Quis Comer a Irmãzinha do Perigo e Levei Mordida no Pau

Um conto erótico de Sincericida
Categoria: Heterossexual
Contém 1281 palavras
Data: 31/05/2026 10:35:48

Essa vai ser rapidinha. Quando decidi que ia comer a irmã mais nova de algum amigo meu, foi como se um peso enorme saísse das minhas costas.

Eu já havia me desiludido, havia apanhado e até tomei mijada na cara tentando comer as irmãs mais velhas deles, sentia-me humilhado, derrotado.

Mudar o foco para alguma garota mais inexperiente foi uma luz de esperança e parecia que o sol voltaria a brilhar na minha horta que, até então, não tinha dado nenhum fruto - isso é uma analogia poética, é o mesmo que dizer que até então não tinha comido ninguém, só que de uma forma elegante.

Além do mais, tentar comer uma garota mais novinha me distraía da dúvida que me corroía por dentro: Quando me desiludi ao ver a irmã do Atentado, minha musa loirona e gostosa, tomando pau na boca, pela frente e por trás de tres caras num carro, meu mundo tinha vindo abaixo. Mas um fiozinho de esperança surgiu, ao descobrir que talvez não tivesse sido ela que estava metida - e sendo metida - naquela suruba automobilística, e sim sua prima idêntica vinda lá do interior. E era essa merda de luzinha no fim do túnel que me atormentava sem descanso.

Mas agora, tudo mudaria: eu é que seria o “cara mais velho” que ia passar o rodo nas garotinhas do bairro! Não perderia mais tempo competindo com o Solapa, o Belém e o Cavalão, eles podiam fazer a suruba que quisessem com as irmãs mais velhas da turma - ou primas, sei lá - enquanto eu arrochava a rola nas novinhas, criando meu próprio harém.

Justo andava nesse entusiasmo quando o Perigo me ligou, convidando para uma festinha no sábado: aniversário de 18 anos da Piriguete, como chamávamos sua irmãzinha. Caraco, era como se fosse um sinal do céu de que minha nova estratégia ia no rumo certo! Sem querer perder tempo, já marquei de ir queimar unzinho com ele naquela mesma tarde, para sondar o terreno.

Depois de prestarmos nossa homenagem a Bob Marley devidamente, deixei o Perigo viajando doidão no quarto e fui procurar a Piriguete, que estava jogando na sala com a irmã mais velha - a mesma que me cobriu de porrada quando o irmão quase nos flagrou no banheiro uns dias antes, enquanto ela tocava siririca no chuveiro e eu batia punheta pra sua bundinha show de bola.

Sentei entre as duas como se fosse de casa e puxei assunto com a Piriguete sem nem dar bola para a outra, que ficou com cara de enfezada. Perguntei a ela sobre o aniversário e os detalhes da festinha, para terminar dizendo que agora que ela seria maior ia ter que tomar cuidado pois, com um corpinho daqueles, ia chover macho querendo comê-la. A Piriguete riu e ficou corada, se encolheu no sofá e respondeu perguntando se eu entraria nessa fila.

Dava para notar que ela estava na minha, ia ser facinho, se vacilasse comia a garota antes mesmo do aniversário. Contudo, ela até podia vacilar, mas a irmã mais velha que estava ali, só de butuca na nossa conversinha, não iria deixar barato. Aquela siririquenta interveio logo em seguida e mandou a Piriguete ir lá na padaria comprar pão quentinho pro lanche. A garota não gostou, nem eu, mas ela teve que obedecer sob ameaça de que ficaria sem lanchar se não fosse.

Nem bem a Piriguete saiu, a irmã mais velha do Perigo voou em cima de mim no sofá, me segurando pelo pescoço.

– Safado! Que porra é essa? Você está querendo comer a minha irmãzinha?

– Sai pra lá, garota! Me deixa! Que onda errada é essa?

– Eu bem vi vocês dois aí de conversinha! Tá achando que vou deixar você meter essa trolha sua na bucetinha dela? Tá muito enganado, não vou permitir! – Ela sussurrou entre dentes com uma raiva contida, agora apertando não só o meu pescoço, mas o pau também.

– E quem disse que preciso da sua permissão? Tá aí ressentida só porque vou comer uma bucetinha apertadinha em vez desse teu bocetão? Pois a tua irmã já vai fazer dezoito e, se ela quiser dar pra mim, vou comer mesmo!

– Você não vai comer bucetinha apertadinha nenhuma, entendeu? Não enquanto a gente ainda tiver um assunto pendente!

Merda, estava suando frio, acuado no sofá com a branquela dos peitos pequenos jogada sobre mim, me segurando pelo pau. Ela já havia me batido antes e, ao que tudo indicava, eu apanharia novamente. Porque caraco fui me meter com a irmã mais velha do Perigo? Já devia saber, aquilo estava no sangue, ela era muito mais perigosa que ele, era Perigosona!

Já estava preparando-me psicologicamente para ser humilhado outra vez, quando ela em vez de me dar uns tapas, puxou a piroca de dentro do meu short e começou a punhetar freneticamente, ou seja, com tanta vontade que parecia querer arrancá-la, só para me castigar por haver tentado comer sua irmãzinha em vez dela - vai entender, achei que a garota me odiava, e provavelmente era verdade, mas bem que ela estava gostando daquilo.

Tanto gostou, que baixou a cabeça abruptamente e mergulhou de boca na rola. Caraco, o Perigo nem devia imaginar, mas sua irmã mais velha era a maior chupadora de pau. A bicha desceu engolindo a tronca de uma vez até o talo, saiu de lá babando, lambeu meus bagos me punhetando, depois voltou a subir com aquilo entre os lábios, pôs pra dentro e ficou forçando até engolir tudo outra vez, era uma delícia, era excitante, era algo muito além do que qualquer outra garota já tivesse feito com minha pica na boca!

Eu estava entrando em êxtase no sofá da sala do Perigo e começava a ter idéias com a Perigosona, ia arrastar a safada para um quarto, arrancar aquele mini-shortinho do seu corpo e enfiar a cara no meio da bundinha gostosa que ela tinha, lambeira o buraquinho do toba da garota até ficar no ponto e depois…

Depois nada, porque foi exatamente quando pensava que tinha me dado bem demais da conta que a Perigosona deu a maior dentada no caralho. Aflito, eu tentava arrancar aquilo de sua boca, mas quanto mais puxava, mais a diaba fincava os dentes na rola. Ela só largou o trem quando ouvimos o Perigo vindo lá do quarto dele, assustado com meus gritos.

Em questão de segundos ele chegou na sala, mas tudo o que viu foi nós dois sentados no sofá, com os controles nas mãos, jogando. Essa tinha sido por um fio, o cara quase nos flagrou, a Perigosona quase arrancou meu pau, quase morri de tanta dor, enquanto tentava explicar que tinha gritado porque ela estava roubando no jogo. Quando voltei pra casa, fui ao banheiro, tirei o short, olhei pra baixo e, se bem não estava sangrando, tinha marcas profundas dos dentes da garota ao redor do cacete.

Quer saber? Para mim já bastava, não iria mais mexer com as irmãs do Perigo, nem que uma delas aparecesse peladinha no meu quarto, no meio da noite, esfregando a xerequinha no meu rosto e suplicando pra ser comida, eu foderia. O melhor que podia fazer era procurar outra irmã de amigo, que não fosse parente nem em quinto grau desse cara.

Ou então, como uma alternativa que ainda não conseguira tirar da cabeça, poderia averiguar melhor aquela história da suruba automotiva e descobrir qual das loiras gostosas estivera tomando rola adoidado no carro - e tentar investir na que não estivera ali, fosse minha musa ou a prima dela, afinal, as duas realmente eram muito parecidas e, convenhamos, boceta é boceta, não importa de quem.

Mas isso já é uma outra história e, como prometi, a de hoje era rapidinha.

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Foto de perfil de BayouxBayouxContos: 42Seguidores: 131Seguindo: 20Mensagem Um olhar cômico e singular sobre o erótico

Comentários

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Que epopéia a desse rapaz, hein! Melhor contratar uma GP, contanto que não seja irmã de nenhum dos amigos.

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Pois é. Aliás, essa é uma excelente ideia. Já pensou, economizar a mesada e ir no puteiro do bairro, todo animadão, chegar lá e ficar esperando numa cabine, ansioso, até que a garota entra e… Ele se dá conta de que é justamente a Perigosona! Kkkkk

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Pode fazer uma sugestão? Que tal se, além da Perigosona, também estivesse lá a Maluca e isso fosse um sonho (pesadelo)? Ele apavorado e as duas o trancam no quarto. rs

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Tomo nota, gostei. Vou uns capítulos à frente, mas incorporo num deles. Valeu pela força!

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