Meu nome é Larissa, tenho 25 anos e sou casada há três anos com Roberto. Por fora, nossa vida parece perfeita. Moramos num apartamento lindo num bairro nobre, ele é gerente de uma grande empresa e ganha bem, eu trabalho como designer gráfica em home office. Nas fotos do Instagram somos o casal dos sonhos: sorridentes, viajando, sempre arrumados. Mas a realidade dentro de casa é bem diferente.
Roberto é um homem bom, carinhoso, me trata como princesa... mas na cama ele é uma decepção completa. Sexo dura no máximo uns dez minutos, sempre no escuro, sempre na mesma posição missionário, sem oral, sem fogo, sem safadeza. Ele goza, vira pro lado e dorme. Faz mais de um ano que não tenho um orgasmo decente com ele. Meu corpo de 25 anos, com cintura fina, quadril largo, bundinha redonda e empinada, pede muito mais. Eu precisava me sentir desejada, usada, arrombada.
Tudo mudou na noite em que fomos a uma boate. Eu estava vestida pra matar: um vestidinho preto curto e colado, que marcava minha bunda e deixava minhas pernas à mostra. Salto alto, cabelo castanho escuro liso caindo nas costas. Foi lá que eu vi o Paulo.
Ele era o segurança da boate. Negro, alto, musculoso, braços tatuados, olhar de quem come a gente só com os olhos. Nossos olhares se cruzaram várias vezes. Quando fui ao banheiro, passei perto dele no corredor escuro. Ele se inclinou e murmurou no meu ouvido com aquela voz grossa:
— Você é perigosa demais pra estar sozinha por aqui, morena...
Senti um arrepio forte na espinha e uma quentura na buceta. Não respondi, mas sorri. Dias depois, criei coragem e mandei mensagem no Instagram dele. Começamos a conversar. Ele era direto, sem enrolação:
— Quero te comer gostoso quando seu marido não estiver.
Eu ficava molhada só de ler. Depois de duas semanas trocando fotos, áudios safados e promessas pesadas, marcamos quando Roberto viajou a trabalho.
Passei a tarde inteira me preparando como uma puta. Tomei banho demorado, depilei tudo, passei óleo de baunilha na pele bronzeada até ficar brilhando. Escolhi a roupa perfeita pra provocar: um shortinho jeans claro, absurdamente curto e justo, que mal cobria metade da minha bunda. No espelho, de costas, via a curva inferior das nádegas aparecendo toda, a costura enfiada fundo na fenda. Coloquei uma cropped branca justa e saltos pretos de 12cm que deixavam meu rebolado insano.
Quando a campainha tocou, minha buceta já estava latejando.
Abri a porta. Paulo me olhou de cima a baixo como se quisesse me devorar.
— Caralho, Larissa... que porra é essa? — disse ele com a voz rouca, entrando e fechando a porta. — Você tá vestida pra ser comida mesmo. Olha esse shortinho enfiado na sua bundinha... tá parecendo uma vadiazinha de luxo.
Sorri safada e dei uma voltinha lenta, rebolando bem devagar nos saltos.
— Gostou? Comprei só pra você. Meu marido nunca me viu assim... nem imagina que eu fico molhada só de pensar em você me arrombando.
Paulo veio por trás, colou o corpo grande e quente no meu e agarrou minha bunda com as duas mãos, apertando forte.
— Tá sem calcinha, né sua safada? — murmurou no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Posso sentir sua bucetinha quente e molhada roçando no jeans. Tá pingando desde quando, Larissa?
— Desde que comecei a me arrumar... — respondi gemendo baixinho. — Fiquei imaginando você me jogando no sofá e me fodendo como uma puta.
Ele apertou mais, separando minhas nádegas por cima do shortinho, e esfregou o pau duro contra mim.
— Tira esse shortinho agora. Bem devagar. Quero ver essa bundinha branca aparecendo.
Virei de costas, empinei e desci o shortinho bem lento, rebolando. Minhas nádegas saltaram livres, redondas e macias. O shortinho ficou preso nos meus joelhos junto com os saltos.
Paulo se ajoelhou, abriu minha bunda e cuspiu direto no meu cuzinho.
— Olha como tá piscando esse rabinho... tá com saudade de rola grossa, né vadia?
Senti a língua quente dele lambendo meu cu devagar, circulando, depois enfiando fundo. Ao mesmo tempo, dois dedos grossos entraram na minha buceta encharcada. Eu tremia inteira nos saltos.
— Ai, Paulo... lambe meu cu gostoso... me prepara pra levar sua rola...
Ele lambeu por longos minutos, babando tudo, alternando entre o cuzinho e a buceta. Depois se levantou, tirou a roupa e mostrou aquele pau negro enorme, grosso e veioso.
— De quatro no sofá. Quero comer esse cu hoje.
Fiquei de quatro, empinei bem alto e abri as pernas. Paulo cuspiu várias vezes no meu cuzinho, esfregou a cabeça grossa e começou a forçar.
— Respira fundo, sua putinha...
Senti a cabeça abrindo meu anelzinho. Soltei um gemido longo e rouco quando ele foi entrando devagar, centímetro por centímetro.
— Caralho... tá tão grosso... me rasga todinha, Paulo...
Ele segurou minha cintura e enterrou tudo. Ficou parado um tempo, sentindo meu cu apertando o pau dele.
— Que cu apertado da porra... melhor que muita novinha. Agora aguenta.
Começou a estocar. Primeiro devagar, depois cada vez mais forte. A bundinha balançava, o barulho molhado ecoava na sala.
— Me fode esse cu! — gritei. — Arromba minha bundinha, Paulo! Meu marido nunca me fode assim!
Ele deu tapas fortes na minha bunda, puxou meu cabelo como rédea e meteu mais fundo.
— Fala alto, vadia! Quem é a putinha casada que adora dar o cu pra rola preta?
— Eu sou! Eu sou sua putinha casada! Adoro dar meu cu pra você enquanto meu corno trabalha!
Ele meteu com tudo, fundo e bruto. Eu gozei tremendo, o cuzinho apertando o pau dele. Quando ele sentiu que ia gozar, acelerou e rosnou:
— Vou encher esse cu de porra quente, sua vadia!
Senti jatos grossos e quentes explodindo bem fundo dentro do meu intestino. Ele ficou enterrado até o talo, esvaziando tudo. Quando tirou o pau, a porra grossa escorreu do meu cuzinho arrombado, descendo pelas coxas.
Ainda de quatro, virei o rosto e pedi com a voz rouca:
— Deixa eu limpar sua rola...
Paulo enfiou o pau sujo de porra e meu cu na minha boca. Chupei tudo com devoção, lambendo cada centímetro enquanto olhava pra ele.
— Essa foi, sem dúvida, a melhor foda da minha vida... — falei, com gosto de porra na boca. — Meu cuzinho agora é seu. Pode me chamar sempre que quiser me usar.
Paulo sorriu, passando a mão na minha bunda marcada.
— Pode deixar, sua putinha. Isso aqui mal começou.