COMO O VALENTÃO QUE FEZ BULLYING COM MEU FILHO ME TRANSFORMOU EM PUTA pt 6 a localização de Rafaela

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 3241 palavras
Data: 03/05/2026 16:43:09

Acordei na manhã de domingo com o corpo todo dolorido e a buceta ainda sensível das foda da noite anterior. A luz do sol entrava fraca pelas cortinas. Levantei devagar e fui até o banheiro. Ao me olhar no espelho, quase não me reconheci: Amanda, 35 anos, morena clara, pele macia e bem cuidada, olhos castanhos expressivos, 1,69m de pura curvas. Meus cabelos lisos caíam até a altura do peito, ainda bagunçados. Meu corpão estava marcado — coxas grossas, bunda grande e arrebitada, seios médios e firmes com os piercings brilhando, a tatuagem floral no braço e a aliança de casamento reluzindo no dedo. Parecia a esposa perfeita… mas com cara de quem tinha levado rola a noite toda.

Tomei um banho demorado, deixando a água quente cair sobre meu corpo, lavando o resto retirando os resquícios da porra seca dos clientes. Depois de me secar, vesti um vestido curto tomara-que-caia bege, justo, que marcava bem minhas curvas e mal cobria metade das minhas coxas grossas. Decidi não colocar calcinha nenhuma — a buceta ainda estava sensível e o plug continuava no lugar, pressionando meu cuzinho.

Desci as escadas com cuidado. Roberto ainda dormia no quarto. Assim que cheguei na cozinha, meu celular vibrou sobre a mesa. Mensagem de Richard:

“Bom dia, rainha. Faturei 4 mil reais ontem com você. Os caras amaram sua buceta gulosa. Logo mais te mando o próximo agendamento.”

Senti um frio na barriga misturado com uma excitação traiçoeira. Guardei o celular e preparei o café da manhã.

Passei o resto da manhã e parte da tarde com Roberto. Ele estava carinhoso, me abraçando pela cintura, passando a mão na minha bunda por baixo do vestido curto e comentando o quanto eu estava gostosa. Almoçamos juntos, assistimos um filme no sofá e transamos mais uma vez — dessa vez mais calma, ele por cima, gemendo meu nome enquanto eu fingia estar totalmente presente. Por dentro, minha mente não parava de pensar nos paus enormes de Júnior e Big.

No final da tarde, Roberto arrumou suas coisas para voltar à viagem. Nos despedimos na porta com um beijo longo. Assim que o carro dele sumiu na rua, respirei fundo, aliviada e ansiosa ao mesmo tempo.

Foi quando meu celular vibrou novamente. Mensagem de Bruno:

“Mãe, aqui está a localização exata da Rafaela.”

Após ler a mensagem de Bruno, não pensei duas vezes. Peguei a chave do carro, coloquei um óculos escuros e saí. Eram quase 12h do meio-dia. O sol estava forte, batendo direto na minha cabeça enquanto eu seguia o GPS. Deixei a cidade para trás e entrei numa estrada de interior, cercada de mato alto dos dois lados. Depois de alguns quilômetros, vi uma entrada discreta e segui por uma estrada esburacada de areia e terra batida. O carro sacolejava bastante. No final do caminho avistei uma casa simples de interior, com paredes pintadas de branco desgastado, telhado de telha, um quintal grande com plantação de milho e algumas galinhas soltas.

No quintal, vi Rafaela. Ela tinha 19 anos, loira natural com cabelos lisos até a cintura, olhos verdes bem claros, pele morena dourada de sol, baixinha ,com 1,66m de altura , corpo extremamente gostoso: bundinha empinada e redonda, cintura fina, pernas grossas e seios grandes e firmes que chamavam atenção mesmo com uma blusa simples de alcinha. Uma verdadeira putinha .

Rafaela me viu e acenou, chamando-me para dentro. A casa era típica do interior: sala com sofá velho, cheiro de café coado, chão de cerâmica e um ventilador de teto girando devagar.

Assim que entramos e fechei a porta, eu explodi:

— Sua vagabunda desgraçada! Você convenceu meu filho a pegar um malote de drogas pro Richard! Quase acabou com a vida do Bruno, sua filha da puta!

Rafaela me olhou calma, encostada na mesa da cozinha.

— Eu sei de tudo, Amanda. Sei que o Richard tá te usando de puta, te emprestando pros clientes, te comendo todo dia… sei até dos piercings que ele te obrigou a colocar.

Senti meu rosto queimar de raiva e vergonha.

— Eu faço isso pelo meu filho — respondi entredentes. — Só por ele.

Rafaela deu um sorriso malicioso e puxou a blusa pra baixo, mostrando os próprios seios. Tinha dois piercings prateados nos mamilos rosados, iguais aos meus.

— No começo eu também dizia isso… “é só pelo dinheiro”, “é só pra ajudar”. Mas depois a gente começa a gostar, né? Eu sei que você tá gostando de ser puta do Richard. Dá pra ver no seu olhar. Relaxa… eu gosto do Bruno de verdade. Vou te ajudar a resolver essa dívida. Só segue tudo o que o Richard mandar. Quanto mais obediente, mais rápido acaba.

Saí da casa sem responder. Dirigindo de volta, o plug anal pressionava meu cuzinho a cada buraco da estrada, me lembrando que Richard ainda tinha total controle sobre mim.

No meio do caminho, Bruno me ligou. Atendi rápido.

— Mãe, encontrou ela?

— Não, filho… cheguei no lugar que você mandou, mas não tinha ninguém. Deve ter mudado de endereço — menti, sentindo a culpa apertar o peito.

Assim que desliguei, outra mensagem chegou. Era Richard:

“Vem pra minha casa agora, rainha. Tô te esperando. Hoje vou te foder até você implorar.”

Eu sabia exatamente o que me esperava nas próximas horas.

Cheguei na casa velha de Richard no morro já no final da tarde. Assim que entrei, ele estava sentado no sofá com um sorriso satisfeito no rosto. Pegou uma bolsa preta ao lado dele e jogou em cima da mesa, abrindo para me mostrar.

— Olha aqui, rainha. 4 mil reais só de ontem. Seus clientes pagaram bem pela sua buceta gulosa.

Mal terminei de olhar o dinheiro, Richard se levantou, me prensou contra a parede com força e levantou meu vestido curto até a cintura. Seus dedos grossos passaram direto pela minha buceta, que já estava encharcada.

— Porra… toda molhada pra mim — rosnou ele, enfiando dois dedos fundo de uma vez, fazendo um barulho molhado obsceno. — Sua putinha safada.

Ele começou a me dedar com força, curvando os dedos e batendo a palma da mão no meu clitóris inchado. Eu gemia alto, rebolando desesperada contra a mão dele. Em poucos minutos minhas pernas tremeram e gozei pela primeira vez, apertando forte os dedos dele:

— Aaaahhh… Richard!

Sem me dar descanso, ele puxou o pau grosso de 25cm pra fora, já latejando, e me virou de costas contra a parede. Segurou meus quadris com força e meteu tudo de uma vez na minha buceta encharcada.

— Aaaaiii que rola grande da porra! — gritei, sentindo ele me abrir inteira.

Richard começou a me foder com brutalidade. Estocadas fundas, rápidas e violentas, fazendo minha bunda grande balançar a cada impacto. O barulho molhado da minha buceta ecoava pela casa: ploc-ploc-ploc-ploc-ploc.

— Isso… geme pra mim, vadia! — rosnava ele, dando tapas fortes na minha bunda. — Ontem você tava levando rola de dois clientes enquanto seu maridão corno tava a poucos metros de distância, dançando como um idiota. Que puta nojenta você virou, hein?

Eu gozei pela segunda vez, tremendo inteira, baba escorrendo do canto da boca.

— Mais… por favor… me fode mais forte! — implorei, empinando a bunda pra ele como uma cadela no cio.

Richard me tirou da parede, me jogou de quatro no sofá velho e voltou a meter com tudo. Segurava meus cabelos com força, puxando minha cabeça pra trás enquanto estocava sem piedade. Meu terceiro orgasmo veio ainda mais forte, fazendo minha buceta apertar o pau dele violentamente.

— Aaaahhhhhhh! Tô gozando de novo! Não para… me fode, Richard! Me usa!

Ele acelerou ainda mais, batendo fundo, as bolas estalando contra minha buceta melada. O plug no meu cu me deixava ainda mais sensível.

— Olha pra você… esposa perfeita de dia, puta barata de noite — ria ele, metendo sem parar. — Enquanto seu corno te abraçava no pagode, sua buceta tava cheia da porra de dois desconhecidos. E você gozou pra eles como uma vadia, não foi?

Gozei pela quarta vez, quase desmaiando de prazer, gemendo sem controle. Richard finalmente grunhiu alto, meteu bem fundo e gozou dentro de mim, enchendo minha buceta de jatos grossos e quentes de porra.

Ele puxou o pau devagar, admirando o esperma escorrendo pela minha coxa, e deu um tapa forte na minha bunda vermelha.

— Descansa um pouco, rainha… porque hoje a noite ainda não acabou.

Depois de gozar dentro de mim pela primeira vez, Richard sentou no sofá velho, o pau ainda duro e brilhando com nossa mistura. Puxou-me pelo braço e ordenou:

— Vem, rainha. Monta nesse pau.

Eu obedeci, montando nele de frente em posição cowgirl. Segurei o pau grosso na mão e desci devagar, sentindo cada centímetro me abrindo novamente. Quando sentei tudo, soltei um gemido longo:

— Aaaahh… tá tão fundo…

Comecei a quicar. Devagar no início, depois cada vez mais rápido. Minha bunda grande subia e descia, batendo contra as coxas dele com força. Richard segurava minha cintura e me ajudava, dando tapas fortes na minha bunda que estalavam alto.

— Isso! Quica gostoso, sua puta! — ordenou, estapeando minha nádega esquerda com força. — Mostra como você gosta de dar pra mim.

Eu quicava cada vez mais rápido, meus seios pulando no rosto dele. Os piercings latejavam a cada movimento. Gozei pela quinta vez, gemendo alto enquanto minha buceta apertava o pau dele.

Richard de repente me segurou pela cintura, parando meus movimentos. Puxou o plug anal devagar, tirando-o do meu cuzinho. Senti o anel piscando, aberto. Ele cuspiu na mão e enfiou dois dedos grossos no meu cu, abrindo ele enquanto eu continuava quicando no pau.

— Aaaaiii… meu cu! — gemi, sentindo os dedos dele me arrombando junto com a rola na buceta.

Ele metia os dedos no ritmo das minhas quicadas, estocando meu cu enquanto eu cavalgava desesperada. Dei mais um orgasmo forte, tremendo inteira, quase desabando em cima dele.

Richard me tirou de cima, colocou-me de joelhos no chão e enfiou o pau na minha boca.

— Chupa. Limpa tudo.

Eu obedeci como uma boa puta. Lambi da base até a cabeça, chupando com vontade, enfiando o máximo possível na garganta. Babava inteiro, lágrimas nos olhos, enquanto ele segurava minha cabeça e fodia minha boca.

— Isso… engole fundo. Ontem tava chupando dois paus e hoje tá aqui mamando o meu. Que vadia tarada.

Depois de alguns minutos me face-fodendo, ele me puxou de volta pro sofá, me colocou de quatro e meteu novamente na buceta, agora enfiando três dedos no meu cuzinho aberto. Fodeu com tudo, tapas na bunda, dedos no cu e pau fundo na buceta.

Eu gozei mais uma vez, quase sem voz de tanto gemer:

— Aaaahhhhh! Mais… me fode mais! Eu sou sua puta!

Richard gozou pela segunda vez, enchendo minha buceta novamente de porra quente. Puxou o pau, olhou o estrago e sorriu satisfeito.

— Boa menina. Agora você realmente está começando a entender seu lugar.

No dia seguinte, acordei cedo e fui para a academia como de costume. Fiz meu treino normal — agachamentos, leg press e glute bridge — sentindo minhas coxas grossas e minha bunda trabalhando. O plug anal ainda estava no lugar, me lembrando constantemente da minha realidade. No meio do treino, meu celular tocou. Número desconhecido.

Atendi suada.

— Alô?

— Amanda, sou eu, Rafaela. Está na hora de começar a colocar o plano em prática. Não fala nada agora. Quando voltar da academia eu te ligo e explico tudo com calma.

Desligou antes que eu pudesse responder. Fiquei pensativa, mas continuei o treino.

Ao chegar em casa, tomei um banho rápido e, ao sair, encontrei Richard me esperando encostado no portão. Ele me deu um sorriso safado.

— Hoje à tarde você tem cliente. Se arruma bem gostosa. Quero você bem puta.

Voltei para dentro, escolhi um vestido vermelho tomara-que-caia, curto e justo, que marcava perfeitamente meus seios médios, minha cintura e minha bunda grande e arrebitada. Coloquei o plug anal de volta no cuzinho, passei um perfume bom e me arrumei. Richard me levou até o local.

Chegamos numa casa de alto padrão, discreta. Quando entramos na sala, meu estômago gelou.

Lá estava Paulinho, o playboy de 19 anos… e ao lado dele, um homem de uns 48 anos, bem vestido, cabelo grisalho nas têmporas, porte sério. Paulinho sorriu e disse:

— Essa é a Amanda, pai. A puta que eu te falei.

O homem me olhou de cima a baixo com desejo evidente.

— Daniel. Promotor de Justiça — apresentou-se, apertando minha mão. — Meu filho me disse que você é muito obediente.

Richard riu, satisfeito. Paulinho entregou um envelope grosso para ele:

— Aqui estão os 8 mil. Ela é nossa por duas horas.

Richard contou o dinheiro rapidamente, guardou no bolso e deu um tapa forte na minha bunda antes de sair, falando alto:

— Até mais tarde, puta. Se comporta.

Assim que a porta fechou, Paulinho e Daniel me olharam como dois lobos. O promotor de justiça se aproximou, passou a mão na minha coxa e disse com voz calma, mas autoritária:

— Tire o vestido. Quero ver direitinho o que meu filho comprou.

Eu obedeci, deslizando o vestido vermelho pelo corpo, ficando apenas de salto alto, com o plug brilhando no meu cú.

Assim que Richard saiu, Paulinho trancou a porta e me olhou com um sorriso safado. Daniel, o promotor, tirou o blazer calmamente e se aproximou, passando a mão pela minha coxa grossa.

— Tire o vestido devagar — ordenou com voz firme.

Obedeci. Deixei o vestido vermelho cair aos meus pés, ficando completamente nua, só de salto alto, com os piercings nos seios brilhando e o plug no cuzinho. Os dois me admiraram por um momento.

Paulinho se aproximou primeiro, apertando meus seios e chupando um mamilo enquanto Daniel passava a mão na minha bunda, mexendo no plug.

— Que mulher gostosa… — murmurou o promotor.

Eles me levaram até o quarto. Deitei na cama king size e Paulinho abriu minhas pernas, começando a me comer com a língua, lambendo minha buceta molhada enquanto Daniel enfiava o pau na minha boca. Eu chupava com vontade, gemendo em volta da rola dele.

Logo Paulinho me penetrou. Seu pau de 19cm entrava fácil na minha buceta encharcada. Ele metia num ritmo gostoso, mas eu queria mais. Segurei sua bunda e puxei contra mim, rebolando forte por baixo dele.

— Mais forte… me fode mais forte — pedi, gemendo.

Daniel se posicionou atrás de mim. Tirou o plug devagar e cuspiu no meu cuzinho antes de enfiar dois dedos, abrindo meu cu enquanto o filho me fodia. Eu gemia alto, sentindo um prazer crescente.

Eles trocaram de posição. Daniel me fodeu de lado, com estocadas firmes e profundas, enquanto Paulinho enfiava o pau na minha boca. Eu chupava com fome, babando, empinando a bunda pra Daniel meter mais fundo.

— Isso… me fode… os dois… — implorava entre um gemido e outro.

Subi em Paulinho em cowgirl e comecei a quicar com vontade, rebolando minha bunda grande no pau dele. Daniel se aproximou e enfiou o pau na minha boca novamente. Eu cavalgava cada vez mais rápido, buscando intensidade, gemendo sem parar:

— Mais… me arromba… quero gozar!

Gozei forte montada em Paulinho, tremendo inteira. Eles me viraram de quatro. Daniel me fodeu por trás com força enquanto Paulinho recebia um boquete caprichado. Eu rebolava contra o promotor, pedindo mais estocadas, mais fundo.

— Me fode… me usa… — suplicava.

Os dois gozaram quase juntos. Daniel encheu minha buceta de porra quente e Paulinho gozou na minha boca, me fazendo engolir boa parte.

Fiquei deitada na cama, ofegante, com porra escorrendo da buceta e do canto da boca, o corpo suado e satisfeito.

Eles ainda tinham mais de uma hora comigo.

A segunda rodada foi mais calma, mas igualmente gostosa. Eles me foderam novamente, dessa vez de forma mais relaxada. Paulinho me comeu de lado enquanto eu chupava o pau do pai dele. Gozei mais uma vez, gemendo baixo, com o corpo já cansado e cheio de porra.

No final da segunda hora, Daniel estava me comendo devagar por trás quando seu celular tocou. Ele atendeu sem sair de dentro de mim, estocando lentamente enquanto falava:

— Alô?... Sim, estou resolvendo isso agora... Claro que sei como agradar os funcionários. Eles merecem um bônus especial hoje. Pode deixar que eu organizo.

Ele desligou, deu mais algumas estocadas e sorriu. Tirou o pau de dentro de mim e ligou para Richard na mesma hora:

— Richard, aqui é o Daniel. Acabei de usar sua garota... Muito boa mesmo. Quero ela hoje ainda na obra que estou tocando. Tem quatro pedreiros lá. Quero que ela atenda todos eles como bônus. Pode mandar ela pra lá.

Richard concordou do outro lado. Daniel desligou e me deu um tapa na bunda.

— Vista-se. Você ainda tem trabalho hoje.

Cheguei à obra no final da tarde, ainda com o vestido vermelho curto e o plug no cu. Era um prédio em construção, quase vazio àquela hora. Quatro pedreiros me esperavam no andar térreo, sujos de poeira, sem camisa, corpos bronzeados e suados do dia de trabalho.

Eles não perderam tempo.

Um deles, moreno e musculoso, me prensou contra uma pilastra e levantou meu vestido. Enfiou o pau grosso direto na minha buceta ainda melada e começou a me foder em pé, com estocadas firmes. Outro se aproximou e enfiou o pau na minha boca. Eu chupava com vontade, gemendo enquanto era comida.

Eles me colocaram de quatro sobre uma pilha de sacos de cimento. Um metia na buceta, outro na boca, enquanto os outros dois apertavam meus seios e davam tapas na minha bunda. Trocaram de posição várias vezes. Eu estava sendo usada como uma puta coletiva.

— Porra, que vadia gostosa! — dizia um deles, metendo fundo.

Colocaram-me de lado e um enfiou no meu cu (ainda com o plug tirado), enquanto outro fodia minha buceta. Dupla penetração forte. Eu gemia alto, quase gritando de prazer:

— Aaaahh… me fode… os dois… mais forte!

Gozei várias vezes, tremendo, enquanto eles se revezavam nos meus buracos. No final, os quatro gozaram em mim: dois na boca, um na buceta e outro no rosto e nos seios.

Fiquei ajoelhada no chão da obra, suja de poeira, suor e porra, ofegante e destruída.

Richard me mandou uma mensagem pouco depois:

“Bom trabalho, rainha. Eles adoraram.”

Richard me buscou na obra quando já estava escurecendo. Eu mal conseguia andar direito. Entrei no carro ainda com o gosto de porra na boca, o corpo suado, a buceta e o cu doloridos, o vestido amassado e sujo de poeira.

Durante o trajeto ele dirigia com uma mão na minha coxa, apertando de leve. Ao parar em frente à minha casa, ele virou o rosto para mim e disse com aquele tom autoritário que eu já conhecia bem:

— Amanhã tenho clientes especiais pra você, rainha. Mas antes… vou ser o primeiro a usar esse seu cuzinho virgem de verdade. Quero ouvir você implorando pela minha rola no seu rabo.

Ele deu um último tapa forte na minha bunda por cima do vestido e saiu. Fiquei alguns segundos parada no portão, sentindo o latejar no meu ânus com a promessa dele.

Entrei em casa, subi direto para o banheiro e me olhei no espelho. O reflexo era de uma mulher destruída: cabelo bagunçado, rímel borrado, marcas de mãos e tapas pelo corpo, porra seca nos seios, no rosto e escorrendo pelas coxas. Meus olhos castanhos pareciam mais brilhantes, quase febris.

Passei a mão no meu cu latejante e senti um arrepio. Amanhã Richard tomaria minha última virgindade… e eu sabia que não iria resistir.

Fechei os olhos, respirei fundo e sussurrei para o meu próprio reflexo:

— O que você virou, Amanda…

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