Foi um Erro - Parte 1

Da série Foi um erro
Um conto erótico de Billie Jean
Categoria: Heterossexual
Contém 4305 palavras
Data: 30/05/2026 11:23:03

Meu nome é Juliana e os meus melhores amigos me chamam de Ju ou Juju. Tenho 34 anos e sou dona do meu próprio negócio, que é uma empresa de buffet, que eu batizei de Noel Buffet.

Eu adoro o Natal. Sempre adorei. Por isso o nome Noel, mas a verdadeira razão é porque o meu pai se chamava Noel também. Na verdade, acho que é por isso que adoro o Natal. Eu tinha um papai Noel de verdade em casa. O nome do Buffet foi uma homenagem a ele, que infelizmente não pôde testemunhar.

Sou de origem humilde, mas meus pais conseguiram me dar uma boa formação, e hoje, com muito trabalho e dedicação, consegui finalmente pagar todo o empréstimo que eu fiz pra construir a minha empresa do zero, ou quase do zero, já que eu tenho um sócio, que é o meu namorado, praticamente noivo.

Eu me considero uma mulher alta, pois tenho 1,74 de altura e meu peso é de aproximadamente 80kg. Eu sei que estou um pouquinho acima do peso, mas eu sou uma mulher grande. Meus seios são tamanho G, e eu tive que botar silicone, porque a força da gravidade é uma filha da puta de uma desgraçada.

Minhas coxas também são grandes e meu quadril também, mas como sou uma mulher muito ativa e acelerada, sempre andando muito e correndo pra tudo que é lado, consegui manter as coxas e o bumbum relativamente duros. Lógico que eu procuro sempre frequentar a academia e fazer uns agachamentos, mas com essa vida corrida, fica difícil conciliar, mas não tenho muito do que reclamar.

Sou loira e tenho a pele clara, com olhos castanhos e me considero uma mulher de beleza normal, mas quando boto maquiagem e me produzo, aí não tem pra ninguém. Pelo menos é o que parece, pelos elogios e assovios que eu recebo.

Bem, como eu falei antes, eu tenho um noivo...Aaaah, ele é uma pessoa incrível. Atencioso comigo bonitão... O nome dele é Ricardo e além de ser o meu noivo é meu sócio.

Essa noite foi incrível!!! É só fechar os olhos, que eu fico arrepiada só de relembrar o seu toque na minha pele. Seus beijos quentes em todo o meu corpo... Meus mamilos ficam até duros, querendo furar o tecido da minha blusa.

Meu noivo Ricardo é muito generoso. Ele faz doações a creches, ONGs, e às vezes até compra alguns lanches para distribuir às pessoas que estão em situação de rua.

Ele é demais!!!

Na cama, ele também sempre me surpreende. Como eu estava falando, ele me dava beijos por todo o meu corpo, até chegar na xoxota, onde ele me fazia gozar só com a boca. Eu fico nas nuvens quando gozo assim...

Ele sempre foi generoso na cama. Sempre me fazia gozar antes e depois me pegava de quatro. Ele diz que a visão da minha bunda de quatro é a oitava maravilha do mundo e que Deus jogou a forma fora depois que criou a minha bunda.

Ele sabe quais são os meus pontos fracos, e sabe o que eu gosto na cama, então ele mais ou menos tem um roteiro na cabeça, que é algo mais ou menos assim... Sexo oral em mim até gozar, depois ele me pega de quatro e goza em mim, de camisinha, porque eu não quero ficar grávida agora, aí eu chupo ele pra deixar bem limpo e para ele ter nova ereção, e depois a gente vai pro tradicional papai e mamãe, fechando comigo cavalgando nele, sentando e quicando, porque eu faço muito agachamento na academia, e termino gozando novamente junto com ele, ou eu torno a chupa-lo até ele gozar, mas nunca na minha boca.

E depois ficamos abraçados de conchinha, conversando sobre nós e sobre tudo. Como não se apaixonar por ele?

Ricardo era um Deus grego. Pesava 75kg, com 1,78. Cabelos castanhos e pele clara. Corpo sarado com dois olhos azuis que me hipnotizavam. Eu sempre fui a fim dele, mas na época da escola, éramos só amigos.

Ele é o típico playboy, de família rica, com a vida mais ou menos ajeitada pelos pais, que sempre deram tudo a ele. Por isso ele sente essa necessidade de doar e ser generoso.

Nós temos a mesma idade e estudamos no mesmo colégio. Logico que ele estudou lá desde a infância e eu consegui entrar só no ensino médio, depois de fazer prova pra conseguir classificação para uma bolsa de 50 por cento.

Eu fiz faculdade na UFRJ e ele na PUC. Ambos fizemos administração, e foi num seminário que a gente se reencontrou. Dali começamos a ficar, e então vieram mais seminários, congressos, e a relação entre nós foi firmando.

Neste primeiro congresso ficamos em quartos separados, mas no segundo, chegamos a conclusão que era besteira alugar dois quartos, e foi então que dividimos o quarto pela primeira vez. Foi assim que eu perdi minha virgindade.

Nem vou contar como foi, porque não achei tão bom assim. Doeu muito e eu nem cheguei a gozar. Me senti muito mal com isso, porque meu pai queria que a filha se casasse virgem, mas Ricardo me tranquilizou, dizendo que era normal isso acontecer entre duas pessoas que se amam, e não tinha porque esperar pelo casamento.

Nem sei porque eu aceitei isso na época, mas me pareceu uma boa ideia e nós estávamos apaixonados, e isso foi o bastante para que eu me entregasse a ele.

Ricardo é o amor da minha vida e a partir desse dia, me tornei uma pessoa transante.

Apesar dele me prometer que não iria doer, é lógico que doeu... e muito.

Ricardo é um homem bem servido, digamos assim, com 18cm e uma boa grossura. Por isso que doeu.

Não conseguimos fazer direito e eu me senti muito mal, pois toda hora reclamava de dor e só consegui aguentar até a metade. Chorei de dor e de vergonha por não conseguir ser a mulher que ele esperava, mas tentamos novamente num outro dia e aí sim as coisas pegaram fogo.

Acho que eu estava mais relaxada, porque eu também fiquei com medo de sangrar muito e sujar a cama, e ele me falando que depois era só lavar. Acho que tudo isso junto, me travou um pouco.

Então alguns dias depois, ele me levou pra jantar fora e bebemos vinho. Bebi muito e isso me fez relaxar bastante, facilitando as coisas pra ele.

Chegamos no motel e eu nunca tinha entrado em um. Fiquei deslumbrada com o tamanho da cama e por ser redonda. Sem falar nos espelhos no teto e a luz de led avermelhada. Tinha uma cadeira estranha também e uma banheira.

- Hoje eu vou te dar todo o prazer que você merece, meu amor. - Disse Ricardo me pegando no colo e me dando um beijo, que me deixou sem ar.

- Vai com calma.... Você é muito grande e machuca.

- Eu terei cuidado. Hoje iremos fazer direito.

Ele me jogou na cama, e já veio me beijando e tirando a minha roupa numa voracidade que me assustou, mas ao mesmo tempo me deixou excitada.

- Devagar, Ricardo! Devagar...

- Deixa comigo, meu amor! Eu vou cuidar de você direitinho dessa vez.

Ele me deixou nua rapidamente e começou a chupar minha xoxota bem gostoso. Eu estava nas nuvens, sendo chupada e segurei em seus cabelos, apertando com força na hora que gozei.

- Amor, você deixa doidaaaaa. Meu Deus, o que você está fazendo comigo?

- Te dando prazer, amor! E ainda tem mais...

Eu mal tinha acabado de gozar, e ele continuou a me chupar, e eu ainda estava muito sensível, quando novamente foi me subindo um calor, e meu coração bateu mais forte. Meus pés estavam se retorcendo e eu sentia uma agonia gostosa...

- Ricardo, para por favor.... Eu não estou aguentando mais....

Mas ele não parou, e além de me chupar ainda enfiou um dedo em mim. Aquilo me levou ao ápice em questão de segundos e novamente eu cheguei lá....

- Aaaaaaaah, porraaaaaaa.... Meu Deussssss, você vai me mataaaaaaarrr....

A partir daí, senti uma eletricidade por todo o meu corpo e tudo dava choque. Tive que empurrar Ricardo com os pés, para que ele parasse de me chupar, se não ele continuaria.

- Chega Ricardo, chega! Para um pouquinho...

- O que foi, amor? Não tá gostando?

- Eu amei, mas agora tá dando choque. Me deixa quietinha um pouco.

- Tá bom, amor. Enquanto isso, vou ligar a banheira. Você vai amar.... É uma delícia....

- Como você sabe? - Perguntei já imaginando a resposta...

- Ah... Eu já experimentei.... Eu não era virgem igual você. Tive namoradas antes...

- É... eu sei...

- Não fica bravinha... Eu era solteiro, e solteiros namoram.

- Não estou brava.... É que você tem experiência e eu não. Sinto vergonha disso, porque eu queria ter conhecido mais coisas de sexo.

- Você é perfeita do jeito que você é... Eu te ensino as coisas e o que eu não souber, a gente aprende juntos. - Disse meu namorado, piscando pra mim.

Ele saiu para o cômodo ao lado, enquanto eu me virei de bruços e fechei os olhos. Apaguei em alguns segundos.

Parece que passou uma eternidade, até que eu senti um negócio na minha boca. Era macio e duro ao mesmo tempo. Abri os olhos e vi o pau do Ricardo sendo pincelado na minha boca.

- Você apagou amor! Tá tudo bem contigo?

- Acho que foi o vinho e as duas gozadas seguidas....

- Agora é a minha vez. Me chupa um pouco, amor.

Peguei em seu pau, e comecei a chupar bem gostoso, fazendo sucção na glande, enquanto eu massageava o saco dele.

Comecei a engolir, tentando botar o máximo que eu conseguia, mas colocar tudo na boca era impossível. Ricardo segurou minha cabeça, tentando empurrar mais fundo dentro da minha boca, me fazendo engasgar algumas vezes.

- Quero gozar na sua boca...

-; Você sabe que isso eu não faço...

- Só uma vez. Você vai gostar.

- Não gosto!

- Você nunca experimentou. Como sabe que não gosta?

Olhei de cara feia pra ele, e logo ele parou de argumentar, dizendo que tudo bem.

Parece que ele ficou um pouco desanimado, e falou para irmos pra banheira, pois a água estava uma delícia.

Fomos até lá, e foi a primeira vez que eu entrei numa banheira de hidromassagem redonda e bem grande.

Ficamos agarrados, colados um no outro. Eu encostada na borda da banheira, e ele encostado em mim, enquanto eu fazia carinho no seu tórax e abdômen.

Aproveitei pra beijar o pescoço dele e dizer que o amava muito, e que tivesse paciência comigo.

- Relaxa, Ju. É que não tem nada demais nisso. É só sexo.

- Você encara essas coisas como normalidade, mas eu... tenho os meus limites. É tudo novo pra mim...

- Eu sei! E eu te amo! Isso é o mais importante. Quem sabe com o tempo, você se arrisque a fazer mais coisas... - Falou Ricardo com certa malícia.

- Nunca vou engolir porra! Já te falei que é nojento...

- Pensa que é como se fosse uma calda de alguma fruta que você aqueceu no forno.

- Ah, que nojento, Ricardo! Toda vez que eu for fazer algo no forno que tenha caldo, eu vou lembrar disso. Que nojo!

- Um dia vou colocar um pouco na sua sobremesa...

- Cruzes!!! Seu ididota...

Nós dois rimos com essa bobeira dele, e o clima voltou a ficar leve.

Ele se virou pra mim, e começou a me beijar, foi descendo até os meus seios, e voltou pra minha boca.

Seu pau já estava muito duro, e eu percebi que ele tentava se encaixar em mim.

Isso não ia dar certo. Se fora d'água já era um sufoco... mas a água estava tão quente, e meu corpo estava quente também.

Senti Ricardo tocando meu clitóris com o dedo e ficou mexendo por um tempo, enquanto chupava os meus seios.

Quando eu estava quase chegando lá novamente, ele parou e se posicionou pra me comer.

- Por favor, Ricardo! Não pare. Eu estou quase gozando...

- Eu sei, meu amor! É justamente por isso que eu parei.

Ele me puxou pra ele, e de repente fiquei por cima dele. A água da banheira transbordou com esse movimento, molhando o chão, mas nem nos importamos muito.

Ele agora me beijava a boca com sofreguidão, enquanto lá embaixo, eu sentia o pau dele me cutucar. Estava muito duro e eu estava com muito tesão.

Foi tudo muito rápido, e quando dei por mim, senti o pau dele dentro de mim. Eu estava mais aberta e relaxada do que o normal, e talvez por isso tenha entrado mais fácil.

Só que não entro tudo.

- Aaaaaaah, Ricardoooooo! É muito grande... e grosso...

- Está machucando?

- Não. Está incomodando um pouco, mas não está doendo.

Quando eu falei isso, ele agarrou minha bunda com força e me pressionou pra baixo, forçando a entrada do restante.

- Aaaaaaiiiii, amor! Tá doendo! Para, para...

- Já vai parar de doer amor. Aguenta um minuto. Eu sei que vai parar de doer.

- Aaaaaaiiii, tá me rasgando... Eu não vou aguentar...

Ele não parou. Pelo contrário, continuou a meter, de baixo pra cima e me pressionando pra eu não escapar.

Doeu muito. Parecia que eu estava sendo desvirginada de novo.

Eu gritava, e Ricardo não parava, e depois de uns minutos que foram poucos, mas pareceram séculos, a dor sumiu e uma onda de prazer tomou conta de mim.

Os meus gritos de dor se transformaram em gemidos de prazer.

- Isso, putinha! Eu sabia que a dor ia parar! Geme gostoso pra mim...

Eu estava de olhos fechados, gemendo, mas quando ele me chamou de putinha, eu abri os olhos e vi ele sorrindo.

Ele nunca havia me chamado de putinha. Pensei em gritar com ele e xinga-lo. Eu não sou puta!

- Você agora é minha. Só minha! Vou te fazer minha puta e te foder todos os dias. - Disse meu namorado, com uma certa arrogância.

Eu não sou puta, mas eu estava ficando puta com ele. Ele nunca havia feito isso, e hoje me chamou de puta duas vezes. Em menos de cinco minutos.

- Aaaaaaah, Ricardo! O que você está fazendo comigo?

- Te fodendo, sua puta! Hoje você vai ter o que merece.

- Me fode então... Me mostra tudo!

Foi nessa hora que ele acelerou o movimento e nós dois gozamos juntos.

Foi maravilhoso... mas então, veio um sentimento estranho e desconfortável.

Não tive coragem de olhar pro Ricardo, e ele percebeu que meus olhos fugiram dos dele.

- O que foi, meu amor? - Perguntou ele, me encarando.

- Nada.

- Pode falar, Ju. Sei que tem algo.

- Estou um pouco envergonhada.

- Mas, por que? Estamos só nos dois aqui. Está com vergonha de que?

- É que... você me chamou... Ricardo, eu não sou puta!!! - Falei enfim, num tom meio brava com ele.

- Lógico que você não é... Você é a mulher da minha vida!

- Mas... Você me chamou de puta!

- Amor, foi só pra apimentar... Estamos só nós aqui, mais ninguém. Você é a pessoa mais certinha que eu conheço. Falei só pra te provocar, mas aqui dentro, você pode ser a minha putinha. Só minha, entendeu?

- Não gostei disso... Eu não sei se posso aceitar. Melhor não falar mais isso de mim.

- Tá bom. Eu juro que não quis manchar a sua imagem...

Depois disso, nossa vida sexual floresceu. Praticamente todo dia era dia de transar, inclusive em alguns dias, era mais de uma vez.

Ricardo sempre era criativo, trazendo novas posições, e algumas eu até gostava... mas na maioria das vezes ficávamos com as posições mais tradicionais.

O problema é que a vida de adulto traz responsabilidades, e eu tinha um sonho para realizar.

Ricardo disse que iria falar com o pai, para financiar o meu sonho, mas eu não quis aceitar. Sabe aquele orgulho de fazer as coisas com as próprias mãos? Eu queria que fosse do meu jeito, mesmo que demorasseuma vida inteira.

Ricardo não concordava comigo e dizia que eu era cabeça dura, até que uns meses depois, ele me fez uma proposta.

- Amor, que tal fazermos uma sociedade? Você pode até ficar, digamos que... 60 por cento e eu com 40. Acho que assim, vai ser mais fácil pra você conseguir um empréstimo, até porque irão ver que minha família fará parte desta sociedade.

- Bem, acho que assim eu posso aceitar, mas você terá tempo de trabalhar comigo? - Perguntei a ele, dando um beijo em sua bochecha.

- Vou tentar... Meu pai quer que eu assuma os negócios da família. Não sei se terei tanto tempo pra me dedicar ao nosso empreendimento, mas eu confio em você. Tenho certeza que você consegue lidar com tudo. Você se formou com notas mais altas e sempre teve os elogios dos professores.

- Você está exagerando... Na verdade, alguns professores queriam era me comer, hahahaha...

- Seria antiético isso, mas eu entendo eles. Essa sua bunda tira qualquer um do sério.

- Fala baixo, amor... Tem gente na mesa ao lado. - Sussurrei constrangida, ficando logo corada.

- Mas esse seu rabo vira o pescoço de todos os homens. É a oitava maravilha do mundo. Pena que você não me dá...

- Já falamos sobre isso milhares de vezes... Eu não vou te dar a minha bunda.

- Porra, amor... Do que adianta ter a bunda mais maravilhosa do mundo, se você não usa...

- Aaah, Ricardo, não começa... Já disse que não, ainda mais com esse seu pinto grosso. Nem pensar...

Ele fez uma careta e disse que algum dia iria conseguir comer. Eu ri e disse que o dia que o oceano secasse, ele conseguiria.

- Ricardo, a Gisele acabou de mandar mensagem. Brigou com o namorado de novo e tá indo lá pra casa.

- Toda hora eles brigam... Em vez de se separarem logo...

- Minha amiga não merece aquele safado.

- Gisele é muito mimada, isso sim!

- Não tô entendendo... Você sempre defendeu ela. Por que a implicância com a minha amiga agora?

- Ju, não se esqueça que a Gi também é minha amiga. Na verdade eu conheço ela a mais tempo do que você.

- Eu me esqueço que vocês dois eram amigos de infância...

- Não éramos amigos... A gente se conhecia por causa de nossas famílias. Brigávamos o tempo todo... Coisa de criança. Depois ela foi estudar fora, e só na faculdade que a gente voltou a se relacionar.

- Mas hoje, ela é mais amiga minha do que tua...

- Concordo, mas ela ainda é mimada e tudo tem que ser do jeito dela. Não é qualquer homem que aceita isso.

- Vamos então acabar aqui e ir pra casa. Ela tá precisando de nós...

Ricardo pagou a conta e fomos pra casa, que era um apartamento em Botafogo, da família do Ricardo.

Chegando lá, encontramos Gisele sentada no chão, ao lado da nossa porta. Ela estava chorando, e estava com a maquiagem borrada.

- Sinto muito, Gi... mas aquele escroto não te merecia. Pronto! Dessa vez eu falei.

- Acho que sim... mas é que tá foda. Eu ainda o amo muito. - Disse a minha amiga, me abraçando.

- Dessa vez é pra valer, ou vai ter recaída?

- Eu não sei... Acho que dessa vez acabou mesmo. Ele que terminou.

- Ele? Mas... O que esse cara tem na cabeça? Uma mulher linda e maravilhosa como você...

- Ah, vai saber... Ele me disse que não estava mais me aguentando e tinha arrumado outra... Vê se pode isso...

- É um safado, filho da puta! Te traiu, e ainda deu o pé na bunda.

- Meninas, vou abrir um vinho pra gente, que tal?

- Eu aceito, amor! E traz a garrafa, porque eu e a Gi vamos beber tudo.

- Amiga, acho que hoje não vou beber. Estou muito mal e não quero ficar bêbada,.ainda mais de vinho.

- Eu bebo por nós duas, e hoje você dorme aqui com a gente.

- Não quero atrapalhar...

- O Ricardo dorme no sofá hoje, e você dorme na cama comigo. Tudo bem, né amor?

- Bem, parece que você já decidiu...

- Desculpa, Rick... Não queria atrapalhar a noite de vocês...

- Logo hoje que eu ia conseguir comer um cuzinho, mas tudo bem...

- Hahahahaha, vai sonhando...

Nós rimos, e até a Gisele riu um pouco.

- Eu sempre tenho esperança, mas acho que não vai dar... Com licença, que eu vou tomar um banho e pegar roupa de cama pra dormir na sala. Além de ficar sem cuzinho, ainda vou dormir no sofá...

- Desculpa, Rick!

- Relaxa amiga, ele tá de bobeira...

- Ju, eu queria te falar um negócio, mas deixa eu terminar de falar, antes de você me jogar pedra.

- Pode falar, amiga! Vou até beber mais gole.

- Por que você não faz anal com o Rick? Uma hora ele vai te trair e comer o cu de alguma vagabunda por aí. Homem é tudo igual...

- O Ricardo jamais faria isso comigo. A gente se ama muito.

- Então dá pra ele amiga...

- Não dá! A piroca dele é muito grossa! Vai arregaçar o meu cuzinho.

- Eu sei, mas você devia tentar... De repente com alguns vibradores, ou plug anal.

- Sem condições... É muito grosso! Vai me machucar, sangrar e no final ainda vai dar merda, literalmente falando...

- Hahahaha, pior que vai dar merda mesmo, hahahaha... Digo por experiência própria...

- Você dava muito o cuzinho?

- Dei muito... No início deu merda, mas depois aprendi a lavar direito.

- Dói muito né?

- Mais ou menos... depois passa.

- Aposto que o seu ex não tem a grossura que o Ricardo tem. Por isso você aguentava.

- Vamos mudar de assunto? Não quero falar dele... Aliás, eu meio que tomei uma decisão. Eu vou tirar umas férias... Ficar uns 6 meses fora. Vou pra Inglaterra fazer um intercâmbio, quem sabe uma pós...

- Ótima idéia... Assim você não fica correndo atrás daquele traste.

- Eu vou sentir uma falta de vocês... Vai ser difícil, mas eu acho que vai ser bom pra mim...

Continuamos a conversar e Ricardo se juntou a nós. A conversa durou até de madrugada, até que eu acabei apagando, por causa da bebida.

Quando acordei, eu estava sozinha na cama e fui ao banheiro, ainda meio sonolenta e bêbada. Acabei ouvindo as vozes de Ricardo e Gisele na sala.

- Gi, tem certeza que você vai fazer isso?

- Tenho! Vai ser melhor pra mim...

- Pensa bem... Não é só a sua vida em jogo...

- Não tem outro jeito... Eu tentei convencer o Edson, mas ele não aceitou.

- E você vai ficar aonde?

- Ainda não sei...

Acabei fazendo barulho e eles interromperam a conversa.

- Melhor eu voltar pra cama, antes que a Ju pense besteira.

- Sim, melhor mesmo.

- Vou sentir saudades...

Cheguei na sala e vi os dois se abraçando.

- Assim eu vou ficar com ciúmes... - Falei me aproximando dos dois.

- Vem aqui amiga! Abraço coletivo!

Nós abraçamos e Gisele começou a chorar...

- Vou sentir a sua falta...

A vida seguiu...

Gisele viajou na semana seguinte pra Inglaterra. Nós a levamos até ao aeroporto Tom Jobim.

Eu e Ricardo continuando a nossa linda história de amor.

A nossa empresa, a Noel Buffet, estava prosperando e estávamos conseguindo administrar tudo.

Às vezes, eu ficava muito enrolada, porque Ricardo tinha que viajar pra Bahia, ou para o Tocantins, pra visitar alguns empreendimentos da família, e isso desgastava um pouco o nosso relacionamento.

O tempo passou e os meses passaram voando. Eu e Ricardo tivemos algumas brigas bem feias, mas a gente sempre resolvia, porque nosso amor era forte.

Um dia eu estava lendo sobre o que fazer pra apimentar a relação e resolvi tentar fazer o que ele mais queria. Sexo anal.

Caso eu não conseguisse, ao menos engolir o sêmen eu conseguiria. Eu estava decidida e me preparei a semana toda.

Era uma noite chuvosa de novembro, e eu até botei no meu Spotify para tocar November Rain do Guns n’ Roses. Curiosamente no videoclipe dessa música, o Axl Rose vai se casar, mas por algum motivo maluco que eu não entendo até hoje, o casamento dura só um dia, porque a esposa morre de alguma forma, pois tem uma cena do enterro.

Mal sabia eu, que o meu casamento também iria pro enterro...

A semana inteira, eu fiquei muito atarefada no buffet e se o meu noivo e sócio, me ajudasse mais, eu estaria menos sobrecarregada, mas ele também tinha que cuidar das empresas da família dele.

Eu procuro entender. Filho único. Também sou filha única. Os pais ficam enchendo o saco... Tento ser compreensiva, pois o meu pai vivia me pedindo pra fazer coisas pra ele.

Então, decidi fazer uma surpresa pra ele. Eu estava com tanta saudade, que larguei tudo e saí do trabalho mais cedo. Eu teria tempo de preparar uma lasanha, que ele adora, e de sobremesa... bem, eu seria a sobremesa, e então faríamos sexo anal. Ele sempre me pediu, mas eu sempre neguei, por medo, dor, e por um certo tabu que envolve isso

Tendo em vista que a perda da minha virgindade foi muito dolorida, a perda da minha outra virgindade também seria, e por isso eu relutava em dar a ele, o que ele tanto queria.

Eu tinha comprado uma lingerie preta rendada e muito lubrificante, imaginando que teria um sexo quente pra reacender a chama, após uns dias distante dele.

Foi então que eu abri a porta do apartamento e vi que haviam duas taças e uma garrafa de vinho aberta na mesa. Depois escutei risos no nosso quarto e percebi pelas risadas, que Ricardo estava com a minha melhor amiga, Gisele.

Fiquei feliz, pois faziam meses que eu não a via. Fui direto pro quarto em silêncio, pra dar um susto nela e abraçar a minha amiga. Os risos continuavam e abri a porta, achando que estavam rindo de alguma piada, mas provavelmente a piada era eu. Ricardo estava nu, com o pau balançando mole, enquanto Gisele, rolou de costas, com aqueles seios balançando livres, mamilos duros, porra escorrendo pelas pernas.

– Mas que porra é essa? – Gritei indignada.

Continua...

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