Era uma vez, num tempo que não era tempo e num lugar que não era lugar, um jovem chamado Lucas que vivia obcecado pela meia-irmã Débora. Ela tinha dezenove anos, corpo de morena magra, pele acanelada, com 1,68m, seios pequenos e empinados como dois mamões papaia, e uma bunda dura, redonda, que fazia os amigos dele babarem como cães no cio só de vê-la passar com seus shortinhos jeans enfiados no cu.
Tudo começou numa tarde estranha, quando Lucas, por acidente, cortou profundamente o dedo numa lâmina de barbear enferrujada. O sangue jorrava. Débora, excitada por uma siririca de minutos atrás, ainda estava empapada de muco no meio das pernas. Num impulso absurdo, ela passou o próprio suco de buceta — aquela gosma clara, espessa e brilhante — sobre o corte do irmão. Em segundos, a ferida fechou diante deles. A pele regenerou. O milagre estava ali, viscoso e com cheiro de xoxota.
Eles testaram. Arranhões, hematomas, dores de cabeça, até uma verruga velha no pé de Lucas. Tudo curava com o visgo vaginal milagroso de Débora. Quanto mais excitada ela ficava, mais abundante e potente era o líquido. O segredo valia ouro.
— Vamos ganhar dinheiro com isso — disse Lucas, com um sorriso torto no canto da boca.
Débora, que sempre fora uma vadiazinha curiosa e sem limites, aceitou na hora.
A partir daí, as sessões começaram.
Eles montavam um ritual bizarro numa sala sem janelas, iluminada apenas por velas vermelhas. Débora ficava nua, de pernas abertas numa cadeira especial com apoio para o quadril. Seus dois yorkshires minúsculos, que ela chamava de “meus putinhos peludinhos”, circulavam ansiosos. Ela passava essência de ração ao redor dos grandes lábios e no clitóris inchado. Os cachorrinhos lambiam enlouquecidos, línguas rápidas e úmidas roçando o grelo e lambendo as laterais da vulva, fazendo ela gemer e produzir mais daquela gosma sagrada.
Lucas recebia os clientes — homens ricos, tarados, desesperados. Pagavam caro.
Quatro ou cinco homens ao mesmo tempo se ajoelhavam ao redor dela. Dois chupavam os seios pequenos, mordiscando os mamilos rosados até ficarem vermelhos e duros. Outro devorava o clitóris, sugando com força enquanto os yorkshires lambiam os lados. Dois dedos grossos entravam e saíam do cuzinho apertado dela, girando, dilatando o reto. Débora rebolava, gemia alto, o corpo tremendo. Quanto mais louca de tesão, mais ela squirtava em abundância.
Lucas, com um potinho de vidro esterelizadona mão, coletava tudo com uma espátula. A gosma grossa, leitosa, escorria em fios longos de dentro da buceta inchada e vermelha. Ele sorria o tempo todo, o canto da boca repuxado num misto de ganância e excitação.
— Não pode comer a buceta dela — avisava ele, severo. — Isso estraga a qualidade do muco e a coleta.
Mas o cuzinho... ah, o cuzinho era liberado para alguns escolhidos por ela.
Débora, quando estava no auge, apontava para o homem mais bem-dotado do grupo. Ele metia bruto a piroca no rabinho dela, socando fundo, fazendo o corpo magro da morena balançar. Os seios pequenos pulavam enquanto a rola imensa invadia seu rabo com estocadas violentas. Os outros continuavam chupando, punhetando, lambendo, dedando, chupando a língua dela. Os cãezinhos latiam e lambiam a saliva que escorria pelo canto da boca da sua dona. Lucas ficava embaixo, coletando o precioso líquido que escorria sem parar da buceta super excitada e batendo punheta como um louco.
Os gemidos dela ecoavam como música profana:
— Mais forte... suga meu clitóris... soca essa pica inteira dentro do meu cu mais forte... ai, tô gozando de novo, caralho. Me arregaça toda, seus filhos da puta!
O muco jorrava. Lucas enchia os recipientes. Depois vendia caro para curar doenças de pele, rejuvenescer o rosto, cicatrizar feridas, aumentar a libido, até para pessoas que juravam que o elixir fazia brotar cabelo novo ou aumentar o tamanho da rola.
Às vezes, transavam só os dois, Lucas lambia a irmã inteira, enfiava a língua no fundo do cuzinho dela enquanto os cachorrinhos lambiam os mamilos, e depois a fodia com desespero no rabo apertado enquanto coletava por baixo o que pingava da xoxota. Eles riam depois, nus, suados, doloridos, cercados de potes cheios da gosma brilhante.
— Estamos ficando ricos — dizia Lucas, beijando a meia-irmã de língua.
— E mais tarados do que nunca — respondia Débora, com os olhos brilhando, já pensando na próxima sessão de putaria.
E assim continuavam, num tempo sem tempo, num lugar sem nome, colecionando prazer e dinheiro extraídos de uma buceta que fazia milagres à base de muita sacanagem.
