Minhas experiências com meninas. Teve uma vez que minha prima Karen, de 14 anos, foi dormir lá em casa porque nossos pais sairiam para uma festa e só voltariam no outro dia.
Passamos a noite assistindo filme, comendo pipoca e conversando besteira até pegar no sono. Meus irmãos menores dormiam no mesmo quarto, espalhados pelos colchões no chão. Karen era loirinha, branquinha, magra e um pouco menor que eu. Sempre achei ela muito bonita.
No meio da madrugada acordei sentindo uma mão passeando devagar pelo meu corpo. Percebi que era ela, mas continuei quieta, fingindo dormir para ver até onde ela iria.
Ela acariciava meus seios com cuidado, como se tivesse medo de eu acordar de verdade. Depois começou a me dar beijinhos suaves no pescoço, no colo e nos seios, puxando a alça do meu baby Doll, eu estava gostando. Meu corpo inteiro arrepiou. Eu já estava excitada, mas permaneci imóvel, só sentindo.
Ela foi ficando mais ousada aos poucos. Desceu a mão pela minha barriga, puxou meu short devagarinho e começou a me tocar entre as pernas, beijando a testa da minha buceta, boca quente, começou a lamber meu grelinho, descendo mais um pouco, babando a língua, lambendo bem gostosinho minha xana, era uma delícia ser chupada por ela, fingindo que estava dormindo.
Aquela sensação era completamente diferente do que eu conhecia.
Na manhã seguinte, nenhuma de nós comentou nada. Agimos normalmente, como se nada tivesse acontecido.
Um tempo depois, aconteceu algo parecido com uma amiga minha chama Kelly que foi dormir lá em casa, mesma idade que eu 16 anos. Ela tinha o mesmo estilo que eu: pele clara, cabelo preto e liso. Ficamos acordadas até tarde bagunçando e rindo, até que fomos dormir.
Durante a madrugada acordei, fui ao banheiro, quando voltei, fiquei olhando ela dormir na meia luz do quarto. A camisola tinha subido um pouco nas pernas e aquilo me deixou curiosa de um jeito estranho.
Dessa vez fui eu quem aproveitou o momento.
Comecei passando a mão devagar pelo corpo dela, sentindo sua respiração mudar aos poucos. Quando toquei seus seios pequenos por baixo da alcinha da camisola, ela se mexeu levemente, mas não se afastou. Pelo contrário. Parecia estar esperando que eu continuasse.
E eu continuei.
Fui explorando cada reação dela, cada arrepio, cada movimento discreto tentando esconder o prazer. Aquilo me deixava ainda mais com vontade. Fui descendo bem devagar pela sua barriga, umbigo, até chegar em sua xaninha, desci sua calcinha. Quanto mais eu a tocava, mais ela se entregava, mesmo fingindo continuar dormindo, o que eu já sabia, por isso nem tive medo, um pouquinho de pêlos lisos na bucetinha, abri suas pernas, me abaixei mais para baixo deitada entre suas pernas e comecei a chupá-la bem gostoso, ela se contorcia tentando disfarçar, em nenhum momento me empurrou, muito pelo contrário, então continuei a chupá-la com vontade, até enfiei a língua dentro da buceta dela, e ela se contorcendo toda, tentei enfiar um dedo e percebi que ainda era virgem, então não forcei muito porque ela já começou a querer fechar a perna para eu sair, então continuei só chupando até ela gozar na minha boca, foi uma experiência deliciosa.
Na manhã seguinte quando acordamos agimos como se nada tivesse acontecido.
Teve continuação outra vez com minha prima loirinha, acordei com ela me chupando bem gostoso, mas dessa vez eu mostrei que acordei, ela se assustou,
Eu - "o que você tá fazendo?"
E ela não se intimidou, voltou a me alisar, depois eu deitei ela e comecei a passar a mão nela também, chupei seus peitinhos, ela adorando, já se abrindo toda, mostrando que queria ser chupada, eu fui descendo até sua buceta rosada, beijando e chupando, ela se revirava de prazer, gemendo bem baixinho a safadinha, fiquei massageando a boceta com a língua até ela gozar, ficou toda arrepiada, se tremendo.
Depois disso, minha prima e minha amiga passaram a dormir lá em casa com mais frequência. E, quase sempre, alguma coisa acontecia durante aquelas madrugadas silenciosas.
