O sábado amanheceu quente em Governador Valadares. A casa grande estava cheia novamente: Roberto tinha saído cedo para resolver assuntos de trabalho, Carla preparava o almoço na cozinha e os três irmãos sentiam a tensão sexual pairando no ar desde os eventos dos dias anteriores.
Laura e Sofia trocavam olhares cúmplices, enquanto Matheus tentava disfarçar a constante ereção que surgia toda vez que se lembrava da boca de Sofia ou da boceta apertada de Laura. A ideia de um trio na piscina à noite ainda ecoava na cabeça dele.
Por volta das onze horas, o som de um carro parando na frente da casa chamou a atenção de todos. Tia Beatriz e o filho Lucas haviam chegado.
Beatriz, de 42 anos, desceu do carro com um sorriso largo e confiante. Mulher divorciada, ela mantinha um corpo voluptuoso e maduro: seios grandes e firmes, quadril largo, bunda redonda e uma pele bronzeada que brilhava ao sol. Usava um vestido leve e curto que marcava todas as curvas, com um decote generoso que deixava pouco para a imaginação.
— Cheguei, família! — exclamou ela, abrindo os braços.
Laura foi a primeira a abraçá-la, seguida por Sofia. Quando chegou a vez de Matheus, Beatriz o envolveu em um abraço demorado, pressionando os seios macios contra o peito dele. Seus lábios roçaram de leve na orelha do sobrinho.
— Nossa, Matheus... você está um homem feito. Que delícia — sussurrou ela, baixo o suficiente para só ele ouvir.
Lucas, de 24 anos, bonito, atlético e com um ar confiante, cumprimentou todos com um sorriso fácil. Ele deu um abraço apertado em Sofia, que corou levemente, e piscou para Laura.
O almoço transcorreu com conversas animadas, mas Matheus mal conseguia se concentrar. Beatriz sentou ao lado dele à mesa e, em vários momentos, sua mão “sem querer” roçou na coxa do sobrinho por baixo da toalha. Cada toque enviava uma descarga elétrica pelo corpo dele.
À tarde, enquanto Carla e Roberto descansavam no quarto, a família decidiu aproveitar a piscina. Laura e Sofia colocaram biquínis pequenos e provocantes. Beatriz trocou de roupa e apareceu com um biquíni vermelho que mal continha seus seios generosos e deixava a maior parte da bunda à mostra.
Matheus e Lucas estavam de sunga. Beatriz não perdeu tempo. Assim que entrou na água, ela nadou até Matheus e encostou o corpo no dele de forma “inocente”.
— Está quente hoje, né, sobrinho? — disse ela, passando a mão no peito molhado de Matheus. — Você cresceu tanto... aposto que as meninas não te deixam em paz.
Laura observava tudo da borda da piscina, sorrindo. Sofia, mais tímida, fingia brincar com Lucas, mas seus olhos voltavam constantemente para o irmão.
Beatriz puxou Matheus para o canto mais afastado da piscina, onde a água batia na altura do peito. Sem aviso, ela deslizou a mão para dentro da sunga dele e segurou o pau já semi-duro.
— Hum... bem grosso — murmurou ela, masturbando devagar debaixo d’água. — Sempre tive curiosidade sobre o que minha irmã gerou.
Matheus olhou nervoso para os lados, mas ninguém parecia perceber. Beatriz aproximou os lábios do ouvido dele.
— Relaxa, querido. Sua tia sabe ser discreta... quando quer.
Ela continuou masturbando-o com movimentos lentos e firmes, o polegar circulando a cabeça do pau. Matheus respirava pesado, tentando não gemer. Beatriz sorriu ao sentir ele endurecer completamente na mão dela.
— Que tal a gente dar uma escapadinha mais tarde? — sugeriu ela. — Quero sentir esse pau dentro de mim.
Quando o sol começou a baixar, Carla chamou todos para o churrasco. Beatriz soltou Matheus com um último aperto e saiu da piscina, o biquíni molhado colado no corpo, os mamilos duros marcando o tecido.
À noite, depois do jantar, Roberto e Carla subiram para o quarto. Laura, Sofia, Matheus, Lucas e Beatriz ficaram na área da piscina, bebendo caipirinha e conversando. O clima esquentava rapidamente.
Beatriz, já um pouco alterada pela bebida, sentou ao lado de Matheus no sofá de área externa e cruzou as pernas de forma que o vestido subiu, revelando que não usava calcinha.
— Estou com calor — disse ela, olhando diretamente para Matheus. — Alguém quer me ajudar a refrescar?
Laura riu baixinho e puxou Sofia para dentro de casa, alegando que iam buscar mais gelo. Lucas ficou na piscina, mas observava tudo com interesse.
Assim que ficaram sozinhos, Beatriz não perdeu tempo. Ela montou no colo de Matheus, o vestido subindo até a cintura. O pau dele já estava duro novamente. Beatriz puxou a sunga para baixo e posicionou a boceta molhada sobre a cabeça grossa.
— Vamos ver se meu sobrinho sabe foder uma mulher de verdade — sussurrou ela.
Desceu devagar, engolindo o pau de Matheus centímetro por centímetro. A boceta madura e experiente de Beatriz era quente, molhada e surpreendentemente apertada. Ela gemeu rouco quando ele entrou todo.
— Aaaah... que pau gostoso... me enche toda, Matheus...
Beatriz começou a cavalgar devagar, rebolando no final de cada descida. Seus seios balançavam dentro do vestido. Matheus segurou a bunda dela com força, ajudando nos movimentos. Os gemidos dela ficaram mais altos:
— Hmm... hmm... assim... fode sua tia... mete fundo nessa buceta madura...
Ela acelerou o ritmo, quicando com mais força. Matheus subiu as mãos e apertou os seios grandes, beliscando os mamilos por cima do tecido. Beatriz jogou a cabeça para trás, gemendo sem parar.
— Caralho... tá batendo tão fundo... vou gozar... aaaahhh!
O corpo de Beatriz tremeu violentamente. A boceta apertou o pau de Matheus em contrações fortes enquanto ela gozava, soltando um gemido longo e rouco. Matheus não aguentou e gozou logo em seguida, enchendo a boceta da tia com jatos grossos e quentes.
Eles ficaram abraçados por alguns segundos, ofegantes. Beatriz beijou a boca dele com fome e sussurrou:
— Isso foi só o começo, sobrinho. Amanhã quero você no meu quarto... e talvez com mais companhia.
Quando se separaram, Matheus percebeu Lucas parado perto da porta, observando tudo com um sorriso safado. Sofia e Laura voltavam da cozinha naquele momento, carregando copos de gelo.
Laura ergueu uma sobrancelha ao ver a cena.
— Parece que a tia Beatriz já começou a brincadeira...
Sofia olhou para Matheus com os olhos brilhando de excitação e ciúme misturados.
Beatriz apenas riu, ainda sentada no colo do sobrinho, e disse em voz alta:
— Essa família está cada vez mais interessante. Quem sabe amanhã não fazemos uma festinha maior?
Matheus sentiu o coração acelerar. A chegada da tia tinha acabado de elevar o nível do proibido na casa.