A fisioterapeuta – Capítulo III.

Da série A fisioterapeuta
Um conto erótico de Nathy
Categoria: Heterossexual
Contém 1178 palavras
Data: 30/05/2026 15:40:15

Desculpem o sumiço, mas infelizmente tenho pouco tempo para escrever. Olá novamente, eu sou a Nathy e convido àqueles que não leram a primeira parte da história a fazer isso, fica bem melhor para se situar em todo o contexto.

A viagem de volta foi um completo borrão, eu mal conseguia respirar direito dentro daquele sedã preto, sentindo o banco de couro legítimo queimar sob a minha bunda, que ainda parecia pulsar de tesão. O cheiro daquela sauna — uma mistura de suor forte, do gozo da Nanda e daquele perfume caro do Sr. José — parecia ter colado na minha pele e entrado na minha mente de um jeito que eu simplesmente não conseguia apagar. O motorista seguia mudo na frente, a Nanda olhava pela janela com a cara mais plena do mundo, e eu ali, estática, segurando a porra da minha bolsa contra as pernas como se estivesse carregando uma bomba. E de certa forma, estava. O peso do envelope lacrado ali dentro parecia queimar.

Assim que o carro estacionou na garagem do prédio dela no centro, subimos o elevador num silêncio tenso. A Nanda percebeu que eu estava prestes a explodir, mas só deu um sorrisinho de canto, aquela sonsa, sabendo exatamente o efeito que aquela sessão tinha causado em mim. Mal a porta do apartamento se fechou, eu joguei a bolsa no sofá e me virei para ela, com o coração saindo pela boca.

— Que porra foi aquela, Fernanda?! — disparei, a voz meio trêmula, misturando indignação e um resto de adrenalina que ainda me deixava com as pernas bambas. — Reabilitação? Pilates? Você me levou pra ver você chupar e ser arregaçada por um velho ricaço! Caralho, o contrato falava em sigilo, mas não que a clínica era uma agência de acompanhantes de luxo fantasiada de fisioterapia!

Nanda jogou as chaves na mesa, soltou o cabelo do rabo de cavalo e me olhou com uma calma que me irritou. Ela caminhou até a adega, pegou uma garrafa de vinho branco, serviu duas taças e me estendeu uma.

— Toma. Bebe e abaixa o tom, Nathalia. Ninguém te obrigou a nada — ela disse, com a voz firme, mas mansa. — Você me pediu ajuda porque estava na merda, lembra? O seu salário da clínica mal pagava o Uber e o mercado. Olha em volta. Você acha que eu comprei esse apartamento atendendo convênio e fazendo ultrassom em velho do SUS? Abre o envelope. Abre logo, para de ser hipócrita.

Eu olhei para ela, bufando, e peguei a taça de vinho de uma vez, virando metade do líquido para dentro. Minhas mãos ainda tremiam um pouco. Caminhei até a bolsa, rasguei o lacre do envelope e puxei o que estava lá dentro. Meu queixo caiu. Eram maços de notas de cem reais, limpinhos, cheirando a banco. Contei rápido, com o coração batendo na garganta. Tinha ali quase quatro vezes o valor do meu salário mensal inteiro na clínica oficial. Por uma tarde de "observação".

— Isso... isso tudo é meu? Mas eu não fiz nada! — gaguejei, olhando do dinheiro para ela.

— É a sua comissão de introdução, cortesia do Moacyr e da "taxa de avaliação" que o Sr. José paga para ter carne nova assistindo — Nanda falou, sentando-se no sofá de pernas cruzadas, o olhar afiado. — Ele adorou você, Nathy. Aquele pauzão preto ficou daquele tamanho só de ver você de terninho, babando e secando o volume dele. E você ficou louca de tesão, não finge que não. A sua bucetinha deve ter encharcada até agora.

Ela se aproximou e pegou na minha bucetinha por cima da roupa e sorriu, o sangue subiu para o meu rosto. Eu queria negar, queria xingar ela, chamá-la de puta, mas a verdade estava bem ali, explícita no dinheiro na minha mão e na humidade que eu ainda sentia melando minha calcinha. Ela então me deu um suave beijo nos lábios ainda com gosto do leite e do suor daquele homem e meu estômago deu uma reviravolta de puro tesão. Os flashs da transa que eu assisti a pouco tempo ainda eram constantes, comparar aquilo com o Alan, com aquela piroquinha fina e o sexo de dois minutos dele que sempre terminava em frustração... era até uma ofensa.

Quando ela se afastou ainda sorrindo, eu fiquei zonza e mais molhada ainda, tudo que eu pude fazer foi sorrir de volta e perguntar:

— Ele... ele é sempre daquele jeito? — perguntei, a voz agora mais baixa, me sentando na poltrona em frente a ela, deixando o dinheiro no colo. — E a esposa dele? A tal da Stela?

Nanda deu uma risada alta, gostosa.

— A Stela? Aquela dondoca era uma de nós, atendia na clínica também. Ela sabe muito bem o que acontece e adora que a gente canse o velho para ela. O Sr. José tem quase 70 anos, muita grana e um tesão de moleque de dezoito. Se a gente não esvaziar o saco daquele monstro na base da mamada e da sentada, ele inferniza a vida dela à noite querendo foder até o amanhecer. Ela finge que é apenas fisioterapia para manter as aparências, e todo mundo sai feliz. É o mundo dos ricos, Nathy. Eles criam as regras.

Fiquei em silêncio por alguns minutos, bebendo o resto do vinho, processando tudo. O desespero financeiro da minha família, meu pai trabalhando em obra, minha mãe humilhada em balcão de loja... e eu com a chance de ganhar uma fortuna apenas usando o corpo que eu tanto cultuava na academia. Eu não era nenhuma santa. Sempre fui mimada, gostava do bom e do melhor. Se o preço para voltar ao topo era aguentar pirocas gigantes de velhos podres de ricos, quem era eu para recusar?

— E agora? — perguntei, encarando a Nanda nos olhos, assumindo de vez a ambição. — Qual é o próximo passo?

— O Moacyr já deve estar preparando a sua agenda. Como o Sr. José exigiu ser o seu primeiro, você vai voltar lá na próxima sexta. Só que dessa vez, Nathalia, não tem essa de só olhar. Você vai ficar de quatro naquele colchonete e vai sentir o que é um homem de verdade rasgando você, vai ser como perder a virgindade de novo. Aquela pica preta vai entrar inteira nessa sua bucetinha branca. Você aguenta?

Uma corrente elétrica passou pela minha espinha. A imagem daquela cabeça roxa e enorme invadindo a minha bucetinha rosada e apertada, que só conhecia o pintinho do Alan, me deu um medo absurdo, mas me deixou absurdamente excitada.

— Eu aguento — respondi, com um sorriso sacana surgindo nos lábios, guardando o maço de dinheiro na bolsa. — Se é para sair da miséria, eu vou ser a melhor puta de luxo que essa clínica já viu.

A Nanda sorriu, levantou-se e veio até mim, me puxando pela mão.

— Essa é a minha garota. Mas antes de você estrear com o cliente vip... deixa eu ver como está essa sua reabilitação.

Ela me puxou para o quarto dela. O fim de semana estava só começando, e eu tinha muita coisa para aprender com a minha instrutora antes de encarar o verdadeiro monstro.

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