O segredo com a minha madrasta

Da série Madrasta
Um conto erótico de Fernando A.
Categoria: Heterossexual
Contém 2607 palavras
Data: 29/05/2026 17:56:58

Meu nome é Fernando, tenho 25 anos, 1,87 m de altura, peso 90 kg e tenho um corpo relativamente malhado. Não tenho tatuagens, meus cabelos e olhos são pretos e uso barba. Sempre tive um fetiche antigo: transar com uma madrasta. Mas, até então, meu pai não estava se envolvendo com ninguém. Outro fetiche que eu carregava era o de cheirar calcinha e sutiã; fiz isso algumas vezes com lingeries das mães de alguns amigos, chegando a levar algumas para casa e devolvendo no dia seguinte.

Há três anos, meu pai completava dois anos de casado com a sua nova mulher, a Miriam. Ela era espetacular, uma mulher perfeita. Tinha aquele corpo de academia em formato de pera, entende? Seus seios não eram muito grandes, mas eu os achava perfeitos. Tinha o cabelo curto e liso, e a pele era daquela cor branca parda. Os olhos eram castanhos e ela tinha uma tatuagem tribal na perna. Meu pai não era muito bonito, mas era muito bem de vida. Ela tinha 39 anos na época, e eu, 21.

Eu ainda alimentava o fetiche pela madrasta, mas nunca encontrava uma oportunidade para saber se ela daria para mim. Durante um ano e meio, convivi bastante com ela. Miriam sempre foi muito gentil e carinhosa comigo. No começo, eram apenas apertos de mãos ou um abraço de lado, mas, com o tempo, ganhamos intimidade e começamos a nos abraçar de fato. Eu adorava o abraço dela, e sentia que ela também gostava. Os abraços foram se tornando demorados, e comecei a sentir mais o corpo dela tocando o meu. Às vezes, dava vontade de deixar a mão boba só para tocar a sua bunda, mas eu não queria estragar tudo.

Uma vez, fomos a um clube com piscina e alugamos um quarto por lá. Meu pai saiu para buscar uma bolsa que havia esquecido no carro. Enquanto isso, Miriam estava no banheiro se trocando, e eu consegui ver um pouco do seu corpo nu. Naquele período, meu pai já estava com ela há quase um ano. Eu a vi tirando a sua lingerie bege, guardando-a na bolsa e colocando um biquíni verde-claro. Fiquei extremamente excitado. Meu pau latejava dentro da calça de tanto tesão. Mas aí meu pai chegou e, logo, o clima foi se acalmando. No entanto, o corpo dela não saía da minha cabeça — ou melhor, das minhas duas cabeças, hahaha!

Não entrei na piscina. Fiquei apenas com aquela cena na mente. Então, lembrei-me da lingerie na bolsa. Fingi que iria ao banheiro e fui até o quarto. Mexi na bolsa dela, peguei a calcinha e comecei a cheirar. Fiquei duro na hora, com o coração disparado. Cheirei intensamente aquele tecido; o odor dela era bom demais. Coloquei o pau para fora e comecei a me masturbar. Foi maravilhoso! Então pensei: por que não usar o sutiã dela também? Meu pau tem 18 cm e é bem grosso, e o sutiã ficou perfeitamente encaixado no meu pau. Comecei a me masturbar com o sutiã enquanto cheirava a calcinha. Foi um dos melhores momentos da minha vida. Fiquei tão louco de tesão que perdi o controle e gozei no sutiã todo, enchendo-o de porra. Na hora, bateu o desespero, mas mantive a calma. Consegui limpar tudo com papel-toalha, água e aquele secador de mãos do banheiro. Coloquei tudo de volta no lugar e retornei para a piscina. O dia correu tranquilo; ela não desconfiou de nada, e muito menos o meu pai.

Com o tempo, passei a frequentar mais a casa do meu pai e a dormir lá com frequência, eu tinha um quarto só para mim. Minha intenção era só aproveitar cada vez mais a beleza da minha madrasta. Sempre que surgia uma oportunidade, eu me masturbava com alguma peça de lingerie dela; fazia isso até com as suas roupas de academia. Mas aquilo já não era o suficiente para mim. Eu precisava senti-la. Meu pai tinha 58 anos, mas sempre foi muito mulherengo. Eu sabia que ele a traía com uma colega de trabalho. Minha madrasta também desconfiava, mas se mantinha fiel, pois ele dava de tudo para ela, então ela não ligava muito.

Um dia, ele resolveu viajar a negócios por um dia. Eu sabia que era mentira, e ela também. Mas enfim, ele foi e ela ficou sozinha. Na verdade, eu estava na casa da minha mãe quando ela me convidou para ir até lá ficar com ela. Como ela não queria ficar sozinha e nós dois tínhamos um ótimo relacionamento, fui na maior felicidade.

Durante o dia, planejamos cozinhar coisas diferentes, assistir a filmes e nos divertir, mas percebi que ela estava meio triste. Eu estava louco para me masturbar cheirando as calcinhas dela, mas naquele dia resolvi não fazer isso e focar em lhe dar atenção. À noite, estávamos assistindo a um filme. Eu estava sentado no chão, em um colchão que havíamos colocado na sala, e ela ficou no sofá. Notei novamente o seu abatimento, mas ela não queria dizer o que era. Nesse momento, fui cara de pau e perguntei se ela não queria sentar ao meu lado para eu abraçá-la. Ela olhou para mim, acenou com a cabeça e disse: "Pode ser".

Ela vestia uma camisola rosa que ia até o meio da coxa, estampada com borboletas e com rendinhas brancas ao redor das mangas. Ela ficou de pé para se sentar ao meu lado e, nessa hora, vi que ela usava uma calcinha preta. fiquei pesando quando ela iria tirar aquela calcinha dela. Quando ela foi se abaixar, peguei no braço dela e, antes que se sentasse no colchão, puxei-a direto para o meio das minhas pernas. No instante, fiquei sem reação com a minha própria audácia, mas mantive a postura. Ela veio tranquilamente e se aconchegou. Fiquei abraçado com ela, aspirando o seu perfume; ela era cheirosa demais.

Ficamos ali por um tempo e, então, comecei a ficar extremamente excitado. Não conseguia me conter. Meu pau foi ficando duro e acabou encostando nas costas dela. Sem saber o que fazer e sentindo que precisava sair dali, pedi licença para ir ao banheiro. Me levantei, e ela se levantou junto. Tentei sair o mais rápido possível, mas ela foi mais ágil. Ela simplesmente me parou, levou a mão direto ao meu pau e disse:

— Você está duro assim por causa de mim?

E eu respondi, gaguejando:

— Não, não, não...

Aí ela sorriu e disse:

— Eu sei que você está assim por causa de mim, seu safado pervertido! Eu sei que você anda se masturbando cheirando as minhas calcinhas.

E ela continuava segurando o meu pau, que estava duro feito pedra. Perguntei como ela sabia daquilo. Ela me revelou que, em uma das calcinhas, eu havia deixado escorrer um pouco de esperma, e ela teve certeza de que era meu. Fiquei completamente sem graça, e o meu pau murchou na hora de tanta vergonha. Isso até ela me dizer que tinha vestido a calcinha, já usada por ela, com o meu esperma nela. Eu mal conseguia acreditar no que ouvia. Aí ela emendou:

— Você estava indo ao banheiro bater uma para mim?

— Sim — confessei.

Na mesma hora, ela falou:

— Não seja por isso. Eu faço isso para você.

Naquele momento, meu coração disparou. Era a minha primeira experiência sexual com uma mulher mais velha; eu só havia transado uma vez na vida, com uma amiga da faculdade. Ela me colocou sentado no sofá, ajoelhou-se entre as minhas pernas, puxou o meu pau para fora e exclamou:

— Nossa! Seu pau é lindo... Tão grande, tão grosso!

Eu conseguia ver a boca dela salivar de tanto tesão. Ela começou lambendo as minhas bolas enquanto me masturbava, depois veio subindo lentamente pelo corpo do meu pau até engoli-lo completamente. Nossa, que mulher espetacular! Eu nunca havia recebido um boquete tão bom. Sentia a sua língua fazendo movimentos circulares na cabeça do meu pau enquanto me chupava. Era um tesão incrível. Ela deixou o meu membro completamente babado e, não demorou muito, eu gozei dentro da boca dela. A safada engoliu tudo. Mas antes de engolir, abriu a boca para mim, mostrando o fundo cheio de porra, e só então engoliu, sorrindo cheia de desejo.

Eu tinha acabado de gozar, mas o meu pau não ficou totalmente mole. Tirei a camisola dela, deixei-a sentada no sofá, arranquei a sua calcinha e comecei a chupá-la. Ela tinha um gosto maravilhoso. Chupava o seu clitóris enquanto enfiava os dedos dentro da sua buceta, eu tentando replicar o que eu já tinha visto em pornôs amadores. Ela parecia amar, pois gemia alto, me chamando de "meu enteadinho", e pedindo para eu não parar. Então tive a certeza de que estava fazendo a coisa certa.

Quando a minha língua já estava cansada, ela finalmente gozou. Senti as pernas dela tremerem enquanto as pressionava contra a minha cabeça. Chupei todo o melzinho dela, que delícia de gosto. Ela respirava ofegante e sorria. A essa altura, o meu pau já estava duro como pedra novamente. Pedi para ela sentar em mim, pois eu queria muito sentir a sua buceta. E assim ela fez. Cavalgava em mim e rebolava ao mesmo tempo. A buceta dela era tão apertada e quente! Eu estava explodindo de tesão, sem acreditar que estava fudendo a minha linda madrasta. Enquanto ela cavalgava, eu chupava os seus seios. Ela gemia alto, dizendo o quanto o meu pau era gostoso.

Mudei a posição. Coloquei-a de quatro no sofá, empurrei a sua cabeça para baixo, deixando a sua bunda toda empinada para mim, e comecei a meter com força. Então resolvi experimentar xingá-la. Comecei a dar tapas espalmados na bunda dela e a chamá-la de vadia e vagabunda. Percebi que ela ficava ainda mais louca. Puxei-a pelos cabelos, segurei o seu pescoço e sussurrei no seu ouvido:

— Diz para mim, quem é a minha cachorrinha?

E ela respondia:

— Eu sou a sua cachorrinha...

— Fale quem é o seu dono! — ordenei.

— O meu enteadinho Fernando é o meu dono...

— Isso mesmo, sua vagabunda, eu sou o seu dono. A partir de hoje, você vai ser a minha madrasta vagabunda. Vai ser a minha cachorrinha e eu vou foder você sempre que eu quiser!

— Sim, sim, sim... Eu sou sua, quero ser só sua! — ela falava, gemendo bem gostoso, totalmente ofegante.

Levei-a para o colchão no chão da sala. Abri as suas pernas e comecei a pincelar a cabeça do meu pau na sua bucetinha, que estava toda molhada. Ela gritava, implorando para eu meter logo, mas eu dizia que não, que quem mandava ali era eu. Comecei a colocar a penas a cabeça do meu pau na sua buceta. Ela implorava para eu colocar o pau inteiro. Eu queria provocá-la ainda mais, porém, o meu membro acabou escorregando todo para dentro dela. Ofegante, ela pedia:

— Por favor, me foda assim... Eu quero gozar no seu pau!

Notei que aquela posição a deixava ainda mais excitada e, conforme eu metia com força, parecia que ela estava prestes a explodir. Eu a socava com vontade enquanto ela repetia que seria só minha. Eu estava chegando ao meu limite, prestes a soltar todo o meu gozo, quando ela gozou primeiro, gemendo delicioso. Mesmo com ela gozando, não parei de meter. Olhei nos seus olhos e vi o ápice do seu tesão. Então avisei:

— Eu vou gozar! Quero gozar na sua cara!

E ela respondeu:

— Você pode gozar dentro de mim se quiser!

— Sério? — perguntei.

— Claro!

Ela prendeu as suas pernas ao redor da minha cintura e eu descarreguei todo o meu leite quente dentro daquela mulher. Vi o esperma escorrer lentamente pela sua perna. Eu estava em êxtase, sem acreditar que tinha acabado de realizar o meu grande sonho. Ela me parecia ainda mais linda. Ficamos deitados no colchão, olhando um para o outro sem dizer nada, apenas trocando carícias no rosto. Então, após essa transa sensacional, eu finalmente dei um beijo na boca dela. Nos beijamos ali mesmo; foi incrível, os lábios dela eram extremamente macios.

De repente, lembrei que havia gozado dentro dela e comentei, preocupado. Mas ela me acalmou, dizendo para eu relaxar, pois ela já não engravidava mais e que adoraria ter um filho meu. Rimos muito naquele momento. Ela sugeriu que limpássemos a sujeira e fôssemos tomar um banho. Concordei. Fomos para o banheiro e tomamos banho juntos, abraçados em pé debaixo do chuveiro. Nos vestimos e fomos dormir. Pedi para ela dormir comigo no meu quarto e ela aceitou. Ficamos deitados na cama, de conchinha.

Na manhã seguinte, levei-a a um restaurante para tomar café, perto da casa do meu pai. Conversamos um pouco e, ao voltarmos para o carro, antes de entrar em casa, ela disse que precisávamos conversar sobre o que havia acontecido. Começou dizendo que aquela tinha sido a melhor transa da vida dela e que nunca havia se sentido tão desejada. Confessou que, geralmente, os homens transavam com ela e, assim que gozavam, a deixavam de lado, mas comigo ela sentiu que eu realmente queria satisfazê-la. Revelou também que já me desejava há um bom tempo, antes mesmo de descobrir o meu fetiche com as calcinhas, e que a ideia de me convidar para ficar na casa havia sido dela. Meu pai tinha sugerido que ela chamasse os dois filhos dela, mas ela insistiu que queria ficar mais próxima de mim, e meu pai acabou concordando.

No entanto, ela ponderou que achava melhor não continuarmos com aquilo. Afinal, era a minha madrasta e não queria fazer isso com o meu pai. Na hora, argumentei:

— Mas ele trai você também!

E ela respondeu:

— Eu sei, mas não quero me rebaixar ao nível dele.

Ela saiu do carro e entrou. Eu a segui até o quarto dela e comecei a declarar o quanto a desejava e o quanto queria fazer sexo com ela com mais frequência. Falei o quanto a achava linda, inteligente, carinhosa e engraçada e que aquela noite tinha sido a melhor coisa que já me havia acontecido. Sugeri que fôssemos devagar, sem pressa, prometendo que a satisfaria sempre que ela quisesse e que poderíamos nos curtir aos poucos. Ela ficou meio sem jeito, ensaiando recusar, mas continuei tentando convencê-la, dizendo que aquilo seria o nosso grande segredo. Ela acabou cedendo.

Desde então, transo com ela toda semana pelos menos umas duas três vezes na semana. Somos quase um casal, apenas não oficialmente. Eu estava desejando ter um dia bem romântico só com ela, mas tinha medo de que alguém desconfiasse, então viajamos a passeio para outro estado e curtimos como namorados. Andamos de mãos dadas, Temos fotos juntos e ficamos loucos para postar nas redes sociais, mas não podemos.

Ela eventualmente tem que transar com o meu pai. Sente nojo dele e só continua lá porque não pode ficar oficialmente comigo. Mas o bom é que isso é raro, geralmente ele so faz sexo com ela pra dizer que fez. ele geralmente transa com as vadias do trabalho dele, afinal, ele é chefe delas, então buceta é o que não falta para ele, ainda mais de mulheres mais jovens. Mas eu sempre gostei de uma MILF, e a minha madrasta é perfeita.

Às vezes, gostamos de transar quando o meu pai está em casa; é bem gostoso e tem aquela adrenalina de ele pegar nós dois no flagra, o que torna tudo muito emocionante. Mas, no geral, fazemos sexo na minha casa ou no motel. Hoje mesmo transamos na minha casa pela manhã. Ela me fez um boquete espetacular, aquele "boquete parafuso", e eu gozei muito na cara dela. Agora estou no trabalho, superanimado para chegar em casa e vê-la novamente.

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