Andreza e eu estávamos sentados à mesa do jantar, os camarões sendo apreciados. Nós, apaixonados, ainda extasiados pela efetivação no emprego e pelo sexo recente, olhávamos perdidamente um para o outro.
O jantar foi esplêndido. O vinho harmonizou perfeitamente com o prato. Chamei o garçom e paguei a conta. Peguei-a pelo braço e gentilmente levei-a para a saída.
O Uber havia acabado de chegar e fomos abraçados até o hotel. Subimos as escadas até o quarto dela. Entramos, tiramos as roupas e fomos para o banho. Ah, água quente, aquele jato gostoso, relaxante. Ficamos um tempo, na água, carícias ali nos peitos dela, em ambos os paus, nos cabelos. De repente o dedo médio dela deslizou pelo meu cu e eu retesei a bunda instantaneamente.
— Que é isso, amor? - perguntei, olhando de cara feia pra ela.
— Sondando a área- respondeu ela, mordendo os lábios.
Desligamos o chuveiro, nos secamos e fomos deitar na cama. O vinho era de qualidade, 8 meses em barrica de carvalho, mas o álcool estava fazendo efeito. Meu pau se mantinha mole. Já ela estava com o pau duríssimo. Deitei na cama, sonolento. Ela se deitou do meu lado.
— Fica de conchinha pra mim - sussurrou ela.
Meio sonolento, virei de lado e ela se encaixou atrás de mim, com seu pau duro no meio das minhas pernas, tocando meu saco. Ela ficou quieta uns minutos, mas eu sentia o pau dela latejar. Lentamente ela começou a esfregar a cabeça dele no meu cu.
— Vou te dar o que você me deu, um prazer que poucos sentem - sussurrou ela.
— Vem, quero sentir seu pau no meu cu - respondi, ainda sonolento devido ao álcool.
Ela pegou o lubrificante, besuntou o pau dela e o meu cu. Me colocou de lado na borda da cama e encostou a cabeça a entrada. Não reagi. Ela insistiu e a cabeça começou a entrar. Senti uma leve queimação e a sensação de preenchimento, parecia que queria evacuar.
Andreza manteve a cabeçorra dela no meu cu, abriu minha perna e começou a massagear lentamente meu pau. Ele deu sinal de vida e endureceu lentamente na mão dela. Quando meu pau ficou totalmente duro, ela enfiou o pau grosso dela totalmente no meu rabo.
— Vai com calma. Ele é maior e mais grosso que o meu.
— Ele vai te dar mais prazer ainda. Estou só começando. Relaxa, amor.
Ela deixou o pau no meu cu até eu me acostumar com ele. Se aproximou, beijou minha boca, e começou um vai e vem gostoso, lento, enquanto, ato contínuo, masturbava meu pau duro. Ela fazia com carinho, eu estava sendo comido por uma trans gostosa, seu pau grosso me preenchendo, eu estava sentindo prazer.
Sentia a cabeça do pau dela massagear minha próstata. Pedi pra ela aumentar o ritmo.
— Vai, gostosa, me fode! Me faz gozar pelo cu!! - gritei.
— Sente minha calabresa, seu puto - gritou ela, empurrando com força, suas bolas batendo nas minhas.
Comecei a ter tremores e então veio uma onda de prazer, parece que de dentro do meu cérebro, passando pelo meu cu e fazendo meu pau estremecer, esguichando vários jatos de porra na minha cara e na minha barriga.
Ela gozou em seguida, segurando meu pau melado com força. Senti jatos de porra quente no meu cu, e foi estranhamente prazeroso.
— Caralho, Andreza, que delicia!
— Valeu a pena, meu amor? Somos um casal completo agora - e me beijou.
Ela limpou a porra toda, lambendo e mordiscando meu pau e meu peito. Depois me beijou com sabor da minha porra. Eu dei uma chupada no seu pau, com gosto do meu cu. Formos para o banho e ficamos abraçados embaixo da água quente. Relaxados, deitamos na cama dela e apagamos até o outro dia cedo.
Alugamos uma casa e fomos morar juntos. Quis o destino que não nos amássemos, mas sim que fôssemos apaixonados. As transas aconteciam sem programação, eram no quarto, na sala, na mesa do cozinha, no banheiro... simplesmente sexo.
Ela um dia me disse que gostaria de se mudar para outra cidade, iria em busca de nova oportunidade na carreira. Eu senti, meu coração doeu, mas ela deveria seguir a vida dela. Eu quis ficar em Lagoa Santa, a empresa tinha me proporcionado crescimento profissional e eu tinha uma boa carreira pela frente.
Andreza se foi, mas ficaram gravadas em nós as aventuras que vivemos juntos e a amizade.