Eu, amiga solteira e 6 machos dotados, nos fodendo de todo jeito.

Um conto erótico de Manuela
Categoria: Grupal
Contém 1014 palavras
Data: 31/05/2026 08:34:15

Meu nome é Manu, e eu adoro esses finais de semana em que solto a puta que vive dentro de mim. Há uns cinco meses, convidei Aline de Maceió pra passar o feriadão comigo. Ela tem 26 anos, mora com os pais no Tabuleiro, em Maceió, e pra família e vizinhos é a garota recatada, estudante dedicada. Mas quando vem pra cá, vira uma verdadeira puta sem limites.

Ela chegou na quinta-feira à tarde. Assim que entrou em casa, já me deu aquele abraço apertado e um beijo na boca bem demorado, do jeito que ela mesma me ensinou naquela vez na casa de praia em Xangri-lá. E procure no goooglle por Aline Maceio anal para ver as travessuras ilimitadas dessa safada.

— Manu… meus pais acham que eu vim pra um congresso da universidade — disse ela rindo, tirando a blusa. — Se eles soubessem que a filhinha deles vem aqui pra dar o cu e a buceta pra macho casado…

— Eles nunca vão imaginar, né safada? — respondi, apertando a bunda dela por cima do short. — Você é a princesinha em Maceió e a putinha arrombada aqui comigo.

Aline riu e me puxou pro sofá. Começamos a nos beijar gostoso, língua com língua, enquanto o Márcio, meu corno, só sentava no canto e já pegava a câmera, quietinho.

— Olha pra ele, Manu — Aline provocou, tirando meu sutiã. — Só serve pra filmar mesmo. Não é, corno?

— É isso aí — respondi alto, pra ele ouvir. — Filma direitinho, Márcio. Hoje você vai ver duas putas se comendo antes dos machos chegarem.

Tiramos toda a roupa. Chupei os peitos dela enquanto ela gemia e apertava os meus. Depois ela enfiou a mão na minha buceta, tirou os dedos molhados e cheirou.

— Hum… buceta da Manu tá com cheirinho de puta safada hoje.

Eu fiz o mesmo, enfiei dois dedos no cuzinho dela, girei devagar e trouxe pra perto do nariz.

— E esse cuzinho da Aline… tá com aquele cheiro forte que eu adoro. Tá suado, delícia.

Nós duas chupamos os dedos uma da outra, gemendo. Depois caímos na cama em 69, lambendo buceta e cu ao mesmo tempo. Aline gozou primeiro, tremendo e molhando minha língua. Eu gozei logo depois, esfregando minha buceta na cara dela.

— Filma isso, corno inútil — gritei pro Márcio. — Isso que você nunca vai ter.

No dia seguinte acordamos cedo e fomos pro motel. Chegamos umas 8h da manhã. Ficamos completamente nuas na área da piscina, tomando sol, deixando a pele suar bastante. Queríamos aquela bundinha com cheiro forte pros machos.

O primeiro a chegar foi o moreno. Forte, alto, com um pauzão de mais de 24cm. Ele sorriu quando nos viu deitadas lado a lado no colchão, bundinhas pra cima, nos beijando.

Ele veio por trás, alisou nossas bundas suadas e abriu bem.

— Caralho… que cheiro bom. Qual é a de vocês duas?

Ele cheirou primeiro o cu da Aline, lambendo devagar. Depois o meu. Enquanto isso, Aline e eu continuávamos nos beijando, gemendo baixinho.

— Filma tudo, Márcio — mandei. — Mostra como as putas gostam de ser cheiradas.

— Quero foder vocês duas — rosnou o moreno.

Começou pela Aline. Colocou ela de frente, abriu as pernas dela e enfiou aquela rola grossa na buceta. Aline choramingou, apertando minha mão.

— Ai Manu… tá muito grande… — gemeu ela.

Eu beijava sua boca pra acalmar enquanto o moreno metia fundo e ainda enfiava o dedo todo no meu cu, rodando.

Ele tirava o dedo e mandava nós duas cheirar e chupar. Fazíamos isso gemendo, lambendo tudo.

Depois foi minha vez. Abri as pernas e pedi:

— Vem, moreno. Bota logo na minha buceta que eu tô louca.

Ele cravou de uma vez. Aline me beijava enquanto ele metia o dedo no cuzinho dela, tirando pra cheirarmos de novo.

— Cheiro diferente… o da Aline é mais doce, o meu é mais forte — falei rindo.

Chegou a hora do cu.

Colocamos de lado, bem juntinhas, nos beijando. O moreno começou a forçar no cu da Aline. Ela gritou de dor.

— Ai não… tá doendo muito! Para… para um pouco!

— Aguenta, safada — falei, segurando ela e beijando. Ela tentou fugir, mas nós dois seguramos.

Eu dei um tapa na cara dela. Ela devolveu na minha. Começamos a gritar uma com a outra, excitadas pra caralho.

— Mete mais forte! — gritei pro moreno.

Aline começou a peidar enquanto ele socava. Eu baixei o rosto bem perto, sentindo o cheiro quente saindo enquanto o pau entrava e saía.

— Tá podre esse cu, mas tá delicioso — falei.

O moreno tirou o pau e eu chupei gostoso, sujo mesmo. Depois ele meteu de novo na Aline, que gritava:

— Manu, por favor! Deixa eu botar no teu cu agora, eu não aguento mais!

Fiquei de quatro rapidinho.

— Então vem, arromba meu cu! Mete de uma vez, caralho!

Ele enfiou tudo. Eu gemi alto de prazer. Aline, com o cu já arrombado, veio ver de perto. O moreno enfiou o dedo no cu dela e mostrou:

— Olha como você tá arrombada, vadia.

— Tô mesmo… você me destruiu — respondeu ela.

Ele mandou ela cheirar o pau saindo do meu cu. Aline fez careta de nojo no começo, mas depois chupou com vontade.

— Tá delicioso… cheiro de cu de Manu misturado com o meu.

Depois colocamos as duas de quatro, lado a lado. O moreno revezava: metia um pouco no meu cu, tirava e socava no da Aline, tudo bem forte, com muito diálogo sujo.

— Olha como tão arrombadas… duas putas casadas com rola.

Na hora de gozar, nos viramos, abrimos a boca e colocamos as línguas pra fora. Ele jorrou um monte de porra quente na nossa cara e dentro da boca. Aline e eu nos beijamos bem molhadas, trocando esperma, engolindo e lambendo uma da outra.

Limpei a boca dela com a língua e falei sorrindo:

— E olha que isso foi só o primeiro… ainda tem cinco machos casados loucos pra chegar e comer a gente o fim de semana inteiro.

Aline riu, ainda com porra escorrendo no queixo:

— Tô louca pra continuar sendo a putinha deles.

E o Márcio? Só filmando, quieto no canto, como sempre. Exatamente como deve ser.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Manurecife2026 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários