O outro lado - com I.A.: minhas alunas me surpreendendo - Ramona, parte 1

Um conto erótico de Loiro professor ingênuo
Categoria: Trans
Contém 2523 palavras
Data: 03/05/2026 15:10:32
Última revisão: 03/05/2026 17:21:59

AVISO: ...relato criado com assistência de I.A. (Inteligência Artificial) a partir de 'prompts' do autor - e posteriores refinamentos para maior 'toque humano' (e safado deste cara aqui rs)... experimentem e deliciem-se! * Se gostar, comente ;-)

Ramona e Ricarda (nomes exóticos, não? Mais ainda foi a surpresa com elas) eram minhas alunas particulares de Matemática desde setembro. De colégio de alto padrão na zona Sul, apesar de ótimas (mas desconfiava que um tanto preguiçosas) estavam 'perigando' em Matemática (se reprovassem, seriam 'convidadas' a sair) - imaginem a tensão das duas... com aulas já andndo, soube que também poderiam ir pra recuperação em Física e, um mês e meio antes das provas finais, passei a ter mais aulas com elas, o que nos aproximou mais ainda.

As duas pareciam gêmeas (acho que para brincar com isso) se vestindo até com roupas iguais vez ou outra mas na personalidade e atitudes eram o oposto. Ramona era MUITO tímida, travada e insegura; quase não falava na aula, principalmente nos tópicos que não entendia. Ricarda já era expansiva, interagindo bem, resolvendo exercícios rápido e, por vezes, nos assuntos em que a irmã tinha dúvidas, corrigia ela sem tato algum (e aí Ramona travava ainda mais) * por mim, parecia que Ricarda nem precisava de aula mas acho que ela se divertia em esculhambar a irmã publicamente... eu percebia isso e 'acolhia' mais a Ramona, mostrando como fazer, e vendo ela aprender e evoluir...

Nossas aulas eram cheias de exercícios em que elas faziam a maioria deles, depois de mostrar como fazer e verem que a teoria era fácil, dar alguns macetes, soltar umas piadinhas (algum humor para quebrar a tensão, né?) e ver elas evoluindo enquanto se divertiam. Era sempre um momento agradável; e mais quando soube que passaram direto, me agradecendo a ajuda, enquanto lhes dizia que ficava feliz (não tem melhor reconhecimento para um professor que ver seus alunos abrindo asas para a vida) e que boa parte do mérito era delas; afinal se esforçaram por aquilo e conseguiram; enquanto elas ficavam mais alegres me enchendo de elogios e mais agradecimentos por terem ido pro terceiro ano...

Virou o ano (agora ambas com 18 anos - vale observar!) e, logo no início (em fevereiro ainda) me buscaram pedindo aulas... eu estranhei; não via necessidade tão cedo mas era matéria difícil e estavam preocupadas... e lá voltei eu pro prazer de mais aulas com ambas. E dessa vez notei algo curioso: Ramona entendia bem a matéria e Ricarda estava perdida... curioso é que a irmã não zoava ou sacaneava a outra mas estava orgulhosa de saber a matéria - e agora eu pensava que Ramona é quem não precisava estar ali rs... mas fomos seguindo, sempre com umas pausas para fofoca, risadas e macetes... e boas notas vindo (ufa!) rs...

Eu nem imaginava o que poderia acontecer até que, em um dia já chegando no prédio delas, Ramona me pede para remarcar a aula!!! Comentei que já estava na portaria e não teria como. Ela então diz que a irmã saiu com a mãe e não chegariam cedo, estando só ela em casa... perguntei se era problema termos a aula só nós (para não perdermos a viagem) e ela, hesitando, falou que a mãe preferia ter outras pessoas na casa quando em aulas - o que era justo e eu entendia perfeitamente - e, quando (a contragosto) ia cancelar, ela pediu para que eu aguardasse um pouco... e uns minutos depois, pediu que subisse!?! Fiquei com cara de dúvidas pro celular mas subi...

E, reforço, eu não imaginava, nem de longe, o que se seguiria...

Diferente do normal, que era a Ricarda abrir a porta pra mim com um sorriso, enquanto encontrava Ramona vindo pra sala se sentar na mesa conosco e Ricarda fechava a porta, dessa vez foi Ramona quem abriu mas não a única coisa diferente...

Ramona parecia 'arrumada demais' naquele dia para uma aula... em geral, ambas ficavam mais e mais à vontade comigo, com camisetas e shortinhos (eventualmente curtos demais mas mantinha meu profissionalismo em evitar 'secar' o corpo dela - ambas deliciosas... imagina duas gatinhas, 18 aninhos, corpinhos 'tenros' com roupas mínimas que "pagavam peitinho" ou "cofrinho" pra mim e 'cavavam' na buceta e na bunda delas - vez ou outra, quando saíam da sala para pegar água ou algum material, via a polpa das nádegas arrebitadas delas)... elas não eram assim ousadas no ano anterior mas neste vinham ficano mais e mais (não pensava em nada 'pra mim' - eu? Um coroa? Nãaaaooooo) e deixava fluir... Mas...

Ramona estava 'arrumada (e sexy) demais' naquele dia... talvez tivesse um 'date' depois da aula e tentei passar ar de 'neutralidade' após rapidamente apreciar aquela menina (já mulher) ali. Dava gosto ser minha aluna (o lado professor ainda segurava as pontas do safado em mim)...

A porta se fecha e a atmosfera muda. Ela vem e me dá um abraço colado (demais) - o corpo TODO junto do meu, os seios no meu peito, a barriguinha com a minha, as coxas junto das minhas, os braços me envolvendo pra bem junto dela) agradecendo por entender e se desculpando pela hesitação em me deixar subir... eu não entendia nada mas notei seu corpo quentinho; em especial nas 'partes baixas'... aquela morena não é só uma aluna, é uma tentação visual - e física... e eu ainda me perdia.

A observo rapidamente: o corpo impecável, curvas de mulher, pele acetinada, aquele sorriso e energia vibrante; e... me 'desconecto' dos meus devaneios antes que me dominem e continuo como 'o professor' e assumo a postura de comando

— "Vamos sentar"...

Ela percebe que quero dar aula, que não saquei nada e então começa o 'show' que não imaginava. Ramona se aproxima de novo, agora quase como uma gata no cio; me abraça mais uma vez (e eu correspondo, apesar de sem entender) e então me cheira o pescoço, e em seguida lambe e mordisca minha orelha, o que me arrepia todo, enquanto suas unhas arranham de leve minhas costas... Gente, aí não deu mais... o pau subiu e inchou na hora enquanto Ramona se aproveitando (de mim, minha ingenuidade, meu profissionalismo, sei lá) se esfrega em mim, inclusive o ventre no meu, sentindo o volume na minha calça. Quando ia balbuciar "Ramona, nós não pod..." ela põe um dedo na minha boca e me retruca:

— "podemos sim, professor; e temos bastante tempo" e me beija a boca, colando seus lábios nos meus, bem gulosa, enquanto me 'junta' ainda mais naquele abraço, que agora eu correspondia totalmente e a puxava para junto de mim...

Não consiga acreditar naquilo. Bêbada ela não estava. Não parecia drogada também. Eu era um cara mais carinhoso com ela nas aulas mas não acho que seria motivo... e deixei pra lá... Aquele nosso beijo começou com meus olhos esbugalhados pela surpresa, meu coração acelerado, meu pau pulsava duro na cueca, certamente me babando todo, enquanto Ramona, sôfrega, de olhos fechados, não me soltava... impossível!

Ainda inebriado com tudo aquilo, me lembrava que estava ali para uma aula, a última do dia; e -então foda-se!- realmente eu também teria tempo rs... e a agarrei mais junto ainda, ao que ela suspirou e gemeu gostoso em meio ao nosso beijo (pqp!!! Me excita profundamente mulher que, no beijo, suspira e geme, confirmando se deliciar ali)...

Comecei a também 'juntar' mais ela em mim, passando as mãos nela, tudo sem soltarmos nossas bocas. Tinha medo de ela, ou eu, dizer "melhor pararmos" e sair correndo dali mas ela demonstrava justo o contrário, e eu ia passeando minhas mãos pelo corpo gostoso dela enquanto ela se mantinha abraçada a mim com sua língua se enroscando na minha - momento delicioso e totalmente inesperado...

Ela estava tão excitada quanto eu e, numa dessas 'juntadas', senti algo diferente lá embaixo... já havia achado estranho quando passei a mão na sua bucetinha, por cima do shortinho justinho que ela usava (achei um tanto 'volumoso' rs) mas agora sentia algo maior que ela esfregava em meu pau duraço sob minha calça... Ramona era uma mulher trans!? Nãaaoooo... sério? Meu tesão subiu com a surpresa (mais essa) e meu pau já quase saía da calça de tão duro e esticado (por vezes, as cuecas não aguentam o tamanho da minha pica, escapando delas) enquanto sentia aquele pau dela — grande, quente, rígido, latejando — pressionar contra o meu.

Rapidamente for do choque de descobrir Ramona (literalmente) "TRANS-formada" com um tesão ainda maior, vi ela com aquele sorriso que conhecia, agora com um batom vermelho provocante.

— "Professor...", ela sussurrou, e aquela palavra me deu o aval que eu precisava. Não estava ali para ensinar nada, estava ali para dominar...

E a peguei pela cintura, juntando-a bem comigo trazendo-a para bem perto:

— "Esquece o 'professor', Ramona. Hoje você é minha."...

Vi ela estremecer e seus olhos brilharem quando voltou a me lamber o pescoço, descendo com beijos enquanto suas unhas arranhavam minhas costas por cima da camisa, e ia se esfregando em mim me deixando sentir aquele pauzão dela — que, nas aulas, eu nem imaginava existir — duro contra minha coxa .

A afastei por um momento, até para respirarmos um pouco...

— "Você é uma trans. Que surpresa"

ao que ela, sorrindo (pois certamente viu minha surpresa antes, com meu pau crescendo e endurecendo ainda mais contra o dela) disse

— "Sim, professor; e há muito tempo sonhava ter isso de agora" e me beijou gulosa de novo; enquanto eu, mais uma vez, com meus olhos esbugalhados pela surpresa, apreciava o contraste daquele corpinho feminino dela com nossas "armas" pulsando entre nós... o combustível de um tesão extremo.

Ela sabia como me atiçar. Ramona se soltou do abraço, deu dois passos e se vira de costas pra mim. O que vejo é uma cinturinha, bunda de mulher, redonda, cheia, firme, sem quaisquer traços masculinos/quadrados de uma de homem... E ela olha, de canto de olho por sobre os ombros, com outro sorriso safado e diz "será que podemos?" enquanto se curva, apoia as mãos nos joelhos e empina aquela raba gostosa, oferecendo-a, e vai abaixando o shortinho... e eu me aproximo para alisar ela enquanto desabotoo minha camisa social...

Ao descer o shortinho, surge uma calcinha mínima, preta, linda, fina como um fio dental, o cuzinho rosado bem no meio daquelas bochechas macias. Ali, naquele ângulo, nem conseguia lembrar de ela ter um pau; a imagem é de uma fêmea pronta para ser sodomizada pelo seu macho. PQP. Devo estar delirando!!!

Eu me aproximo mais ainda, sinto o calor daquele corpo moreno. Minhas mãos apertam sua bunda com força, enquanto me delicio com o contraste de nossas peles. Visão de pura fêmea com um "segredo" delicioso na frente que deixava tudo mais tesudo.

Ramona queria me ver perder o controle; se vira pra mim de volta e, ainda agachada, me olhando lá de baixo, desfaz meu cinto com agilidade e logo abaixa minha calça e cueca juntas... sinto o cheiro dela (perfume gostoso que ela usa nas aulas) e meu pau pula para fora, direto na cara dela, saculejando de tão duro; enquanto suas mãos apertam minha bunda com força, ela geme baixo, pedindo por mim...

— "Professssssoooooooooorrrrrr, que delícia você"...

E, sem perder mais tempo, começa a me lamber a pica, da base até a cabeça, circulando a glande com aquela língua quente antes de engolir tudo de uma vez, o que fazia com vontade de quem esperava aquilo há anos. Eu via os longos cabelos dela balançando entre minhas pernas e meu prazer subindo, mas queria o banquete completo.

Ramona quer me 'servir' primeiro rs.... e, enquanto ajoelhada à minha frente, com um olhar lá de baixo cheia de safadeza, me suga forte passando as mãos no meu saco, minhas pernas, meu peito; volta uma mão para segurar meu pau mas vez ou outra o solta (com uma experiência que me surpreende - tão nova e já chupa assim? PQP! Tesão)... O som da sucção preenche a sala. Ela usa as mãos para massagear minhas bolas enquanto a garganta dela engole meu pau...

— "Ramona, sua tesudaaaaa... adoro ser chupado assim"...

Ela me olha de novo nos olhos enquanto chupa, garantindo que você veja o prazer que ela tem em te servir. Não aguento por muito tempo... adoro ser chupado, ainda mais tendo minha vara socando uma garganta se apertando profunda nele... e Ramona parece estar disposta em me esgotar, engolindo e tirando meu pau até quase sair para respirar um pouco e engolir de novo, por vezes arqueando o corpo, como se fosse vomitar, mas sem soltar meu pau... até que aviso

— "Vou gozar, Ramona... vou gozar, minha aluninha safada.... que tesão"... e eeeeeencho aquela boca... ela tira meu pau ainda gozando, puxa a blusinha de tirinhas pra baixo e põe meu pau entre suas tetinhas lindas melecando eles todos...

Nesse momento o jogo vira para o que eu (agora entregue e aceitando toda aquela luxúria louca) mais queria: nosso 'banquete'... Comigo no 'comando', a puxo para cima do grande sofá que tem naquela sala - é minha vez de ser o 'predador', não mais o 'professor' rs - e falo pra ela deitar-se enquanto dou meu pau para ela chupar, e - vendo agora claramente aquele pau dela - levei um susto... era grande, grosso e latejava como se tivesse vida própria rs... - me deito junto e passo a também chupar aquela pirocona gostosa.... puxo ela pra cima de mim e, sentindo o peso daquele corpo gostoso, passo as mãos nele todo e, começo a 'dedar' aquela bunda deliciosa perto do seu rosto, enquanto socamos nossos paus um na boca do outro. Eu, vez ou outra solto daquele pau (ela não, continuava me chupando, dizendo que quer mais do meu leite - safada) e mergulho a língua no cuzinho dela, explorando cada milímetro, sentindo-a estremecer inteira.

Agora a Ramona estava por cima de mim, com aquela bunda maravilhosa na altura do meu rosto. Eu mergulhei a língua no verso dela, sentindo-a se contorcer, enquanto minhas mãos buscavam a frente. Comecei a punhetar aquela 'peça' com força, sentindo as veias daquele pau pulsarem, enquanto ela me punhetava quase me fazendo ver estrelas. O visual era o paraíso: eu via o meu pau duro nas mãos dela sumindo na boca da Ramona, enquanto eu a punhetava e lambia seu brioquinho fechadinho. O ritmo ficou insano. Eu estava no controle, ditando a velocidade com a mão e a boca. Ramona começou a gemer o meu nome, o corpo todo tremendo, as pernas dela perdendo a força sobre meus ombros. Eu senti que o reservatório dela estava cheio rs... .e não parei.

— "Professor, assim eu vou gozar!", ela gritou abafado.... e continuou:

— "Agora não... quero você junto"...

Só respondi "Agora sim, minha aluna safada... seu professor é quem manda aqui"... e ela não se aguentou...

Foi a explosão mais farta que já senti. O pau da Ramona deu três solavancos violentos e descarregou um leite quente e farto direto na minha barriga. Passei as mãos e levei à boca, tomando o que podia. Ficamos ali, com ela agora deitada sobre mim, colados pelo gozo dela e pelo suor, os corpos exaustos depois daquela farra que nenhuma sala de aula poderia explicar rs... mas ainda tinha mais...

CONTINUA...

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Loiro Safado RJ a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Loiro Safado RJLoiro Safado RJContos: 39Seguidores: 40Seguindo: 57Mensagem homem, hetero ativo, curioso, tarado, safado, ousado, com pegada... mente aberta, um tanto pervertido e dominador... os contos cujos títulos têm ⭐⭐⭐, ⭐⭐, ⭐ e * são os com maior quantidade de leitura - último levantamento em Fevereiro/2026

Comentários