As Aventuras de Daniel: Treinos, e uma Nova Parceria (Episódio 15)

Um conto erótico de Jackson
Categoria: Gay
Contém 2843 palavras
Data: 31/05/2026 10:38:12

As Aventuras de Daniel: Treinos, e uma Nova Parceria (Episódio 15)

A mudança de rotina em São Paulo era uma tentativa desesperada de realinhar meu foco. Mudei-me para uma academia de alta performance a apenas duas quadras do meu apartamento nos Jardins. Treinar pesado, até a falha muscular, era a única forma que eu conhecia de queimar a testosterona acumulada de dias na seca. Meu corpo pedia válvula de escape.

Na terceira manhã na academia nova, enquanto eu limpava o suor da testa com a camiseta, olhei em direção ao espelho fumê da área de peso livre. Meu coração deu um solavanco na caixa torácica. Pelo reflexo, avistei um rosto familiar, mas o corpo... o corpo estava completamente transformado. Era o Yohan.

Da última vez que nos vimos, ele tinha aquele físico típico de freelancer: magro, definido, mas discreto. Agora, o coreano de 35 anos parecia uma escultura viva de pura fibra e brutalidade. Ele estava sem camisa, exibindo uma pele bronzeada impecável, sem um único pelo para esconder os cortes da musculatura. O abdômen tinha gomos tão profundos que pareciam esculpidos à faca, retos e simétricos. Os ombros tinham arredondado como bolas de boliche, o peitoral estufava na medida exata de quem puxava muita carga, e os braços ostentavam veias calibrosas, grossas como cabos, saltando sob a pele brilhante de suor. A sensualidade que ele exalava era bizarra — uma mistura dos traços marcantes orientais com uma imponência de macho sarado que fez meu pau pulsar na hora, pesando e esticando o short de compressão.

Yohan — Daniel? Caralho, não sabia que você treinava aqui! — Yohan sorriu, caminhando até mim. O cheiro de suor limpo misturado à testosterona exalada pelo esforço dele me atingiu em cheio, entorpecendo meus sentidos.

Eu — Yohan! Puta que pariu, moleque... que evolução é essa? Você tá gigante, porra — respondi, engolindo a seco, sustentando o olhar dele. Deixei a minha postura de macho alfa dominante transparecer no tom de voz, deliberadamente mais rouco.

Yohan — Muito foco, cara. Mudei tudo — ele propôs, dando um tapa firme, estalado, no meu ombro. Os dedos dele mudaram de posição de leve, demorando um segundo a mais do que o necessário na minha pele quente. — Já que estamos na mesma área, vamos fechar uma parceria. Quero você treinando comigo todo dia de manhã, sem desculpa. Um puxa o limite do outro.

Duas semanas se passaram. Treinar com o Yohan era uma tortura deliciosa. Ver aquele corpo coreano sarado, úmido de suor, arqueando as costas e contraindo os glúteos a cada repetição de agachamento pesado bem do meu lado estava me deixando doente de desejo. No domingo, após um treino exaustivo de pernas que deixou nossos músculos trêmulos, a fome bateu e a intimidade falou mais alto.

Eu — Vamos almoçar, Yohan. Por minha conta — chamei, enquanto nos trocávamos no vestiário. Ficamos apenas de cueca box, lado a lado, deixando nossos volumes pesados e corpos suados expostos sem o menor pudor. Eu via o olhar dele descer de soslaio para a minha mala, e eu fazia o mesmo com a dele.

Sentamos em um restaurante reservado nos Jardins. Pedimos carne grelhada e, entre um gole e outro de água, decidi sondar a vida dele.

Eu — E o trabalho, Yohan? Como estão os projetos de produção?

O semblante dele caiu instantaneamente. Ele soltou os talheres na mesa e suspirou, o peito sarado subindo e descendo de forma pesada sob a camiseta justa.

Yohan — Estou fixo em uma agência de marketing concorrente da sua, Daniel... mas pra ser sincero, estou infeliz pra caralho. Os diretores de lá são uns dinossauros. Eu apresentei a proposta da minha vida, o projeto que passei meses desenhando, e os caras recusaram sem nem ler direito. Disseram que era arriscado demais.

Eu — Recusaram? Que idiotas. Me deixa ver essa porra — ordenei, a minha veia de diretor de marketing assumindo o controle com autoridade.

Yohan puxou o celular do bolso, desbloqueou e me entregou. Na tela, estava o catálogo salvo da campanha. Quando comecei a rolar as imagens, meu cérebro explodiu. Era genial: uma campanha conceitual para alta moda de rua coreana, mas com uma fusão estética totalmente brasileira, misturando o minimalismo de Seul com o design agressivo, urbano e as cores de São Paulo. Era inovador, sensual e comercialmente perfeito.

Eu — Puta que pariu, Yohan... isso aqui é ouro puro! — falei, batendo a mão na mesa, fazendo os copos vibrarem. Meus olhos brilhavam. — Esses caras são uns jumentos. Essa campanha vai faturar milhões. Você quer me vender essa proposta? Eu compro agora.

Yohan olhou para mim, os olhos escuros compridos brilhando com uma mistura de orgulho e frustração reprimida.

Yohan — Eu posso te vender, Daniel. Só quero ver essa porra nascer.

Eu — Não, senhor. Você não vai ficar de fora do desenvolvimento. — Segurei a mão dele por cima da mesa, apertando com força, exalando a minha liderança. — Você vai vir trabalhar comigo. No sigilo, após o expediente, no meu apartamento. Vamos refinar isso juntos, e o seu nome vai entrar como o desenvolvedor principal da campanha na minha agência. Fechado?

O coreano abriu um sorriso largo, misturando alívio e uma gratidão intensa.

Yohan — Fechado, Daniel. Vamos quebrar tudo.

A partir daquela noite, o meu apartamento virou o quartel-general do projeto. Todas as noites, após as dezenove horas, o Yohan brotava lá. Aquela aproximação forçada, o cheiro do perfume importado dele misturado com o calor dos notebooks e o cansaço do dia começaram a criar uma eletricidade estática na minha sala que dava para cortar com uma faca. Eu olhava para ele concentrado na tela, o pescoço definido exposto, a camiseta colada no abdômen trincado, e o tesão acumulado de semanas na seca começava a virar um monstro indomável dentro de mim. Eu não queria apenas o projeto dele; eu queria o corpo dele.

Na quinta-feira, passava das duas da manhã. O projeto estava finalmente redondo, pronto para a apresentação que mudaria nossas carreiras. Para comemorar, abri uma garrafa de vinho tinto encorpado. Bebemos direto da taça, conversando ruidosamente, o álcool entrando rápido nas mentes exaustas e carentes. Eu estava afundado na solidão; ele estava vulnerável pela pressão.

Yohan estava sentado no sofá de couro, com as pernas cruzadas, a calça jeans ajustada marcando as coxas grossas e rijas de academia. Dei um gole longo no meu vinho, deixei a taça na mesa de centro com um baque seco e me mudei para o lado dele. A distância simplesmente sumiu.

Eu — A gente conseguiu, Yohan... essa campanha vai ser lendária — sussurrei. Minha voz saiu grossa, pesada, vibrando perto do ouvido dele.

Yohan virou o rosto lentamente para me olhar. A respiração dele já estava curta, o peito subindo e descendo. Os olhos dele desceram direto para a minha boca e, em seguida, fixaram-se no meu peitoral que estufava o moletom.

Yohan — Obrigado por acreditar em mim, Daniel... você é um homem do caralho — ele arfou, a voz aveludada entregando o desejo que tentava represar.

As lembranças da nossa transa passada no hotel vieram como um flash de pólvora pura. O clima que brotou ali era espesso, sufocante. Eu não esperei mais. Avancei como um predador, segurei a nuca do Yohan com os meus dedos compridos, enterrando as mãos no cabelo dele, e esmaguei a boca dele na minha.

O coreano soltou um gemido rouco, delicioso, abrindo os lábios instantaneamente e enfiando a língua na minha boca com uma fome de quem estava no limite da sanidade. O gosto do vinho tinto se misturou na nossa saliva quente, espessa. O beijo era selvagem, úmido, agressivo. Eu o prensei contra o encosto de couro do sofá, sentindo o corpo dele, todo musculoso e rígido, tremer inteirinho sob o meu peso.

Yohan — Caralho, Daniel... eu queria isso desde o primeiro dia na academia... me fode, porra... fode o teu coreano — ele delirou, a voz completamente arrastada pelo álcool, os palavrões sujos brotando daquela boca perfeita.

Eu — Você quer rola, Yohan? Então você vai levar até não aguentar mais, seu puto gostoso — rosnei no ouvido dele, prendendo o lóbulo da orelha dele entre meus dentes e mordendo com força, ouvindo-o arfar.

Arranquei a camiseta dele de uma vez só, rasgando o momento, expondo aquele peitoral sarado, liso e sem pelos, os mamilos marrons já rígidos, apontados pelo tesão. Minhas mãos mapearam agressivamente cada gomo do abdômen dele, apertando a pele quente, enquanto ele atacava a minha calça de moletom, puxando-a para baixo junto com a minha cueca. Meu pau saltou para fora feito uma barra de ferro aquecida, latejando alto, com a cabeça roxa completamente melada de pré-gozo brilhante.

Yohan olhou para o tamanho da minha pica e soltou um gemido sôfrego, quase de dor. Ele agarrou o meu membro com as duas mãos trêmulas e deu duas chupadas rápidas, profundas, engolindo a cabeça do meu pau com gosto de vinho e saliva, fazendo um barulho molhado de garganta que ecoou na sala e quase me fez descarregar ali mesmo.

Eu — Para, porra! Se continuar eu descarrego na tua boca! — Puxei-o pelo cabelo com força, forçando-o a soltar, e joguei o coreano de quatro no sofá de couro.

A bunda dele era um espetáculo à parte: perfeitamente redonda, empinada, duríssima pelos treinos intensos de perna, com a pele alva contrastando com o couro escuro e o rabo apertado brilhando, contraindo-se no escuro da sala. Eu não tinha lubrificante por perto, e a urgência não permitia procurar. Cuspi uma quantidade farta de saliva na minha mão esquerda, melei toda a extensão do meu pau grosso e esfreguei o resto, com o polegar, direto nas pregas do rabo dele, forçando a entrada para amaciar o músculo. Posicionei a cabeça da pica na entrada daquele rabo guloso e empurrei com o peso do meu corpo, usando a força dos meus quadris.

Vupt. Entrou metade de uma vez só.

Yohan — AAAAAAHHHHH! Caralho, Daniel! Puta que pariu! — Yohan soltou um grito agudo, rasgando o silêncio do apartamento. Ele cravou as unhas com força no couro do sofá, as costas arqueando ao máximo enquanto as pregas dele se esticavam desesperadas para abrigar a grossura do meu membro. O rabo dele era apertado como uma morsa, esmagando o meu pau de um jeito insano, quente por dentro como um inferno.

Eu — Aguenta, seu puto safado! Engole a rola do teu diretor! — xinguei alto, a mente completamente turva pelo álcool e pelo poder, dando um empurrão final, bruto, que enterrou a pica inteira até bater o meu saco com força contra a bunda dele.

Comecei as estocadas de forma brutal, sem dó. O impacto seco do meu saco batendo nas nádegas duras e musculosas dele fazia um barulho estalado, rítmico e úmido que ecoava pela sala. Plaft, plaft, plaft. Eu segurava firme na cintura fina e marcada dele, usando-a como apoio para puxar o quadril do coreano para trás a cada metida, fazendo-o receber a rola inteira.

Yohan — Isso... mete essa pica... me rasga, Daniel... o meu cu é teu... enfia tudo! — ele gritava sem pudor nenhum, a postura séria de antes dando lugar a uma perversão absoluta de bêbado sedento. Enquanto eu o esfolava por trás, ele batia uma punheta frenética contra o próprio corpo, lambuzando as almofadas do sofá com o próprio gozo que começava a vazar.

O espaço no sofá ficou pequeno para a nossa violência. Puxei o Yohan pelo braço com grosseria, arrastando o corpo pesado e musculoso dele para o chão, por cima do tapete felpudo da sala. Deitei-o de costas, segurei suas pernas grossas e sem pelos e as empurrei com força até os meus ombros, deixando-o completamente dobrado na posição de frango assado. O rabo dele ficou escancarado, completamente exposto e vermelho ao redor do meu pau.

Voltei a socar de cima para baixo com a força de um animal no cio. Cada estocada entrava tão fundo que o Yohan virava os olhos para trás, mostrando a esclera, a respiração totalmente cortada pelo impacto mecânico na sua próstata. Ele soltava gemidos agudos, sufocados, enquanto o meu pau entrava e saía coberto pelo suor e pelos fluidos da nossa mistura.

O tesão era um monstro que não se saciava. Eu sentia o meu próprio gozo subindo como uma onda craca, mas queria destruir aquele coreano ainda mais. O rabo do Yohan começou a dar espasmos violentos, contraindo em choque, prendendo a minha pica num aperto definitivo, um estrangulamento que indicava que ele também estava no limite.

Eu — Vou gozar, Yohan! Vou inundar esse teu rabo! — urrei grosso, a voz falhando pelo esforço.

Yohan — Jorra! Jorra tudo dentro, meu macho! Me enche de porra! — ele gritou, o corpo inteiro entrando em convulsão de prazer quando ele disparou jatos violentos e grossos de porra que voaram alto, sujando a própria barriga e o peito. No mesmo segundo, dei as últimas três bombadas mais brutais da minha vida, afundando a pica até o talo, prendendo meu quadril contra o dele, e explodi. Jatos e mais jatos de porra quente e espessa inundaram as profundezas do rabo do Yohan, um calor insano que fez as pregas dele pulsarem desesperadas ao redor do meu membro enquanto eu descarregava tudo lá dentro.

Mas o álcool e o vício da carne não nos deixaram parar ali. Ainda com a pica meio ereta, latejando dentro dele, puxei o Yohan pelo braço e fomos cambaleando, tropeçando nos próprios passos, até o meu quarto. Nos jogamos na cama de casal no meio do breu. O cheiro de vinho tinto entornado, o odor forte de sexo, suor espesso e testosterona tomavam conta de todo o ambiente.

Depois de alguns minutos ofegando deitados, o Yohan queria mais. Ele se virou, a boca faminta caçando a minha, enquanto começava a bater uma punheta rápida para mim. Minha pica, em resposta ao toque bruto da mão dele, voltou a ficar totalmente dura, esticando a pele assada. Montei nele de novo, agora de lado, na posição de concha. Enfiei o meu pau naquele rabo que já estava transbordando com a minha própria porra da primeira rodada. O deslize foi imediato, macio e profano. Fodi o Yohan ali num ritmo mais lento, porém muito mais profundo, um romantismo bruto onde eu segurava a mão dele com os dedos entrelaçados, esmagando-a contra o colchão enquanto socava o rabo dele por trás. Nossos corpos suados colavam um no outro com um som úmido a cada movimento, a respiração de ambos saindo em lufadas curtas, quentes e alcoólicas contra o pescoço. Era a fusão perfeita de dois machos exaustos da solidão de São Paulo, se afogando no prazer carnal.

Gozei de novo, uma porra mais rala que escorreu farta, misturando-se ao suor e sujando os lençóis de linho. O Yohan desabou de lado, com os olhos semiabertos, fixos no teto, um sorriso de satisfação e exaustão completa estampado no rosto molhado. Apagamos os dois juntos, colados, com a minha rola ainda amolecendo dentro do rabo dele, envolvidos pelo cansaço pesado do álcool e da transa.

O sol de sexta-feira entrou forte e implacável pela janela do quarto por volta das nove da manhã. Abri os olhos devagar, sentindo a minha cabeça parecer que ia explodir a qualquer momento — uma ressaca monstruosa de vinho cobrando o preço. Olhei para o lado. O lençol estava completamente revirado, manchado de fluidos secos e com um cheiro forte, característico de sexo selvagem que ainda pairava espesso no ar do quarto.

O Yohan estava sentado na borda da cama, vestindo apenas um short de moletom que era meu, com a mão na testa, visivelmente zonzo e de ressaca. Olhei para o meu próprio corpo nu, sentindo a minha pica levemente assada pelo atrito violento da noite anterior.

Yohan — Caralho... que dor de cabeça — Yohan resmungou, a voz extremamente rouca, olhando para os lados com uma feição completamente confusa. Ele olhou para o chão, para as próprias pernas e depois para as manchas brancas e secas de porra no lençol. — Daniel... o que porra aconteceu aqui ontem à noite?

Eu pisquei os olhos várias vezes, tentando buscar na memória os detalhes do que tínhamos feito. A mente estava um borrão cinzento. Eu lembrava de abrirmos o vinho, de fecharmos o projeto de marketing... e depois disso, apenas flashes nítidos de corpos se chocando no escuro, gemidos agudos, o gosto do vinho na boca dele e o calor sufocante do rabo dele prendendo meu pau. O apagão alcoólico tinha deletado a ordem exata dos fatos, mas o resultado estava bem diante de nós.

Eu — Eu lembro de algumas coisas, Yohan... a gente bebeu demais — respondi, levantando-me da cama com a minha marra habitual, esticando os braços e deixando o peitoral suado brilhar na luz da manhã. — Mas pelo estado desse quarto, pelo estrago no sofá e pelo cheiro dessa cama... a gente simplesmente se destruiu ontem à noite.

Yohan olhou para o próprio corpo, sentindo o rabo latejar de leve com o estrago que eu tinha feito, e soltou uma risada curta, meio sem jeito, mas grávida de uma cumplicidade safada que nem a ressaca conseguia apagar. O projeto de marketing estava entregue e pronto; a nossa conexão carnal e profissional agora era um caminho sem volta.

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