Dormindo na casa de um amigo (Cu de bêbado não tem dono)

Um conto erótico de Escritor Anônimo
Categoria: Gay
Contém 1788 palavras
Data: 01/05/2026 08:59:31

Teve um dia que eu fui para uma festa e fiquei bebaço. Aí em vez de voltar para casa, fui para a casa de um amigo. Lembrei que ele não estava se sentindo bem ou algo assim, por isso não tinha ido para a festa junto comigo, preferiu ficar em casa. Eu só lembro de chegar na casa dele e de ver o seu rosto antes de apagar.

Acordei de manhã completamente nu deitado numa cama e parecia que tinha tomado banho, estava cheirando a sabonete e não a álcool, mas tinha algo de errado no meio da minha bunda. Deslizei os meus dedos até chegar perto do meu orifício e senti algo viscoso ali como se fosse cuspe. Decidir levantar da cama e me olhar no espelho. Fiquei de costas para o meu reflexo, abri as bandas da minha bunda e olhei por cima do ombro para ver o que tinha nela. Não dava para ver direito, mas parecia molhada com alguma coisa.

O espelho ficava na sala e meu amigo estava sentado no sofá assistindo TV, ele olhou para o lado e viu como eu estava.

— O que você está fazendo? — Ele perguntou.

— Parece que alguém cuspiu na minha bunda. Eu não sei direito.

— Como assim? Você não se lembra do que aconteceu ontem à noite?

— Claro que não. É um milagre eu não ter tido um coma alcoólico de tanto que eu bebi.

— Vem cá. Deixa eu conferir isso daí.

Eu fui até o meu amigo. Entre nós não tinha nada demais. A gente já tinha tomado banho junto, não era problema um ficar nu na frente do outro. Me virei de costas, empinei a bunda na direção do rosto dele e abri bem as bandas para que ele pudesse ver melhor.

Não dava para ver o seu rosto, mas de repente senti os seus dedos tocando no meu cuzinho.

— Ei, não é para tocar! — Reclamei.

— Eu só estou examinando, relaxa.

Senti seus dedos deslizando envolta do meu orifício. Era difícil não contrair a bunda com o toque dele ou piscar involuntariamente o meu anelzinho.

Depois de um tempo olhando ele falou: — Não acho que seja cuspe. Acho que é uma lubrificação natural do seu ânus.

Me virei para ficar de frente para ele e ver se ele estava falando sério ou tirando onda com a minha cara.

— O que o seu cu quer é rola. — Ele falou dando uma bela apertada no seu próprio pau por cima do short.

— Sai pra lá, otário! — Exclamei. — Eu sou muito é macho. Não entra nada em mim. Só sai.

— É mesmo? — Ele ergueu uma das sobrancelhas e direcionou o olhar para a minha virilha. — Não é o que está parecendo.

Olhei para baixo para ver do que ele estava falando e vi meu pau duraço. Eu nem tinha percebido que tinha ficado de pau duro.

— Isso é vontade de mijar. Só isso. — Tentei me defender, mas meu pau me traía e uma gota de pré-gozo escorreu da cabeça da minha rola.

— Se você ficou assim com eu tocando em seu cuzinho imagina como ficaria se eu te penetrasse. — Ele mordeu o lábio inferior imaginando a cena.

Meu pau latejava involuntariamente bem em direção do rosto dele. Meu corpo estava reagindo como se estivesse com muito desejo acumulado. E eu realmente estava com muito desejo acumulado. Ontem eu tinha ido na festa para ver se encontrava alguém para me aliviar, mas não tinha achado ninguém de interessante e depois que enchi a cara nada mais iria acontecer.

Meu amigo olhava para o meu pau como um animal olhando para o seu almoço. Eu sabia que ele era gay e assumido, mas nunca tinha rolado nada entre nós dois. Ele me respeitava bastante e nunca tinha dado em cima de mim. Mas ficar nu de pau duro na frente dele era muita tentação. Eu sabia como ele se sentia, sedento por prazer, preenchido de desejo.

Sem pensar muito me aproximei um pouco mais dele e meu cacete ficou bem próximo dos seus lábios. Eu queria me aliviar e seria um prazer para o meu amigo fazer isso para mim. Me aproximei um pouco mais e meu pau tocou em seus lábios. Ele abriu a boca e me recebeu, engoliu a cabeça do meu pau como se estivesse abocanhando um pirulito. Sua boca por dentro era quente, macia e molhada. Era puro êxtase.

Coloquei as minhas mãos em seu ombro para me apoiar e empurrei mais fundo dentro da sua boca. Ele fez um som de se engasgar, mas não parou de me chupar. Era uma putaria gostosa demais. Vi que ele massageava o próprio pau por cima do short. Eu não queria ver o pau de outro homem. Só o meu já bastava. Eu não era viado e meu amigo só estava me aliviando. Fiz o movimento de vai e vem, empurrando meu pau mais fundo até chegar em sua garganta e puxando de volta. Eu estava perto de gozar quando senti meu cuzinho piscando. Será que ele estava certo sobre eu estar querendo rola? Não. Isso era maluquice.

Tirei o meu pau da boca dele e comecei a bater uma punheta frenética para gozar bem na cara dele. Queria ver como ele ficava todo leitado.

— Espera. — Ele falou. — Ainda não. Se vira de costas primeiro.

— Pra quê, porra?

— Você vai ver como é gostoso leitar tendo o cuzinho sendo chupado.

— Eu não sou viado, caralho!

— Tudo bem. Só se vira.

Eu poderia parar com tudo ali mesmo. Voltar para o quarto, me vestir e ir embora. Mas algo dentro de mim queria tirar a prova dos nove, confirmar que não era isso o que o meu corpo queria. Então decidi me virar de costas, empinar a bunda para ele de novo e arreganhar bem a bunda para deixar o meu cuzinho bem exposto. Meu amigo não perdeu tempo e caiu de boca no meu orifício. Ele foi logo enfiando a língua no meu buraquinho. Senti o meu cuzinho piscando e fisgando a língua dele. Para a minha surpresa isso era muito bom, causava uma certa cócegas que arrepiava todo o meu corpo. Aí, quando eu menos esperava, flashbacks de ontem à noite vieram na minha cabeça. Eu lembrei de ter chegado aqui, de ver o rosto do meu amigo, de tropeçar bêbado na entrada da casa e de ele ter me segurado para que eu não caísse.

Ele me ajudou a ficar de pé e a primeira coisa que ele fez foi me levar para o banheiro. Eu provavelmente estava fedendo como um gambá. Ele tirou minha camisa, minha calça e minha cueca e depois me levou para debaixo do chuveiro. A água estava gelada e todo o meu corpo ficou arrepiado. Lembro vagamente do meu amigo falando alguma coisa sobre se lavar direito e que eu ia ficar agradecido no dia seguinte por não acordar fedendo a álcool. Lembro dele deslizando o sabonete pelo meu ombro, costas, barriga, pentelhos e bunda. Ele puxou o prepúcio da minha rola e lavou direitinho a cabecinha. Quando terminou, foi a vez da minha bunda. Ele esfregou direito naquela parte, acho até que um dos seus dedos conseguiu entrar no meu cuzinho virgem. Eu não devo ter sentido nada de tão bêbado que estava. Depois do banho ele me secou e me levou para o quarto. Ele não pôs uma roupa em mim, só deitou o meu corpo nu na cama. Deve ter pensado que eu ia sentir calor durante a madrugada. Ele apagou a luz e ia ir embora, ir para o quarto dele e dormir. Mas a visão de eu deitado totalmente nu e com a bunda para cima foi irresistível para ele. Ele voltou para perto de mim e caiu de boca no meio da minha bunda.

Ontem à noite ele fez exatamente o que está fazendo agora. Ele me penetrou com a sua língua. Eu me rendi a língua dele, aquilo realmente era gostoso e eu queria mais.

— Porra, se você contar isso para alguém eu te mato. — Ameacei tentando preservar um pouco da minha dignidade. — Mas eu quero te sentir dentro de mim.

Sem pensar duas vezes meu amigo ficou de pé atrás de mim. Seu pau já estava duro feito pedra. Ele abaixou o short junto com a cueca e sem pensar demais e sem perguntar se eu estava preparado, ele simplesmente me penetrou. Por mais que o meu cu estivesse lubrificado com o cuspe dele ainda assim senti uma dor quando ele meteu em mim. Parecia que estava me abrindo ao meio. Como é que alguém aguenta sentir isso e ainda chama de prazer? Era doloroso demais.

Meu amigo não teve pena e meteu com gosto. Eu estava totalmente à mercê dele. Não tinha nada que eu pudesse fazer naquele momento. Só fiquei esperando e torcendo para que ele acabasse logo. Nunca mais eu faria aquilo. A linguada era boa, mas senti um caralho grosso entrando e saindo de trás de mim era demais.

Meu amigo não gozou rápido e parecia que meu cu estava relaxando e ficando mais largo. Senti o pau dele cutucando alguma coisa dentro de mim, algo que me causava um certo prazer, um certo arrepio gostoso. Acho que eu estava começando a gostar daquilo. Ajudei ele a ir mais fundo empurrando minha bunda na direção do pau dele. Meu pau que amoleceu assim que ele me penetrou voltou a ficar duro. Segurei nele e comecei a me punhetar. Que sensação gostosa de bater punheta enquanto ele pressionava a minha próstata. Todo o meu corpo estremeceu e jorrei litros de gozo ao mesmo tempo que meu amigo me enchia de porra quentinha. Nós dois deixamos escapar um suspiro de prazer. Que experiência gostosa!, pensei.

Meu amigo tirou o pau dele de dentro de mim e senti meu cuzinho ficar aberto e escorrendo o leitinho.

— E aí, o que achou? — Ele me perguntou.

— No começo doeu bastante. Você não pegou leve comigo. Mas depois ficou interessante.

— Vai fazer isso mais vezes?

— Nunca mais! Essa foi a primeira e única vez!

— Ah, para. Fica melhor a cada vez que você faz.

Ele passou o seu braço por cima do meu ombro e eu abracei a sua cintura e assim caminhamos em direção ao banheiro para nos limparmos e tomarmos um banho. Lá ele me ajudou a limpar direitinho dentro do meu ânus e me ajudou a fazer a chuca. Foi uma experiência estranha, mas boa. Eu tinha dito que não faria aquilo de novo, mas quando vi já estava dando para o meu amigo debaixo do chuveiro. Quem diria que um dia eu iria virar a cadelinha do meu amigo gay.

Bom, isso é tudo por enquanto. Até a próxima, rapaziada. 👋

Fim.

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