Minha Vida com meu irmão

Um conto erótico de Valentina Montenegro
Categoria: Heterossexual
Contém 4639 palavras
Data: 29/05/2026 22:35:44

Olá a todos, meu nome é Valentina atualmente estou com 30 anos, sou “solteira” tenho 1.75cm pele bem branquinha, cabelos ruivos naturais, rosto com sardas e olhos verdes, seios grandes e bem durinhos, pernas longas e bem torneadas, uma bundinha que é bem arrebitada.

O que vou relatar agora para vocês, teve inicio quando eu completei meus 18 anos. Sou de uma família de imigrantes Argentinos, vivemos entre BH e a cidade de meus pais na Argentina. Sempre que temos um feriado aqui estamos indo para a Argentina onde passo boa parte de minha vida. eu tenho um irmão que é 4 anos mais velho do que eu e se chama Franco, ele como falei tem atualmente 34 anos. 1.85cm bem branquinho como eu corpo normal, nada de muitos músculos, ele se cuida, mas é uma pessoa normal, tem um rosto que parece um anjo de tão lindo, cabelos sempre bem cortado e também ruivo com sardas.

Sempre fomos muito unidos aqui em casa, tanto eu com ele como com meus pais, somos uma família normal temos nossos pontos de vista e as vezes uma discussão é normal, mas brigas não existe e por isso vivemos muito bem. Eu sempre trabalhei com moda, sempre gostei de me vestir bem e participei de vários concursos de moda e beleza tanto aqui quanto na Argentina desde muito nova. Atualmente tenho uma agencia de modelos e por isso minha imagem é muito importante e por isso me cuido muito bem, não tenho vícios, raramente tomo um vinho e estou sempre em uma academia mantendo tudo em dia, não sou adepta de corpo perfeito, mas me cuido muito bem.

Vamos aos fatos. Eu e meu irmão sempre viajamos juntos desde cedo, e nessas viagens sempre dividimos o mesmo quarto quando vamos com meus pais para algum lugar meu pai e minha mãe em 1 quarto, eu e meu irmão em outro. Sempre foi assim. Em casa nos vestimos sempre na frente um do outro e nunca teve maldade com isso. Janto meu irmão como meu país eu já havia visto eles nus, e eles a mim também como minha mãe.

Eu e franco sempre muito juntos claro que algo poderia acontecer e aconteceu, quando eu ainda tinha 18 anos foi a primeira vez que vi meu irmão se masturbando durante o banho, eu era meio “bobinha” apesar dos meus 18 anos tive apenas 1 namorado que foi coisa passageira, e como sempre estava focada na faculdade e em outras coisas, nunca dei importância para um relacionamento. Nunca tinha visto um homem se masturbar, mas sabia o que era por ter visto alguns vídeos por aí, mas nunca ao vivo então a curiosidade e a “inocência” falaram mais alto e fui falar com meu irmão para ver onde isso ia dar.

Valentina: Franco o que era aquilo que você estava fazendo durante o banho?

Franco: O que em especifico está perguntando Valentina?

Valentina: Eu vi quando você estava segurando seu pinto e estava fazendo movimentos. O que era aquilo que fazia?

Franco: Há eu estava apenas me aliviando, estava com muito vontade e por estar sozinho no banho aproveitei.

Valentina: Aliviando? Como assim? Pode me explicar isso?

Meu irmão com toda a calma do mundo sentou ao meu lado e começou a me dizer que as vezes eles homens sentiam a necessidade de se “masturbar” para aliviar quando não estavam namorando e por isso não havia ninguém para fazer aquilo para ele. Eu como sempre muito curiosa queria saber mais.

Valentina: Me conta mais como é isso.Todas as vezes que vai tomar banho você faz isso?

Franco: Olha Valentina, nem sempre, faço apenas quando estou com muita vontade.

Deixei passar. Depois daquela viagem eu sempre via meu irmão fazendo a mesma coisa em casa, e ele sempre me via quando eu estava de olho nele. Ate que um dia ele me chamou enquanto estava no banho e me perguntou se eu queria ver de perto. Eu falei que sim e entrei no banheiro onde ele estava e me sentei na beira da banheira e fiquei observando.

Franco: Isso é muito gostoso Valentina, um dia quando tiver seu namorado, você vai poder ajudar ele com isso.

Valentina: Eu não pretendo namorar tão cedo, prefiro conhecer as coisas com você que eu confio.

Meu irmão não demorou muito mais tempo e começou a soltar um liquido branco e eu fiquei com a boca aberta vendo aquilo e perguntei.

Valentina: O que é isso que está saindo Franco? É Urina?

Franco com uma cara que parecia que ia desmaiar, com os olhos fechados e uma expressão que parecia dor, logo depois que terminou de sair todo aquele liquido branco me explicou.

Franco: Não Valentina isso não é urina, se chama porra. É o que acontece sempre depois de fazemos isso ou transamos com uma mulher. Eu fiquei surpresa vendo toda aquela “porra” fui me levantando e sai do banheiro.

Eu ainda era virgem e realmente nunca tinha visto desta forma como vi, e então era tudo novidade.

Alguns dias depois eu tinha acabado de voltar da Faculdade e escutei uma conversa vindo do andar de cima, subi as escadas e vi meu irmão e minha mãe conversando. Minha mãe se levantou, veio ate mim e me deu um abraço e me pediu para sentar ali pois ela queria conversar comigo e com meu irmão.

Carmem: Valentina eu estava conversando com seu irmão pois eu e seu pai precisamos fazer uma viagem, e como você está em tempo de provas na faculdade, não vai poder nos acompanhar. Então eu estava conversando com seu irmão sobre isso e quero te dizer que durante 15 dias, vocês vão ficar sozinhos em casa, e quero que você obedeça a seu irmão.

Valentina: tudo bem mãe não tem nenhum problema.

Eu sempre ia para e voltava da faculdade com o motorista do meu pai, e sempre quando chegava encontrava com meu irmão para almoçar e depois subia para meu quarto para descansar um pouco, pois tinha uma professora que vinha a minha casa para me ajudar com os estudos, pois como sempre tinha que viajar para os concursos, eu acabava perdendo matérias e precisava de ajuda para colocar tudo em dia, essa era minha rotina.

Durante a semana meu irmão trabalhava no escritório de nosso pai e nos finais de semana, normalmente eu ficava em casa e meu irmão saia com amigos, mas nunca chegava muito tarde em casa.

Foi quando tudo começou a mudar em minha vida, na sexta eu tinha acabado de chegar em casa, e estava muito calor, eu cheguei fui ate meu quarto para tomar um banho e me refrescar antes do almoço. Meu irmão ainda não havia chegado do trabalho pois ele trabalhava apenas na parte da manhã no escritório do nosso pai e o restante da tarde ficava em casa comigo.

Quando eu terminei meu banho, voltei para meu quarto apenas usando o robe que sempre uso após o banho, pois gosto sempre de usar alguns cremos para meu corpo, pois ajuda com colágeno e outras cosias para evitar no futuro flacidez e imperfeições na pele. Eu estava de lado para a porta fechada de meu quanto quando escuto alguém bater e abrir um pouco a porta, era meu irmão avisando que já estava em casa.

Valentina: Entre Franco, estou apenas terminado de me arrumar e já vou descer para almoçar.

Franco: Caramba Valentina, quanto tempo não lhe vejo assim, você está bem diferente.

Eu estava passando creme em minhas pernas e meu robe estava aberto e meu irmão viu meus seios, que desde muito nova já eram bem grandinhos.

Valentina: Deixa de ser bobo Franco, você já cansou de me ver assim, nada mudou em mim.

Eu continuei com o que estava fazendo, e quando terminei, retirei o robe ficando completamente nua na frente do meu irmão e fui vestindo uma roupa, mais fresca para ir almoçar com ele.

Franco: Espera irmã, vira de frente para mim por favor.

Eu me virei e vi meu irmão com a boca aberta admirando meu corpo.

Franco: Valentina Valentina, se você não fosse minha irmã, juro que eu namoraria com você somente para ver esse seu corpo todos os dias.

Eu comecei a rir do que ele havia falado e não conseguia parar de rir. Me aproximei dele ainda nua e falei.

Valentina: Como você é bobo neh meu irmão, você sempre me viu assim, e não tem nada demais em mim, não sei o que te deixa assim com essa cara de bobo.

E continuei rindo e fui me vestir. E logo fomos almoçar. Como era uma sexta, a professora não viria me ajudar, e logo após o almoço eu subi para descansar um pouco.

Quando eu acordei, eu fui ate o quarto do meu irmão e o chamei para ir para a piscina, pois o calor estava absurdamente forte, ele aceitou e fomos nos refrescar. Chegando na piscina meu irmão retirou sua roupa ficando completamente nu e mergulhou. Eu o esperei aparecer do outro lado e fui até ele e perguntei.

Valentina: Você está maluco? Tem pessoas na casa, imagina se alguém vem aqui trazer algo e vê você assim?

Franco: Relaxa Valentina, eu dei folga para todos hoje, não tem ninguém aqui além de nós dois.

Valentina: sendo assim eu também vou nadar como você.

Retirei minha roupa e como ele dei um mergulho completamente nua.

Quando meu irmão me viu saindo do outro lado da piscina, ele veio mergulhando ate perto de onde eu estava e começamos a jogar água um no outro e mergulhar, ele mergulhava e puxava minha perna me fazendo ir para baixo e passava por cima de mim indo para o outro lado, eu fazia a mesma coisa com ele, e em uma dessas eu acabei encostando em seu pinto que estava bem duro, fiquei um pouco sem graça pois nunca havia tocado nele ate então. Ele percebeu que fiquei sem graça e eu quis parar a brincadeira, ele se aproximou de mim e veio conversar.

Franco: o que foi irmã? Aconteceu alguma coisa? Te machuquei?

Valentina: Não Franco, é que eu não quero mais brincar, já me cansei, e vou sair e me trocar.

Ele percebeu que eu havia tocado em seu pinto e veio para mais perto.

Franco: Valentina, não precisa ficar assim, não fez nada demais, apenas esbarrou em mim, e isso não tem nenhum problema.

Valentina: Eu sei irmão, é que achei que você ficaria bravo comigo por isso.

Franco: Imagina que eu ficaria bravo com você por isso Valentina, e se quiser pode tocar mais.

Valentina: Porque ele está assim duro Franco?

Franco: É normal ficar assim quando tem muito tempo que eu não tenho nenhuma relação com outra mulher, e

ver você assim na minha frente é difícil controlar entende?

Valentina: Mais você sempre me vê assim. E nunca percebi que ele fica duro assim.

Franco: nunca percebeu, pois, sempre estou vestido e por isso não consegue ver, mas é assim que fico todas as vezes que te vejo nua, e não foi diferente mais cedo no seu quarto.

Valentina: E isso é ruim?

Franco: por um lado sim pois eu não posso tocar em você e fazer nada, mas por outro é sinal que você me deixa com tesão.

Eu era bobinha, mas sabia muito bem o que era tesão, eu já tive um namorado há uns meses atrás, e sentia isso quando ele me beijava e passava sua mão pelo meu corpo, eu nunca passei disso, de beijos e passada de mãos, mas sabia como era gostoso.

Valentina: E você sente vontade de tocar em mim?

Franco: Não vou negar que sinto Valentina. Mas nunca te pediria para fazer isso.

Valentina: Mas se quiser eu deixo. Eu também gosto de sentir essas coisas quando estou com alguém.

Franco: Valentina eu sou seu irmão, não acho que isso vai ser legal se nossos pais souberem que fizemos isso.

Valentina: Você não deu folga para as pessoas que trabalham aqui em casa? Como alguém vai ficar sabendo se apenas nos dois estamos aqui. E se você não contar eu também não conto.

Franco: tem certeza do que está querendo Valentina?

Me virei e fui saindo da piscina e olhando para ele falei que sim que eu tinha certeza.

Assim que eu sai, ele veio atrás de mim e nos enrolamos na toalha e subimos para o quarto dele, pois lá tem banheira e eu queria tomar um banho em sua banheira.

Logo que entrei já fui ligando a água e pedi para ele acertar o ponto para ficamos ali. Ele deixou com uma temperatura perfeita. Eu entrei e me sentei, ele veio logo em seguida e me puxou para perto dele.

Eu me virei de frente para ele e olhei para baixo e seu pinto estava ainda bem duro.

Valentina: Posso tocar nele novamente?

Franco: Claro.

Eu com as mãos tremendo toquei nele o segurando, ele apenas encostou sua cabeça na borda da banheira e fechou seus olhos, e deu um suspiro.

Franco: haaa que delicia de mão.

Meu irmão segurou minha mão e começou a fazer os movimentos com ela como eu o via fazendo e me pedindo para continuar sozinha.

Valentina: É assim que eu vejo você fazendo sempre Franco.

Franco: Sim Valentina e continua que está uma delícia, suas mãos são delicadas e muito macia, continua por favor.

Meu irmão abriu os olhos e me vendo tocando seu seu pinto, ele veio e tocou em meus seios que estavam com os biquinhos bem durinhos. Eu dei um gemidinho baixinho pois ninguém nunca tinha me tocado quando eu estava nua.

Valentina: faz outra vez o que fez irmão, foi bem gostoso.

Franco: Quer sentir algo mais gostoso do que isso?

Valentina: Quero.

Meu irmão se inclinou para frente e veio com sua boca em meu seio direito lhe dando um beijo bem lento e passou sua língua no biquinho que estava muito durinho.

Valentina: Hummmm que delicia Franco, continua assim vai.

Franco foi beijando um, depois o outro enquanto acariciava minhas pernas, sua mão foi subindo e tocou de leve as costas de sua mão em minha bucetinha.

Valentina: Haaaaa que gostoso seus toques irmão. Assim eu vou ficar viciada em você.

Franco: senta aqui na borda da banheira que quero te dar algo mais gostoso.

Eu fui me levantando e fiz o que ele me pediu. Ele veio e beijou novamente meus seios e tocou novamente bem de leve minha bucetinha e foi descendo beijando minha barriga e quando ele chegou bem pertinho ele olhou para mim e me perguntou se ele poderia beijar ali. Estava tão gostoso seus toques que eu só acenei com a cabeça dizendo que sim e ele colocou suas mãos em meus ombros e me fez inclinar meu corpo um pouco e então eu o senti tocando minha bucetinha com sua língua.

Eu não sabia o que sentia direito. Primeiro foi um choque e uma sensação que eu nunca senti antes, minha reação foi fechar minhas pernas.

Franco: O que foi Valentina? Não gostou do que eu fiz?

Eu estava ofegante e custei a responder, apenas abri um sorriso e aos poucos eu abri novamente minhas pernas e ele entendeu que era para continuar. Mais uma vez ele voltou e desta vez ele passou a língua nela todinha, outra vez eu senti um arrepio e um choque em meu corpo e involuntariamente eu fechei minhas pernas, mas ele não saiu de lá, continuou com sua cabeça presa entre meus joelhos e com sua língua ia me chupando me fazendo ter sensações que nunca senti antes.

Valentina: Meu Deus Franco como isso é gostoso. Nunca senti nada igual em toda minha vida.

Eu com apenas 18 anos, era a 1º vez que alguém chupava minha bucetinha e me fazia virar os olhos de tão gostoso que estava.

Valentina: Haaaa Franco, o que você está fazendo comigo?

Franco: Está gostoso?

Valentina: Siiimmm está delicioso isso. Não para por favor

Eu nunca havia gozado na minha vida, não sabia que aquilo que estava tão gostoso poderia ficar ainda melhor. Foi quando meu irmão me pegou no colo e me levou para sua cama me colocando deitada, e se deitou ao meu lado e me deu um beijo em minha boca com calma. Eu correspondi ao beijo e ele me pediu para retribuir o carinho.

Franco: Fica de 4 ao meu lado e chupa meu pau?

Eu não sabia o que fazer naquele momento, eu nunca havia se quer tocado em um homem, muito menos ter chupado alguém.

Franco: Fica de quatro ao meu lado e chupa meu pau? Falou ele novamente.

Eu fiquei um pouco nervosa, mordendo o lábio inferior. Meu coração batia forte. Eu nunca tinha feito aquilo, nem imaginava direito como começar.

Valentina: Franco… eu nunca fiz isso. Eu nem sei como colocar na boca… Tenho medo de te machucar ou fazer errado.

Franco sorriu com carinho e passou a mão no meu cabelo, me puxando mais para perto.

Franco: Relaxa, maninha. Eu vou te ensinar direitinho. Vem cá, fica de quatro do meu lado, assim mesmo… Isso. Agora segura meu pau com a mão primeiro.

Eu me posicionei de quatro ao lado dele na cama, o rosto bem perto do pau duro e latejante do irmão. eu segurei com a mão direita, sentindo o calor e a rigidez.

Valentina: Assim?

Franco: Perfeito. Agora vai bem devagar. Primeiro dá uns beijinhos na cabeça… Isso, bem suave… Hmmm, isso mesmo.

eu dei vários beijinhos tímidos na glande rosada, sentindo o cheiro dele pela primeira vez. Franco soltou um gemido baixo.

Franco: Agora passa a língua devagar em volta da cabeça… como se estivesse lambendo um sorvete. Isso, Valentina… caralho, que delícia. Continua assim.

Eu obedeci, passando a língua molhada em círculos lentos, explorando. Eu estava vermelha de vergonha e excitação ao mesmo tempo.

Valentina: Tá bom assim? Eu tô fazendo certo?

Franco: Tá ótimo, irmã. Agora abre a boca e coloca só a cabecinha pra dentro. Cuidado com os dentes, usa os lábios pra cobrir eles… Isso… Ahhh, que boquinha quente.

eu abri a boca e coloquei a cabeça do pau dele entre os lábios, chupando de leve. Com meus olhos verdes olharam para cima, buscando aprovação.

Enquanto eu ia aprendendo a chupar, sentindo o gosto quente e levemente salgado dele na minha língua, Franco segurou minhas coxas com as duas mãos e me guiou:

Franco: Vem cá, maninha… Abre as pernas e coloca uma de cada lado da minha cabeça. Isso… assim.

Ele me posicionou por cima dele, de forma que minha bucetinha ficasse bem em cima do seu rosto. Eu fiquei vermelha de vergonha, mas o tesão era maior. Mal me acomodei e senti a língua quente e molhada dele passar devagar por toda a minha fenda.

Valentina: Aaaahh… Franco!

O gemido escapou da minha boca ainda cheia com a cabeça do pau dele. O prazer foi tão forte que quase parei o que estava fazendo. Ele segurou minha bundinha arrebitada com as duas mãos e começou a me chupar com mais vontade, passando a língua em círculos no meu clitóris inchado.

Eu tentei me concentrar e voltei a descer a boca no pau dele, agora mais fundo, sentindo ele latejar na minha língua. Quanto mais ele me chupava, mais eu gemia com o pau na boca, o que fazia ele soltar gemidos abafados contra minha bucetinha.

Franco: Isso, Valentina… Continua chupando enquanto eu te como com a boca… Porra, você tá tão molhada…

Eu comecei a rebolar devagar por cima do rosto dele, instintivamente buscando mais prazer. Minha saliva escorria pelo pau dele enquanto eu subia e descia a boca com mais ritmo, tentando colocar o máximo que conseguia. Às vezes engasgava um pouco, mas não parava.

Os sons molhados da língua dele na minha bucetinha estavam me deixando cada vez mais louca. Ele chupava meu clitóris, enfiava a língua dentro de mim e depois voltava a sugar com força. Minhas pernas começaram a tremer.

Valentina: Franco… Ahh… Isso… bem aí… não para…

Meu irmão apertou minha bunda com mais força e acelerou os movimentos da língua, focando exatamente no ponto que me fazia ver estrelas. Eu sentia um calor subir pelo meu ventre, uma pressão deliciosa e desconhecida crescendo rápido.

Eu gemia cada vez mais alto com o pau dele na boca, as vibrações fazendo ele ficar ainda mais duro. Comecei a mover a cabeça mais rápido, chupando com mais fome, enquanto rebolava desesperada no rosto dele.

Franco: Hmmm… assim, maninha… você tá me deixando louco…

De repente, senti como se algo explodisse dentro de mim. Um prazer intenso, quente e avassalador tomou conta do meu corpo inteiro. Minhas pernas tremeram violentamente e eu pressionei minha bucetinha contra a boca dele sem conseguir me controlar.

Valentina: Franco! Eu… eu vou… Aaaahhhhh!

Meu primeiro orgasmo veio forte. Eu tremia inteira, gemendo alto com o pau dele ainda na boca, sentindo ondas de prazer que eu nunca tinha sentido na vida. Minha bucetinha pulsava e eu molhei ainda mais o rosto dele.

Franco segurou minha cabeça com uma mão, mantendo o pau um pouco mais fundo na minha boca, e gemeu contra minha buceta:

Franco: Caralho, Valentina… Eu também vou gozar… Não tira a boca, maninha… Vou gozar na sua boca…

Eu estava tremendo ainda do meu orgasmo, com a bucetinha latejando contra o rosto dele, quando ouvi aquelas palavras. Meu coração disparou. Mesmo nervosa, eu não tirei a boca. Na verdade, segurei o pau dele com mais firmeza e continuei chupando, agora com mais vontade.

Enquanto subia e descia os lábios, eu realmente observava ele de perto pela primeira vez. Era a primeira vez que via um pau tão de perto, tão detalhadamente. O pau do Franco não era daqueles enormes que eu via em filmes ou fotos escondidas. Tinha no máximo uns 17cm, talvez um pouco menos. Mas era bem grossinho, cabia justo na minha mão e esticava bem meus lábios quando eu colocava na boca. A cabeça era rosada, arredondada e brilhava com minha saliva. As veias apareciam um pouco ao longo da pele clara, e ele latejava forte, quente e bem duro na minha boca. Achei ele bonito… bem perfeito para mim, na verdade.

Valentina: (pensando enquanto chupava) “Nossa… ele é bem grosso… sinto minha boca toda cheia mesmo não sendo gigante. O cheiro dele é tão bom… quentinho…”

Eu gemia com ele na boca, passando a língua por baixo da cabeça enquanto subia e descia mais rápido. Franco começou a respirar pesado, segurando meu cabelo ruivo com uma mão e apertando minha bunda com a outra.

Franco: Isso, Valentina… assim… chupa mais gostoso… vou gozar, maninha… tá perto…

Senti o pau dele inchar ainda mais na minha boca, ficando mais grosso e pulsando forte. De repente, Franco soltou um gemido rouco e longo:

Franco: Aaaahhh… porra… tô gozando!

O primeiro jato quente e grosso explodiu direto na minha língua. Era muito mais quente do que eu imaginava, com um gosto forte, levemente salgado e doce ao mesmo tempo. Eu me assustei um pouco, mas não tirei. Continuei chupando enquanto ele gozava, jato atrás de jato enchendo minha boca. Tentei engolir um pouco, mas era muito, e parte escorreu pelo canto dos meus lábios, descendo pelo pau dele.

Franco tremia debaixo de mim, gemendo meu nome baixinho enquanto soltava tudo. Eu fiquei ali, chupando devagar até as últimas gotas, limpando ele com a língua, curiosa e excitada com tudo aquilo.

Quando ele finalmente relaxou, eu tirei o pau da boca devagar, com um fio grosso de saliva e porra ligando meus lábios à cabeça rosada. Passei a língua nos lábios, sentindo o gosto dele ainda na boca, e olhei para Franco com os olhos verdes brilhando.

Valentina: Foi… muito… Eu não esperava que fosse tanto… e tão quente. Seu pau é bem grossinho, sabia? Achei ele perfeito… Depois que Franco gozou na minha boca e me puxou para cima, eu deitei ao lado dele, ainda ofegante, com o corpo todo molinho e sensível. Minha bucetinha ainda pulsava levemente e meu coração batia forte. Franco me abraçou, passando um braço por baixo da minha cabeça e me puxando contra o peito dele. Ficamos em silêncio por alguns segundos, só sentindo a respiração um do outro.

Valentina: Franco… isso que aconteceu comigo… foi um orgasmo, né? Eu nunca senti nada igual na vida. Parecia que meu corpo inteiro explodiu de prazer. Eu tremi tanto… ainda tô tremendo um pouco.

Franco sorriu carinhosamente e beijou minha testa, tirando uma mecha do meu cabelo ruivo do rosto.

Franco: Sim, maninha. Isso foi seu primeiro orgasmo. Quando eu te chupava, seu corpo foi acumulando prazer bem no clitóris e dentro de você. Quando chegou no limite, tudo explodiu de uma vez. É por isso que você tremeu tanto e sentiu aquela onda quente. É a coisa mais gostosa que existe. Fico muito feliz que eu fui o primeiro a te dar isso.

Valentina: Eu não imaginava que podia ser tão forte… Quando você estava com a língua em mim e eu estava chupando você ao mesmo tempo, parecia que eu ia desmaiar de tanto prazer. E quando gozei… nossa, eu molhei seu rosto todo, né?

Franco: (rindo baixinho) Molhou sim, e foi delicioso. Eu adorei sentir você gozando na minha boca. Você ficou tão molhadinha, tão sensível… foi perfeito.

Eu levantei o rosto e olhei nos olhos dele, ainda um pouco envergonhada, mas muito feliz.

Valentina: Franco… eu nunca imaginei que ia acontecer isso com você. Mas agora… eu não quero que pare. Foi muito mais do que eu esperava. Eu me senti amada, desejada… segura.

Franco acariciou meu rosto com o polegar, sério e carinhoso ao mesmo tempo.

Franco: Valentina, eu também nunca pensei que a gente ia chegar até aqui. Mas desde que te vi crescendo e ficando cada vez mais linda, eu sentia algo diferente por você. Não é só tesão. Eu te amo de verdade, maninha. De um jeito que eu não consigo explicar. Hoje você me deu algo muito especial… seu primeiro orgasmo, sua primeira vez chupando alguém, sua confiança. Eu quero que você saiba que eu vou cuidar de você.

Valentina: Eu também te amo, Franco. Não como só irmão… eu sinto algo mais forte. Quero que isso continue entre a gente. Quero que você me ensine mais coisas, que você seja o primeiro em tudo.

Franco: Então vamos fazer uma jura, só nossa. Olha pra mim.

Ele segurou meu queixo com delicadeza, fazendo nossos olhos se encontrarem.

Franco: Eu juro que vou te amar e te proteger sempre. Ninguém nunca vai saber o que acontece entre nós. Isso fica só nosso. Eu juro que vou te dar prazer sempre que você quiser, com calma e carinho, sem nunca te machucar ou te pressionar. Você é minha irmã, mas também é a mulher mais linda e especial da minha vida.

Valentina: (com os olhos marejados) Eu juro também, Franco. Juro que vou te amar em segredo, com todo o meu coração. Juro que vou ser sua sempre que estivermos sozinhos. Ninguém nunca vai descobrir. E eu quero que você seja o único que me toque assim… pelo menos por enquanto. Eu confio em você com todo o meu corpo e minha alma.

Nós selamos a jura com um beijo longo e profundo, bem diferente dos beijos quentes de antes. Esse era cheio de carinho e cumplicidade.

Franco: Te amo, Valentina.

Valentina: Te amo mais, meu irmão.

Essa foi a primeira parte do que aconteceu comigo, ainda tenho muita coisa para contar.

Espero que tenham gostado e caso algum irmão ou irmã tenha algo parecido e quiser compartilhar comigo, vou deixar aqui meu e-mail. Para receber o contato de vocês. Beijos e até o próximo capitulo.

contosvalentinamontenegro@gmail.com

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Comentários

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Muito bom conto, Valentina, quero ler a continuação dessa história como tu e teu irmão se descobriram mais.

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