Leitinho do papai

Um conto erótico de Ino
Categoria: Gay
Contém 1897 palavras
Data: 30/05/2026 18:21:49

A primeira vez que vi a rola do meu pai foi no banheiro de casa, numa tarde quente de verão. Eu estava lá, de pé em frente ao vaso, urinando. Então, sem aviso nem batida, a porta se abre de repente. Era o meu pai. Ele não disse nada, já chegou puxando o short. Ele parou do meu lado, eu era bem pequeno, bom, ainda sou e meu pai era enorme. Mas minha visão ficou exatamente na parte certa, bem perto.

E meu deus, como era grande. Aquela coisa era grande, mesmo mole. Parecia até pesado. Ele era depilado, e a pele naquela região era um pouco mais escura que o resto do corpo. Tinha veias grossas por baixo da pele fina, mesmo mole. Conseguia ver a cabeça, grossa, arredondada. Eu não conseguia parar de olhar. Meu pau de repente pareceu ser tão ridículo.

Ele disse que quase não aguentou segurar. Eu estava quieto. O cheiro dele subia devagar. Era cheiro masculino e forte. Meu coração batia tão rápido que eu achei que ele estava ouvindo. Ele tinha percebido exatamente onde meus olhos estavam, mas não disse nada. Soltou um riso baixo, sacudiu o pau grosso até a ultima gota, então saiu.

Aquela imagem não saiu mais da minha cabeça. Nos dias seguintes, vivi com o pau dele gravado na minha cabeça. Eu ficava durinho só de lembrar. Eu era safado demais para a minha idade. Meu pai era divorciado a tempos, então era só nos dois naquela casa. Acho que meu pai percebeu o que eu queria. Uma noite eu criei coragem e pedi para dormir com ele. Ele me olhou por um tempinho, soltou um sorrisinho e respondeu que sim.

Naquela noite, quando entrei no quarto dele, ele estava usando só uma bermuda preta e fina. Eu me deitei do lado dele, o coração batendo forte. Eu sentia o cheiro dele em todo o lugar, pele quente e um leve toque de suor masculino. Meu corpo inteiro formigava. Fingi que estava me ajeitando e passei o braço por cima dele, em um abraço. Minha mão parou bem perto do pau. Meus dedos quase tocava a curva grossa que marcava por baixo do tecido da bermuda. Logo em seguida, ele se mexeu. Empurrando o quadril na minha direção. A bermda estivou. O volume grosso ficou mais bem marcado contra o tecido. Eu conseguia ver o formato da cabeça. Aos poucos o pau dele ficava bem duro bem na minha frente.

Foi então que ouvi a voz dele. Baixa, calma e cheia de desejo

- Quer pegar nele?

Eu não pensei nem por um segundo. Só soltei um “uhum” rouco. Com dois dedos, ele puxou o elástico da bermuda para baixo e deixou o pau cair pesado contra a coxa peluda. Ele já estava meio inchado. E mesmo assim era enorme.

Enquanto eu olhava, hipnotizado, ele pulsou uma vez… duas… e começou a crescer de verdade. A pele macia e raspada esticava lentamente, as veias grossas inchando, a cabeça rosada e brilhante surgindo devagar. O pau do meu pai era uma coisa grossa, pesada, que balançava levemente com cada batida do coração dele.

- Não precisa ficar tenso - A voz dele ainda calma - Eu já sei faz tempo que você gosta dessas coisas. Vi o jeito que você me olha desde aquela tarde no banheiro. Fica à vontade.

Minha mão tremia quando eu estendi o braço. No instante em que meus dedos tocaram aquela carne quente e grossa, um gemido baixo escapou da minha garganta. Era tão quente, tão pesado, a pele sedosa deslizando sobre o duro. Eu peguei o que eu consegui e comecei a masturbar devagar, puxando a pele até a base, sentindo o peso balançar na minha palma. Um fio grosso e transparente de pré gozo escorreu quente sobre meus dedos. O cheiro dele ficou mais forte. Um almiscarado, viril, um aroma denso de homem que subia direto para a minha cabeça e fazia minha boca salivar.

Eu me aproximei quase sem perceber, o rosto descendo até ficar a poucos centímetros daquela coisa monstruosa. O calor que irradiava dele batia no meu rosto. O cheiro forte de suor limpo, pele masculina, aquele leve toque doce do pré gozo. Minha respiração ficou funda, pesada. Senti a mão grande dele na minha nuca. Foi firme, empurrando minha cabeça para baixo com calma, mas sem deixar espaço para hesitação.

Minha língua ainda tímida tocou nele. Lambi a cabeça grossa, sentindo o gosto salgado e doce do pré gozo do meu pai explodir na minha boca. Era delicioso. Eu lambi de novo, mais devagar, circulando o pau quente e inchado, sentindo a textura lisa e a veia grossa que corria por baixo. Depois abri a boca e comecei a chupar. O pau dele era tão grosso que a minha mandíbula doía de um jeito bom, enquanto eu descia o mais que conseguia. Minha respiração saía quente e ofegante pelo nariz, molhando a pele dele.

- Porra - Ele fala com surpresa - Você é bom nisso.

Ele acariciou meu cabelo com a mão enquanto eu chupava com mais fome, o som molhado começando a aparecer no quarto.

- Já fez isso antes?

Eu neguei com a cabeça, sem tirar o pau da boca, os olhos marejados olhando para cima. Ele sorriu devagar, e apertou levemente minha nuca, empurrando meu rosto um pouco mais fundo.

- Bom menino... - sussurrou ele. - Mas agora você vai ser a minha boa putinha.

Eu continuei chupando com mais fome agora. O pau pulsava quente contra minha língua, latejando forte, enchendo minha boca por completo. Ele soltou um gemido grave

- Usa mais baba... Molha tudo. Quero ouvir enquanto você me chupa.

Obedeci sem pensar. Deixei a saliva acumular na boca e comecei a babar de propósito, deixando o cuspe escorrer grosso pelos cantos dos lábios, descendo pelo eixo latejante. Os sons "gluck… gluck… slurp…" ecoando baixinho no quarto, misturados com minha respiração pesada e ofegante. Eu me perdia completamente. O cheiro forte dele subia direto para o meu nariz a cada vez que eu descia mais fundo. Meu queixo doía, mas eu não parava. Tentava forçar mais, sentindo a cabeça grossa roçar no fundo da minha garganta, o gosto salgado e forte dele se espalhando pela minha língua como uma droga.

Minha respiração ficava cada vez mais curta, desesperada, o peito subindo e descendo rápido enquanto baba grossa escorria pelo meu queixo, pingando na coxa dele e molhando os pelos escuros. De repente, sem aviso, a mão grande dele afundou na minha nuca. Com um movimento firme, ele empurrou minha cabeça para baixo. O pau enorme invadiu minha garganta de uma vez. Eu engasguei forte, os olhos arregalados, tossindo violentamente ao redor daquela carne grossa. Baba explodiu da minha boca e, para minha vergonha, escorreu pelo nariz também. Quente, grossa, escorreu até o lábio superior. Meu corpo inteiro tremeu. Ele segurou ali por longos segundos, sentindo minha garganta apertar e pulsar ao redor dele, antes de finalmente soltar.

Eu puxei o ar com um arquejo molhado, tossindo, babando, lágrimas se misturando à saliva nas minhas bochechas vermelhas. Ele agarrou meu cabelo tigelinha com força, puxando minha cabeça para trás. O pau saiu da minha boca com um "pop" molhado, e um longo fio grosso de saliva ainda conectava meus lábios inchados e brilhantes à cabeça rosada e latejante dele. Meu rosto estava uma bagunça. Bochechas molhadas de baba e lágrimas, cabelo grudado na testa suada, nariz brilhando com o cuspe que escorrera.

Ele olhou para mim por um segundo, a expressão mudando completamente. Agora era puro desejo dominante. Um sorrisinho perigoso apareceu no canto da boca dele enquanto ele segurava o pau pesado pela base e começava a bater com ele contra meus lábios entreabertos, espalhando mais baba pelo meu rosto. A voz dele saiu carregada de desejo

- Você é uma putinha deliciosa... Olha só pra você, todo babado e desesperado pelo pau do papai. - Ele bateu mais duas vezes, mais forte, contra minha língua. - Quer o meu leitinho? Quer que eu enche essa boquinha de porra quente?

Eu confirmei com a cabeça, devagar, os olhos ainda marejados e o queixo brilhando de baba. Meu pai sorriu e segurou a base do pau grosso, bateu a cabeça molhada contra a minha língua mais algumas vezes, como se estivesse marcando território.

- Então chupa com vontade, putinha… Mostra pro seu dono o quanto você quer esse leitinho.

Ele enfiou de novo, mas dessa vez controlado. Não forçou até o fundo da garganta como antes. Em vez disso, começou a foder minha boca com estocadas profundas o suficiente para fazer meus lábios esticarem ao redor da grossura dele, mas sem me sufocar. O quarto se encheu novamente daqueles sons molhados da minha boca sendo usada. O barulho viscoso da saliva que eu não conseguia mais conter, escorrendo pelo queixo, pingando no peito nu dele. O cheiro dele estava em tudo, me deixava tonto.

Eu sentia o pau dele inchando ainda mais na minha boca, as veias pulsando contra minha língua quente. Ele respirava pesado agora, os gemidos baixos e graves saindo do peito. Com uma das mãos dele segurava meu cabelo suado, os fios grudados na testa. De repente, ele soltou um grunhido longo e mandou eu não parar.

O primeiro jato veio forte, grosso, quente. Explodiu direto no fundo da minha boca, um jorro denso e salgado que me encheu a língua de uma vez. O gosto era intenso, forte, levemente amargo, mas estranhamente viciante. Eu tentei engolir tudo, desesperado para agradar ele, mas o volume era demais. Tossi, engasgado, sentindo parte do gozo escorrer pelo canto da boca enquanto outro jato potente vinha logo em seguida.

Ele puxou o pau para fora rápido, ainda gozando. O segundo, terceiro e quarto jatos foram na minha cara. Senti a porra quente, quase queimando, acertar minha bochecha, meu nariz, pingar pesado nos meus lábios entreabertos. Um fio grosso escorreu da minha boca até o queixo, pendurado por um segundo antes de cair no meu peito. O cheiro era forte, cru e marcante. Meu rosto inteiro estava pintado com o gozo dele, quente, viscoso, escorrendo devagar pela minha pele.

Ele respirava fundo, o pau ainda meio duro batendo contra minha bochecha suja enquanto os últimos pingos caíam na minha língua estendida.

- Porra... Fazia tempo pra caralho que eu não gozava assim - a voz rouca de prazer e alívio. Passou a cabeça do pau ainda melada pelos meus lábios, espalhando o resto do gozo como se estivesse me marcando. - Olha só pra você, todo melado com o leitinho do pai. Agora eu gostei. Me responde com sinceridade, você realmente não fez algo assim antes?

- Não... Foi a primeira vez.

Ele sorriu, satisfeito.

- Que bom... Porque você nasceu para isso, garoto. Olha como engoliu tudo tão direitinho... Ficou babando que nem uma putinha desesperada. Agora você é a putinha do papai. Entendeu?

Fiz um sim com a cabeça. Meu rosto inteiro coberto de porra quente, o gosto dele ainda forte na minha boca, o cheiro impregnado nas minhas narinas. Meu próprio pau latejando dentro da cueca, encharcada de pré gozo. Eu estava atordoado, admirado, excitado e envergonhado ao mesmo tempo. Não conseguia tirar os olhos dele. Sentindo um fio grosso de sêmen escorrer da minha bochecha até o canto da boca, e lambi instintivamente. Ele sorriu de novo, passando o polegar pelo meu rosto sujo e levando o gozo até minha boca para que eu chupasse.

— Bom menino…

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