Quatro dias levando surra de PIKA e Gozadas!

Um conto erótico de Cdzinha Isa
Categoria: Crossdresser
Contém 1633 palavras
Data: 30/05/2026 01:48:44

Na semana passada, acho que foi o maior tempo que levei de rola na vida. Como contei na história anterior, tenho encontrado o negão feirante às quartas-feiras, e já está virando rotina (rsrsrs… mas adoro).

Na quarta, tinha marcado dele ir em casa. Como ele vai para a feira nesse dia – que é na Vila Formosa, às 5h da manhã –, passei lá às 7h para deixar o controle do portão e o cartão da porta de entrada (cartão ou tag, porque minha fechadura é eletrônica). Eu também estava indo trabalhar e geralmente chego mais tarde que ele. Além disso, peguei uma confiança no macho.

Pois bem: eu estava voltando para casa por volta das 16h30, quando chegou uma mensagem no WhatsApp dizendo: "E aí, putinha? Estou chegando em São Paulo e quero meter muito." Era o Sandro – aquele cara da história em que conto que fui encoxada no ônibus e depois enrabada com muita força. Ele estava chegando de Limeira, onde tinha ido com a mulher ver um sobrinho que nascera um dia antes. Ele trabalha com marcenaria e disse para a mulher que precisava voltar porque tinha serviço na quinta, sexta e sábado. Mentira: o que ele queria era me comer. Ele iria trabalhar só na sexta e no sábado, mas a mulher ficou em Limeira e só voltaria no domingo.

Fiquei ainda mais atiçado, pois ele tinha me comido quase um mês atrás, em abril – aliás, a primeira foda que dei com ele esse ano, depois de um tempinho que a gente ficou afastado. Adoro dar pra ele, porque ele judia. A foda com ele é hardcore.

Mas tinha um problema: um negão me esperando lá em casa (rsrsrs). Tive que dizer que meu sobrinho estaria em casa naquela noite e que não daria. Ele ficou puto, falou que eu ia pagar dobrado. Mas, como eu estava louco para dar pro Sandro, marcamos para o outro dia logo pela manhã. Liguei para meu superior e avisei que iria abonar o dia seguinte – sou funcionário público, a gente tem esse benefício.

Vim no carro ao som de Katy Perry, já imaginando que loucura ia ser: o negão indo trabalhar e o outro chegando pra me arrebentar. O tesão estava nas alturas.

Cheguei em casa e fui direto tomar banho e me montar, enquanto meu negão cochilava na minha cama. Assim que fiquei pronta, fui ao encontro daquela pica negra ainda mole e comecei a mamar igual uma bezerra. Ele acordou quando sentiu minha boca e ficou acariciando minha cabeça enquanto forçava eu engolir tudo. Até que decidi sentar em cima e rebolar bem gostoso naquela rola. Sabe aquela sensação de ficar rebolando sem pressa, dominando aquele homem de 1,88m de altura esparramado na sua cama? Eu, uma cdzinha bem putinha de 1,65m, cavalgando em cima daquele cavalo. Até que fui de lado, e ele gozou bem gostoso no meu cuzinho.

Como sempre, cuidei do macho: fiz um lanche pra gente, depois ele pediu uma massagem, eu fiz e ele dormiu. Ele acorda por volta das 3h30 da manhã para ir à feira – na quinta seria no Alto da Mooca. Às 3h30 ele acordou, eu fiz um cafezinho, chamei o Uber e ele foi trabalhar. Nesse dia nem demos uma na hora que ele acordou, mas como provavelmente a gente se encontra na próxima semana, não faz tanta falta.

Voltei a dormir, mas tinha a pika do Sandro para depois das 10h da manhã. Às 9h, o Sandro liga no WhatsApp e fala para eu pedir o Uber para ele (aja dinheiro, rsrsrs). Já me perguntou se poderia ficar em casa até sábado. Falei que tudo bem.

Fui me arrumar – o Sandro curte eu bem feminina. O negão já não se preocupa tanto, mas o Sandro tem que estar bem puta. Eu já estava preparada, sabia que, com a vontade que ele estava, ia ser foda. Até porque ele falou que entre ele e a mulher a relação estava bem fria e que ele tem transado bem pouco. Ele tem 42 anos, um corpo legal, a rola não é tão grande, mas ele mete muito. Aliás, ele toma um azulzinho – a pica dele, se triscar, sobe. Ele é tarado, é loko.

Pois bem: ele chegou e quando me viu toda montadinha do jeito que ele gosta, já veio xingando, grudou no meu pescoço e começou a me amassar e beijar bem gostoso. Gente, que pegada! Quando vi, ele já estava peladinho e com aquela rola duríssima. Só me empurrou para ficar de joelhos e esfregou aquela pica na minha cara, me xingando de puta e etc. Fiquei ali, ele colocando aquela rola todinha na minha boca, batendo com ela na minha cara. Até que fez eu sentar no chão, jogou minha cabeça em cima do sofá e começou a colocar na minha boca bombando – praticamente sentado em cima da minha cara, bombando a pica na minha boca enquanto dava uns tapas na minha cara. Gente, que cara pra judiar.

Mamei, mamei até que ele decidiu me jogar de quatro no sofá. Tirou a calcinha de lado e meteu a língua no meu cuzinho. Que delícia! Ele chupava meu cuzinho, dava tapa, mordia… Gente, que delícia de cara – ele vem para foder mesmo.

Até que ele levantou e, de quatro do jeito que eu estava, me segurou pelo ombro e socou todinha aquela pika no meu cuzinho. Eu, igual um putinho cheia de tesão, queria cada vez mais pika. E, como sempre, ele judiou ali de mim de quatro: dava aquela socada forte, às vezes bem calminha, e cada tapa na rabeta. Até que me virou no sofá de frango assado, jogou uma perna dele em cima do sofá e começou a meter sem dó, praticamente sentado na minha rabeta enquanto socava até o talo. Me xingava e dava tapa na minha cara – e eu amando, porque naquela posição eu conseguia ver ele colocando toda aquela rola em mim e olhar para aquela cara dele de raiva era a melhor coisa: me rebentando.

Até que tirou do meu cuzinho, puxou minha cabeça e começou a tocar uma punheta até gozar bem gostoso na minha cara. Fui lavar a minha cara, a pica dele e depois me lavar. Gente, que delícia. Ficamos ali conversando e eu preparando um lanche para aquele homem, peladinho em pé ali na minha frente. Tomamos café e aí sim fomos para a cama.

Daqui a pouco o negócio pegou novamente. E sei que foi o dia assim: nunca levei tanta bombada de rola na boca como aquele dia. Ela domina a gente. Só sei que chupei tanto, brinquei tanto com aquela pika naquela quinta-feira que lembro que, na última foda, estávamos de ladinho e ele nem gozou – acabamos dormindo.

Acordamos na sexta-feira e fui fazer café. Ele já estava meio atrasado e me pediu para ir com meu carro. O que uma rola não faz… Ele foi com meu carro e eu fui mais tarde trabalhar de metrô (rsrsrsrs). Aí, gente, eu lembro e dou risada.

Quando foi de tarde, saí do trabalho um pouco mais cedo e passei no mercado para comprar algumas coisas para fazer uma sopa para a gente jantar. Cheguei em casa e fui me arrumar novamente, coloquei uma bela calcinha e o bumbum estava parecendo uma maçã vermelha. Enquanto preparava a sopa, ele chegou e foi tomar banho. Aí, gente, daqui a pouco vem aquele cara pelado se esfregando, mandando eu terminar logo e me chamando de putinha, vadia, etc., enquanto eu, de frente pro fogão, terminava… Gente, não sei se eu conseguiria ser cdzinha de um cara que morasse comigo o tempo todo – é muito trabalhoso. Mas o que me dá uma raiva depois é que eu fico uma cadela tão submissa ao macho que o cara manda em mim, manda na minha casa, faz eu ser sua serviçal em todos os sentidos – e eu amo isso.

Depois da janta, ele me falou que no dia seguinte (sábado) não ia trabalhar, pra gente ficar de boa. Cheguei na cama e lá estava aquele macho. Fui fazer umas massagens nele e dali em diante foi pika: de quatro, de lado, por cima, por baixo. Até que, de tão cansados, dormimos. No sábado fizemos quase as mesmas coisas: conversamos sobre a vida, comemos muito (rsrsrs) e trepamos.

Até que, tardezinha, ele estava em pé na beira da cama e eu deitada de boca aberta, mamando a rola dele e ele socando na minha boca. Na hora que ele gozou, sentiu uma leve dor de cabeça. Falei pra ele que foi muito esforço físico. Ele mesmo disse que acha que metemos mais do que ele e a esposa meteram nos últimos três meses – e com ela ele ainda não pode meter com força, só papai e mamãe (rsrsrs). Também falei que ele precisa parar de tomar esses estimulantes. Ele falou que não toma não, que ele é foda mesmo (rsrsrsrs).

Tirou um cochilo, eu chamei o Uber e ele foi embora – até porque a mulher dele chegaria no dia seguinte. Fui tomar aquele banho que precisava e fiz um chá de camomila para compressa, porque tinha um roxo na perna que só notei depois que ele foi embora. Acabei dormindo e, quando foram 2h da manhã, um coroa de 58 anos que é Uber me ligando no WhatsApp e mandando mensagem querendo meter (kkkkkkkk). Só deixei no silencioso e voltei a dormir – que era a única coisa que eu queria.

Acordei no dia seguinte quase às 13h, moído, com uma mensagem maravilhosa do sandro. Só consegui ficar feliz e rindo, porque tem vez que a gente não acha ninguém – é uma seca danada – e tem fases em que você leva tanta pica que a vida fica mais feliz! E graças, ando em uma fase feliz!!!

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