Bianca, a infiel 11

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1197 palavras
Data: 31/05/2026 09:51:20
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 11: O Técnico

Era sábado de manhã e Rafael tinha saído cedo para trabalhar. Fiquei sozinha em casa, com um tesão insuportável queimando entre as pernas. Depois de tudo que tinha acontecido na clínica, meu corpo não sossegava mais. Parecia que cada célula minha vibrava de desejo reprimido. Sentei no sofá da sala, vestindo apenas um vestido leve de algodão, sem calcinha. O tecido fino mal cobria minhas coxas. Abri as pernas sem pudor e comecei a me masturbar lentamente.

Meus dedos deslizavam pela buceta já melada, espalhando o tesão que escorria sem controle. Circulava o clitóris inchado com movimentos precisos, apertando-o de leve, depois mais forte. Gemia baixinho, os olhos fechados, relembrando os paus grossos me fodendo na clínica, os tapas ardendo na pele, a porra quente escorrendo pelas minhas coxas. Dois dedos entraram fundo na minha buceta, fazendo um barulho molhado obsceno enquanto eu os curvava para atingir o ponto G. Meu quadril rebolava contra a própria mão, os peitos pesados subindo e descendo com a respiração acelerada.

Estava tão concentrada no prazer que quase não ouvi o portão bater. Levantei às pressas, o vestido amassado e curto demais, a buceta brilhando de tesão. Fui atender. Era o técnico da empresa de telefonia e internet: um jovem negro, forte, por volta dos 25 anos, alto, com braços musculosos e uma camisa da empresa esticada sobre o peito largo e definido. Ele carregava uma maleta de ferramentas e tinha um cheiro leve de suor limpo, de quem já havia trabalhado pela manhã.

— Bom dia, senhora. Vim verificar a linha de internet — disse ele, educado, mas com um leve sorriso profissional.

Olhei-o de cima a baixo, demorando-me nos ombros largos, na cintura fina e no volume natural da calça. O tesão falou mais alto que qualquer razão. Abri o portão e o deixei entrar.

— Pode ficar à vontade — falei, a voz rouca de desejo. — Eu vou voltar ao que estava fazendo.

Voltei para o sofá sem esperar resposta. Sentei, abri as pernas descaradamente e tirei o vestido pela cabeça, ficando completamente nua. Meus peitos fartos balançaram livres, os bicos duros e escuros. Minha buceta lisinha, inchada e melada ficou totalmente exposta. Voltei a me masturbar na frente dele, enfiando dois dedos fundo enquanto o polegar massageava o clitóris com rapidez. Gemia sem disfarce agora, olhando diretamente nos olhos dele.

O rapaz ficou parado no meio da sala, atordoado, os olhos arregalados e a boca entreaberta.

— Senhora… o que… — gaguejou, claramente sem saber como reagir.

— Você quer ajudar? — perguntei, sem parar de foder minha buceta com os dedos, o mel escorrendo pelo sofá.

Ele engoliu em seco. O volume na calça dele cresceu rapidamente, marcando um pau grande e grosso.

— Só se for pra me foder com bastante força — respondi, abrindo mais as pernas e mostrando tudo.

Ele largou a maleta no chão com um baque. Tirou a camisa devagar, revelando um tórax definido, abdômen marcado e pele negra brilhante. Ajoelhou-se na minha frente como se estivesse hipnotizado. Segurou minhas coxas grossas com mãos grandes e fortes, abrindo-as ainda mais. Seu rosto se aproximou e ele enfiou a língua quente na minha buceta, lambendo com fome voraz.

Gemi alto quando ele chupou meu clitóris, sugando forte, a língua grossa e macia girando em volta dele. Ele alternava lambidas longas, do cu até o clitóris, e penetrações profundas com a língua dentro da minha buceta. Depois desceu e atacou meu cu, lambendo o anel apertado, tentando penetrar com a ponta da língua enquanto dois dedos grossos fodiam minha buceta molhada.

— Porra, que delícia… Chupa meu cu, vai… — gemi, segurando a cabeça dele com força, rebolando contra seu rosto.

Ele babava, gemia contra minha carne, devorando-me sem vergonha. O som molhado da sucção enchia a sala. Eu gozei pela primeira vez com violência, o corpo tremendo, a buceta apertando os dedos dele enquanto jorrava mel na boca do técnico. Ele não parou, continuou chupando até eu me contorcer de sensibilidade.

Ele se levantou, abriu o cinto e baixou a calça. O pau saltou livre: enorme, preto, grosso como meu pulso, venoso, com a cabeça brilhante e inchada. Era maior que o de Felipe. Fiquei com água na boca. Ajoelhei no sofá rapidamente e agarrei aquela vara pesada com as duas mãos. Chupei com vontade, lambendo toda a extensão, passando a língua pela cabeça grossa, sugando as bolas pesadas. Depois abri a boca ao máximo e engoli o quanto consegui, babando copiosamente enquanto ele segurava meus cachos e começava a foder minha garganta.

— Caralho, que boca gulosa… Engole tudo, puta — grunhiu, empurrando mais fundo.

Eu engasgava, lágrimas escorrendo, mas não parava. Queria aquele pau inteiro. Babava tanto que escorria pelo queixo e pingava nos meus peitos.

Ele me virou de quatro no sofá, segurou minha cintura com firmeza e posicionou a cabeça grossa na entrada da minha buceta. Empurrou devagar no começo, abrindo-me centímetro por centímetro. Gritei de prazer quando ele meteu tudo de uma vez, me esticando ao limite. Era muito grosso. Começou a foder com força bruta, os quadris batendo contra minha bunda com estalos altos e molhados. Cada estocada era profunda, violenta, o pauzão batendo no fundo da minha buceta, roçando meu ponto G.

— Isso! Me fode forte! Me rasga com esse pauzão! — pedi, empinando a bunda o máximo possível.

Ele segurou meus cabelos como rédea, puxando minha cabeça para trás enquanto acelerava as estocadas. Os tapas na minha bunda vinham sem parar, deixando a pele vermelha e ardendo. Meu corpo inteiro tremia. Gozei pela segunda vez, a buceta apertando o pau dele como um punho, esguichando mel pelas coxas.

Sem tirar o pau de dentro, ele me levantou no colo. Minhas pernas se abriram em volta da cintura dele. Segurando minha bunda com as duas mãos, ele me fodeu de pé, me levantando e descendo com força sobre aquele mastro negro. Eu rebolava no ar, os peitos pulando contra o peito dele, gemendo sem controle no ouvido dele.

— Sua puta gostosa… Que buceta apertada e molhada — rosnava ele, mordendo meu pescoço.

O suor dos nossos corpos se misturava. Ele me carregou até a parede, prensando-me contra ela e metendo ainda mais fundo, com estocadas curtas e brutais. Eu arranhava as costas dele, completamente entregue.

Ele me colocou de volta no sofá, de quatro, e meteu com ainda mais violência, segurando meus quadris. O som da pele batendo ecoava pela sala. De repente, ele saiu de mim, me virou de frente e se masturbou rápido na frente do meu rosto.

— Abre a boca — mandou, a voz rouca.

Obedeci, língua para fora. Ele gozou forte, jatos grossos, quentes e abundantes acertando meu rosto, enchendo minha boca, escorrendo pelos meus peitos e queixo. A porra tinha um gosto forte e salgado. Eu gemia, lambendo os lábios, esfregando o pau ainda duro no meu rosto melado.

Foi nesse exato momento que a porta da sala se abriu.

Rafael entrou, parou no batente, os olhos arregalados ao ver a cena: eu de joelhos no sofá, o rosto e os peitos completamente cobertos de porra do técnico, o pau enorme dele ainda pulsando e brilhando na minha frente, meu corpo nu, a buceta vermelha, inchada e escorrendo mel.

O silêncio foi brutal.

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