O Segredo de Família: Entre Eu e a minha Sogra

Um conto erótico de Fernando A.
Categoria: Heterossexual
Contém 3266 palavras
Data: 30/05/2026 04:28:23
Assuntos: Heterossexual, Sogra

Olá, meu nome é Fernando. Hoje completa exatamente cinco anos que estou casado com a minha esposa, a Júlia. Eu simplesmente a amo demais; acho-a linda, inteligente e muito carinhosa. Ela tem 1,70 m de altura, é magrinha, tem longos cabelos pretos, pele branca e olhos bem escuros. Ela é maravilhosa, mas carrega um único detalhe que pesa na nossa relação: ela odeia fazer sexo. E não é por ser comigo, é simplesmente porque ela não gosta do ato em si. Quando transávamos, parecia que eu estava apenas me masturbando nela. No começo, achei que o problema fosse comigo, mas fui atrás de alguns ex-namorados dela e todos confirmaram que ela sempre foi assim. Confesso que fiquei aliviado.

Mesmo com essa situação, o meu amor por ela nunca diminuiu, só que um homem tem suas necessidades e precisa se satisfazer. Nós tínhamos relações, mas era algo raro — no máximo uma ou duas vezes a cada dois meses. Ela sabia que eu precisava me aliviar. Nunca fui de procurar prostitutas, afinal, elas atendem vários parceiros no mesmo dia; por sorte, encontrei alguém perfeita que transa comigo sempre.

Há cinco anos, quando eu completava dois anos de namoro com a Júlia, tínhamos transado apenas umas quinze vezes no total. Minha sogra sabia dessa situação, pois conversávamos abertamente sobre o assunto. Eu desabafava, dizendo que amava a filha dela, mas que a falta de sexo me deixava desanimado. Minha sogra sempre me consolava, me dava forças, e eu voltava a me animar para continuar o namoro, deixando aquele incômodo de lado por um tempo, embora o sentimento sempre retornasse.

Por falar em minha sogra, o nome dela é Luciana, e ela é um verdadeiro espetáculo de mulher. Pense numa mulher gostosa e sexy! Na época, ela tinha 43 anos, mas não aparentava de forma alguma. Tinha 1,69 m de altura, cabelos pretos, pele clara e um corpo incrivelmente definido pela academia. O abdômen dela era perfeito, a bunda maravilhosa e o sorriso impecável. Eu sempre tive um tesão absurdo por ela; a desejava constantemente. Às vezes, quando transava com a minha namorada, imaginava a mãe dela no lugar. Acabei ganhando intimidade com a Luciana muito rápido: íamos à academia juntos, saíamos para resolver coisas e ela demonstrava um carinho enorme por mim, algo totalmente recíproco.

Certo dia, eu estava no banheiro de visitas e acabei flagrando uma cena por acaso. Olhando pela fresta da porta entreaberta do banheiro dela, vi a Luciana sentada no chão, se masturbando feito louca e gemendo baixinho. Fiquei extremamente excitado com a cena e, ali mesmo, comecei a bater uma punheta observando-a se tocar daquele jeito. Foi delicioso. Depois daquele dia, coloquei na cabeça que precisava transar com aquela mulher, mas ela não dava nenhum sinal explícito de que queria algo comigo. Isso até uma viagem que fizemos tempos depois.

Viajamos juntos para Portugal e nos divertimos muito, passeando por vários lugares. Ficamos em quartos separados, mas durante toda a viagem meu desejo era estar trancado sozinho com ela. No último dia da estadia, consegui transar com a minha namorada. Logo após o ato, fui até o quarto da minha sogra para checar se estava tudo certo para o nosso embarque rumo ao aeroporto mais tarde. A porta estava encostada. Entrei devagar e percebi que o quarto estava vazio, mas logo escutei um gemido abafado vindo do banheiro. Era a minha sogra se tocando novamente.

Como estava solteira há um bom tempo, ela recorria à masturbação com frequência. Ela comentava que os homens não sabiam abordá-la direito e os poucos com quem transou faziam tudo errado, o que a deixava constantemente carente e excitada. Bom, teoricamente, como eu tinha acabado de transar com a Júlia, não era para eu estar com tesão, certo? Errado. Meu pau ficou ainda mais duro vendo a Luciana se acariciar e gemer. Comecei a me masturbar ali mesmo, ouvindo o som dos seus gemidos, até que escutei algo inacreditável: ela sussurrou o meu nome. Não vinha da minha namorada; era a minha sogra que estava se tocando pensando em mim, gemendo e dizendo o quanto eu era gostoso. Fiquei tão excitado que gozei rápido. Saí dali com a certeza absoluta de que ela me desejava.

Nos meses seguintes, passei a olhar para a minha sogra de uma maneira completamente diferente, mas ainda não encontrava a abertura ideal para agir. O tempo foi passando e parecia cada vez mais difícil concretizar o desejo. Ao mesmo tempo, meu amor pela Júlia crescia; eu estava completamente apaixonado por ela. Ela é uma mulher incrível e, mesmo querendo foder a mãe dela, decidi pedi-la em casamento. Ela aceitou, visivelmente emocionante e feliz por se sentir tão amada. Minha sogra também ficou radiante.

Quando contamos a novidade para a família, todos comemoraram. Luciana veio me dar um abraço apertado de parabéns e, naquele momento, tudo o que eu queria era sentir o corpo dela colado ao meu. Abracei-a firmemente pela cintura, deixando a região da sua buceta encostada direto no meu pau. Ela olhou bem nos meus olhos e sussurrou: "Estou tão feliz por você. Fique tranquilo que vou ter você ainda mais presente na minha vida". Safado como sou, entendi o recado perfeitamente.

Faltando apenas alguns meses para o casamento, começamos os preparativos finais e chegou o momento das festas de despedida de solteiro. Minha noiva viajou com as amigas dela para curtir o fim de semana, enquanto eu preferi ficar em casa. Como nunca fui de ter muitos amigos e os poucos que restavam não eram chegados a baladas, fizemos apenas um churrasco simples e bebemos um pouco. Júlia ficaria fora por três dias, o que significava que eu passaria o resto do fim de semana completamente sozinho. No entanto, no sábado, minha noiva me ligou pedindo para eu ir até a casa da mãe dela, pois a Luciana havia ligado dizendo que estava muito solitária e com saudades da filha. Na mesma hora, aceitei: "Tudo bem, avise a ela que estou indo agora". Só de ouvir o pedido, meu pau ficou ereto dentro da calça. Pensei: "Esse é o momento perfeito. É hoje que eu fodo essa mulher".

Me arrumei e fui para lá. Ao chegar, ela me recebeu de braços abertos, transbordando felicidade pela minha companhia. Ficamos na cozinha conversando enquanto ela fazia um café para nós. Mais tarde, ela decidiu praticar ioga na varanda e me convidou para participar. Ela vestia um top branco e um short de academia azul-escuro, extremamente curto e colado; eu estava apenas de bermuda, sem camisa. Ela começou a me ensinar alguns movimentos e, em seguida, pediu a minha ajuda para realizar algumas posições de equilíbrio. Uma dessas posições exigia que eu ficasse logo atrás dela, o que fez com que o meu pau ficasse completamente encostado na sua bunda. Não resisti e fiquei duro na hora. Tentei manter a postura, mas decidi não me afastar para que aquela safada sentisse toda a pressão do meu membro. Percebi que ela notou a minha excitação, mas fingiu ignorar.

Terminada a ioga, fomos nos organizar para assistir a um filme no sofá da sala. Fizemos pipoca e começamos a assistir a uma produção que, por sinal, era bem erótica. Conforme a história avançava, a tensão na sala subia. Chegou uma cena de sexo explícito na tela e eu já estava nas nuvens de tanto tesão, mas notei que a minha sogra estava ainda pior: aquela safada tinha colocado a mão por dentro do short e estava se masturbando bem ali, do meu lado. Tomando coragem, usei uma voz bem safada e perguntei:

— O que você está fazendo?

— Nada, nada... — ela respondeu, gaguejando, totalmente nervosa.

— Você ficou excitada com o filme? — provoquei.

— Não, não... Não é isso que você está pensando!

— Relaxe, Lu. É perfeitamente normal ficar assim, eu não estou ofendido. Pode continuar se você quiser.

Ela olhou para mim, com o rosto corado de vergonha, e perguntou:

— Você realmente não vê problema nisso?

— Claro que não. Pode continuar.

E a safada continuou se masturbando bem na minha frente. Meu pau latejava na bermuda de tanto desejo. Foi então que resolvi fazer um pedido ousado:

— Você está de calcinha?

— Sim... — ela respondeu, com vergonha.

— Então tira ela agora e me dá.

Ela me encarou com um olhar de espanto e hesitou:

— Mas você é meu genro... Vai se casar com a minha filha em poucas semanas. Que tipo de pedido é esse?

— Relaxe, Lu. Eu sei que você é louca por mim. Deixe eu te contar um segredo: eu também sou completamente louco por você.

Ela ficou sem palavras, completamente entregue. Insisti:

— Me dá a calcinha.

Ela puxou a peça por baixo do short e me entregou. O tecido estava completamente encharcado com o melzinho dela. Comecei a me masturbar por cima da bermuda mesmo, esfregando a calcinha no meu rosto e cheirando o seu perfume íntimo de forma intensa. Ela me olhava em transe, totalmente excitada. Encarei-a e propus:

— Que tal a gente fazer disso o nosso segredinho?

Ela apenas acenou com a cabeça, mordendo o lábio inferior cheia de tesão. Em seguida, implorou:

— Por favor, deixa eu ver o seu pau? Você parece estar tão duro!

Abri o zíper, puxei a bermuda e a cueca para baixo e exibi o meu membro para ela. Luciana ficou de boca aberta.

— Nossa... O seu pau é lindo! Tão grande, tão grosso... Acho que não cabe na minha boca!

— Por que não experimenta? — desafiei.

— Não, isso já está errado demais. Vamos ficar apenas se masturbando, um olhando para o outro.

Não quis pressionar para não estragar o momento, então continuei a me masturbar fitando os olhos dela enquanto ela continuava a dedilhar a própria buceta. De repente, ela pediu:

— Se masturba com a minha calcinha, por favor!

Atendi ao pedido imediatamente. Enrolei o tecido úmido em volta do meu pau de 18 cm e comecei a deslizar com força. Ela olhava a cena hipnotizada, até que ordenou:

— Para! Deixa eu lubrificar o seu pau com o meu melzinho. Eu estou toda molhada.

Ela enfiou os dedos na própria buceta, tirou-os lambuzados e começou a passar toda aquela secreção direto no corpo do meu pau, pedindo para eu voltar a me masturbar em seguida. Ela gemia alto de tesão, mas eu queria muito mais do que aquilo. Pedi para ela sentar na minha rola, mas ela negou novamente, com medo da traição. Mudei a estratégia:

— Então senta no meu colo de costas para mim. Eu só vou esfregar o meu pau na sua bucetinha.

Ela pensou por alguns segundos e acabou aceitando. Veio para cima de mim, ficando meio acocorada no sofá, de costas. Com a própria mão, ela segurou o meu pau ereto e começou a passá-lo na sua fresta totalmente molhada. Eu estava em êxtase, mal acreditando no que estava acontecendo. Comecei a implorar:

— Deixa eu colocar tudo dentro de você, Lu... Por favor.

— Não, Fernando. Você é o meu genro, eu não posso fazer isso com a minha própria filha! — repetia.

— Então deixa eu colocar só a cabeça... Só a pontinha, prometo.

Ela hesitou, mas como sentia que estava no controle da situação por estar por cima, acabou concordando. Devagar, ela foi abaixando o corpo e guiou a cabeça do meu pau para dentro da sua buceta. Ela fazia movimentos bem lentos, controlando para não entrar tudo. O contato daquela carne quente já estava maravilhoso, mas eu precisava de tudo. Num movimento rápido e firme, segurei as pernas dela e a puxei para baixo de uma vez só. Meu pau entrou completamente até a base.

Que buceta apertada! Ela estava tão lubrificada que o meu membro escorregou perfeitamente para o fundo. Quando sentiu a rola inteira preencher o seu interior, a safada perdeu totalmente a postura moral e começou a cavalgar com vontade. Ela gemia alto, gritando de tesão e repetindo o quanto o meu pau era grosso e gostoso. Comecei a provocá-la:

— Vai, sua vadia, senta nessa pica! Eu sei que você queria essa rola há meses!

— Sim, sim! — ela respondia entre os gemidos. — Eu precisava dessa rola dentro de mim!

— Você é uma sogra bem vagabunda... Rebola bem gostoso na rola do seu genro, sua puta!

Comecei a desferir tapas fortes na bunda dela, deixando as marcas dos meus dedos na sua pele. Pedi para mudarmos de posição; queria que ela sentasse de frente para mim, pois fazia questão do olho no olho. A safada estava completamente ofegante, com uma expressão nua de puro desejo. Aquela mulher era exatamente tudo o que eu queria que a minha noiva fosse: uma safada que adorasse rebolar no meu pau. E a minha sogra sabia exatamente como fazer, parecia ler a minha mente.

Pedi para ela me chupar e ela aceitou sem hesitar. Luciana começou a me boquetar com uma vontade impressionante, engolindo o meu pau inteiro. Eu sentia a cabeça do membro bater direto no fundo da garganta dela, e a vagabunda nem sequer engasgava. Brinquei:

— Está vendo aí? Coube direitinho dentro da sua boca.

Ela olhou para cima e deu um sorriso sacana, continuando a me chupar cada vez mais rápido. Eu já estava no meu limite absoluto de satisfação. Quando senti a pressão do orgasmo vindo, tirei o pau da boca dela, apontei direto para o seu rosto e descarreguei um jato forte que atingiu a sua testa e escorreu por toda a sua cara. O rosto dela ficou completamente coberto de porra. Ela respirava de forma rápida, tentando recuperar o fôlego, e avisou:

— Nossa, foi incrível... Vou até o banheiro me limpar.

— Vai aonde? Volte já aqui! — ordenei, segurando-a.

— Mas você já não gozou? — perguntou, surpresa.

— Sim, mas eu ainda não estou completamente satisfeito. E, além do mais, você ainda não gozou.

Ela sorriu de canto e voltou para o sofá. Abri bem as suas pernas, deitei-me entre elas e comecei a chupá-la com vontade. Ela tinha uma buceta linda, com o clitóris bem vermelhinho e saltado. Chupei intensamente, deixando tudo babado. Aquela mulher tinha um gosto maravilhoso. Não demorou muito para que ela começasse a tremer e entregasse um orgasmo violento; engoli todo o seu melzinho. Que tesão!

— Nossa, Lu, você estava mesmo necessitada, hein? Não demorou nada — brinquei.

— Eu nunca tive problemas para gozar, Fernando... Mas a verdade é que ninguém nunca me chupu como você fez agora.

Sorrimos um para o outro, cúmplices.

— Não se preocupe, Lu. Você vai ter esse genro para sempre na sua vida. Vou chupar essa buceta para o resto dos meus dias.

Ela ainda tentava se recuperar da intensidade do orgasmo, mas o meu pau não demorou a ficar duro como pedra novamente. Ela estava deitada em uma posição perfeita no sofá, com as pernas totalmente abertas para cima, parecendo um frango assado. Sem perder tempo, alinhei meu membro e o empurrei todo para dentro dela novamente, disposto a aproveitar cada segundo daquele momento.

Comecei a socá-la com força e exigi:

— Você agora é a minha putinha, entendeu?

Totalmente entregue ao prazer, ela respondeu:

— Sim, sim... Eu sou a sua putinha!

Resolvi dar uns tapas leves no rosto dela para aumentar a adrenalina, e a safada pareceu amar o estímulo. Eu a socava com vontade, segurando firme no seu pescoço enquanto a chamava de vadia.

— Soca em mim, Fernando! Soca, soca... Caramba, como o seu pau é gostoso! É muito melhor do que eu imaginava... Me fode com mais força, por favor! Quero gozar no seu pau!

Eu estava completamente encantado pelo controle da situação, e ela estava totalmente entregue a mim. Senti que aquela mulher seria minha para sempre. Mudei a posição mais uma vez e a coloquei de quatro no sofá. Anunciei:

— Agora eu vou comer o seu cuzinho!

Antes que ela pudesse esboçar um "não", empurrei o meu pau de uma vez só para dentro do seu rabo. Ela contraiu o corpo no início, mas logo relaxou a musculatura e exclamou:

— Caralho... Você colocou tudo de uma vez só!

— A corna da sua filha mal me dá a buceta, quanto mais o cu! Quem vai dar por ela a partir de hoje vai ser você!

Comecei a estocar o cu dela com força. Ela gemia alto, com as pernas tremendo de tanto tesão. O rabo dela era incrivelmente gostoso e apertado. Não consegui segurar por muito tempo e soltei toda a minha carga de esperma bem no fundo do cuzinho dela.

Ficamos ali sentados no sofá, os dois completamente suados e ofegantes. Ela olhou para mim e confessou:

— Você superou todas as minhas expectativas, Fernando. Foi a melhor foda da minha vida inteira.

— Não se preocupe, Lu... Vai ter muito mais disso daqui para frente.

Ela sorriu, toda safada e lambuzada. Fomos juntos para o banheiro, tomamos um banho demorado debaixo do chuveiro e depois fomos para a cama, onde dormimos abraçados de conchinha. No início da madrugada, notei que o arrependimento começou a bater nela, mas tratei de acalmá-la. Disse para ela ficar tranquila, prometendo que eu não iria abandonar a filha dela, mas que fazia questão de continuar fofendo-a, e confessei que também tinha sentimentos reais por ela. Ela concordou com a cabeça, deitou a testa no meu peito e adormeceu tranquila. No dia seguinte, ela já acordou com uma postura completamente diferente: não parecia nem um pouco preocupada. Passamos o domingo trocando carinhos, abraços e beijos, agindo como se fôssemos namorados. Tivemos até uma transa bem mais romântica à tarde. Na segunda-feira de manhã, a minha noiva finalmente retornou da viagem.

Quando Júlia chegou, perguntou como tinha sido passar o fim de semana com a mãe dela. Respondi com a maior naturalidade do mundo: "Foi ótimo, amor. Conversamos bastante e ela me deu vários conselhos valiosos". Mal sabia ela que eu passei o fim de semana inteiro fudendo a própria mãe dela.

O nosso casamento aconteceu e foi incrível. Na lua de mel nós transamos, mas a performance dela não chegava nem aos pés da mãe.

Hoje em dia, continuo casado com a minha esposa e transo com a minha sogra quase toda semana, muitas vezes na nossa própria casa. E a situação atual é extremamente tranquila, até porque a minha esposa sabe de tudo. Sim, ela descobriu. Há cerca de um ano, ela nos pegou em flagrante transando na nossa cama, mas, para a nossa surpresa, ela não esboçou nenhuma reação negativa. Sentou-se conosco e disse que entendia a situação; ela sabia perfeitamente que eu precisava de sexo e pensou: por que não com a própria mãe dela? Fiquei em choque na hora, mas conversamos civilizadamente e ela impôs apenas duas condições: eu teria que avisá-la sempre que fôssemos transar e ela gostaria de assistir a tudo de perto.

Fiquei sem entender no começo, perguntando se era aquilo mesmo que ela queria. Foi então que descobri o real segredo da minha esposa: ela realmente não gosta de participar do ato sexual clássico, mas adora se masturbar assistindo. Ver o próprio marido fudendo a mãe dela a deixava extremamente excitada. Acabei descobrindo um fetiche oculto dela e, por incrível que pareça, após essa descoberta, a Júlia começou a ter mais iniciativa comigo no quarto, focando principalmente no sexo oral enquanto assiste ou participa à sua maneira.

Bom, hoje vivemos muito bem nesse esquema de trizal informal com a minha esposa e a minha sogra. Minha mulher ama nos assistir no ato e a minha sogra adora ser preenchida por mim. No momento, estou amadurecendo a ideia de convidar uma amiga da minha esposa para participar de uma transa comigo e com a minha sogra; vou sondar com ela para ver o que ela acha da proposta.

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