Um mês havia se passado desde aquela foda alucinante dentro do SUV no estacionamento da agência. Durante trinta dias, o nosso acordo de sigilo virou uma rotina de luxúria clandestina. Toda semana, o Lucas dava um jeito de sumir no final do expediente e brotar no meu apartamento nos Jardins. Foram noites e mais noites e o rabo daquele novinho sendo castigado, enchendo o cuzao dele de porra até transbordar. Mas a putaria corporativa teve que dar uma trégua forçada. Lucas entrou na reta final do último semestre da faculdade de marketing. Era o período das provas mais pesadas e da entrega do TCC. O moleque sumiu. Ficou soterrado nos livros, e eu fiquei a ver navios.
Foram duas semanas sem ver a cor daquele rabo branco, sem sentir o aperto daquelas pregas se abrindo. O tesão acumulado começou a estufar o meu saco, me deixando de mau humor e com o pau latejando dentro da calça social a cada relatório que eu assinava na diretoria. Eu já não aguentava mais bater punheta pensando nele; eu precisava de um cu real para descarregar a minha fúria de macho alfa.
Na quinta-feira, no horário em que sabia que a aula dele terminava, não aguentei. Peguei meu SUV, saí da agência voando e estacionei bem na porta da faculdade. Quando a multidão de estudantes começou a sair, avistei o Lucas. Ele vinha cansado, com a mochila nas costas, o cabelo na régua de sempre e vestindo uma camiseta justa que marcava os braços torneados. Assim que ele me viu encostado no carro, os olhos escuros dele brilharam de choque e safadeza.
Abri a porta do passageiro e comandei:
Eu — Entra, Lucas.
Ele entrou rindo, o perfume importado dele inundando o veículo.
Lucas — Daniel? Você ficou louco, caralho? O que tá fazendo aqui? — ele arfou, surpreso.
Eu — Duas semanas sem me dar esse rabo, Lucas? Meu saco tá explodindo, porra. Você vai estudar, mas antes vai levar a maior surra de pica da sua vida — rosnei, engatando a marcha e cantando pneu em direção a um motel de luxo que ficava a poucas quadras dali.
Entramos na suíte presidencial. Nem esperamos o portão da garagem fechar direito. Eu o prensei contra a parede do quarto, arrancando a mochila dele e rasgando os botões da camisa dele. O Lucas gemia alto com a minha agressividade, me beijando com gosto de pressa e sede, enfiando a língua na minha boca enquanto a gente se livrava das roupas. Ficamos completamente pelados no meio do quarto. O pau dele estava um ferro, babando pré-gozo, e o meu, pulsando de testosterona acumulada.
Joguei o Lucas de bruços na cama redonda, puxando as nádegas musculosas dele com as duas mãos, abrindo aquele cuzao branco que piscava de ansiedade.
Eu— Olha como tá esse rabo... com saudade da rola do teu dono, né, seu puto? — rosnei.
Lucas — Enfia, Daniel! Me rasga, caralho! Eu não aguentava mais pensar nessa tua tora me arrombando! Senta a pica! — ele gritou, a cara enterrada nos lençóis de seda.
Passei lubrificante na entrada do cu dele, mirei o meu pau e empurrei aos poucos.
Vupt. Meu pau entrou inteiro, até o osso pubiano bater com um estalo violento na bunda gigante dele.
Lucas — Ahhhhhhh! Puta que pariu, Daniel! — o Lucas soltou um urro agudo, o corpo inteiro arqueando, os dedos cravando no colchão enquanto as pregas dele se dilatavam ao limite máximo para engolir a grossura da minha rola.
Comecei a bombar feito um animal. Estocadas brutais, rápidas, sem nenhuma piedade. O som do meu saco batendo ecoava pela suíte presidencial. Plaft, plaft, plaft. Eu puxava o quadril dele com força, tirando a pica quase toda e socando de volta até o talo, fazendo o corpo trincado do estagiário balançar na cama. O suor brotou nos nossos corpos em poucos minutos, escorrendo e se misturando.
Mudamos para a vertical. Coloquei o Lucas de pé, de costas para o espelho da suíte, puxei uma das pernas grossas dele para o alto e continuei a foda de lado, vendo o estrago pelo reflexo. Ele enfiava a mão para trás, batendo punheta na própria pica, jogando jatos de pré-gozo no vidro enquanto meu pau destruía o rabo dele por dentro.
Lucas — Isso... fode o teu estagiário... destrói esse cuzao! — ele delirava com a voz rouca, a respiração curta e o fôlego cortado a cada estocada profunda.
Depois de foder em todas as posições possíveis — de quatro, de frango assado, e com ele cavalgando no meu colo até a exaustão —, o ápice veio com uma violência absurda. O rabo dele começou a contrair como uma prensa, me ordenhando. Lucas urrou alto e jorrou jatos grossos de porra branca no espelho. Vendo o novinho derreter, eu dei três bombadas violentas até o fundo do rabo dele e explodi, descarregando litros de porra quente acumulada diretamente nas profundezas do cu do Lucas. Desabamos na cama, ofegantes, e suados.
Enquanto tentávamos recuperar o oxigênio, o Lucas olhou para mim de lado, com o olhar meio triste.
Lucas — Daniel... o meu contrato de estágio tá no fim. Essa é a minha última semana na agência — ele revelou, a voz mansa.
A notícia me deu um aperto no peito que eu não esperava. Aquela química era foda demais. Para selar aquela despedida com estilo, tomei uma decisão:
Eu — Então você vai passar o final de semana comigo. Hoje você vai dormir no meu apartamento.
Chegando no meu apartamento nos Jardins, o Lucas me pegou de surpresa. Ele tinha convidado um amigo de faculdade para tomar um vinho e comemorar o fim do semestre. O nome do cara era Mateus. Quando abri a porta, gelei por um segundo: o Mateus tinha 22 anos, a mesma idade do Lucas, e o mesmo biotipo físico — o clássico boy de academia, moreno claro, cabelo na régua, magro com músculos esculpidos e uma bunda imensa que marcava a calça jeans. Eles pareciam gêmeos de shape.
Abrimos várias garrafas de vinho tinto. O Lucas, mantendo o nosso acordo de sigilo profissional, agia como se eu fosse apenas o chefe gente boa que deu abrigo para eles beberem. O Mateus não desconfiava de absolutamente nada. Conversamos por horas, o álcool entrando na mente de todo mundo, elevando a temperatura do lugar. Por volta das duas da madrugada, o céu desabou numa tempestade com raios e chuva torrencial em São Paulo. Era impossível o Mateus ir embora.
Eu — Cara, com essa chuva não tem como você sair. Você dorme aqui. Tem o quarto de hóspedes — decidi, já meio alto por causa do vinho.
O Lucas e o Mateus foram deitar. Para manter as aparências, o Lucas foi para o meu quarto e o Mateus ficou no quarto de hóspedes. Eu continuei na sala, bebendo direto da garrafa, a mente fritando de álcool e um tesão absurdo que a bebida tinha despertado. Eu queria foder mais. Queria o rabo do Lucas de novo.
Às três da manhã, completamente bêbado e tonto, me levantei e fui caminhando pelo corredor escuro do apartamento. Meu pau estava duro, empurrando o moletom cinza. Entrei na primeira porta à esquerda, sabendo que o Lucas costumava ficar por ali quando vinha. O quarto estava um breu total. Avistei a silhueta do corpo musculoso deitado de bruços na cama, usando apenas uma cueca box escura.
Não pensei duas vezes. Tirei o moletom, ficando totalmente nu, e me joguei em cima daquele corpo na cama. Segurei o quadril do moleque com força e comecei a lamber o pescoço dele, dando mordidas brutas na orelha. O cheiro de suor e vinho exalava da pele dele. Para a minha surpresa, o corpo não travou. O moleque soltou um gemido grosso e empinou a bunda imensa contra o meu pau duro, rebolando no meu volume.
Virei o corpo dele de frente e o puxei para um beijo de língua feroz, babado e violento. Nossas línguas se chocavam com a fúria do álcool. Foi nesse momento, quando passei a mão pelo rosto dele, que percebi algo diferente. A estrutura do maxilar, o encaixe dos lábios... e quando o reflexo de um raio iluminou o quarto pela janela, eu vi: Não era o Lucas. Era o Mateus.
O choque durou meio segundo. Eu estava bêbado, com o pau pegando fogo, e o Mateus estava ali, com aquela bunda gigante de academia arreganhada para mim, me beijando com uma fome de bicho, provando que no sigilo ele era um puto safado. O modo macho alfa falou mais alto que a razão. Foda-se quem era. Era carne nova.
Eu — Caralho... você não é o Lucas... — sussurrei com a voz embargada de bêbado, segurando a mandíbula dele.
Mateus — Não sou... mas eu quero essa tua rola tanto quanto ele... me fode, Daniel... me arromba em segredo, por favor! — Mateus implorou, revelando que também era louco para ser destruído por um macho como eu.
Aquela confissão me deixou insano. Ele começou a chupar meu pau “puta que pariu”. Botei o Mateus de quatro na cama, cuspi na entrada do cu dele, que estava fechadinho, uma delícia de apertado. Posicionei o meu pau e empurrei com toda a minha força.
Mateus — Ahhhhhhhh! Puta que pariu! Caralho! — o Mateus deu um urro desesperado, a voz abafada pelo travesseiro enquanto a minha tora rasgava as pregas dele. O cu dele era apertado demais, uma sensação completamente nova, que esmagava o meu pau.
Eu — Aguenta, seu safado! socando naquela bunda imensa com violência. Plaft, plaft, plaft. O barulho da foda ecoava misturado com o som dos trovões lá fora. Eu bombava o rabo do Mateus com um tesão selvagem, sentindo o suor dele colar no meu peito.
Virei ele de frango assado, enfiei as pernas grossas dele no meu pescoço e enterrei o pau até o talo, fazendo o moleque virar os olhos de prazer, batendo uma punheta rápida até jorrar porra por toda a cama. Logo em seguida, não aguentei o aperto daquela bunda e disparei, enchendo o cu do Mateus de porra quente, uma descarga violenta de leite que transbordou pelas nádegas dele.
Desabei em cima dele, os dois ofegantes. Olhei bem na cara dele no escuro:
Eu — Isso fica em segredo absoluto entre nós dois, ouviu? O Lucas não pode sonhar com essa porra.
Mateus — Segredo absoluto... que rola do caralho — ele arfou.
Voltei pro meu quarto antes do amanhecer. O Lucas dormia feito um anjo, sem saber que o amigo tinha sido batizado com o meu leite no quarto ao lado.
Na segunda-feira, era o último dia oficial do Lucas na agência. O clima de despedida pairava no ar, mas o que nós queríamos era fechar aquela história com a fita vermelha da putaria máxima. Por volta das dezoito horas, a agência esvaziou. Os funcionários foram embora e o silêncio tomou conta do andar da diretoria.
O Lucas entrou na minha sala para assinar o termo de encerramento do contrato. Ele trancou a porta por trás de si e me olhou com os olhos brilhando de luxúria e uma ponta de saudade legítima. Ele usava a calça social ajustada preta e a camisa branca que marcava o shape trincado de academia.
Lucas — É a última transa, diretor... quero que você acabe com o meu rabo pra eu nunca mais esquecer o gosto da tua rola — ele disse, caminhando até a minha mesa, jogando os papéis no chão e sentando na borda, abrindo as pernas.
Eu — Você foi o melhor estagiário que essa agência já teve, Lucas. E vai levar a sua última lição agora — falei, o modo macho alfa assumindo o controle pela última vez com ele.
Arranquei a calça dele e a cueca, deixando aquela bunda e o cuzao — que já estava acostumado com o meu tamanho. Soltei o meu pau, que pulou duro, pronto para a guerra. Sem rodeios, cuspi no rabo dele e enfiei de uma vez só, em pé, escorando ele na mesa.
Lucas — Ahhhhhhh! Daniel! Isso, caralho! Fode com força! — ele gritava, jogando a cabeça para trás, os gemidos ecoando na sala vazia.
Coloquei ele de quatro na mesa, sentindo o impacto seco das minhas bolas na bunda dele fazer a mesa tremer. Plaft, plaft, plaft. Depois, mudei para a cadeira de couro, sentei e comandei ele cavalgando na minha rola, rebolando e girando aquele rabo até o talo do meu pau, me dando beijos molhados com gosto de despedida e paixão selvagem.
Lucas — Eu vou sentir muita falta dessa tua pica, Daniel... você é o meu dono, porra! — ele gemia alto, chorando de tesão e emoção, as mãos apertando os meus ombros largos de surfista.
Eu — Eu também vou sentir falta desse teu cuzao guloso, Lucas! — rosnei, puxando ele pelo cabelo e virando ele de frango assado em cima do tapete importado da sala, no mesmo lugar onde tudo começou.
Acelerei as estocadas de forma violenta, despejando toda a testosterona, a parceria e a química daquele mês de sigilo corporativo em cada metida. O suor corria pelos nossos corpos. O cu do Lucas começou a contrair de forma desesperada, me prendendo num aperto rítmico que anunciava o fim.
Lucas — Vou gozar, Daniel! Vou gozar pro meu diretor! Ahhhhh! — Lucas deu um grito rouco e disparou jatos grossos de porra que sujaram o próprio peito e a minha barriga.
Vendo o meu estagiário derreter pela última vez, eu urrei grosso, enfiei a pica no cu dele e disparei uma quantidade absurda de porra quente bem lá no fundo dele. Senti o rabo dele inundar, a porra escorrendo pelo tapete. Ficamos abraçados no chão, colados pelo suor e pela porra, os corações batendo forte numa despedida digna de cinema.
Nos limpamos no banheiro da diretoria. Ele vestiu a roupa, me deu um último beijo lento com gosto de saudade e pegou a mochila.
Lucas — Valeu pela experiência, Daniel... em todos os sentidos — ele sorriu de canto na porta.
Eu — Boa sorte no mercado, Lucas. Você sabe como dar conta do trabalho duro — respondi, com a postura de chefe renovada.
Ele saiu e fechou a porta. O ciclo do estagiário estava encerrado, deixando a minha agência marcada para sempre pela porra e pela testosterona do Lucas.