Na viagem de ônibus

Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Gay
Contém 972 palavras
Data: 31/05/2026 10:39:59

O motor do ônibus mantinha um zumbido constante, aquela vibração grave que parece isolar a cabine do resto do mundo, especialmente nas viagens noturnas. A iluminação interna estava reduzida à penumbra azulada, ideal para quem queria dormir, mas o ambiente silencioso acabou se tornando o cenário para um jogo de olhares pesado e magnético através do corredor.

​Ele estava sentado na poltrona exatamente alinhada à minha, do outro lado do vão estreito.

​O início foi sutil: um cruzamento de olhares que durou um segundo a mais do que o normal. Mas logo a intenção ficou clara. Ele, uns 35 anos, cara de filho da puta cafajeste, corpo torneado Por esportes, se ajeitou no assento, afastando um pouco as pernas para marcar o espaço. Mantendo os olhos fixos nos meus, ele deslizou a mão lentamente pela coxa, subindo até a calça jeans, onde seus dedos desenharam o contorno do volume que começava a se destacar no tecido.

​O contraste entre a passividade dos outros passageiros ao redor e a eletricidade entre nós dois era absoluto. Sem desviar o olhar por um instante, ele inclinou levemente a cabeça para trás e passou a ponta da língua pelos lábios, devagar, umedecendo-os enquanto a outra mão pressionava o próprio corpo, sublinhando a rigidez por baixo da roupa. Ele não tentava se esconder; o desafio estava justamente em fazer aquilo ali, na fronteira do risco de ser pego, usando o corredor como a única distância que nos separava.

​A cada solavanco do ônibus na estrada, a tensão aumentava. Ele alternava entre apertar o volume com os dedos e deslizar a palma da mão em movimentos ritmados, mudando a respiração de forma perceptível. O recado era direto, um convite silencioso e explícito para o que poderia acontecer na próxima parada.

O ônibus reduziu a velocidade e parou em uma daquelas estações de estrada no meio do nada, iluminada apenas por lâmpadas amareladas. A maioria dos passageiros dormia ou fingia dormir. Ele se levantou primeiro, passando pelo corredor e roçando o ombro no meu de propósito. Olhou pra trás só uma vez, com um meio-sorriso safado, e seguiu em direção ao banheiro da parada.

Eu esperei uns dez segundos e fui atrás.

Assim que entrei no banheiro apertado e fedorento de viagem, ele trancou a porta. Não houve conversa. Ele me empurrou contra a parede suja, segurou meu queixo com força e enfiou a língua na minha boca, beijando de um jeito bruto, quase agressivo.

— Eu vi desde o começo, sua putinha barata — rosnou contra meus lábios, abrindo o botão da minha calça com a outra mão. — Ficando molhadinho só de me ver apertando o pau no banco. Tá louco pra levar rola, né?

Ele puxou minha calça e cueca até os joelhos de uma vez. Meu pau já estava duro, babando. Depois agarrou minha nuca e me forçou a ajoelhar no chão imundo do banheiro.

— Chupa, vai. Mostra pra mim como você é vadia.

Enfiou o pau grosso na minha boca sem aviso. Era grande, uns 20 cm, grosso pra porra e cheirava a suor de viagem. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e meteu, batendo no fundo da minha garganta. Eu engasguei forte, os olhos enchendo de lágrimas. Ele não parou. Empurrava mais, fodendo minha boca com estocadas brutais.

Cada vez que o pau entrava inteiro eu sentia ânsia.

— Isso, engole tudo, porra. Engasga mesmo. Seu filho da puta chupador de rola, vai… que boquinha de puta você tem.

Eu tossia, saliva escorrendo pelo queixo, o nariz escorrendo, o estômago revirando enquanto ele batia no fundo da garganta sem dó. Respirei pelo nariz quando conseguia, mas ele mantinha o ritmo, gemendo baixo e xingando baixinho.

Depois de uns minutos ele me puxou pelo cabelo, me virou de costas e me curvou, fiquei com as mãos espalmadas na parede. Cuspiu uma vez só na mão, passou rápido na cabeça do pau e alinhou direto no meu cu.

— Agora vai tomar no seco, piranha.

Empurrou com força. Eu mordi o braço pra não gritar. A dor foi lancinante — ele me rasgou mesmo, entrando sem preparo, abrindo meu cu. Senti queimar, arder, como se estivesse sendo rasgado ao meio. Ele grunhiu de prazer e meteu até o fundo.

— Caralho, que cu apertado… Tá sentindo rasgando, né? Aguenta, putinha. Você pediu isso o tempo todo no ônibus.

Começou a foder forte, as bolas batendo contra mim, o som molhado e obsceno ecoando no banheiro pequeno. Cada estocada era funda e violenta. A dor misturava com um prazer doentio que me fazia tremer as pernas. Ele segurava meus quadris com força, me puxando pra trás enquanto metia.

— Toma essa rola, sua vadia barata. Olha como esse cu engole tudo… sabia que era uma puta desde o primeiro olhar.

Eu gemia alto, quase chorando, uma mão continuava apoiando na parede enquanto a outra apertava meu próprio pau. Ele metia cada vez mais rápido, suado, xingando no meu ouvido:

— Isso… geme pra mim, porra. Vai levar leitinho bem fundo nesse cu arrombado.

Ele gozou com um gemido rouco, segurando minha cintura com força enquanto jorrava dentro de mim. Ficou alguns segundos parado, ainda dentro, antes de puxar devagar. Senti o cu latejando, aberto, dolorido e molhado da porra dele escorrendo pela perna.

Ele deu um tapa forte na minha bunda, riu baixinho e falou enquanto guardava o pau:

— Limpa direitinho antes de voltar pro ônibus… eu me abaixei e enfiei o pau dele na boca.

Chupei até ficar brilhando de limpo, o resto de gozo indo pra minha língua.

O safado gemia segurando meu cabelo.

Socou uma última vez inteiro até minha garganta e guardou o pau, deu um tainha na minha cabeça e saiu do banheiro.

Eu tentei me arrumar, olhei no espelho, vermelho, cabelo todo bagunçado.

Ajeitei o melhor que pude e voltei para o ônibus.

Ansioso pra próxima parada.

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