Voltamos uma semana depois. Recebemos uma mensagem do meu pai para um churrasco no sábado. Para Julia ele mandou uma foto do pau dele duro. Ela foi com um vestido de malha florido, sem sutiã e sem calcinha. Ao chegarmos, encontramos somente ele, pelado na piscina. Ele saiu veio até nos cumprimentar e falou pra nos despirmos. Fizemos isso e ele já foi pra cima dela, beijando de língua, depois mamou nas tetas, acariciando o clitoris, fazendo com que ela gemesse e olhasse pra mim. Fui até ela e beijei-a, passei a mão pela bunda até tocar no seu cuzinho mágico. Meu pai soltou a teta e a puxou pela cabeça pra fazer um boquete. Ela se inclinou e praticamente ficou de quatro. Cheguei por tras, ajoelhei e chupei a buceta e o cuzinho lisinho. Levantei-me e enfiei na sua buceta, socando. Após alguns minutos, meu pai solta sua cabeça e pede meu lugar. Ele pegou o lubrificante, encheu o cuzinho dela e o pau dele e enfiou fundo. Ela gemeu, se contorceu, mas estava dentro, era só se acostumar. Ainda engatado, meu pai ergueu-a e andou com ela flutuando com um pau dentro do cu e segurando bem apertada pularam na água. Eles afundaram e voltaram pra superfície engatados. Meu pai a levou até a borda da piscina e continuou fodendo o cuzinho dela e pressionando suas tetas contra a parede da piscina. Abaixei-me e a beijei forte com ela gemendo. Meu pai falou “mergulha e vamos fazer uma DP na água na nossa putinha”. Mergulhei, me posicionei na frente dela, meu pai a ergueu e enfiei na sua buceta. Era bem diferente dentro da água. Não demorou muito meu pai estocou fundo e gozou urrando. Julia fez uma cara de dor, mas aguentou firme. Meu pai desengatou. Virei ela de costa pra mim, coloquei ela segurando na margem da piscina e meti no cuzinho dela. Estocava de tal forma que ela subia e descia dentro da água, até que também gozei. Ela saiu e foi tomar sol. Passei bronzeador por todo o corpo me concentrando no rosto, nas tetas, buceta e no rego. Meu pai ordenou “quero que ela fique com a bunda bem bronzeada. Julia, fique de quatro pro sol. Empine o máximo sua bunda e mantenha a cabeça na esteira. Filho, passa mais filtro nas nadegas, no cu e abaixo do cu”. Fizemos assim e ela ficou por uns 15, 20 minutos e já dava pra perceber mais bronzeada. Ele se aproximou, passou a mão nas nadegas e enfiou um dedo no cuzinho dela e perguntou “está queimando ou irritado ou ardendo?”. Ela respondeu “não senhor, só mais sensível e com mais tesão”. Meu pai falou “vamos fazer a mesma coisa com a buceta e a virilha. Passe bastante protetor nos lábios da buceta, abaixo da buceta e no capo, na parte interna das coxas e coloque esse adesivo pra proteger os pequenos lábios e o clitoris que não podem queimar. Julia fique de barriga pra cima e de pernas abertas.”. E assim ficou por mais uns 15 minutos. Removi o adesivo e o contraste entre a área bronzeada e os pequenos lábios, a buceta era grande. Aproveitei e chupei o clitoris e a buceta. Meu pai se aproximou passou os dedos no clitoris, pequenos lábios, e enfiou 2 na bucetinha e perguntou pra Julia se estava irritada. Ela respondeu “não. Só mais sensível”. Enquanto meu pai dedilhava, ela implorou “fode minha buceta, seu Manoel. Não estou aguentando de tesão. Eu quero gozar, quero porra no meu útero”. Meu pai a puxou, deixou de 4 e atolou de uma vez, fazendo ela gritar de prazer e a provocou “quer porra sua vadiazinha, quer pau dentro da bucetinha, hein? Não vamos deixar vc passar vontade. Putinha como você tem que estar sempre bem servida”. Ele meteu lá no fundo, segurou e gozou no seu útero. “Pronto, já está alimentada de porra. Agora vamos nos alimentar de verdade”. Depois fomos tomar uma ducha e beber e comer. Meu pai encomendou o churrasco de um restaurante. Sentamos eu e meu pai na mesa e Julia continuou pelada e mesmo após ducha ainda vazava porra da sua buceta, marcando a cadeira em que se sentou. Após almoço, meu pai foi descansar, a Julia se deitou pelada na rede e eu cuidei das louças. Fui tomar sol na beira da piscina. Uma hora depois meu pai desce e chama a Julia pra deitar-se com ele. Abraça, beija e sobem como se fossem namorados. Ela olhou para mim e mandou um beijo. Da beira da piscina, ouvi uns gritos e gemidos abafados e uns 40 min depois ela desce e vem até a mim, nua, descalça, descabelada e mole. Levantei-me e a segurei beijando-a, ela virou sua bunda pra mim, se inclinou e abriu as nadegas e tinha uma cachoeira de porra saindo do cuzinho, depois se virou e mostrou o clitoris inchado e vermelho, o capo com marcas de dentes e chupões roxos. Falei pra ela “o que ele fez com vc? Você está fudida”. Ela sentou-se no meu colo e a porra escorreu na minha perna, e falou “seu pai acabou comigo, fodeu muito meu cuzinho, eu fui estuprada, chupou tanto meu clitoris que ficou vermelho e inchado e mordeu meu capô cravando os dentes, apertou tanto minhas tetas que estão doendo até agora. Apesar da dor eu gozei muito, várias vezes enquanto ele me chamava de puta, vadia, biscatinha e era assim que eu me sentia. Isso é normal?” Aproximei-me, abracei e beijei, acariciei seus cabelos, e respondi “se vc gostou e teve prazer é normal meu amor”. Ela me implorou “não mete no meu cuzinho, tá? Está doendo. Acho que vou ficar uma semana sem dar”. Respondi “claro, vamos dar um tempo, eu falo com meu pai também. Vamos pra sua casa, e eu te aplico uma pomada no seu cuzinho pra aliviar a dor, tudo bem?”. Ela me respondeu “vou tomar um banho antes e tirar essa porra escorrida da minha bunda e pernas e iremos. Minha mãe não pode me ver pelada por causa das marcas de dentes no meu capô e os chupões roxos”. Avisei meu pai que iria embora e ele me pediu desculpas pelo estrago, mas não resistiu “sua namorada é muito bonita e gostosa e transa como uma puta experiente. Nunca vi nada igual”. Ele a beijou, abraçou e agradeceu a visita e pelos momentos. Passei na farmácia e compramos uma pomada para acalmar seu cuzinho, além de lenços umedecidos e hidratante pós sol. Fomos até sua casa. Subimos até seu quarto. Ela se deitou de bruços. Tirei seu short, ela estava sem calcinha e seu top. Limpei sua buceta e seu cuzinho. Estavam vermelhos e irritados. Apliquei a pomada na parte vermelha da buceta e depois no cuzinho, com carinho e devagar. Aproveitei que ela estava nua e apliquei o hidratante do seu pescoço aos seus pés, massageando bem suas nadegas e seu rego. A virei de barriga pra cima e repeti do pescoço aos seus pés, me detendo bastante nas suas tetas e depois no capô, aliviando as marcas de dentes e chupões roxos que meu pai deixou. Depois a cobri com um lençol, acomodei sua cabeça no travesseiro. Ela quis me passar hidratante, mas eu disse que não pois ela precisava descansar, mas tive uma ideia. Tirei meu short e ajoelhei com as pernas lado a lado dos seus ombros dirigi meu pau até sua boca, ela abriu, enfiei meu pau duro garganta abaixo até ficar babado, tirei da boca, pedi pra ela pôr a língua o máximo pra fora e deslizei meu saco até meu cu na sua língua molhada, subi até a cabeça do meu pau e voltei deslizando na sua língua até meu cu. Ela começou a movimentar sua língua e forçar contra meu cu deixando bem molhado e eu com muito tesão. Não aguentei e enfiei de novo meu pau na sua boca e gozei na sua garganta. Foi a melhor gozada do dia. Nunca tinha feito isso e nem ela. Espremi meu pau até sair a ultima gota de porra, ela engoliu tudo e limpou meu pau como uma boa putinha. Ela falou “estou com minha buceta molhadinha. Se não estivesse ardendo fazia vc me foder.” Enfiei meu dedo na sua buceta e estava escorrendo. Saí de cima e a beijei bem gostoso e fui embora descansar saciado.
Namorada repartida 3 – o cgurrasco
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