dela arqueou-se, os músculos tensos. A clitóris de Danielle estava exposta, saliente e molhada, o líquido pré-gozo já escorrendo pelas suas dobras internas.

“Não, não vai,” Elisete disse com firmeza, mas com um sorriso sedutor. Seus dedos envolveram gentilmente a base da clitóris, apertando-a de leve, impedindo o orgasmo. “Você não vai gozar até que nós permitamos. E ainda não é a hora.”

“Mas eu preciso! Eu preciso!” Danielle implorou, o pânico e o desejo lutando dentro dela. Seus olhos estavam fechados, o rosto contorcido em uma máscara de prazer e dor.

Luciana inclinou-se, o rosto perto do de Danielle. “Queremos ouvir você implorar por cada gota de prazer, Danni. Queremos ouvir você nos chamar de suas mestras.”

“Eu imploro! Mestras! Por favor, me deixem gozar!” A voz de Danielle era um sussurro rouco, quase inaudível. Ela ofegava, o peito subindo e descendo rapidamente.

Fernanda, com um movimento lento e calculado, afastou os dedos da virilha de Danielle, apenas para começar a lamber a sola de um de seus pés, o calor de sua língua e a textura úmida provocando um novo arrepio.

“Hummm, salgadinha,” Fernanda murmurou, antes de morder de leve o calcanhar de Danielle.

Dona Eliana, observando a cena com satisfação, agora traçava a linha do umbigo de Danielle com a ponta da língua, descendo lentamente até a pélvis. O corpo de Danielle estremeceu, antecipando o toque úmido em sua vulva.

“Você está fervendo, minha filhinha,” Dona Eliana disse, a boca a poucos milímetros do púbis de Danielle, sentindo o calor exalar. “Tão úmida. Tão pronta.”

Elisete soltou a clitóris de Danielle por um instante, apenas para começar a esfregá-la com a palma da mão, um movimento firme e constante que a levou à beira do precipício novamente.

“Ah! Sim! Por favor!” Danielle gritou, suas pernas tremendo incontrolavelmente. Seus quadris se levantaram, buscando mais pressão.

“Ainda não,” Elisete disse, sua voz um comando suave. Ela mudou o ritmo, de repente, puxando os lábios internos de Danielle para fora, expondo ainda mais a clitóris, e depois os lambeu com um movimento lento e prolongado. O sabor dela era almiscarado e adocicado, um convite ao abismo.

Danielle gritou, um som puro e primitivo que se misturou ao riso das mulheres ao seu redor. Seus olhos se abriram, marejados de lágrimas de prazer, fitando o teto enquanto seu corpo se preparava para a explosão. As mãos de todas elas estavam sobre ela, tocando, apertando, provocando, levando-a cada vez mais perto, mas sem permitir a libertação final. A tensão era palpável, um fio esticado ao máximo, prestes a se romper. Ela sentia cada toque, cada lambida, cada respiração, tudo se acumulando em um nó apertado no centro de seu ser.

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