Os policiais

Um conto erótico de Ninfeta
Categoria: Grupal
Contém 988 palavras
Data: 30/05/2026 00:14:44

Eu estava a caminho da praia, dirigindo o carro de uma amiga. O plano era passar o final de semana com mais duas garotas, mas eu já estava no clima, sentindo o vento bater no meu rosto e o calor do sol despertando meu fogo. Eu estava linda: meus cabelos loiros, longos e lisos, balançando, meus olhos azuis brilhando e aquele corpo que eu esculpi durante sete anos de academia gritando por atenção. Meus seios fartos estavam apertados no decote, com os bicos salientes empurrando o tecido, revelando a marca dos meus piercings (que inclusive trarei o dia em que fui colocar esses piercings pra vocês) que me deixavam ainda mais excitada.

No meio do caminho, a sorte — ou o destino — me colocou diante de uma blitz. Quando encostei, dei de cara com um policial que era a definição de "gostoso de farda". No momento em que ele se aproximou, minha bucetinha começou a piscar o pisca-alerta. Eu sentia o clitóris pulsar enquanto ele pedia meus documentos, mas o olhar dele não estava no papel; ele estava devorando meus peitos, analisando cada curva do meu corpo de 1,54m.

O pânico bateu quando percebi que não achava minha CNH nem o documento do carro. Meu celular? Descarregado. Fudeu, pensei, mas não do jeito que eu queria.

O policial, percebendo meu desespero, me pediu para me acalmar. Ele foi conversar com outro colega, o comandante dele. Eu via os dois cochichando, olhando para mim e sorrindo com malícia. Eles não estavam planejando me multar; eles estavam planejando me possuir.

Quando ele voltou, sussurrou a proposta: ele podia me livrar de tudo, mas queria aproveitar um dia comigo no dia seguinte, já que estaria de folga. E não seria só ele; o comandante também viria. Eu quase gaguejei de tesão. Minha carinha de santinha escondia uma vadia que já estava jatejando de luxúria só de imaginar duas pirocas de autoridade me dominando. Eu aceitei na hora.

Passei a noite no hotel em transe. Usei meu mini vibrador até quase desmaiar de prazer, imaginando o que aqueles homens fariam comigo. Quando o dia seguinte chegou, a mensagem veio. O cara era casado — foto da esposa no perfil e tudo — mas para mim, isso era apenas um tempero extra. O adultério torna tudo mais sujo e excitante.

Vesti minha "armadura" de puta: uma calcinha de renda transparente e uma meia-calça que abraçava minhas coxas grossas e destacava minha bunda gigante. Por cima, uma roupa normal para disfarçar o crime que eu ia cometer.

Cheguei ao motel e o "negão" abriu a porta. Ele era imenso, exalando poder. Atrás dele, na cama, estava o "branquinho". Assim que a porta fechou, o mundo exterior deixou de existir. Fui atacada por beijos vorazes, minhas roupas foram arrancadas com violência. O detalhe das alianças gigantes nos dedos deles enquanto me tocavam me deixava louca.

O branquinho pegou um par de algemas e prendeu minhas mãos para trás. Eu me senti pequena, vulnerável e completamente à mercê deles. Me ajoelharam e, diante do meu rosto, surgiram dois monstros: uma rola preta, gigantesca e grossa, e uma branca, um pouco menor, mas com uma espessura brutal. Eles seguraram minha cabeça com força e me forçaram a engolir as duas, alternando as entradas até eu engasgar, sentindo o gosto do sêmen e do poder.

Depois, me jogaram de quatro na cama, ainda algemada e agora com uma venda nos olhos. A escuridão amplificou cada sensação. Senti a rola do negão rasgando minha bucetinha enquanto um dedo bruto massageava meu cuzinho, preparando o terreno. Ao mesmo tempo, a rola do branquinho batia no meu rosto — uma surra de pica literal. Eu gemia como a puta que sou, amando ser usada como um objeto.

A tortura deliciosa continuou. Montei no branquinho, sentindo-o me preencher por baixo, enquanto o negão se posicionou atrás de mim e enterrou a rola no meu cuzinho. CARALHO! Eu estava sendo atravessada. Eles me xingavam, me chamavam de vagabunda, de putinha, enquanto distribuíam tapas estalados na minha cara e na minha raba. Eu gozei ali mesmo, em meio aos xingamentos e à dor prazerosa.

Mas o ápice do crime veio agora: eles decidiram testar meus limites. Eles forçaram as DUAS pirocas dentro do meu cuzinho ao mesmo tempo.

— AHNNNN! MEU DEUS! — eu gritei, sentindo que seria partida ao meio.

A dor foi aguda, lancinante, mas em segundos se transformou em um tesão avassalador. Eu estava sendo literalmente rasgada por dentro por aqueles policiais safados. O calor no quarto era insuportável, o ar condicionado não dava conta do fogo daquela putaria.

Quando eles chegaram ao limite, me colocaram de joelhos no chão. Fiquei ali, com a língua para fora, olhando para os dois. Eles descarregaram jatos longos e quentes de porra na minha cara. Era tanto leite que escorria pelo meu rosto e caía nos meus peitos. Assim que tiraram as algemas, eu não perdi tempo: comecei a chupar cada gota restante, limpando meu rosto e meus peitos com as mãos e engolindo tudo na frente deles, enquanto eles repetiam que eu era uma verdadeira puta.

Saí do banho toda arregaçada, sentindo cada músculo do meu corpo vibrar. O branquinho partiu primeiro, deixando um beijo e a promessa de que foi a melhor foda da vida dele. O negão me levou até o hotel. No trajeto, a mão dele não saía da minha bucetinha, me masturbando freneticamente enquanto eu chupava a rola dele no banco do passageiro. Estacionamos na sombra da entrada do hotel para que eu terminasse o serviço; engoli todo o sêmen dele antes de descer, enquanto ele falava que foi a melhor foda da vida dele também e prometeu me procurar novamente, esperarei ansiosamente por esse dia haha.

Voltei para as minhas amigas com aquele olhar de quem tinha acabado de ser devastada. Elas nem precisaram perguntar; conhecem a Ninfeta. Elas sabiam que eu tinha acabado de cometer o crime mais delicioso da minha vida.

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