Após a saída de Angélica da igreja, o clima explodiu.
Marcão, com o rosto vermelho de raiva e vergonha, virou-se para Angela e explodiu:
— Foi você! Você que quis colocar a Angélica nessa história toda! Você que trouxe essa putaria toda pra dentro da nossa casa! A culpa é sua, sua vadia manipuladora! Você destruiu tudo!
Angela sustentou o olhar dele, sem recuar, e retrucou com a voz firme e cortante:
— Eu? Você é um safado filho da puta, Marcão! Foi você que começou comendo a Yasmin na oficina, dividindo ela com seus filhos! Foi você que me comeu primeiro, que me transformou na sua puta! Agora quer jogar a culpa toda em mim?
Os dois começaram a discutir alto, trocando acusações pesadas na frente dos poucos convidados que ainda permaneciam na igreja. A tensão era insuportável.
Yasmin, ainda chorando e com o rosto inchado, levantou a voz entre os soluços:
— Chega! Não adianta mais ficar brigando! A culpa é de todos nós… Agora é hora de tentar resolver isso de alguma forma…
Angela respirou fundo, tentando se controlar, e falou com mais calma:
— Espera uns dias. Vamos todos respirar e pensar. Depois vemos o que fazer.
Marcão ainda bufava de raiva, mas não disse mais nada. Gustavo e Vitor estavam em silêncio, chocados. Aos poucos, todos foram saindo da igreja.
Angela ficou mais alguns minutos sozinha no altar, olhando para o vazio.
Tudo que ela havia construído estava desmoronando.
Angela olhava para a casa que a irmã havia reformado por completo. Os móveis reorganizados, as cortinas novas, os quadros trocados de lugar… tudo parecia mais arrumado, mais frio. Ela tentava manter a paciência, mas o peso no peito era grande.
Angélica continuava no hotel. Mal aparecia em casa, só passava para ver a pequena Luz ou pegar algumas coisas. Marcão ia visitá-la quase todos os dias, mas apenas para levar ou buscar a filha. A comunicação entre todos estava reduzida ao mínimo necessário.
Um dia, Angela estava sozinha na oficina. Yasmin tinha saído para encontrar Gustavo. Vitor e Marcão haviam ido atender um cliente que teve o carro quebrado no meio de uma avenida.
A porta da oficina se abriu. Angélica entrou, séria, usando óculos escuros. Mal olhava na cara da irmã.
— Cadê o Marcão? — perguntou, seca.
Angela respirou fundo antes de responder:
— Mana… eu sei que você tá brava comigo. Mas foi ele quem começou. Foi ele que me fez de puta dele.
Angélica tirou os óculos escuros lentamente. Seus olhos estavam vermelhos, cheios de mágoa.
— E você deixou. Não pior… você gostou. Gostou de ser puta. Ele não te transformou, Angela. Ele só deixou você ser o que você sempre foi.
Angela ficou em silêncio por alguns segundos, depois respondeu com honestidade:
— Eu quis mesmo. Adorei. E ainda adoro. Mas você… você é mais importante do que isso tudo pra mim. Eu quis te ajudar a se encontrar. Você sempre foi a irmã certinha, a boa menina. Nossos pais nunca te deram a liberdade que me deram — pra sair, namorar, viver. Eu quis te proporcionar isso.
Angélica riu, um riso amargo e triste.
— Me proporcionar isso? Me fazendo dar pros meus próprios enteados? Me transformando na puta da família? Era isso que você queria pra mim?
O silêncio entre as duas ficou pesado. Angela deu um passo à frente, mas Angélica recuou.
— Eu não sei mais quem você é — disse Angélica, a voz embargada. — E eu também não sei mais quem eu sou.
Ela virou as costas e saiu da oficina, deixando Angela sozinha com seus pensamentos.
Angela não aguentou mais o silêncio. No final da tarde, decidiu ir atrás da irmã. Chegou ao hotel, subiu até o quarto e bateu na porta. Angélica abriu, ainda com o mesmo olhar distante e cansado.
— Mana… — começou Angela, a voz mais suave. — Você não vai pelo menos me perdoar? Não tô pedindo pra voltar a falar comigo como antes… só me perdoa.
Angélica ficou em silêncio por um longo tempo, olhando para o chão. Quando finalmente falou, sua voz saiu baixa, cheia de dor e confusão:
— Você é uma puta, Angela. Eu agora tenho que dormir toda noite pensando no que eu fiz. Eu dei pra os filhos do meu marido… Eu criei aqueles meninos, cuidei deles como se fossem meus. E agora… toda vez que lembro, eu fico molhada. Eu me toco pensando neles. Eu não consigo conviver com isso. Eu me sinto suja. Eu me sinto uma vadia também.
Angela sentiu o peito apertar, mas manteve a calma.
— Posso te falar uma coisa? — disse ela, dando um passo à frente. — Volta pra casa do seu jeito. Do jeito que você quiser. Nós não vamos fazer mais nada. Nada de putaria, nada de envolvimento com os meninos… Só volta pra sua casa. Pra sua filha. Pra sua vida.
Angélica olhou para a irmã por um longo tempo, os olhos marejados. Não respondeu imediatamente. Apenas respirou fundo, como se estivesse lutando contra si mesma.
— Eu não sei se consigo voltar… — murmurou ela por fim. — Não sei se consigo olhar pra você, pro Marcão, pros meninos… sem lembrar de tudo.
Angela apenas assentiu, respeitando o espaço da irmã.
— Eu vou esperar o tempo que você precisar. Mas a casa é sua. A Luz é sua. E eu… eu ainda sou sua irmã.
Angélica fechou a porta devagar, sem dizer mais nada.
Angela ficou parada no corredor do hotel por alguns minutos, sentindo o peso de tudo que havia causado.
Depois de quase duas semanas no hotel, Angélica decidiu voltar para casa.
Ela chegou uma tarde, com uma mala pequena e o olhar cansado. Não disse muito. Apenas abraçou a pequena Luz por um longo tempo, como se precisasse se certificar de que ainda era real. Marcão tentou se aproximar, mas ela apenas assentiu com a cabeça e foi para o quarto arrumar suas coisas.
Nos primeiros dias após o retorno, o clima na casa ficou estranho e pesado.
Angélica mal olhava para os meninos. Quando Gustavo ou Vitor entravam na sala, ela virava o rosto ou baixava os olhos, o corpo enrijecendo. Com Marcão era ainda pior — ela respondia com monossílabos, evitava contato físico e dormia virada para o lado oposto da cama. Yasmin, que agora vivia na casa (depois de ter sido expulsa pela mãe), era praticamente ignorada. Angélica mal dirigia a palavra a ela, e quando o fazia, era com uma frieza cortante.
Durante as refeições, o silêncio era desconfortável. Angélica comia olhando para o prato, respondia apenas o necessário e se retirava logo depois. Às vezes, Angela a pegava olhando para Gustavo ou Vitor de canto de olho, com uma mistura de desejo e culpa, antes de desviar rapidamente o olhar.
À noite, Angela ouvia a irmã se revirando na cama, inquieta. Sabia que Angélica estava lutando contra si mesma — o tesão ainda estava lá, forte, mas a vergonha e a culpa eram maiores.
Angela observava tudo em silêncio, sem forçar nada. Sabia que forçar agora poderia piorar tudo.
Yasmin, por sua vez, tentava ser discreta, mas o volume da sua barriga já começava a aparecer. Ela também evitava confrontos, mas o ar na casa estava carregado de tensão sexual reprimida e ressentimentos.
Angela sabia que algo teria que ceder em breve.
Angela não conseguia mais se controlar. Os últimos dias tinham sido um inferno de tesão reprimido. Desde que Angélica voltara para casa, a tensão sexual na casa era palpável, mas ninguém ousava cruzar a linha. Angela andava pela casa subindo pelas paredes — a buceta constantemente molhada, os mamilos duros roçando na roupa, o corpo ardendo de desejo. À noite, ela se masturbava em silêncio no quarto, mordendo o travesseiro para não gemer alto, mas aquilo já não era suficiente.
Um dia, no final da tarde, Angela estava sozinha na sala, apenas de shortinho e regata, tentando se distrair com o celular. De repente, a porta da garagem se abriu. Gustavo e Vitor entraram juntos, suados da oficina, os corpos definidos brilhando.
Os dois pararam ao vê-la. O olhar deles mudou imediatamente — puro desejo animal.
— Angela… — murmurou Gustavo, a voz rouca.
Não precisou dizer mais nada. Angela sentiu a buceta pulsar forte só de olhar para os dois. Ela se levantou, o shortinho já marcando a mancha de excitação.
— Eu tô louca de tesão… — confessou ela, quase gemendo.
Gustavo foi o primeiro a se aproximar. Segurou Angela pela cintura e a beijou com fome, enfiando a língua na boca dela enquanto apertava sua bunda. Vitor veio por trás, colando o corpo e esfregando o pau já duro contra ela.
Em segundos, as roupas voaram. Angela ficou nua no meio da sala. Gustavo a colocou sentada no braço do sofá e abriu suas pernas, enfiando o pau longo de 21 cm na buceta molhada dela com uma estocada firme.
— Aaaahhh… isso… me fode! — gemeu Angela, cravando as unhas nas costas dele.
Vitor se posicionou ao lado, enfiando o pau grosso na boca dela. Angela chupava com desespero, babando enquanto Gustavo metia fundo na sua buceta.
— Porra… que saudade dessa buceta gulosa… — rosnava Gustavo, estocando com força.
Eles a viraram de quatro no sofá. Vitor enfiou o pau grosso na buceta dela, esticando-a ao limite, enquanto Gustavo metia no cuzinho. Angela soltou um gemido longo e rouco, sentindo os dois paus ao mesmo tempo:
— Aaaaiii… me arrombem… os dois juntos… me usam como puta!
Os dois metiam com desejo acumulado, estocadas brutais e sincronizadas. Angela rebolava entre eles, gemendo alto, o corpo tremendo de prazer. Eles revezavam os buracos, ora um na buceta e o outro no cu, ora trocando, sempre mantendo ela cheia.
O tesão estava à flor da pele. Angela gozou primeiro, apertando os dois paus, o corpo convulsionando enquanto gritava:
— Tô gozando… caralho… não para!
Gustavo e Vitor continuaram metendo sem piedade, até que gozaram quase juntos — enchendo a buceta e o cu dela de porra quente e grossa.
Angela ficou caída no sofá, pernas abertas, porra escorrendo dos dois buracos, o corpo marcado e satisfeito.
Mas no fundo, ela sabia que aquilo era apenas um alívio temporário.
Angélica chegou em casa mais cedo que o esperado. A porta da sala estava entreaberta. Assim que entrou, parou congelada.
Gustavo e Vitor estavam completamente nus no meio da sala, paus duros latejando, claramente se masturbando enquanto conversavam sobre as safadezas recentes. Os dois se assustaram ao vê-la.
— Madrasta… desculpa… — gaguejou Gustavo, tentando cobrir o pau longo.
— A gente não queria… — completou Vitor, envergonhado, mas o pau grosso ainda apontando para cima.
Angélica ficou parada por alguns segundos, respirando pesado. Seus olhos desceram para os dois paus duros, depois subiram para os rostos dos enteados. Algo dentro dela quebrou.
Com a voz rouca e trêmula de tesão, ela falou:
— Os dois… me comam agora.
Sem esperar resposta, Angélica segurou a mão de cada um e os puxou para o quarto dos meninos. Assim que entraram, ela trancou a porta, tirou o vestido de uma vez só e ficou completamente nua na frente deles.
— Agora — ordenou, a voz mais firme. — Me fodam.
Gustavo foi o primeiro. Empurrou Angélica contra a parede, abriu suas pernas e enfiou o pau longo de 21 cm na buceta molhada dela com uma estocada profunda.
— Aaaahhh… Gustavo… — gemeu ela, cravando as unhas nas costas dele.
Vitor se aproximou por trás, cuspiu no cuzinho dela e começou a forçar o pau grosso. Angélica soltou um grito longo quando ele entrou:
— Aaaaiii… Vitor… tá muito grosso… me arromba!
Os dois começaram a meter juntos. Gustavo na buceta, estocadas longas e fundas. Vitor no cu, com o pau grosso abrindo ela ao limite. Angélica estava presa entre os dois corpos, gemendo alto, o corpo tremendo de prazer.
— Isso… me fodem… os dois… me usem… — implorava ela, rebolando desesperada.
Eles a levaram para a cama. Colocaram ela de quatro. Gustavo metia na buceta por baixo, Vitor no cu por trás. Depois trocaram. Angélica gozou pela primeira vez assim, tremendo violentamente, apertando os dois paus ao mesmo tempo.
Eles continuaram por muito tempo. Viraram ela de lado, uma perna levantada, revezando os buracos. Angélica mamava um enquanto o outro metia, depois cavalgava um enquanto chupava o outro.
No final, os dois gozaram quase juntos: Gustavo enchendo a buceta dela e Vitor gozando no seu cu. Angélica ficou caída na cama, pernas abertas, porra escorrendo dos dois buracos, o corpo marcado por tapas e mordidas.
Ela olhou para o teto, ofegante, e murmurou:
— Eu sou uma puta… e eu adoro isso…
Depois do sexo intenso com Gustavo e Vitor, Angélica ficou alguns minutos deitada na cama, o corpo suado, a buceta e o cu ainda pulsando e escorrendo porra. Ela respirou fundo, olhou para o teto e chamou com a voz firme:
— Angela… vem aqui.
Angela entrou no quarto. Angélica sentou na beira da cama, ainda nua, e olhou diretamente para a irmã:
— Eu tenho uma proposta pra você. Você sempre quis me trazer pra essa putaria… e conseguiu. A partir de agora, eu tenho o controle de tudo. Eu mando. Em tudo. Entendeu?
Angela ficou surpresa por um segundo, mas logo sorriu, claramente excitada com a nova postura da irmã.
— Entendi perfeitamente. Você manda.
Angélica assentiu, com um brilho de autoridade nos olhos:
— Ótimo. Agora eu vou falar com meu marido.
Angélica tomou um banho rápido, mas decidiu não se vestir. Ficou completamente pelada, o corpo ainda marcado pelos encontros recentes — mamilos duros, marcas de dedos na cintura e na bunda, a buceta inchada e brilhando. Sentou-se no sofá da sala, pernas cruzadas, esperando.
Quando Marcão chegou em casa, abriu a porta e parou imediatamente ao ver a esposa nua no sofá. Seus olhos percorreram o corpo dela com desejo.
— Angélica… — murmurou ele, surpreso.
Ela se levantou devagar, caminhou até ele e o beijou com intensidade. O beijo começou quente e logo ficou feroz. Marcão segurou a bunda dela com as duas mãos grandes, apertando com força enquanto a língua dela invadia sua boca.
O clima esquentou rapidamente. Marcão a levantou no colo, as pernas dela enlaçando sua cintura, e a prensou contra a parede da sala. Angélica gemeu no beijo, esfregando a buceta molhada contra o volume dele.
— Hoje eu quero mandar — sussurrou ela no ouvido dele, mordendo o lóbulo.
Marcão sorriu, excitado com a nova atitude da esposa:
— Então manda, amor.
Angélica, ainda nua, puxou Marcão pela camisa e o levou até o sofá da sala. Ela o empurrou para sentar e subiu em cima dele, abrindo as pernas e sentando direto no pau duro dele.
— Aaaahhh… — gemeu ela alto quando os 22 cm grossos entraram de uma vez na sua buceta molhada.
Ela começou a quicar com força, rebolando o quadril, os seios cheios balançando na frente do rosto dele. Marcão segurou a bunda dela com as duas mãos grandes, apertando e ajudando no movimento, metendo para cima com estocadas pesadas.
— Isso… me fode… me fode forte… — pedia Angélica, rebolando cada vez mais rápido, o som molhado ecoando na sala.
Marcão chupava seus mamilos com fome, mordendo de leve enquanto metia fundo. Angélica jogava a cabeça para trás, gemendo sem controle, o corpo suado brilhando.
Ele a virou de quatro no sofá, empinou a bunda dela e meteu com brutalidade, dando tapas fortes que deixavam a pele vermelha. Angélica gritava de prazer:
— Mais forte… me arromba… aaaahh!
Marcão segurava o cabelo dela como rédea, puxando enquanto metia fundo, o pau enorme entrando e saindo brilhando. Angélica gozou primeiro, tremendo violentamente, apertando o pau dele com força. Marcão deu mais algumas estocadas brutais e gozou logo depois, enchendo a buceta da esposa com jatos grossos e quentes.
Os dois ficaram ofegantes no sofá. Angélica, ainda com o pau dele dentro dela, virou o rosto e falou com a voz rouca:
— Eu quero fazer uma orgia… todos juntos aqui. Eu, você, Angela, Gustavo, Vitor e Yasmin. Quero todo mundo. Quero ser comida por todos ao mesmo tempo.
Marcão respirou fundo, ainda dentro dela, e sorriu com surpresa e desejo:
— Você realmente quer isso?
Angélica rebolou devagar no pau ainda duro dele e respondeu:
— Quero. Quero tudo.
No dia seguinte, durante o almoço em família, Marcão e Angélica reuniram todos na sala. Angela, Gustavo, Vitor e Yasmin estavam presentes.
Marcão pigarreou e falou primeiro:
— Hoje à noite vai acontecer algo diferente. Eu e Angélica conversamos… e decidimos fazer uma orgia. Todos juntos. Sem limites.
O silêncio durou apenas dois segundos antes de se transformar em uma onda de excitação. Gustavo e Vitor sorriram abertamente, Yasmin mordeu o lábio inferior com os olhos brilhando, e Angela sorriu satisfeita, quase orgulhosa.
Angélica, com a postura firme e o olhar decidido, completou:
— Depois dessa orgia, o passado já era. O que aconteceu, aconteceu. O futuro nós vamos ver o que nos reserva. Mas hoje… eu quero que seja intenso. Quero que seja real.
Ela fez uma pausa, olhando para cada um deles, e finalizou com voz clara e autoritária:
— Às 18 horas quero todos em casa. Pelados e prontos. Sem roupa, sem vergonha, sem hesitação. Entendido?
Todos assentiram, o ar da sala já carregado de tesão.
Às 18h em ponto
A casa estava silenciosa. As cortinas fechadas, as luzes baixas. Todos obedeceram.
Angela foi a primeira a descer, completamente nua, o corpo bem cuidado brilhando. Logo depois veio Yasmin, pequena e empinada, os seios firmes e a bunda redonda. Gustavo e Vitor desceram juntos, paus já semi-duros. Por último, Marcão, o corpo forte e o pau enorme balançando entre as pernas.
Angélica foi a última a aparecer. Desceu as escadas nua, caminhando devagar, o corpo bronzeado, seios cheios, quadris largos e a bunda firme chamando atenção. Todos os olhares se voltaram para ela.
Ela parou no meio da sala, olhou para todos e falou com um sorriso leve:
— Então… vamos começar?
Às 18h em ponto, a sala estava iluminada apenas por luzes baixas e quentes. Todos estavam completamente nus, como Angélica havia ordenado.
Angélica foi a última a descer. Seu corpo bronzeado brilhava sob a luz suave — seios médios cheios e sensíveis, mamilos duros, cintura macia, quadris largos e a bunda firme e atraente. Ela olhou para todos com autoridade e desejo.
— Sem regras. Sem limites. Quero tudo hoje — disse ela, a voz firme.
O clima esquentou imediatamente.
Angela foi a primeira a se aproximar da irmã. Beijou Angélica com fome, as línguas se enroscando enquanto suas mãos apertavam os seios uma da outra. Marcão se aproximou por trás de Angela, esfregando seu pau enorme de 22 cm na bunda dela. Gustavo e Vitor cercaram Yasmin, beijando e tocando seu corpo pequeno.
Angélica se ajoelhou no centro da sala. Marcão, Gustavo e Vitor formaram um círculo ao redor dela. Ela começou a chupar os três paus alternadamente — primeiro o enorme de Marcão, engolindo o máximo que conseguia, depois o longo de Gustavo, e por fim o grosso de Vitor, esticando a boca ao limite.
Enquanto isso, Angela e Yasmin se beijavam e se tocavam no sofá. Angela deitou Yasmin e começou a chupar sua bucetinha, enfiando a língua fundo enquanto a novinha gemia.
Angélica foi colocada de quatro. Marcão enfiou os 22 cm na buceta dela com uma estocada forte. Gustavo meteu no cuzinho. Vitor enfiou o pau grosso na boca dela. Angélica estava completamente cheia nos três buracos, gemendo abafada enquanto era usada pelos três homens ao mesmo tempo.
Eles trocaram de posições várias vezes. Angélica cavalgou Marcão com força enquanto chupava Vitor e era dedada por Gustavo. Depois Angela foi duplamente penetrada por Gustavo e Vitor enquanto chupava Marcão. As duas irmãs ficaram lado a lado, de quatro, sendo fodidas ao mesmo tempo. Yasmin se juntou no meio, sendo usada pelos três enquanto Angela chupava seus seios. O sexo ficou caótico e intenso, com corpos suados se chocando, tapas na bunda e gemidos ecoando pela sala.
No final, os homens gozaram quase juntos. Marcão encheu a buceta de Angélica. Gustavo gozou no cu de Angela. Vitor esporrou nos seios e no rosto de Yasmin. As três mulheres ficaram meladas, tremendo e gozando repetidamente.
Angélica, caída no sofá com porra escorrendo de todos os buracos, olhou para todos com um sorriso satisfeito e exausto:
— Isso… era exatamente o que eu queria.
Nos dias seguintes, a rotina da família mudou completamente. O perdão veio aos poucos. Angélica ainda carregava um pequeno ressentimento pelo que havia acontecido, mas o desejo falava mais alto. A cada dia, a putaria rolava solta dentro de casa — ora no quarto do casal, ora na garagem, ora na sala quando a pequena Luz dormia.
Yasmin e Gustavo se casaram no civil, em uma cerimônia simples com poucas pessoas presentes. Agora moravam com Vitor em um apartamento próximo. Os três viviam uma putaria sem limites: quase todas as noites, Yasmin era comida pelos dois ao mesmo tempo, muitas vezes gravando vídeos para Angela assistir depois. Vitor até arrumou uma namorada nova, mas ela ainda não fazia parte da putaria — pelo menos por enquanto.
Angélica e Marcão viviam cada dia mais felizes. O casamento deles ganhou uma nova chama. Marcão descobriu que adorava ver a esposa sendo usada pelos próprios filhos, e Angélica descobriu o prazer de se entregar sem culpa. Angela se tornou o terceiro elemento constante nessa relação — muitas noites ela dormia na cama do casal, sendo fodida junto com a irmã.
Angela vivia entre a casa da irmã e o apartamento dos meninos. Sempre que visitava Gustavo, Vitor e Yasmin, era recebida com tesão e desejo. Os três a comiam sem piedade, muitas vezes os dois irmãos ao mesmo tempo enquanto Yasmin chupava seus seios ou sentava em seu rosto.
Na oficina, a rotina continuava intensa. Yasmin ainda era a puta oficial de Marcão — quase todas as tardes, ele a chamava para o escritório e a fodia com força sobre a mesa, muitas vezes com Angela participando.
A putaria assumiu um papel importante na vida de todos. Não era mais segredo. Era parte da rotina, do desejo, da cumplicidade que os unia de forma estranha e pervertida.
Angélica, certa noite, deitada entre Marcão e Angela após um sexo intenso, olhou para o teto e murmurou:
— Eu nunca imaginei que minha vida fosse ser assim… Mas eu não trocaria por nada.
Angela sorriu, beijando o ombro da irmã:
— Bem-vinda à família, mana.
E assim, entre gemidos, porra, segredos e desejo, eles seguiram a vida — cada um no seu papel, todos conectados pela mesma luxúria.
Fim.