Minha vida com meu irmão II

Um conto erótico de Valentina Montenegro
Categoria: Heterossexual
Contém 1251 palavras
Data: 30/05/2026 00:19:55

Depois daquele beijo longo e cheio de promessas, ficamos um tempo abraçados na cama do Franco, só sentindo o calor um do outro. Meu corpo ainda tremia de leve, minha bucetinha pulsava devagar, molhada e sensível. O gosto dele ainda estava na minha boca, um sabor quente e um pouco salgado que eu não conseguia parar de sentir. Eu passava a língua nos lábios sem perceber, como se quisesse guardar cada gotinha.

Valentina: Franco… eu ainda tô molhada. Tá latejando aqui embaixo. É normal ficar assim depois de gozar?

Franco sorriu e deslizou a mão devagar pela minha cintura, descendo até minha bundinha arrebitada. Ele apertou de leve, me puxando mais contra ele. Eu sentia o pau dele, ainda meio duro, encostando na minha coxa.

Franco: É normal sim, maninha. Seu corpo tá acordando agora. Ele quer mais. Tá pedindo pra ser tocado, pra ser preenchido…

Eu corei forte, mas não desviei o olhar. Meus seios grandes e durinhos estavam pressionados contra o peito dele, os bicos ainda arrepiados. Passei a perna por cima da dele, abrindo um pouco mais, sentindo o ar fresco tocar minha bucetinha inchada.

Valentina: Eu quero mais, Franco. Quero sentir você. Quero que você me ensine tudo hoje. Eu esperei tanto tempo pra sentir isso com alguém… e agora só quero com você.

Ele me beijou de novo, dessa vez mais fundo, a língua dele brincando com a minha devagar. Enquanto me beijava, sua mão desceu entre minhas pernas. Dois dedos dele deslizaram pela minha fenda molhada, abrindo meus lábios com cuidado. Eu gemi dentro da boca dele quando ele encontrou meu clitóris e começou a fazer círculos lentos.

Valentina: Haaaa… aí… bem devagar assim…

Franco: Você tá encharcada, Valentina. Olha como minha irmãzinha fica molhada pra mim… Isso me deixa louco.

Ele tirou os dedos e levou até a boca, chupando meu mel na frente dos meus olhos. Eu achei aquilo tão safado e tão gostoso que mordi o lábio inferior com força.

Franco: Vem, vamos tomar um banho juntos. Quero te lavar todinha antes de continuar.

Fomos para o banheiro dele. A banheira ainda estava cheia da água morna de antes. Ele entrou primeiro e me puxou, me sentando entre as pernas dele, de costas. Senti o pau dele, agora bem duro de novo, pressionando contra minha bundinha. Ele pegou o sabonete líquido e começou a passar nas minhas costas, descendo devagar, massageando meus ombros, minha cintura, e depois subindo para os meus seios.

Valentina: Mmm… suas mãos são tão boas… aperta eles um pouco.

Ele obedeceu. Segurou meus seios grandes com as duas mãos, apertando e soltando, beliscando de leve os bicos. Eu joguei a cabeça pra trás, encostando no ombro dele, gemendo baixinho. O pau dele pulsava contra minha bunda, quente e grosso.

Franco: Você não imagina o quanto eu já sonhei com isso… com você nua assim, gemendo pra mim. Seus seios são perfeitos, maninha. Tão pesados e firmes…

Eu me virei de frente pra ele dentro da banheira. A água batia na minha cintura. Segurei o pau dele com as duas mãos, sentindo ele latejar forte. Comecei a mover devagar, como ele tinha me ensinado antes.

Valentina: Ele tá tão duro de novo… tão quente. Eu quero sentir ele dentro de mim, Franco. Quero que você seja o primeiro. Quero que você me foda hoje.

Franco respirou fundo, os olhos verdes cheios de desejo e um pouco de preocupação.

Franco: Valentina… você tem certeza? É um passo grande. Eu não quero te machucar. Seu corpo nunca recebeu ninguém. Eu vou ter que ir bem devagar, com muita calma.

Valentina: Eu tenho certeza. Eu confio em você. Quero sentir você me abrindo… quero ser sua de verdade.

Ele me beijou com fome e depois me levantou um pouco, me colocando sentada na borda da banheira. Abriu minhas pernas bem abertas e se ajoelhou na água. Começou a me chupar de novo, mas dessa vez mais devagar, mais explorador. A língua dele entrava um pouco em mim, depois subia e sugava meu clitóris. Dois dedos dele pressionaram minha entrada, girando devagar, abrindo espaço.

Valentina: Ahhh… Franco… tá entrando… devagar… hummm que delícia…

Ele enfiou o dedo bem devagar, só até a primeira junta, depois um pouco mais. Eu sentia minha bucetinha apertando em volta dele, quente e molhada. Ele fazia movimentos suaves, curvando o dedo pra cima, tocando num ponto que me fazia ver estrelinhas.

Franco: Aqui dentro é seu ponto G, maninha. Quando eu te foder, vou bater bem aqui. Você vai gozar gostoso no meu pau.

Eu estava ofegante, rebolando devagar contra a mão dele. Ele acrescentou um segundo dedo, esticando minhas paredes com cuidado. Doía um pouquinho, mas era uma dor gostosa, misturada com muito prazer.

Valentina: Dois dedos já… ai meu Deus… tá me abrindo… continua, por favor. Quero conseguir te receber inteiro.

Ele chupava meu clitóris enquanto os dedos entravam e saíam devagar, me preparando. Eu sentia que estava ficando cada vez mais molhada, o som molhado ecoando no banheiro. Minhas pernas tremiam.

Depois de um tempo, ele me tirou da banheira, me enrolou numa toalha grande e me carregou no colo de volta pra cama. Me deitou com cuidado, abriu minhas pernas e ficou entre elas. O pau dele estava extremamente duro, a cabeça rosada brilhando, veias marcadas. Ele pegou um potinho de lubrificante que tinha na gaveta.

Franco: Vou passar um pouco pra ajudar, tá? Pra ficar mais fácil pra você na primeira vez.

Ele espalhou o lubrificante no próprio pau, massageando devagar, e depois passou um pouco na minha bucetinha, enfiando os dedos de novo pra espalhar bem. Eu estava nervosa, mas excitadíssima. Meu coração batia forte.

Valentina: Vem, Franco… coloca em mim. Eu quero sentir você entrando.

Ele se posicionou, segurando o pau grosso na base. Roçou a cabeça quente na minha entrada várias vezes, molhando tudo, pressionando de leve. Eu sentia minha bucetinha se abrindo aos poucos.

Franco: Relaxa, maninha. Respira fundo. Se doer muito, me fala que eu paro.

Valentina: Não para… quero você. Enfia devagar…

Ele empurrou devagar. A cabeça do pau forçou minha entrada. Eu senti uma pressão forte, um ardor, e soltei um gemido longo, segurando os lençóis.

Valentina: Ahhh… tá entrando… tá tão grosso… devagar, amor…

Franco parou com só a cabeça dentro, me dando tempo pra me acostumar. Ele se inclinou e começou a beijar meus seios, chupando os bicos enquanto esperava. Eu respirava rápido, sentindo minha bucetinha pulsando em volta dele.

Valentina: Pode ir um pouco mais… quero sentir mais de você dentro de mim.

Ele empurrou devagar mais uns centímetros. Eu sentia cada veia, cada centímetro me abrindo. Era uma mistura de dor, ardor e um prazer profundo que eu nunca tinha sentido. Meus olhos se encheram de lágrimas, mas eu sorri pra ele.

Valentina: Tá tão bom… você tá me enchendo, Franco… continua…

Ele parou de novo, metade do pau dentro de mim, e me beijou na boca com carinho.

Franco: Você é tão apertadinha, maninha… tá me apertando tanto que eu quase gozo só com isso. Você é perfeita.

Eu passei as pernas em volta da cintura dele, puxando ele um pouco mais pra perto. Estava pronta pra continuar. Meu corpo todo pedia por ele.

Valentina: Me fode, irmão… me faz sua de verdade agora…

Espero que tenham gostado e caso algum irmão ou irmã tenha algo parecido e quiser compartilhar comigo, vou deixar aqui meu e-mail. Para receber o contato de vocês. Beijos e até o próximo capitulo.

contosvalentinamontenegro@gmail.com

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Comentários

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Somente uma mulher, pode contar dessa maneira excitante a sua primeira transa, pq é ela q é penetrada, quem sente mais os detalhes do ato, até pq seu corpo inteiro fica possuído por sensibilidades q não acontecem no homem. Em nós homens TD fica concentrado apenas no pau, toda a energia e sensibilidade vão para o pau. Já na mulher, acontece uma distribuição pelo corpo inteiro, possibilitando narrar muitas sensações prazerosas mais do q o homem. A relação de intimidade entre irmãos é algo comum, especialmente se lhes é dada essa oportunidade, sem os cuidados q pais responsáveis precisam ter. A experiência pode ser muito gostosa para os dois, mas os riscos de gravidez q não têm condições de avaliar adequadamente, podem levar a não tomar os cuidados preventivos necessários. Conto muito bom, do tipo q apenas uma mulher pode fazer.

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